Bula Galgoperme 3

acessos
permetrina
12112
Chemotécnica

Composição

permetrina 384 g/L ectoparasiticidas

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão, Não sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
325 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. 10 % de infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
100 a 150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Preventivo, em áreas com histórico de ocorrência da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
65 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Início da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
40 a 65 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Antes da floração: 30 % de desfolha ou 40 lagartas / pano de batida. Após a floração: 15 % de desfolha ou 40 lagartas / pano de batida
Percevejo verde
(Nezara viridula)
130 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Produção comercial: 4 percevejos / pano de batida. Produção de sementes: 2 percevejos / pano de batida
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
130 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Produção comercial: 4 percevejos / pano de batida. Produção de sementes: 2 percevejos / pano de batida
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
19,5 a 32,5 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 3 dias. Preventivo, após o início da floração
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
26 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 3 dias. Após o início do aparecimento da praga

1 – INSTRUÇÕES DE USO:

1.1 – Culturas:
GALGOPERME 3 é um inseticida de contato e ingestão, indicado para aplicação foliar nas culturas de algodão, arroz, soja e tomate, para o controle das seguintes pragas:

1.2 - Pragas e Doses:
Vide "Indicações de Uso/Doses".

- Doses do ingrediente ativo/ha:
15,36 g/i.a. (40 mL do produto comercial) à 124,80 g/i.a. (325 mL do produto comercial).

- Dose do ingrediente ativo/100 litros de água:
7,48 g/i.a. (19,5 mL do produto comercial) à 12,50 g/i.a. (32,5 mL do produto comercial).

1.3 – Número, Época e Intervalo de Aplicação:
A época de aplicação dos defensivos é determinada através da amostragem e conhecimento do nível de controle da espécie. Estes níveis são obtidos experimentalmente e determinados por órgãos de pesquisa para cada praga e cultura e podem variar, a critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico Responsável, dependendo basicamente das condições ambientais do local, comportamento e danos econômicos das pragas para cada região.

Num programa de manejo de pragas, a amostragem é fundamental para uma aplicação correta e segura. É muito importante estabelecer a área de amostragem, número de levantamentos em função do estádio de desenvolvimento da cultura, número de pontos da amostragem e amostras necessárias para se determinar o nível de controle.

Devem ser realizadas inspeções periódicas na lavoura, observando a flutuação populacional da praga.

Quando for atingido o nível de controle, a aplicação deverá ser feita imediatamente. A aplicação do defensivo agrícola poderá ser repetida em caso de reinfestação das pragas, respeitando-se o período de carência indicado.
1.4 - Modo de aplicação:
Aplicação Terrestre
O produto deve ser aplicado em pulverização terrestre com equipamentos do tipo: costal manual, costal motorizado, tratorizado com barras, além de turboatomizadores, usando como veículo a água. Utilizar bicos tipo cone D2-25 (na vazão em torno de 0,8 L/min), ou bicos X2 ou X3 (na vazão em torno de 0,3 L/min), além de bicos da série JA-1 a JA-5 e JD10 a JD12 e outros da série X. Deve-se sempre utilizar água limpa evitando entupimento dos bicos.

A densidade de gotas deve ser de 30-80 gotas/cm, de tamanho entre 70 a 300 micra.

Na aplicação tratorizada, a pressão de trabalho deve ser de 80 a 300 libras/pol2. Para pulverizador costal ou manual, usar pressão de 60 a 80 libras/pol2. Calibrar o equipamento para volume de calda entre 200-500 L/ha a uma velocidade de 3 a 5 km/hora.

Para a cultura do tomate o volume de calda poderá variar de 400 a 1000L de calda/ha, conforme a idade da cultura (estádios de desenvolvimento). Para obter maior eficiência no controle, pulverizar de baixo para cima as plantas de tomate, atingindo todas as partes (folhas e ponteiros, principalmente), evitando escorrimento da calda.

No controle do adulto da bicheira do arroz (Oryzophagus oryzae), GALGOPERME 2 deve ser aplicado o mais próximo possível da irrigação definitiva. Geralmente num período de 03 dias após a irrigação permanente. GALGOPERME 2 deve ser aplicado no arroz com equipamentos terrestres (pulverizadores costal manual ou motorizado, ou equipamentos tratorizados) usando-se pontas de pulverização tipo jato cônico vazio, D2 ou D3, ou ainda X4 ou X6, com pressão de 80 psi, com 100 a 200 L/ha de volume de calda. As gotas deverão ter um diâmetro de 100 a 200 micra com densidade de 40 a 60 gotas/cm2.

