Bula Imazetapir 106 BR - UPL

Bula Imazetapir 106 BR

acessos
Imazethapyr
6613
UPL

Composição

Equivalente ácido de Imazetapir 100 g/L Imidazolinonas
Imazetapir 106 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Seletivo

Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicado uma única vez por ciclo da cultura. 66 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicado uma única vez por ciclo da cultura. 66 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicado uma única vez por ciclo da cultura. 66 dias. Pós-emergência

Balde - Plástico (Coex ou PEAD): 5; 10; 20 e 50 L
Bombona - Plástico (Coex, PAD ou PEAD): 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100 e 200 L
Container - Aço Inox: 500; 1000 e 1500 L
Frasco - Plástico (Coex, PAD, PET ou PEAD): 0,1; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 4 e 5 L
Galão - Plástico (Coex ou PEAD): 5, 20, 25, 30, 35, 40, 45 e 50 L
Saco - Plástico (Polietileno) inserido em contentores de polietileno/aço inox: 500; 750 e 1000 L
Tambor - Metálico (Ferro ou Aço): 100 e 200 L
Tambor - Plástico (PEAD): 100 e 200 L

MODO DE APLICAÇÃO:
IMAZETAPIR 106 BR deve ser diluído e aplicado através de pulverização. Para preparação da
calda de aplicação, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa até 3/4 da capacidade do mesmo, mantendo o agitador ou retorno acionado enquanto se adiciona a dose indicada do produto. A calda deve ser mantida sob agitação e em seguida deve-se completar o volume restante do pulverizador com água. A aplicação sobre as plantas daninhas deve ser
feita logo após a preparação da calda.
O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres, tais
como pulverizadores de barra tratorizados, pulverizadores costais manuais ou costais pressurizados.
Bicos de jato em leque, com ângulo de 800 ou 1100
Volume de calda: 200 L/ha
Tamanho de gotas: 200 a 400 micrómetros
Densidade de gotas: 20 gotas/cm2
Não aplicar o produto na presença de ventos fortes (acima de 10 Km/h)
INTERVALO DE SEGURANÇA: Soja: 66 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISA/MS).
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• O produto necessita de 2 horas sem chuva após a aplicação para não ter seu efeito reduzido por lavagem do produto.
• Fitotoxicidade: o produto é seletivo para a cultura da soja. Pode ocorrer fitotoxicidade inicial de leve a moderada, porém sem causar redução na produção de grãos.
• É recomendável que apenas as culturas de inverno e verão a seguir relacionadas sejam cultivadas em rotação com a soja em área onde foi aplicado o produto IMAZETAPIR 106 BR. Culturas de inverno: trigo, ervilha, azevém, cevada e aveia. Culturas de verão: soja, feijão e amendoim.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE OCULAR
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminaçã usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo
INFORMAÇÕES MÉDICAS — PARA IMAZETAPIR
Grupo químico: tlmidazolinona
Mecanismos de toxicidade: Ainda não está claro o mecanismo exato de intoxicação pelos herbicidas do grupo imidazolinona.
Vias de absorção: OraLrespiratória e dérmica.
Sintomas e sinais clínicos: A intoxicação aguda após ingestão de grande quantidade de herbicidas do grupo imidazolinona resultou em: hipotensão, disfunção pulmonar, irritação da mucosa oral e do trato gastrintestinal, disfunção transitória hepática e renal. É comum vômito copioso logo após a ingestão.
Sintomas severos incluíram diminuição da consciência e dificuldade respiratória requerendo intubação. Não se sabe a extensão da influência do surfactante na toxicidade. O prognóstico geralmente é bom após tratamento sintomático.
Sinais vitais:
Pode haver decréscimo da pressão arterial após doses excessivas. Foi relatada febre em adultos após ingestão de grandes quantidades.
Cardiovascular:
A hipotensão é comum após ampla ingestão.
Respiratório:
A pneumonia por aspiração é uma ocorrência clinica comum após
ingestão.
Neurológico:
Os herbicidas do grupo imidazolinona são depressores do SNC, causando perda da consciência e coma em alguns casos.
Gastrintestinal:
Náuseas e vômito intenso são muito comuns logo após a ingestão. Podem ocorrer diarréia e dor abdominal.
Hepático:
Pode ocorrer disfunção hepática transitória com elevação dos níveis séricos das transanninases hepáticas.
Geniturinário:
Pode ocorrer disfunção renal transitória. Foi relatada elevação moderada da creatinina sérica após ingestão.
Ácido- básico:
Foi relatada acidose metabólica após ingestão.
Hematológico:
Foi relatada leucocitose após ingestão.
Dermatológico:
Pode ocorrer irritação dérnnica moderada após contato com a pele. Membranas mucosas podem sofrer corrosão após ingestão ou respingos, devido à ação corrosiva desses herbicidas.
Metabolismo e Toxicocinética: Após administração oral, em ratos, 92°/0 da dose aministrada foi excretada na urina e 5% nas fezes dentro de 24 horas. Os níveis de resíduos no sangue, fígado, rins, músculos e tecidos àiiposo foram < 0,01 ppm após 48 horas.
Diagnóstico: O diagnóstico e estabelecido pela confirmação da exposição, e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Exposição Oral / Parenteral

