Bula Hexazinona 750 Volcano - Volcano

Bula Hexazinona 750 Volcano

acessos
Hexazinona
8718
Volcano

Composição

Hexazinona 750 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico, Pré-emergência, Pós-emergência

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
300 a 400 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Beldroega
(Portulaca oleracea)
200 a 500 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
200 a 300 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guardachuva"
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
200 a 500 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Capim colonião
(Panicum maximum)
300 a 500 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
200 a 300 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
400 a 500 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guardachuva"
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
300 a 400 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guardachuva"
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
200 a 500 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guardachuva"
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
300 a 400 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guardachuva"
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
350 a 500 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
300 a 400 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
300 a 400 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
300 a 500 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
200 a 400 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
300 a 400 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
200 a 450 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guardachuva"
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
300 a 450 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guardachuva"
Vassoura-do-campo
(Sida carpinifolia)
200 a 500 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 138 dias. É recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda chuva"

MODO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol²), variando conforme tipo de pulverizador e bicos utilizados.
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas daninhas. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura. Tipos de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DGTeejet, TurboFloodjet); na pós-emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação: 200 a 600 l de calda/ha em pré e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécie de plantas daninhas e porte da cultura. Obs.: É necessária contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento, evitando-se desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação que podem duplicar a dose aplicada.

APLICAÇÃO AÉREA:
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de aplicação apropriada, munidas de pontas tipo cônicas D8, D10 ou D12, core 45, ou bicos rotativos (Micronair(r)). Taxa de aplicação: 30 à 40 l de calda/ha, em função do tipo de ponta escolhida. Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento da aplicação. Altura de voo: 3 a 5 metros sobre o alvo. Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Evite a sobreposição das faixas de aplicação. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações. Av. Presidente Juscelino Kubitscheck, 2041 Torre E - 13º andar – Sala Applaud, S.Paulo. Endereço para correspondência Rua Alcatrazes 519, Santo Amaro, São Paulo 04644-000 Brasil Tel 55 -11- 5687 3916 / 5523 4000 Fax 55 - 11- 5541 8648 tunger1@gmail.com


INTERVALO DE SEGURANÇA: Culturas Dias
Cana-de-açúcar 138

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

RESTRIÇÕES DE USO: Fazer somente um tratamento por ciclo da cultura, seguindo as recomendações para cada tipo de solo. Independentemente da prática adotada, seja ela aplicação tratorizada em área total em pré ou pós-emergência, não ultrapassar os limites máximos de dose em kg/ha recomendados nas instruções de uso. A cana-de-açúcar em que foi aplicado HEXAZINONA 750 VOLCANO não deve servir para alimentação animal. A aplicação em cana soca devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo. Para cana planta, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas. Quando se aplicar em pós-emergência inicial em condições de solo leve, com menos de 1% de matéria orgânica, deve-se determinar a tolerância à variedade, antes de se adotar HEXAZINONA 750 VOLCANO como prática. A tolerância de novas variedades deve ser determinada antes de se adotar HEXAZINONA 750 VOLCANO como prática. Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injúria à cultura, especialmente se aplicação for feita em solo seco. Para a rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para o plantio de outras culturas. Não aplicar através de sistemas de irrigação. Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS: temperatura: inferior a 25ºC, umidade relativa: superior a 70%, velocidade do vento: inferior a 10 km/h. Optar por um largura de deposição efetiva adequada que será determinada em função do tipo de aeronave, das pontas utilizadas, e as condições climáticas do momento da aplicação. A faixa de deposição total (FDt) escolhida deve proporcionar uma cobertura uniforme, evitando-se com isto a sobreposição incorreta das faixas de
aplicação. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da Faixa de Deposição Efetiva (FDe) devem ser realizados localmente. NOTA: A critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, as condições poderão ser alteradas.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Evite que a deriva proveniente da aplicação culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µ). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - TÉCNICAS GERAIS: Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: Use a menor pressão
indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na
cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - APLICAÇÃO AÉREA: Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme. Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações. Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico. Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 do comprimento da asa - barras maiores aumentam o potencial de deriva. Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 4,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
ALTURA DA BARRA: Utilize a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a alvo com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea dos jatos dos bicos.
VENTOS: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. OBSERVAÇÕES: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
TEMPERATURA E UMIDADE: Quando aplicar em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
INVERSÃO TÉRMICA: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça é rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

- Utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas. Utilizar luvas e botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro de carvão ativado, óculos de proteção e touca árabe.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Use protetor ocular - se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
-Use luvas de borracha - Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente. VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas. Utilizar luvas e botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro de carvão ativado, óculos de proteção e touca árabe.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas. Utilizar luvas e botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro de carvão ativado, óculos de proteção e touca árabe.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado e sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
ANTÍDOTO:
Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo sua gravidade.
INFORMAÇÕES MÉDICAS - HEXAZINONA 750 VOLCANO Grupo Químico Triazinona
Classe toxicológica
Modo de ação Seletivo, de ação sistêmica, de pré e pós-emergência
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e respiratória
Toxicocinética Hexazinona: é rapidamente metabolizada e excretada em animais. Ratos: excreção quase completa em 3 a 6 dias, principalmente na urina. Não parece haver nenhum acúmulo significante em tecidos. Um metabólito de
hexazinona foi encontrado no leite de vacas, e pequenas quantidades deste composto também foram detectados em leite e fígado de cabras. Principais metabólitos na urina de ratos: 3-(4-hydroxycyclohexyl)-6(dimethylamino)-1-methyl- 1,3,5-triazine-2,4-(1H,3H)-dione (metabólito A: 46,8%); 3-cyclohexyl-6- (methylamino)-1-methyl-1,3,5-
triazine-2,4-(1H,3H)-dione (metabólito B: 11,5%); e 3-(4-hydroxycyclohexyl)-6- (methylamino)-1-methyl-1,3,5-triazine-2,4-(1H,3H)-dione (metabólito C: 39,3%). Principais metabólitos fecais: A (26,3%) e C (55,2%). Forma inalterada: menos do que 1% na urina ou nas fezes.
Mecanismos de Toxicidade A ocorrência de irritações na pele, olhos e mucosas, inclusive a respiratória, associadas a confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação.
Sintomas e Sinais Clínicos Após contato intenso e prolongado com a hexazinona, alterações hepáticas podem ocorrer.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em material biológico.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Tratamento Descontaminação: ela visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato da água de lavagem como o outro olho.
Em caso de ingestão recente (<1h) de grandes quantidades proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Para quantidades menores ou atendimento >1h, administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Em caso de exposição por contato, o tratamento envolve a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelos, ouvidos, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas.
Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. O carvão ativado poderá ser administrado para diminuir a absorção
gastrintestinal dos ativos devendo ser ministrado associado a laxantes salinos. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.
Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido.
Contra - indicações Não aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. Utilizar um equipamento intermediário ou Ambu para realizar o procedimento. A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos Sinérgicos Não são conhecidos efeitos sinérgicos
Atenção Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação / SINAN / MS
Telefone de Emergência da empresa:
VOLCANO-AGROCIÊNCIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Telefone de Emergência: (11) 5523-4000
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Estudos com ratos, constatou-se que a HEXAZINONA (radiomarcada) fornecida via oral, foi rapidamente metabolizada por hidroxilação do anel ciclohexil e monodemetilação do grupo metilamino e eliminada entre o 3º e o 6º dia dos períodos de teste; Aproximadamente, 61% a 77% da molécula radiomarcada foi eliminada via urina e 20% a 32% via fezes. Praticamente toda a radioatividade foi recuperada nas primeiras 24 horas depois do tratamento. Níveis muito baixos de radioatividade (cerca de 0,2% da dose administrada) foram detectadas no trato gastrintestinal, pele, órgãos (coração, pulmões, fígado, baço, rins, cérebro, testículos ou ovários), músculos, gordura e sangue. Os maiores metabólitos na urina e fezes foram o 3-(4-hidroxiciclohexil-6- (dimethylamino)-Imetil-l,3,5-triadine-(2,4(1 H,3H)-dione " e 3-( 4-hidroxiciclohexil-6-(metilamino )-l-metil-l ,3,5-triadine- (2,4(IH,3H)-dione".
DL50 oral em ratos (fêmeas): 500 mg/Kg
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
CL50 inalatória = 1,785 mg/L
Irritação dérmica: Não irritante dérmico.
Irritação ocular: Irritante para os olhos, o produto causou opacidade de córnea reversível após 21 dias.
Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.
Não mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Em estudos crônicos após a administração de hexazinona em ratos e camundongos não foram observados efeitos carcinogênicos. Estudos com altas doses de hexazinona resultaram em aumento do peso hepático em camundongos. Estudos de três gerações em ratos, após a adminitração da hexazinona, não foram relatados efeitos reprodutivos. Foi observada uma redução de peso da ninhada na maior dose utilizada. Não foram observados efeitos teratogênicos em estudos realizados em coelhas e ratas prenhes. Estudos de metabolismo conduzidos com animais de laboratório indicam que a Hexazinona ingerida é rapidamente metabolizada. Sua eliminação ocorrer principalmente através da urina e pelas fezes, na sua maior parte nas primeiras 24 horas, sendo completamente eliminada até 4 dias após a administração.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO

AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
X - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

??Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
? Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
? Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.

? Evite contaminação ambiental - Preserve a natureza.
? Não utilize equipamento com vazamento.
? Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
? Aplique somente as doses recomendadas.
? Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
? A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
? Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
? Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

? Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
? O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
? A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
? O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
? Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
? Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
? Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
? Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
? Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


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• ??Contate as autoridades locais competentes e a Empresa VOLCANO AGROCIÊNCIA IND. E COM. DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. - telefone de emergência: (11) 5687-3916.
• • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• • Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
• • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
? Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo- a na posição vertical durante 30 segundos;
? Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume;
? Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
? Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
? Faça esta operação três vezes;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
? Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
? Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
? Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
? A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
? Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
? Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
? Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
? Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

• • DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• • TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

? ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

? ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em loca coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

? DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
? TRANPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

? ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
? ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
? DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
? TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

? DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

? É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

? EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
? PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone (11) 5687-3916 para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
? TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um herbicida.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas,
com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo
produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com
diferentes mecanismos de ação.
Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.