Aplicação Aérea
Uso de barra ou atomizador rotativo “micronair”.
Volume de aplicação: 20 a 40 L/ha
Tamanho da gota: 100 a 300 micra
Densidade mínima de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
Pressão de trabalho: 35 a 50 lb/pol2.
Largura da faixa de deposição efetiva: 18 a 20 metros
Altura do vôo: 2 a 3 metros do topo das culturas
No caso de aeronave equipada com barra, usar bicos (pontas) cônicos D6 a D12, com disco (core), ajustado no ângulo inferior a 45 graus.

NOTA: Em caso de usar outros equipamentos providenciar uma boa cobertura de pulverização.
Embora o produto possua excelente resistência, a lavagem por chuvas, nas primeiras duas horas após a aplicação, reduzem a eficiência do produto.

1.4.1 - Condições climáticas:
- Evitar as aplicações nas horas mais quentes do dia;
- Umidade relativa do ar deve ser maior que 60%;
- Evitar aplicações quando da ocorrência de ventos acima de 6 km/hora.



- Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização.

1.5. - Intervalo de Segurança para a Cultura Indicada:
Algodão ............................................................. 07 dias
Arroz .................................................................. 20 dias
Soja .................................................................... 30 dias
Tomate ............................................................... 03 dias

1.6. - Intervalo de Reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas:
Mantenha pessoas, principalmente crianças e animais domésticos longe da lavoura até a secagem completa da calda de aplicação. Fora deste período, utilize protetor ocular (óculos ou viseira facial), máscara adequada, luvas e botas de borracha e macacão com mangas compridas.

1.7. – Limitações de Uso:
Antes de utilizar o produto, observar atentamente as instruções de uso.

1.8 - Informações sobre os equipamentos de proteção individual a serem utilizados:
Vide Item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”

1.9 - Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO.”

1.10 – Descrição dos Processos de Tríplice Lavagem da Embalagem ou Tecnologia Equivalente:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”

1.11 – Informações sobre os Procedimentos para a Devolução, Destinação, Transporte, Reciclagem, Reutilização e Inutilização das Embalagens Vazias:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”

1.12 – Informações sobre os Procedimentos para a Devolução e Destinação de Produtos Impróprios para Utilização ou em Desuso:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”

2 — DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola;
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados;
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Produto extremamente irritante aos olhos;
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto;
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
-Utilize Equipamentos de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada;
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação;
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
- Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macac algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS E INFORMAÇÕES MÉDICAS

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, o rótulo, a bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

INTOXICAÇÕES POR PIRETRÓIDES - Informações Médicas

Grupo químico: Piretróides
Classe toxicológica: I — EXTREMAMENTE TÓXICO.
Vias de exposição: Oral, Inalatória, Ocular e Dérmica.
Toxicocinética: Absorção
A permetrina é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal, minimamente absorvida através da pele íntegra, mais rapidamente absorvida em solventes não-polares do que em soluções aquosas, e, também é absorvida por inalação de poeira e névoa.

