Bula Hz-NPV Bio CCAB

acessos
Helicoverpa zea nucleopolyhedrovirus - HzSNPV
713E
CCAB Agro

Composição

Helicoverpa zea nucleopolyhedrovirus - HzSNPV 270 g/L Vírus

Classificação

Inseticida biológico
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
200 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar em caso de reinfestação. Intervalo de segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo. Realizar a aplicação no início de infestação quando as lagartas ainda estão pequenas (até 7mm). O produto apresenta bom controle em infestações de até 4 lagartas por metro linear
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
150 mL p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar em caso de reinfestação. Intervalo de segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo. Realizar a aplicação no início de infestação quando as lagartas ainda estão pequenas (até 7mm). O produto apresenta bom controle em infestações de até 4 lagartas por metro linear

1; 5; 10; 20; 50; 100; 200; 250; 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000L

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar a pulverização do Baculovirus HzNPV no início de infestação quando as lagartas ainda estão pequenas até 7mm. O produto apresenta bom controle em infestações de até 4 lagartas por metro linear. Reaplicar em caso de reinfestação.

MODO DE APLICAÇÃO:
A ação do Baculovirus Hz-NPV se dá pela ingestão do produto pela lagarta, assim, é fundamental, que a pulverização proporcione uma boa cobertura sobre todas as partes das plantas.

A faixa de temperatura ideal para ação do produto é de 25 a 35°C. Recomenda-se realizar a aplicação após às 16 horas.

O nível de controle e a velocidade da morte após a ingestão do Baculovirus HzNPV dependerá das condições ambientais e do comportamento alimentar das lagartas podendo levar até 8 dias.

Preparo da calda:

• Dissolver o produto em um recepiente (frasco ou saco plástico limpo) com um pouco de água e agitar.
• Colocar a solução no tanque de pulverização, mantendo-o em agitação. Fazer a tríplice lavagem no frasco ou saco utilizado para diluição do produto.
• O pH da água a ser utilizada na calda deve ser neutro. pH acima de 8 afeta o vírus reduzindo sua eficiência. Em casos de pH fora da faixa neutra, ajustar o pH, preferencialmente entre pH 6 - 7.
• Manter a calda em agitação durante a aplicação.
• Recomenda-se aplicar o mais rápido possível após o preparo da calda.

Temperatura e Umidade: em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores reduzindo o efeito da evaporação.


APLICAÇÃO TERRESTRE:
Utilizar volume de calda entre 100 a 150L/ha, utilizando sempre pontas/bicos que proporcionem boa

O Baculovirus HZ-NPV pode ser aplicado através de sistema de irrigação com equipamento para Ferti-Irrigação.

APLICAÇÃO AÉREA:
Volume de calda: utilizar no mínimo 30L/ha de calda.
Recomenda-se fazer as pulverizações nas seguintes condições:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h
• Temperatura abaixo de 30°C
• Diametro de gotas: Use bico apropriado para obter a melhor cobertura das plantas e evitar derivas.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
• Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
• Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
• Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.