Bula Fungitol Azul

acessos
Oxicloreto de cobre
1538491
Mitsui

Composição

Oxicloreto de cobre 588 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença
Mal das sete voltas
(Colletotrichum circinans)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
350 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, após as plantas atingirem 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
350 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, após as plantas atingirem 15 cm de altura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 10 dias. Não determinado. Preventivo
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 10 dias. Não determinado. Preventivo
Podridão seca
(Diaporthe vexans)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 10 dias. Não determinado. Preventivo
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 30 dias. Não determinado. Anterior a incidência da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum coffeanum)
3 a 4 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. Não determinado. Preventivo, a partir do início das chuvas
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
3 a 4 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. Não determinado. Preventivo, a partir do início das chuvas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
3 a 4 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. Não determinado. Preventivo, a partir do início das chuvas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/cova - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença
Mal das sete voltas
(Colletotrichum circinans)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença
Míldio
(Peronospora destructor)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha das folhas
(Cercospora carotae)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Quando as plantas atingirem 15 cm
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Quando as plantas atingirem 15 cm
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
275 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) 28 dias. Não determinado. Quando 2/3 das pétalas estiverem caídos
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
275 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) 28 dias. Não determinado. Quando 2/3 das pétalas estiverem caídos
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
275 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) 28 dias. Nâo determinado. Quando 2/3 das pétalas estiverem caídos
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Preventivo, logo após o início da brotação
Podridão do fruto
(Phytophthora nicotianae var. nicotianae)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 10 a 15 dias. Não determinado. Preventivo, logo após o início da brotação
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Preventivo, logo após o início da brotação
Ferrugem
(Puccinia psidii)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 14 dias. Não determinado. Preventivo, logo após o início da brotação
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 10 dias. Não determinado. Preventivo
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivo, logo a poda de limpeza no tratamento de inverno
Marmelo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivo, logo a poda de limpeza no tratamento de inverno
Nespera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crespeira
(Taphrina deformans)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivo, logo a poda de limpeza
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivo, logo a poda de limpeza
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivo
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivamente
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Formação das mudas e continuado no campo
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Formação das mudas e continuado no campo
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 3 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, logo após o aparecimento das primeiras folhas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, 20 dias após o plantio definitivo
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, 20 dias após o plantio definitivo
Septoriose
(Septoria lycopersici)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. Não determinado. Preventivo, 20 dias após o plantio definitivo
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
275 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivo, quando as brotações estiverem de 5 a 7 cm
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
275 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivo, quando as brotações estiverem de 5 a 7 cm
Míldio
(Plasmopara viticola)
275 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. Não determinado. Preventivo, quando as brotações estiverem de 5 a 7 cm

Saco de polietileno de 1; 2 kg. Saco plástico embalado em saco de papel multifoliado 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
FUNGITOL AZUL é um fungicida cúprico de ação de contato, que contém 588 g/kg do ingrediente ativo Oxicloreto de Cobre, na formulação Pó Molhável, devendo ser aplicado de forma preventiva e/ou no aparecimento dos primeiros sintomas que se deseja o controle.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALHO/CEBOLA: Iniciar as aplicações preventivamente, em condições ambientais favoráveis à incidência da doença. Repetir a intervalos de 5 a 7 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença, usar o intervalo menor de aplicação.

BATATA: Iniciar as aplicações preventivamente após as plantas atingirem 15 cm de altura. Repetir a intervalos de 5 - 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, usar o intervalo menor.

BERINJELA: Iniciar as aplicações preventivamente. As aplicaçoes devem ser repetidas
com intervalos de 5 a 10 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

CACAU: Iniciar as aplicações antes da incidência da doença. As aplicações do produto devem ser dirigidas à copa das árvores, com intervalos de 30 dias. Realizar de 3 a 5 aplicações.

CAFÉ: Aplicar preventivamente a partir do início das chuvas e repetir a intervalos de 30 dias. Fazer, se necessário, até 5 aplicações durante o período critico da cultura, entre fins de Novembro e Março; obedecendo-se a carência. Caso as condições sejam favoráveis à doença, usar a maior dose.

CENOURA: Iniciar as aplicações quando as plantas atingirem 15 cm. Em épocas
favoráveis à doença repetir o tratamento cada 5 —7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

CITROS: Realizar 2 aplicaçoes, sendo a primeira, quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caidas, e a segunda aplicação, 4 semanas após a primeira.