Dérmica:
Baseado nos estudos de excreção envolvendo permetrina e outros piretróides, a absorção dérmica da permetrina parece ser baixa (menos de 1,5%). Nas primeiras 48 horas após a aplicação, foi excretada (na forma de metabólitos) em torno de 0,5% da dose total de uma pomada de permetrina (5%) aplicada na pele de pacientes com sarna; sugerindo absorção limitada. Quando a permetrina foi aplicada (formulação em pó) em pacientes com piolhos, menos de 1% de uma dose de 125 mg e em torno de 1,5% de uma dose de 250 mg foi recuperada (na forma de metabólitos) na urina. Quando foram usadas roupas de proteção, as concentrações de metabólitos de permetrina na urina, ao final de um dia de trabalho, estavam no limite de detecção.
Oral:
Em estudo com humanos, foi absorvida entre 19 e 57% de cipermetrina (Piretróide Tipo II) administrada via oral. Não existem dados de estudos em humanos específicos para a permetrina.
Metabolismo
Os piretróides sintéticos são geralmente metabolizados em mamíferos através da hidrólise de éster, oxidação e conjugação. Não há tendência ao acúmulo nos tecidos.
Os piretróides são rapidamente hidrolisados no fígado às formas de ácido e álcool (derivados inativos), provavelmente pela carboxilesterase microssomal. Ocorre degradação e hidroxilação do álcool na posição 4', e a oxidação produz uma série de metabólitos. Há uma estereoespecificidade no metabolismo, no qual isômeros trans são hidrolisados mais rapidamente do que isômeros cis (para os qi.ra. oxidação é a mais importante via metabólica).
Os tipos de metabólitos, em humanos, variam de acordo com a via de administração da dose: oral ou dérmica. Após administração de cipermetrina via dérmica (Piretróide Tipo II), a proporção de ácido ciclopropano cis/trans excretado foi 1:1, comparado a 2:1 após administração oral. Tais medidas podem ser úteis na determinação da via de exposição.
Eliminação
A permetrina é excretada principalmente na forma de metabólitos pela urina, mas certa quantidade é excretada inalterada nas fezes.
Mecanismos de Toxicidade: A permetrina é uma neurotoxina que age diretamente nas membranas neuronais. Ela prolonga a permeabilidade da membrana ao íon sódio durante a fase excitatória do potencial de ação. Isso diminui o limiar para a ativação de mais potenciais de ação, conduzindo a uma excitação repetitiva das terminações sensoriais nervosas e podendo progredir para uma hiperexcitação de todo o sistema nervoso.
Em concentrações elevadas de piretróides, esse processo pode ser suficiente elevado para despolarizar completamente a membrana nervosa, gerando a abertura de mais canais de sódio e eventualmente causando bloqueio de condução.
Sintomas e sinais clínicos: Baseado nos sinais de toxicidade para mamíferos e invertebrados, os piretróides podem ser classificados em dois tipos: Tipo I e Tipo II.
A permetrina pertence ao grupo dos piretróides do Tipo 1, que ocasionam sintomas típicos: tremores, incoordenação, hiperatividade, prostração e paralisia.
Raramente ocorrem fatalidades após exposição a piretróides e, quando ocorrem, geralmente são após ingestões vigorosas, o que pode levar ao coma, convulsões e fasciculações musculares severas.
Intoxicação Aquda
Exposição Dérmica
Essa é a via mais usual de exposição a piretróides. Os sintomas mais comuns são: formigamento, prurido, eritema e queimação na face ou em outras áreas expostas. Os efeitos adversos de manifestam primariamente como neurotoxicidade periférica hiperatividade reversível das fibras sensoriais nervosas
(parestesias). A parestesia ocorre mais frequentemente na face e os sintomas são exacerbados por estimulação sensorial: calor, exposição ao sol, fricção, sudorese. A parestesia geralmente ocorre de 30 minutos a 2 horas após a exposição, atingindo o pico em aproximadamente 6 horas. A recuperação geralmente é completa em 24 horas. Pode ocorrer toxicidade sistêmica após exposição considerável. Não são comuns reações alérgicas aos piretróides.
Exposição ocular
Pode ocorrer irritação ocular com lacrimação e conjuntivite transitória.
Inalação
Exposição Breve: irritação do trato respiratório com tosse, dispnéia moderada, espirros e rinorréia.
Exposição elevada e prolongada: pode sobrevir toxicidade sistêmica.
Ingestão
A ingestão geralmente ocasiona náusea, vômito e dor abdominal. Sintomas neurológicos e outros efeitos sistêmicos podem suceder exposição elevada.
Toxicidade sistêmica
Sintomas sistêmicos podem se desenvolver geralmente de 4 a 48 horas após extensa exposição dérmica, inalação prolongada ou ingestão. Os sintomas incluem dor de cabeça, vertigem, anorexia e hipersalivação. A intoxicação grave não é comum e esta normalmente ocorre após ingestão considerável, causando alterações de consciência, fasciculações musculares, convulsões e, raramente, edema pulmonar não cardiogênico.
Toxicidade Gastrintestinal
Irritação gastrintestinal é comum após a ingestão de piretróides. Pode ocorre r vômito e anorexia. ,.....)
Neurotoxicidade
Pode ocorrer vertigem, dor de cabeça, fadiga, salivação elevada e visão turva. Fasciculações musculares, coma e convulsões podem complicar as intoxicações agudas graves por piretróides, e tem ocorrido 20 minutos após a ingestão.
Toxicidade Cardiovascular
Foi relatado palpitação em casos de intoxicação aguda por piretróides.
Toxicidade Pulmonar
