Bula Glifos Plus

acessos
Glifosato
3407
FMC - Campinas

Composição

Glifosato 600 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3,2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3,2 L p.c./ha 30 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 L p.c./ha 30 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 30 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,6 a 2,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Vide Aplicação/Uso
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,4 L p.c./ha 30 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 56 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 L p.c./ha 30 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 56 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 L p.c./ha 30 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. 56 dias. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes

100 e 200 mL; 1; 5; 10; 20; 100; 200; 250 e 1000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS/DOSES: Vide seção "Indicações/Uso".

Volume de calda:
-200 L/ha para todas as culturas
-30 L/ha para cana-de-açúcar e soja (aplicação em Ultra Baixo Volume)


ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Glifos Plus pode ser aplicado nas seguintes situações:

-pós-emergência das culturas e das plantas daninhas;
-aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas;

O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo a/ou durante a floração. Para plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação de botões florais. Glifos Plus deve ser aplicado quando as plantas daninhas estiverem com boas condições de desenvolvimento e sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água). Glifos Plus não apresenta efeito sobre sementes depositadas no solo.

NÚMERO DE APLICAÇÕES E O ESPAÇAMENTO ENTRE ELAS:
Glifos Plus, quando utilizado de acordo com as recomendações, controlará as plantas daninhas com uma única aplicação.
Observação: as doses indicadas, aplicadas de acordo com as recomendações, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a fase adulta. Doses menores são recomendadas para casos de plantas daninhas em menor estágio de desenvolvimento; doses maiores são recomendadas para plantas daninhas mais desenvolvidas.

MODO DE APLICAÇÃO:
Glifos Plus pode ser aplicado através de equipamentos terrestres (todas as culturas) e aéreos (cana-de-açúcar e soja).
Nas culturas perenes: café, citros, maçã e pastagem, deve ser utilizado em jato dirigido, evitando-se que o produto entre em contato com a cultura.
Nas culturas de arroz, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo deve ser aplicado em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas.

Para se obter calda homogênea, devem-se observar os seguintes procedimentos:
- agitar a embalagem antes de vertê-lo no tanque;
- encher o reservatório do pulverizador com água limpa até a metade;
- acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
- completar o volume do reservatório com água limpa.

Aplicação terrestre:

-Costal manual:
a) bicos: leque em ângulo / defletor;
a.1) volume da calda: 150 a 250 L/ha;
a.1) pressão: 17 a 20 lb/pol²;

b) bicos leque / jato plano (equivalentes a séries de 80º e 110°);
b.1) volume da calda: 150 a 250 L/ha;
b.2) pressão: 20 a 30 lb/pol².

-Tratorizado convencional:
a) bicos: leque / jato plano (equivalentes às séries 80°e 110°);
b) volume da calda: 150 a 400 L/ha;
c) pressão: 20 a 50 lb/pol²;

Nota: As indicações acima devem ser obtidas respeitadas as condições operacionais indicadas pelo fabricante do equipamento de pulverização.

Aplicação Aérea:
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos tipo cônico.
a) Volume de aplicação: 30 L/ha, respeitando-se as condições climáticas adequadas.
b) Altura do vôo: 2,0 a 4,0 m;
c) Largura da faixa de deposição efetiva: 13,0 a 15,0 m (aeronave tipo Ipanema);
d) Condições climáticas: Não aplicar o produto na presença de ventos fortes (velocidade maior que 10 km/h) ou nas horas mais quentes, visando reduzir as perdas por deriva ou evaporação. Temperatura menor que 25º C e umidade relativa maior que 70%.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz, Cana-de-açúcar, Milho, Pastagem e Trigo: (1);
Café e Maçã: 15 dias;
Citros: 30 dias;
Soja: 56 dias.

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem equipamento de proteção individual até que a calda pulverizada esteja seca. Aguardar pelo menos 24 horas. Evitar sempre que pessoas alheias ao trato com a cultura, e animais domésticos, circulem pela área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
-Não guardar sobras de calda para uso posterior. Nesse sentido não preparar volume de calda superior ao que deve ser aplicado no dia.
-Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva) e conseqüentes danos em culturas não alvo.
-Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva. Ocorrendo chuva nas 4 horas após a aplicação, pode haver diminuição da ação do produto.
-Não aplicar o produto com as plantas alvo cobertas com poeira. Neste caso pode haver diminuição da ação do produto devido a menor absorção.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser colocados na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, protetor ocular, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção Individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado: filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de proteção e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado: filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO

Informações Médicas

Grupo químico:
Glicina Substituída

Classe toxicológica:
III - Mediamente tóxico

Vias de exposição:
Ora, inalatória, ocular e dérmica.