FIGO: Iniciar as aplicações preventivamente logo após o inicio da brotação,
repetindo com intervalos de 10 a 15 dias, suspendendo uma semana antes da colheita. Caso as condições climáticas sejam favoráveis á doença, usar o intervalo menor.

GOIABA: Iniciar as aplicações preventivamente logo após o inicio da brotação, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis á doença, usar o intervalo menor.

JILÓ: Iniciar as aplicações preventivamente.. As aplicações devem ser repetidas
com intervalos de 5 a 10 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

MAÇÃ/MARMELO: Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza em tratamento de inverno. Aplicar com intervalo de 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, usar o intervalo menor.

NÊSPERA: Fazer uma aplicação preventiva, logo após a poda de limpeza. Após a formação das novas folhas, aplicar com intervalo de 7 a 10 dias. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, usar o intervalo menor.

PIMENTÃO: O tratamento deve ser iniciado na formação das mudas e continuado no campo. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 7 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menoR.

PIMENTA: Iniciar as aplicações preventivamente. As aplicações devem ser repetidas
com intervalos de 7 a 10 dias. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

TOMATE: Iniciar as aplicações preventivamente, 20 dias após o plantio definitivo. Repetir a intervalos de 5 - 7 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis á doença, usar o intervalo menor.

UVA: Iniciar as aplicações preventivamente, quando as brotações tiverem cerca de 5 a 7 cm. Repetir a intervalos de 7 a 10 dias ou conforme a necessidade. Caso as condições climáticas sejam favoráveis a doença , úmido e chuvoso, diminuir o intervalo de aplicação.

ROSA: As aplicações devem ser feitas preventivamente, iniciadas em condições de viveiro, logo após o aparecimento das primeiras folhas. Repetir a intervalos de 3 a 7 dias. ou conforme a necessidade. Em condições climáticas favoráveis a doença, aplicar com intervalo menor.

MODO DE APLICAÇÃO: fazer uma pré-mistura antes de coloaár o produto no pulverizador. Pulverizar de maneira uniforme, dando boa cobertura às partes aéreas das plantas. PáR assegurar uma boa deposição da calda, evitar derivas.
INTERVALO DE SEGURANÇA: sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS: não há.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apresenta restrições.
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: recomenda-se o uso de pulverizadores manuais, motorizados ou acoplados a tratores com bicos cônicos tipo D2 apropriados para a aplicação de Pó Molhável. A aplicação de doses recomendadas em g/100 Litros de água se refere a alto volume (1.000 L ou mais de calda/ha); para volumes menores de água por ha, manter a quantidade equivalente do fungicida por ha. Por via aérea 50 L/ha, tão somente por empresa especializada, sob orientação de um engenheiro agrônomo.

Informações sobre os Equipamentos de proteção individual: Vide Dados Relativos a Proteção da Saúde Humana.
Informações sobre o destino final de embalagens e das sobras de agrotóxicos e afins: Vide Dados Relativos a Proteção do Meio Ambiente.
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTíDOTOS E TRATAMENTOS:
De acordo com recomendações aprovadas pelo Ministério da Saúde.
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: De acordo com recomendações aprovadas pelo IBAMA.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto como os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato com apele, lave-as imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A PLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado e longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância, e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto. ANTÍDOTO: Não há. TRATAMENTO MÉDICO: Sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

•Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos de solo. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque a placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a empresa GRIFFIN DO BRASIL LTDA.. Telefone de emergência: 9(XX24)3325-4100.
•Utilize equipamento de proteção individual EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
•Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipientes lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos D' Água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
•Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

I.ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

II.ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

III.DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

IV.TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

V.DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

VI.É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

VII.EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da égua e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

VIII.PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

O cobre é um elemento químico e pode não ser quebrado. A incineração oxidará deixando o produto cúprico, desta forma a desativação do produto ocorrerá pelo reprocessamento do mesmo nas instalações da Griffin do Brasil Ltda..
Portanto em caso de qualquer alteração do produto por intemperes ou motivos diversos, ele não deverá ser incinerado ou passar por tratamento que o elimine e sim deverá retornar ao fabricante.

IX. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de patógenos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas (MRF) poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas.
Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas no mesmo patógeno alvo.
Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo sobre as recomendações locais para o MRF.
Incluir outros métodos de controle de patógenos (Ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropdado.

Compatibilidade

Incompatível com calda sulfocálcica e carbamatos.