Bula Glydur

acessos
Glifosato + Diurom
7205
Adama

Composição

Diuron 350 g/L Uréias substituídas
Glifosato 150 g/L Derivados da glicina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 30 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 30 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 30 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 30 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 60 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 60 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 60 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 30 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 30 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 15 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 15 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - - 15 dias. Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos

Frascos de 0,5 e 1 litro PET, Plástico COEX e plástico monocamada; bombonas de 5 litros PET. Plástico COEX e plástico monocamada. Bombonas de 20 litros e tambores de 200 litros de plástico COEX e plástico monocamada.

1. INSTRUÇÕES DE USO:

O produto GLYDUR é um herbicida seletivo, dos grupos químicos glicina substituída (glifosato) e uréia (diurom), recomendado para o controle de plantas infestantes nas culturas de café, citros e maçã.

1.1 CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E DOSES:
Vide "Indicações de Uso/Doses"

1.2 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar no máximo uma aplicação por ano em pós-emergência das plantas infestantes em solos argilosos.

1.3 MODO DE APLICAÇÃO:
GLYDUR deve ser diluído em água e aplicado através de pulverização, utilizando pulverizador tratorizado ou costal em pós-emergência das plantas infestantes nas culturas de café, citros e maçã em solos argilosos.

Pulverizador de barra tratorizado específico para frutíferas:
Utilizar bicos tipo leque 8002, 11002 à 8004, 11004 ou equivalentes com pressão de 30 a 50 lb/pol2 aplicando um volume 400 litros de calda/ha, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura.
No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas infestantes.

1.4 INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café ................................................. 30 dias
Citros ............................................... 60 dias
Maçã ................................................ 15 dias


1.5 INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.6 LIMITAÇÕES DE USO:
? Fitotoxicidade: Seguindo as instruções de uso, o produto não apresenta fitotoxicidade às culturas recomendadas.
? Evitar deriva do produto para as folhas e frutos.
? Não aplicar fora dos períodos de carência estabelecidos.
? Aplicar somente em árvores frutíferas acima de 02 anos.
? Evitar aplicações após longos períodos de estiagem, estando o solo seco e as plantas com deficiência hídrica.
? Plantas perenes, com maior grau de resistência em estádios mais avançados, poderão sofrer rebrotes.

1.7 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

1.8 INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

1.9 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.10 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.11 INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

DADOS RELATIVOS AS PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:


PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.


MANUSEIO DO PRODUTO:
Use Protetor Ocular: O produto é irritante para os olhos.
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use Luvas de Borracha:
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS – O produto causa sensibilização – USE LUVAS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos:
Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, avental impermeável, máscara com filtro de carvão ativado, protetor ocular ou viseira facial, luvas e botas impermeáveis.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, avental impermeável, máscara com filtro de carvão ativado, protetor ocular ou viseira facial, luvas e botas impermeáveis.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Não reutilize a embalagem vazia;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Tome banho, troque e lave suas roupas de proteção separado das roupas domésticas;
- AO LAVAR AS ROUPAS UTILIZADAS/CONTAMINADAS, UTILIZE LUVAS E AVENTAL IMPERMEÁVEL;
- No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas);
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecida para o produto (24 horas);



PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Não induzir o vômito. Este poderá ocorrer naturalmente, não devendo ser evitado, deitar a vítima de lado para evitar aspiração de resíduos. Caso estiver inconsciente ou tendo convulsões, não administre nenhuma substância pela boca, verifique se as vias respiratórias estão abertas, e mantenha a sua cabeça mais alta do que o corpo. Remova a vítima imediatamente para um hospital, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

Olhos: Lavar os olhos com água abundante, se ocorrer irritação, remova a vítima para um hospital levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

Pele: Lavar imediatamente o local exposto com água e sabão, tomando o cuidado de remover e isolar toda a roupa contaminada. O produto causa sensibilização. Ocorrendo irritação consultar um médico.

Inalação: Remova a vítima imediatamente da área contaminada, procurando um local arejado. Remova a vítima imediatamente para um hospital, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.


TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Realizar tratamento sintomático e realizar terapia de suporte.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

SINTOMAS DE ALARME:
Manifestações digestivas: Vômito e Diarréia.
Manifestações cardíacas e pulmonares: Arritmia, Bradicardia, Edema pulmonar.
Exposições cutâneas, repetidas podem produzir inchaço, vermelhidão e lesões leves.

Mecanismo de ação, absorção e excreção para o ser humano:
Diuron:
Estudos com metabólitos sugerem que o Diuron é, parcialmente, metabolizado no fígado por N-dealquilação e hidroxilação, sendo rapidamente, excretado através das fezes e urina, inalterado ou como metabólito.

Glifosato:
Estudos em indivíduos intoxicados sugerem que o glifosato seja pouco absorvido pela pele e trato gastrointestinal. O glifosato é rapidamente excretado na urina em torno do segundo ou terceiro dia. Estudos tem demonstrado que apenas 30% do glifosato é absorvido pelo trato gastrointestinal e é totalmente excretado inalterado pelos rins.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO OU, QUANDO DISPONÍVEIS, PARA O SER HUMANO:

EFEITOS AGUDOS:
O Glydur, quando testado em animais de laboratórios apresentou um DL50 oral e DL 50 dermal maior que 2000 mg/Kg. Foi considerado levemente irritante para pele e olhos de coelhos e sensibilizante dérmico quando testado em cobaias.

EFEITOS CRÔNICOS:
Diuron
Em estudo com cães (2 anos), na maior dose, os efeitos apresentados foram a perda de peso, diminuição das células vermelhas, o peso elevado do fígado. Quando testado em ratos por igual período de tempo, os animais apresentaram entre outros efeitos uma leve anemia e pigmentos anormais no sangue na maior dose.

Glifosato
O glifosato quando testado em animais de laboratório alimentados por mais de 2 anos, não foram observados efeitos adversos e não foi considerado carcinogênico, em outros testes também não foi considerado mutagênico, teragênico e não apresentou efeitos sobre a reprodução.



Telefones de Emergência:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter mais informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da Empresa: 0800-400-7505

3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

3.1 PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

Este produto é:
X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental. Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser em alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres : CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais e competentes e a empresa MILENIA AGRO CIÊNCIAS S/A pelo telefone de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

-Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

-Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

-Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS:

• LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

a) Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

b) Lavagem sob Pressão:
1. Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


2. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até a sua devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.


• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de um ano.


• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.


EMABALAGENS SECUNDÁRIAS NÃO CONTAMINADAS

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.


• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.



• PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.


• TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte esta sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



4. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

.1.12 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.