Tem sido descrito rigidez torácica após ingestão acidental ou deliberada de piretróides. Também tem sido relatado edema pulmonar não cardiogênico após ingestão substancial, geralmente em associação com complicações neurológicas severas, o que pode contribuir para um desenlace fatal.
Hemotoxicidade
Foi relatado leucocitose em alguns casos de intoxicação aguda com piretróides. Provavelmente essa resposta foi não-específica.
Intoxicação Crônica
A permetrina pode induzir à sensibilidade na pele e parestesia em trabalhadores expostos. Estes sintomas se desenvolvem após um período latente de aproximadamente 30 minutos; o pico ocorre em 8 horas e os sintomas desaparecem em 24 horas. São frequentemente relatados sintomas de torpor, coceira, formigamento e queimação.
Efeitos dos Outros Ingredientes: Xileno:
Afeta o sistema nervoso central. Causa severas irritações na pele, olhos e trato respiratório. Pode ser danoso se absorvido pela pele.
Inalação — Causa irritação ao nariz e garganta. Em altas concentrações pode causar náusea, vômito, dores de cabeça e severas dificuldades de respiração, dores e tosse. Vapor em alta concentração é anestésico.
Ingestão — Causa sensação de queimadura na boca e estômago, náusea, vômito e salivação. Pequenas quantidades nos pulmões, podem causar severas hemorragias com danos pulmonares ou morte.
Contato com a pele — Causa perda da camada natural de óleo na pele e frequentemente resulta em dermatites.
Contato com os olhos — os vapores causam irritação. Pode causar queimadura na córnea e danos aos olhos.
Exposição crônica — Inalação crônica pode causar dor de cabeça, perda de apetite, nervosismo e palidez. Contato repetido ou prolongado pode causar rachaduras na pele. Repetida exposição pode causar danos na medula óssea, causando baixa quantidade de células no sangue. Pode prejudicar o fígado e os rins.
Agravo das condições pré-existentes — Pessoas com desordens de pele ou problemas nos olhos, com falhas no fígado, rins, sangue ou função respiratória falha, podem ser mais suscetíveis aos efeitos da substância.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Sinais precoces de intoxicação podem incluir náusea e vômito; dispnéia e hiperpnéia; tremores; hipersensibilidade ao estímulo e sensação de fraqueza e prostração. Coceira e queimação seguem o contato.
Tratamento: Dérmico
1 - Remova as roupas sujas e lave a pele contaminada com água e sabão.
2 - Institua tratamento sintomático e medidas de suporte, conforme necessário. A vitamina E tópica (acetato de tocoferol) tem mostrado reduzir a irritação da pele se aplicada logo após a exposição.
3 - Os sintomas geralmente cessam dentro de 24h, sem tratamento específico.
Ocular
1 - Lave com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 10 minutos. L'u') c‘3.1/4
2 - Um anestésico tópico pode ser necessário para o alívio da dor ou para supe ar o blefaroespasmo.
3 - Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva.
4 - Em caso de suspeita de dano à córnea, empregue fluresceína.
5 - Se os sintomas não cessarem após descontaminação ou se for detectada alguma anormalidade significante durante exames, obtenha a opinião de um dermatologista.
Inalação
1 - Remover o intoxicado das proximidades da fonte de contaminação.
2 - Sintomas moderados de rinite respondem a anti-histamínicos orais. Outros tratamentos sintomáticos e medidas de suporte devem ser instituídos de acordo com as condições do paciente.
Ingestão
1- Não proceda a lavagem gástrica porque há solventes em algumas formulações e a lavagem pode aumentar o risco de pneumonia por aspiração.
2 - Institua tratamento sintomático e medidas de suporte, conforme necessário.
3 - A administração de atropina pode ser útil se o excesso de salivação for preocupante (0,6-1,2 mg para adultos e 0,02 mg/kg para crianças), mas deve-se tomar cuidado para evitar administração em excesso.
4 - Deve ser instituída ventilação mecânica se ocorrer edema pulmonar não cardiogênico.
5 - Convulsões transitórias isoladas não requerem tratamento, mas deve ser administrado diazepam se os transtornos forem prolongados ou recorrerem frequentemente. Raramente pode ser necessário administrar fenitoína intravenosa.
Toxicidade sistêmica
A maioria dos pacientes expostos à permetrina requer somente cuidados de suporte simples. A toxicidade sistêmica é rara, mas, nestes pacientes, a presença de salivação excessiva, fasciculações musculares e edema pulmonar podem dificultar o diagnóstico, uma vez que sintomas semelhantes também estão presentes em intoxicações severas por organofosforados. Medida da atividade da colinesterase das células vermelhas (que está reduzida nas intoxicações agudas por organofosforados, mas não nas intoxicações por piretróides) possibilita o esclarecimento, mas pode não estar disponível rapidamente.
Convulsões transitórias isoladas não requerem tratamento, mas deve ser administrado diazepam intravenoso 5-10 mg se os transtornos forem prolongados. O diazepam também é útil no tratamento de fasciculações musculares.
Atropina intravenosa pode ser útil (0,6-1,2 mg em adultos e 0,02 mg/kg para crianças) para controlar o excesso de salivação e edema pulmonar, mas deve-se tomar cuidado para evitar administração em excesso.
Contra-indicações: Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos Sinérgicos: Há evidências, em animais, de que a neurotoxicidade da permetrina é ampliada pela piridostigmina e pela N,N-dietil-metatoluamida.
ATENÇÃO: As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: 0800 400 7505

