Bula Hz- NPV CCAB

acessos
VPN-HzSNPV
3 E
CCAB Agro

Composição

VPN-HzSNPV 404 g/L Biológico

Classificação

Inseticida biológico
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Ingestão, Inseticida biológico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
200 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
200 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação

INSTRUÇÕES DE USO/ CULTURAS/PRAGAS/DOSE:
O Baculovírus Hz-NPV é um inseticida biológico de ingestão recomendado para o controle de Helicoverpa spp. em sua fase larval.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar a pulverização do Baculovírus no início da infestação quando as lagartas ainda estão pequenas, até 7 mm. O produto apresenta bom controle em infestações de até 4 lagartas por metro linear. Reaplicar em caso de reinfestação.

MODO DE APLICAÇÃO:
A ação do baculovírus se dá pela ingestão do produto pela lagarta, assim, é fundamental que a pulverização proporcione uma boa cobertura sobre todas as partes da planta. A faixa de temperatura ideal para ação do produto é de 25 a 35 ºC. Recomenda-se realizar a aplicação após as 16 horas. O nivel de controle e avelocidade da morte após a ingestão do baculovírus dependerá das condições ambientais e do comportamento alimentar das lagartas podendo levar até 8 dias.

Preparo da calda:
Dissolver o produto em um recipiente (frasco ou saco plástico limpo), com um pouco de água e agitar.
Colocar a solução no tanque de pulverização mantendo-o em agitação. Fazer a tríplice lavagem no frasco ou saco utilizado para diluição do produto.
O pH da água a ser utilizada na calda deve ser neutro. pH acima de 8 afeta o vírus, reduzindo sua eficiência. Em casos de pH fora da faixa neutra, ajustar o pH, preferencialmente entre pH 6-7.
Manter a calda em agitação durante a aplicação.
Recomenda-se aplicar o mais rápido possível após o preparo da calda.

Temperatura e Umidade:
em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores reduzindo o efeito da evaporação.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Utilizar volume de calda entre 100 a 150 L/ha, utilizando sempre pontas/bicos que proporcionem boa cobertura e minimizem as perdas por deriva. O Baculovírus pode ser aplicado através de sistema de irrigação com equipamento para Ferti-irrigação.

APLICAÇÃO AÉREA:
Volume de calda: mínimo 30 L/ha de calda. Recomenda-se fazer as pulvertizações nas seguintes condições:
- Umidade relativa do ar acima de 55%
- Velocidade do ventro entre 3 e 10 km/h
- Temperatura abaixo de 30 ºC
- Diâmetro de gotas: Use bico apropriado para obter a melhor cobertura das plantas e eevitar derivas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido à característica microbíológica do ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda evitamdo-se, sempre que possível, que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Ultilizar EPIs indicados para po uso durante a aplicação no item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA" caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxidade para as culturas indicadas: o produto não causa fitotoxidade segundo as reomendações de uso indicadas na bula. Para um bom controle a aplicação deve ser realizada no inpicio da infestação das lagartas, quando estas estão em tamanho pequeno.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.