Bula Krismat

acessos
Ametryn + Trifloxysulfuron sodium
7101
Syngenta

Composição

Ametrina 731.5 g/kg Triazina
Trifloxissulfurom-sódico 18.5 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Café bravo
(Croton lobatus)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Cana-de-açúcar (soqueira) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Café bravo
(Croton lobatus)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 kg p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de invasoras praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal. Não especificado devido à modalidade de emprego na pré-emergência e pós-emergência da cultura e pós-emergência-precoce das plantas infestantes. O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura

Caixa de papelão com saco plástico de polietileno interno e Caixa de papelão com saco plástico aluminizado interno: 0,5; 1; 2; 3; 4; 5; 10; 20; 30; 40; 50 e 60Kg.
Saco plástico de polietileno ou Saco de papel: 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 3; 4; 5; 10; 20; 30; 40; 50 e 60Kg.
Frasco plástico de polietileno: 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 3; 4; 5; 10; 20; 30; 40; 50 e 60Kg.
Cartucho de papelão com saco plástico de polietileno ou aluminizado interno: 0,5; 1; 2; 3; 4; 5; 10; 20; 30; 40; 50 ou 60Kg.
Bombona plástica ou Balde de metal: 3; 5 e 10Kg.
Tambor de mteal: 100Kg.
Tambor de fibra celulósica: 5; 10; 15; 20; 25 e 100Kg.
Saco de ráfia: 5; 10; 15; 20 e 25Kg.
Big Bag de ráfia: 500; 600 e 750Kg.
Todas as embalagens com volume líquido:1; 2; 3; 4; 5; 10; 20; 30; 40; 50e 60.

INSTUÇÕES DE USO:
KRISMAT é um herbicida seletivo, indicado para o controle pós-emergencia das plantas infestantes, na cultura da cana-de-açúcar.
É indicado nos cultivos de variedades comerciais, particularmente nos cultivos de cana-planta e cana-soca. Contendo os ingredientes ativos TRIFLOXISSULFUROM mais a AMETRINA na sua formulação, caracteriza-se pelo seu espectro de controle das plantas infestantes anuais e algumas perenes de reprodução via semente, as gramíneas, folhas largas e ciperáceas que ocorrem na cultura da cana-de-açúcar.

MODO DE AÇÃO:
O ingrediente ativo TRIFLOXISSULFUROM é absorvido pelas raízes e pelas folhas e inibe a formação da enzima Acetolactate sintase (ALS) , bloqueando a síntese de aminoácidos tais como valine, leucine e isoleucine. Portanto o TRIFLOXISSULFUROM inibe a síntese de proteínas essenciais de plantas susceptíveis.
O sintoma do efeito herbicida deste produto sobre as plantas sensíveis caracteriza-se pelo amarelecimento das folhas, paralisação do crescimento e a morte das plantas em 1 a 3 semanas após a aplicação. Algumas plantas, entretanto não chegam a morrer, porém, sofrem uma paralisação no seu crescimento e a sua presença não chega a causar competição com a cultura.
O outro componente da formulação, a AMETRINA, é absorvida via radicular ou via foliar e atua sobre as plantas sensíveis através da inibição da fotossíntese. O sintoma sobre as plantas se manifesta através da clorose, que desenvolve para necrose e morte.
KRISMAT é recomendado para o controle pós-emergente nas infestações predominantes de gramíneas, folhas largas e provoca supressão da população de ciperáceas.

Observações:
- 2,00 kg KRISMAT/ha equivalem a 1463 gramas de AMETRINAlha e 37 gramas de TRIFLOXISSULFUROM/ha.
- 1,75 kg KRISMAT/ha equivalem a 1280 gramas de AMETRINAlha e 32.4 gramas de TRIFLOXISSULFUROM/ha.

Controle de Tiririca *
O KRISMAT apresenta boa supressão de Cyperus rotundus no primeiro ano de aplicação. No entanto repetindo se consecutivamente a aplicação na safra seguinte, o controle é visivelmente melhorado pela redução da população de Cyperus na área. Para se obter um melhor controle de tiririca já no primeiro ano, deve se aplicar inicialmente um produto a base de 2,4 O (formulação amina na concentração de 720 g La.lL) de acordo com a recomendação do fabricante e após 2 a 3 semanas, aplicar 2,0 kg I ha de KRISMAT.