Mecanismos de toxicidade:
Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosa e olhos.

Toxicocinética:
Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3 % do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.

Sintomas e sinais clínicos:
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sangüínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica.
Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato eritema, ueima ão, rurido e vesículas , eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da substância no material gástrico.

Tratamento:
NAO EXISTE ANTIDOTO PARA GLlFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 9 em adultos, de 25-50 9 em crianças de 1-12 anos e de 19/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 9 para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação ).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (P02) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP).
Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Alertar o paciente para retomar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.

Contra-indicação:
O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato.
A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorespiratória.

Efeitos sinérgicos:
Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11 ) 5182-1010 (Horário comercial)

Mecanismo Ação:
Glifosato não é um inibidor da acetilcolinesterase e portanto não existe o quadro clínico decorrente do acúmulo de acetilcolina no espaço intersináptico. O surfactante presente no Glifos Plus aparentemente pode ter algum papel na toxicidade após a ingestão.
Em testes "in vitro" com mitocândrias isoladas de fígado de rato, o Glifosato atua desacoplando a fosforilação oxidativa como resultado da interação com fosforilação oxidativa e na reação transidrogenase energia-dependente.

Absorção: A absorção cutânea: Em estudos "in vitro" com tecidos humanos a absorção cutânea foi menor do que 2%.

Absorção oral: Em ratos a absorção chegou a 35-40% quando administrado por via oral na dose de 10 mg/kg de peso.

Distribuição: Após a absorção, é distribuído no organismo, sendo encontrado principalmente nos intestinos, ossos, cólon e rins. As maiores concentrações foram encontradas no intestino delgado, acima de 34%, duas horas após a ingestão.

Metabolismo: Aparentemente, o metabolismo do Glifosato em animais é mínimo. Essencialmente são produzidos metabólitos não tóxicos e aproximadamente 100% do encontrado nos tecidos, corresponde ao produto original.

Excreção:
Renal: O Glifosato é eliminado na urina, atingindo rapidamente níveis muito baixos. Em geral, dois ou três dias depois da ingestão não é detectado na urina. Estudos em ratos mostraram que aproximadamente 36% da dose foi excretada na urina num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 20 a 30% foi eliminado na urina em 72 horas.
Fezes: Em estudos com animais, aproximadamente 51 % da dose foi excretada nas fezes num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 70 a 80% foi eliminado nas fezes em 72 horas.

EFEITSO AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:
DL50 oral para ratos: maior que 2.000 mg/kg de peso corpóreo. DL50 dérmica para ratos: maior que 4.000 mg/kg de peso corpóreo.
Irritação dérmica em coelhos: o produto foi considerado levemente irritante para a pele. Irritação ocular em coelhos: o produto foi considerado levemente irritante para os olhos. Sensibilização cutânea: o produto não provocou sensibilidade cutânea.

Efeitos crônicos:
Foram ainda estudados os efeitos sobre o processo reprodutivo e a progênie de animais de laboratório. Foram realizados testes de mutagenicidade em células de bactérias e micronúcleos, sendo que em ambos os experimentos o resultado obtido foi negativo.
A alta solubilidade do Glifosato em água e baixa solubilidade em lipídios sugerem que ele não se bioacumula o que é comprovado por estudos científicos. Os estudo!" efetuados mostram claramente flue o Glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrointestinal e que há um mínimo de retenção nos tecidos e uma rápida eliminação em várias espécies animais. A não retenção e a rápida eliminação do Glifosato indica que no mesmo no caso de exposição repetida, o produto não é acumulado no corpo.

RENOVÁVEIS DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Evite contaminação ambiental - Preserve a natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.

A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa CHEMINOVA BRASIL LTDA. - Telefone de emergência 0800111 767.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenas ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:
Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

I. LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até Y4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem RíGIDA NÃO LAVÁVEL

I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Para embalagens SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGEM:

I. DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
II. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
III. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a fiora e a saúde das pessoas.

IV. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

V. MÉTODO PARA DESATIVAÇÃO DO AGROTÓXICO E DE SEUS COMPONENTES:
Incinerar é o método mais indicado em forno rotativo/câmara de pós - combustão de 7,5 ton / dia de capacidade nominal e com DRE acima de 99,999%. Esta operação deve ser de conformidade com a norma ABNT NBR 1265. Parâmetros para incineração:
Temperatura do forno: 900°C
Temperatura da câmara de pós-combustão de: 1200° C Tempo de residência gases (CPC): 3,2 seg
Tempo de residência dos gases (FR): 2,5 seg
Tempo de residência de sólidos FR: 30 min
Pressão de operação: - 0,2 mbar
Oxigênio em excesso na chaminé: 11 %
Monitoramento em "on line" para CO e O2

VI. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.