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O metabolismo da permetrina foi estudado detalhadamente em várias espécies de mamíferos, usando vários isômeros radiomarcados diferentes. A permetrina administrada em mamíferos foi rapidamente metabolizada e quase que totalmente eliminada em um curto período de tempo. O isômero trans foi eliminado mais rapidamente do que o cis. O carbono radiomarcado da permetrina trans foi excretado em sua maioria pela urina, enquanto que isômero cis foi eliminado tanto pela urina
quanto pelas fezes em proporção semelhante. A expiração contribuiu muito pouco para sua eliminação em mamíferos. As maiores rotas de metabolização tanto para o isômero trans como para
o isômero cis foi a clivagem do éster e a oxidação da posição 4 do anel aromático. Uma reação de importância menor em mamíferos foi a hidroxilação do grupo dimetil geminai do anel ciclo-propano. Os metabólitos formados em maior quantidade foram o cloreto de cálcio (Cl2Ca) livre e na forma glucoronídica, conjugado sulfato de 4-hidróxi-3-ácido fenoxibenzóico, "Pbacid" em forma livre e conjugada, e cloreto de cálcio-hidróximetil como um conjugado glucoronida. Este composto tardio
também foi isolado como uma onde o grupo hidroximetil e o grupo carboxi tinham uma configuração cis.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em testes realizados com ratos observou-se que a DL50 oral igual a 1111,11 mg/kg. A DL50 Dérmica apresentada foi superior a 4.000 mg/kg. No estudo de irritação ocular em coelhos o produto causou opacificação da córnea, congestão da conjuntiva e edema, sendo considerado extremamente irritante para os olhos. No estudo de irritação cutânea o produto foi considerado levemente irritante para
coelhos. No estudo de sensibilidade os animais não apresentaram reação mais pronunciada do que aquela observada na exposição prévia.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
No estudo de doses repetidas em ratos o NOEL foi de 250 ppm na dieta, equivalente a 32 mg/kg/dia.
O produto não foi considerado teratogênico para ratos de acordo com outro estudo realizado e o NOEL foi 50 mg/kg/dia; LOEL = 150 mg/kg/dia para toxicidade materna e os efeitos foram tremores e
decréscimo no ganho de peso corpóreo e consumo de comida. Com relação à fetotoxicidade o NOEL estabelecido foi 50 mg/kg/dia; LOEL = 150 mg/kg/dia; decréscimo na média de peso corpóreo fetal, aumento no comprimento da costela extra (provavelmente relacionada ao "stress" materno).

3 — DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
3.1 - PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- ¦ - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

3.2 - INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.3 - INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHEMOTÉCNICA DO BRASIL LTDA, pelo telefone (11) 2165-2155.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
.Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
.Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Oarmazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
Ousuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Oarmazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a fibra \e a sâúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.