Bula Hz-NPV CCAB - CCAB Agro

Bula Hz-NPV CCAB

acessos
VPN-HzSNPV
313 E
CCAB Agro

Composição

VPN-HzSNPV 404 g/L Biológico

Classificação

Inseticida biológico
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Não Classificado

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
130 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação, lagartas até 7 mm
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
100 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Início da infestação, lagartas até 7 mm

Bomboana - Plástico, coex, ou PAD - 1,5,10 e 20L
Frasco - Plástico, coex, ou PAD - 1,5,10 e 20L

MODO DE APLICAÇÃO:
A ação do Baculovirus Hz-NPV se dá pela ingestão do produto pela lagarta, assim, é fundamental, que a pulverização proporcione uma boa cobertura sobre todas as panes das plantas.
A faixa de temperatura ideal para ação do produto é de 25 a 35°C. Recomenda-se realizar a aplicação apos as 16 horas.
0 nível de controle e a velocidade da morte após a ingestão do Baculovirus HzNPV dependera das condições ambientais e do comportamento alimentar das lagartas podendo levar ate 8 dias.
Preparo da calda:
• Dissolver o produto em um recipiente (frasco ou saco plástico limpo) com um pouco de água e agitar.
• Colocar a solução no tanque de pulverização, mantendo-o em agitação. Fazer a tríplice lavagem no frasco ou saco utilizado para diluição do produto.
• 0 pH da água a ser utilizada na calda deve ser neutro. pH acima de 8 afeta o vírus reduzindo sua eficiência. Em casos de pH fora da faixa neutra, ajustar o pH, preferencialmente entre pH 6 7.
• Manter a ca1da em agitação durante a aplicação.
• Recomenda-se aplicar o mais rápido possível apos o preparo da calda.
Temperatura e Umidade: em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores reduzindo o efeito da evaporação.
APLICACAO TERRESTRE:
Utilizar volume de calda entre 100 a 150L/ha, utilizando sempre pontas/bicos que proporcionem boa cobertura e minimizem as perdas por deriva.

0 Baculovirus HZ-NPV pode ser aplicado através de sistema de irrigação com equipamento para Fertilização

APLICAÇÃO AEREA:
Volume de calda: utilizar no mínimo 30L/ha de calda. Recomenda-se fazer as pulverizações nas seguintes condições
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h
• Temperatura abaixo de 30°C
• Diâmetro de gotas: Use bico apropriado para obter a melhor cobertura das plantas e evitar derivas.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervale, de segurança não determinado devido a característica microbiológica do ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda evitando-se, sempre que possível, que pessoal aléias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os EPI's indicados para uso durante a aplicação no item "DADOS RELATIVOS A PROTECAO DA SAODE HUMANA" caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.
LIMITACOES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: o produto não causa fitotoxicidade segundo as recomendações de uso indicadas na bula.
Para um bom controle a aplicação deve ser realizada no inicio de infestação das lagartas, quando estas estalo em tamanho pequeno.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTENCIA:
Qualquer agente de controle de insetos pode se tomar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. 0 Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas — IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
• Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
• Usar somente as doses recomendadas na bula/rotulo;
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
• Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.