Prevenção da absorção

A)ÊMESE / NÃO RECOMENDADA
1) A ênnese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.
B) DILUIÇÃO
1) Se não houver comprometimento respiratório, dilua imediatamente com leite ou água; não mais do que 250 mL em adultos e 15 mL/Kg em crianças são recomendados para minimizar o risco de vômito.
2) O EMPREGO DE DILUENTES É CONTROVERSO: modelos experimentais têm sugerido que a diluição imediata pode diminuir os danos cáusticos, mas isso ainda não foi suficientemente estudado em humanos.
3) EFEITOS ADVERSOS: Os efeitos adversos potenciais incluem vômito e comprometimento das vias aéreas.
4) CONTRA - INDICAÇÕES: Não proceda à diluição em pacientes com alterações respiratórias, estado mental alterado, dor abdominal severa, náuseas, vômito, ou pacientes que estejam impossibilitados de engolir ou de proteger as vias respiratórias.
5) No caso de ingestão de quantidades menores do agrotóxico, a irrigação oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários.
C) LAVAGEM GÁSTRICA
1) Considere a aspiração gástrica com pequeno tubo nasogástrico flexível após grandes ingestões e recentes. O risco de piora do dano à mucosa deve ser pesado frente ao benefício potencial.
D) CARVÃO ATIVADO
1) Administre uma suspensão de carvão ativado em água (mínimo de 240 mL de água / 30g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e lg/Kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
2) O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é sabido que eles causam efeitos adversos tais como náusea, vômito, espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e,
ocasionalmente, hipotensão. '
3) COMPLICAÇOES: êmese, a iração. A aspiração pode ser complicada por falência respiratória aguda, síndrome da angústia resóratória do adulto ou bronquiolite obliterante.

Tratamento
Pelo fato de os herbicidas do grupo imidazolinona não serem inibidores de colinesterase, a atropina e pralidoxinna não são indicadas. Não há antídoto especifico.

A) ENDOSCOPIA
Observe cuidadosamente os pacientes que ingeriram a substância quanto à possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se houver sinais de irritação ou queimaduras, considere a endoscopia para determinar a extensão dos danos.
B) EQUILIBRIO HIDRO-ELETROLÍTICO
Reidrate o paciente que estiver apresentando vômito e diarréia.
C) DANO PULMONAR AGUDO
Os sintomas do dano pulmonar agudo após exposição tóxica podem levar de 24 a 72 horas para iniciar.
Esteja preparado para tratar edema pulmonar e fornecer suporte respiratório. Mantenha a ventilação e oxigenação. Monitore através de gasometria arterial ou oxinnetria de pulso.
D) HIPOTENSÃO
Proceda à infusão de 10 a 20mL / Kg de fluido isotônico. Se a hipotensão persistir, administre dopannina (5 a 20 pg / Kg / min) ou norepinefrina (Adulto: comece a infusão com 0,5 a 1 pg; criança: comece a infusão com 0,1 pg/ Kg / min).
E) ACIDOSE
Trate a acidose metabólica severa (pH < 7,1) com bicarbonato de sódio intravenoso. Comece com 1 a 2 mEq / Kg em adultos e e crianças. Se necessário, pode-se repetir a dose empregando-se uma quantidade não superior à metade daquela inicialmente administrada. O intervalo mínimo de repetição da dose é de 10 minutos. Monitores os gases sanguíneos para ajustar a dose.
F) HEMODIÁLISE
O papel da hemodiálise na remoção dos herbicidas o grupo da innidazolinona ainda não é conhecido. Contudo, Ia hemodiálise pode ser benéfica em casos severos apresentando falênci renal.
As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Efermidades
ATENÇÃO: Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 - (019) 3794-5600
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Não são disponíveis informações quanto ao mecanismo de ação. Absorção e excreção para o ser humano. Por outro lado, a absorção e excreção de uma dose única de imazetapir radiomarcado foi estudada em ratos. O composto foi rapidamente eliminado de forma não alterada, principalmente pela urina, em 72 horas. Após 24 horas, 92,1% da radioatividade administrada foi excretada na urina e 4,6% nas fezes. A medida de resíduos em amostras de gordura, rins, fígado e músculos foi menor que 0,01 ppm após 24 horas e os resíduos no sangue foram menores que 0,01 ppm depois de 24 horas.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos: em estudos de toxicidade aguda com animais de laboratório com este agrotóxico, ou seja, o produto formulado apresentou DL 50 aguda oral acima de 2.000 mg/kg e dérnnica acima de 4.000 mg/kg. Os animais submetidos à administração do produto não apresentaram morte, sintomas clínicos, lesões e nenhuma alteração clínica digna de nota após a exposição. O produto aplicado sobre a pele de coelhos não produziu alterações nos animais, sendo, portanto classificado como não irritante dermal. Aplicado sobre em olhos de coelhos foi classificado como irritante ocular.
Efeitos crônicos: em estudos de longo prazo com animais de laboratórios para o ingrediente ativo, administrado em várias doses a ratos, cães e camundongos, estabeleceu-se um nível sem efeito tóxico observado de 10.000; 1.000 e 5.000 ppm respectivamente.

Este produto é:
[] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[x] - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
[] - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
[] - Pouco perigos ao Meio Ambiente

• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de
deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas

3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
o A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
o O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
o Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
* Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças
e Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
o Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
o Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DVA Agro do Brasil – Comércio, importação e Exportação de insumos Agropecuários Ltda. – telefone de Emergência: (0800)70 10 450 – (19)3794-5600
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:, Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado, Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambientai mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido,
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 Ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EP1's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque cio pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores do dos de equipamentos de lava em sob .pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos.
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até Sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

Transporte
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentso, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio locai onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, peio usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportados junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias_
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nas Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto cirU no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses apés o término do seu prazo da validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos, rações, animias e pessoas. Devem ser transportadas em sao plástico transporte (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA — NÃO CONTAMINADA
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, rio próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes,
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas danihas na mesma áreas, biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas