Bula Kadett - Monsanto

Bula Kadett

acessos
Acetochlor
10801
Monsanto

Composição

Acetocloro 840 g/L Cloroacetanilida

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Não sistêmico, Pré-emergência

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Em pré-emergência da cultura e da planta infestante
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Em pré-emergência da cultura e da planta infestante
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Em pré-emergência da cultura e da planta infestante
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Em pré-emergência da cultura e da planta infestante
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Em pré-emergência da cultura e da planta infestante
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Em pré-emergência da cultura e da planta infestante
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Em pré-emergência da cultura e da planta infestante

Bombonas de polietileno com 5, 10 e 20 L; baldes metálicos com liner de 20 L; tambores metálicos com liner de 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO: KADETT é um herbicida seletivo, recomendado para o controle em pré-emergência de plantas daninhas mono ou dicotiledôneas, existentes na cultura do milho.

As doses do produto variam de acordo com o grupo textural do solo: Leve (arenoso)/ Médio (franco): 3,0 L/ha. Pesado (argiloso ou c/ alto teor de matéria orgânica): 4,0 L/ha.

Cada litro de Kadett contém 840g/L do ingrediente ativo acetocloro.

MODO DE AÇÃO: Herbicida seletivo de ação não sistêmica.

MODO DE APLICAÇÃO: KADETT deve ser aplicado após a semeadura (plantio) sobre a superfície do solo na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Deve ser aplicado diretamente sobre a superfície do solo com boas condições de umidade.

KADETT deve ser aplicado na superfície do solo em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Não há necessidade de incorporação mecânica do produto ao solo.

KADETT pode ser aplicado com equipamentos tratorizados ou aeronaves agrícolas. Recomenda-se preparar a calda utilizando água limpa e seguir a sequência: coloque água no tanque do pulverizador até 1/3 do volume desejado, adicionar a quantidade de KADETT de acordo com a dose recomendada no tanque e misture, usando para isso o sistema de agitação do próprio pulverizador. Após este procedimento, complete a capacidade do pulverizador com água, mantendo o sistema de agitação funcionando para manter homogênea a calda de pulverização.

Aplicar na pré-emergência das plantas daninhas em solos livres de torrões ou restos de cultura e com teor adequado de umidade.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Uma única aplicação em pré-emergência da cultura e da planta daninha.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Milho: Não se aplica devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREA TRATADA: Observar que a reentrada de pessoas na cultura ou área aplicada deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO: FITOTOXICIDADE: De modo geral, em condições normais de plantio, devido à diferença de comportamento dos cultivares de milho quando tratado com ACETOCHLOR é possível o surgimento de sintomas de fitotoxicidade (enrolamento das folhas do milho), cujos sintomas visíveis desaparecem em torno dos 30 dias após a aplicação do produto, sem prejuízo da produção.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

EQUIPAMENTOS TERRESTRES: Utilizar bicos de jato leque com ângulo de pulverização de 80° ou 110° e pressão máxima de 60 psi observando-se que os jatos tenham um cruzamento entre si, máximo de 30% da faixa coberta em cada extremidade (os mais comuns são Teejet-Ieque, 80.03, 80.04, 110.03, 110.04 ou APG 110.R ou 110V).

A faixa de deposição para os equipamentos terrestres será limitada pelo comprimento da própria barra.

O volume de aplicação, com uma pressão máxima de trabalho de 60 psi será de 200 a 400 l/ha, com uma densidade de gotas/cm2 entre 20-30.

EQUIPAMENTOS AÉREOS: As aeronaves deverão estar equipadas com barra e bicos leque da série 80.10, 80.15 e 80.20. A barra de pulverização do avião Ipanema (qualquer modelo) deverá ter no conjunto um total de 40-42 bicos, estando fechados os das extremidades em número de 4-5 bicos em cada ponta da asa. O ângulo da barra deverá ser entre 130° a 180° em relação a linha de vôo e de acordo com as variações das condições climáticas locais.

A pressão de trabalho situar-se-á entre 15 e 30 psi de forma a se obter uma deposição mínima de 20 gotaslcm2, com gota de VMD entre 420-450 micra.

A faixa de deposição será de 15 m para qualquer modelo do avião Ipanema, com a aeronave voando entre 4-5 m em relação ao alvo de deposição. Deve-se utilizar para as aeronaves um volume de calda entre 40-50 l/ha.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: temperatura máxima: 27°C. Umidade relativa do ar: mínima 55%. Velocidade do vento: máximo de 10 km/h (3 m/seg).

PRECAUÇÕES GERAIS: Leia e siga as instruções do rótulo e desta bula; Uso exclusivamente agrícola; Ao abrir a embalagem, evite respingos; Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, ração animal, animais e pessoas; Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos e ração animal; Ao utilizar o equipamento de aplicação, verifique o seu estado de conservação - Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos; Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc. com a boca; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto; Não manuseie, não prepare a calda e não aplique o produto sem utilizar os Equipamentos de Proteção Individual -EPls recomendados no rótulo e nesta bula; Não utilize EPls danificados;

OBSERVAÇÕES: Para maior segurança e conforto do aplicador, recomendamos que as roupas a serem utilizadas (macacão ou calça e camisa de mangas compridas e boné com protetor lateral) sejam de algodão, com tratamento hidrorepelente. Lembramos ainda que o ideal é que as luvas a serem utilizadas sejam de nitrila.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use macacão com mangas compridas, avental impermeável, boné com protetor lateral (árabe), protetor facial (viseira), luvas e botas de borracha e máscara protetora para vapores orgânicos -Classe PFF-2. Manuseie o produto em local arejado. Ao abrir a embalagem, faze-lo de modo a evitar contato com o produto. O produto concentrado é irritante para os olhos e moderadamente irritante para a pele.

SE HOUVER CONTATO DO PRODUTO COM QUALQUER PARTE DO CORPO, LAVE-A IMEDIATAMENTE E VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite inalar ou aspirar o produto. Use macacão com mangas compridas, luvas e botas de borracha, protetor facial (viseira) e máscara protetora para vapores orgânicos -Classe PFF-2. Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia. Mantenha afastados da área de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO: Evite ao máximo o contato com a área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada na área. Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda. Caso necessite entrar utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação. Não utilize a embalagem vazia do produto para outros fins. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado e armazenado na embalagem original, longe do alcance das crianças e de animais. Troque imediatamente após a aplicação do produto todas as roupas utilizadas, tome banho e lave-as separadamente das roupas domésticas. Faça a manutenção e lavagem dos EPis após cada aplicação de produto.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação, levando uma embalagem com rótulo legível e a bula. Ingestão: Em caso de ingestão NAO PROVOQUE VOMITO. Se o paciente estiver consciente, faça-o tomar água e procure IMEDIATAMENTE assistência médica ou serviço de saúde. Olhos: Em caso de contato, lave-os imediatamente com água corrente em abundância e procure assistência médica ou serviço de saúde. Pele: Em caso de contato, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e procure assistência médica ou serviço de saúde. Inalação: Em caso de inalação mantenha o paciente em local arejado e procure assistência médica ou serviço de saúde.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO: Não existe antídoto especifico. O tratamento geral deve ser sintomático de acordo com o quadro clínico. Como não houve estudos de toxicidade conduzidos em seres humanos, toda a informação aqui contida é baseada em estudos com animais e todas as recomendações para tratamento são para alívio dos sintomas e terapia de suporte. Se for ingerido, o produto deve ser diluído com dois copos de água e deve ser consultado um médico. É aconselhável, em caso de ingestão, proceder-se a uma cuidadosa evacuação gástrica.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Em estudo de metabolismo, o acetochlor radiomarcado foi administrado por intubação oral em ratos. O produto foi absorvido pelo trato gastrointestinal e extensivamente metabolizado em muitos compostos, como o mercapturico e conjugados, metil sulfoxidos e metil sulfonas. O metabolismo do acetochlor em ratos segue mecanismos bem estabelecidos de metabolismo xenobiótico baseado nas rotas e taxas de eliminação e na identidade e quantidade dos metabolitos formados. 95% da dose administrada foi excretada através da urina e fezes durante as primeiras 72 horas após a administração. Após 7 dias da administração do produto radiomarcado, foram encontrados baixos niveis de radioatividade (2 -3% da dose) no sangue. Este achado foi associado com o componente macromolecular das células sanguíneas as quais por eletroforese gel poliacrilamida comportam-se de modo similar à hemoglobina dos ratos. Não foi encontrado acúmulo evidente de metabolitos em nenhum órgão ou tecidos

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

EFEITOS AGUDOS: Estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que o KADETT possui baixa toxicidade aguda, com dose letal de 50% aguda maior que 3000 mg/kg de peso corpóreo e dose letal de 50% aguda dermica maior que 4000 mg/kg de peso corpóreo.

Estudo realizado com animais de laboratório demonstrou que o KADETT é moderadamente irritante para a pele. Foram observados eritemas bem definidos e edemas leves até 72 horas após a aplicação do produto. Em estudo de irritabilidade ocular em coelhos, o KADETT foi irritante, provocando hiperemia, edema e uma leve secreção na conjuntiva; estes sintomas foram reversíveis em 7 dias.

EFEITOS CRÔNICOS: Em estudo realizado com Acetochlor Técnico administrado na dieta de ratos por 91 dias, observou-se decréscimo no ganho de peso nos animais que receberam as doses mais altas. Nos exames macroscópicos na necropsia e nas avaliações histopatologicas não foram identificados efeitos relacionados à administração da substância. Em estudo de 2 anos em ratos, os animais que receberam o produto na dieta na dose mais elevada apresentaram lesão microscópica na mucosa nasal e redução no ganho de peso. No estudo crônico conduzido com cães, foram constatados efeitos histopatológicos e redução no peso dos testículos dos animais tratados com a maior dose.

EFEITOS COLATERAIS: Por não se tratar de produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA MONSANTO: 0800-141977 (24 horas).

PRECAUÇOES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇAO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo. Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha O produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: 0800-9406000. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ % do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultado a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGENS NÃO LAVÁVEIS:

I-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

II-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
III-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
IV- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA EMBALAGENS SECUNDÁRIAS:
I- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
II-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
III- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
IV-TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNINCIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.

Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro
agrônomo.