NÚMERO, INíCIO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar, previamente, o levantamento f1orístico para identificar as principais espécies a serem tratadas na área, bem como os respectivos estádios de desenvolvimento.
Com base neste levantamento o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser aplicado assim como o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura.
O KRISMAT, é aplicado normalmente 2 a 4 semanas após o plantio da cana-planta, ou 3 a 4 semanas após o corte, cultivo e adubação da soca sempre na pós-emergência, a partir do momento em que o primeiro fluxo de plantas infestantes praticamente já emergiu à superfície do solo e atingiu o estádio ideal.
KRI5MAT aplicado nesta fase garante o pleno controle das plantas infestantes antes que as mesmas venham a estabelecer a competição maléfica no desenvolvimento cultural com prejuízos na produtividade final.
KRISMAT oferece o controle dos novos fluxos de germinação das plantas infestantes devido ao seu efeito residual e nas condições normais de infestação o período de controle observado é suficiente para atingir ao fechamento da cana.
Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação do KRISMAT é suficiente para atender as necessidades da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
KRISMAT deve ser aplicado na forma de pulverização, através de tratamento em área total, com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costa I ou tratorizado).
Plantas infestantes e o seu estádio de controle:
Para assegurar o controle total das plantas infestantes com o KRISMAT, deve-se observar atentamente, as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento indicados na tabela "Recomendações de Uso".

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA:
As plantas infestantes mencionadas demonstram maior sensibilidade ao produto no estádio inicial de desenvolvimento.
O efeito do produto, porém, é relativamente lento sobre as plantas infestantes e os sintomas nas plantas se manifestam somente 5 a 6 dias após aplicação, com a clorose do meristema apical que se torna
posteriormente necrótico, sendo necessário de uma semana a dez dias até a morte da planta.
KRISMAT exerce também uma forte ação inibitória ou efeito de supressãono desenvolvimento de muitas espécies, notadamente, no seu estádio um pouco mais avançado, permitindo que a planta da cana-de-açúcar cresça livre de sua concorrência.

Adjuvantes/Espalhantes-Adesivos: A adição de espalhantes ou adjuvantes não iônicos à calda da pulverização é necessária porque favorece no efeito pós-emergente do produto imprimindo melhor controle das plantas infestantes.

Dentre os diversos espalhantes deve se usar espalhantes adesivos não iônicos (nonil-fenol), que é recomendado à dose de 0,2% v/v.

Influência de Fatores Ambientais na Aplicação: Umidade do solo: Aplicar o KRISMAT com o solo úmido. Não aplicar o produto com o solo seco, principalmente, se antecedeu a um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao estado de "stress" por deficiência hídrica, pois tal condição irá comprometer a eficiência de controle do herbicida.

Condições atmosféricas: As aplicações devem ser feitas com umidade relativa acima de 50 % e temperaturas em torno de 25 - 30° C. As aplicações matinais, até as 10:00 horas, e à tarde após 15:00/16:00 horas, são as mais propícias para aplicação do produto, devido a melhor condição para absorção pelas plantas.

Orvalho/Chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação de chuvas ou orvalho muito forte.

Vento: Evitar aplicação com vento superior a 10 km/hora.

Ocorrência de chuvas: A incidência de chuvas logo após a aplicação interferem negativamente na eficiência de controle por acarretar a lavagem do produto. É necessário um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas após a aplicação para que o herbicida seja absorvido pelas plantas infestantes. Chuvas prolongadas após a aplicação também tendem a carrear o herbicida para a camada mais profunda fora de posicionamento dos bancos de sementes das plantas infestantes e o efeito residual do produto pode ser reduzido.

PREPARO DA CALDA: O produto na quantidade pré-determinada poderá ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, com pelo menOs 1/4 de volume cheio e o sistema de agitação ligado. Em seguida completar o tanque.
Procedimentos para adição de adjuvantes, no preparo da calda: O espalhante adesivo é adicionado como último componente à calda de pulverização com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
KRISMAT deve ser aplicado com auxílio de pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados com barras, adaptados de pontas do tipo leque 80.02,80.03,80.04, 110.02, 110.03 ou 110.04 ou similares, operando a uma pressão de 30 a 50 libras por polegada quadrada.
O volume de calda recomendado na pulverização, normalmente, varia de 150 a 400 litros por hectare. Nas regiões sujeitas a ventos fortes, com ocorrências de velocidades superiores a 10 -14 km/hora, as aplicações poderão ser feitas com uso de pontas anti-cleriva do tipo FuI! Jet, como FL 5, FL 6,5, FL 8 e bombas operando-se à pressão de 20-25 libras por polegada quadrada e volumes de 200 a 300 litros/ha.
Em casos de dúvidas ou na necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto à utilização do produto, contatar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, KRISMAT é bastante seguro para a cultura da cana-de-açúcar no sistema de tratamento pós-emergente (da cultura e das plantas infestantes), na cana-planta como na cana-soca, através de pulverização em área total.
A planta da cana mostra maior tolerância a partir do inicio de pertilhamento, quando apresenta maior volume foliar e se mostra mais sensível quando se encontra no estádio de 4 a 5 folhas.

Seletividade:
KRISMAT apresenta boa seletividade à cultura da cana-de-açúcar através de tratamento pós-emergente recomendado e nenhum caso de fitotoxicidade com efeitos negativos à produtividade foi detectado nos diversos trabalhos de pesquisa realizados.
Os sintomas de fitotoxicidade na planta se manifestam através de c1orose no fimbo foliar, com pontos de necrose e retenção temporária no crescimento, porém a mesma retoma o seu desenvolvimento normal 4 a 5 semanas após a aplicação do produto.

Outras restrições a serem observadas:
KRISMAT não deve ser aplicado nas condições de solos secos e ou nas condições de estiagens prolongadas com as plantas infestantes no estado de stress por deficiência hídrica.
Não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois para o pleno funcionamento é necessário um período
aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas ou irrigação após a pulverização.
Não aplicar o produto nas condições de orvalho muito forte com as plantas molhadas.
Não aplicar o KRISMAT sobre plantas infestantes, fora do estádio recomendado.
Não aplicar KRISMAT com a cana pertilhada com mais de 60 a 70 cm de altura devido o fechamento das ruas da cana e o efeito guarda-chuva.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Lave as mãos e face antes de comer, beber ou fumar. Em caso de indisposição pare o trabalho imediatamente, siga as instruções de primeiros socorros e procure por auxílio médico. Mantenha o produto afastado de crianças, pessoas não autorizadas e animais. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não distribua os produtos com as mãos desprotegidas. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados. Siga as recomendações específicas quando for descartar as embalagens vazias. Use luvas e botas de borracha. O KRISMAT é um produto para uso exclusivamente agrícola.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO E APLICAÇÃO: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação deste produto. Não transporte este produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e/ou pessoas. Para o manuseio, utilize máscara facial, avental e luvas impermeáveis. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar o derramamento do produto. Para a aplicação utilize os seguintes equipamentos de proteção individual: macacão de mangas compridas, avental impermeável, máscara facial, chapéu de abas largas, luvas e botas impermeáveis. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Evite qualquer contato do produto com a pele. Caso isto aconteça, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Não aplique o produto contra o vento ou na presença de ventos fortes. Evite que a calda a ser pulverizada atinja outras culturas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas separado das roupas domésticas. Após cada aplicação, lave e faça a manutenção em todos os Equipamentos de Proteção Individual. NÃO DEIXAR ANIMAIS PASTAREM EM ÁREAS RECENTEMENTE TRATADAS, OU FORNECER-LHES FORRAGEM DAÍ RETIRADA.

PRIMEIROS SOCORROS: Remover a pessoa com suspeita de intoxicação para local arejado, e proteger do resfriamento. Procure imediatamente um médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Não deixe de ligar para o Centro de Informações Toxicológicas caso este produto tenha sido inalado, ingerido, aspirado ou tenha entrado em contato os olhos e pele. PELE: Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, remova imediatamente a roupa contaminada e lave as partes atingidas imediatamente com água limpa e sabão, incluindo cabelos e unhas, por vários minutos. OLHOS: Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça lave-os com água limpa em abundância por vários minutos. INALAÇÃO: Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, remova imediatamente a pessoa para local fresco e arejado. INGESTÃO: Se ingerido, administre repetidamente carvão medicinal com grande quantidade de água.

NOTA: Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente, e nunca induza o vômito.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano.

TRIFLOXYSULFURON SODIUM: Em estudo realizado em ratos, a dose administrada do TRIFLOXYSULFURON SODIUM foi rapidamente eliminada, independente do nível da dose, posição do anel radiomarcado, sexo dos animais ou pré-tratamento. Mais de 87 % da dose foi coletada na excreta dentro de 24 horas após a administração e mais que 95 % dentro de 48 horas. A eliminação renal (49 % - 79 % da dose) foi a principal via de excreção para todos os tratamentos. Entretanto, houve uma diferença entre as vias de eliminação entre os sexos. Ao menos 15 % mais da dose foi eliminada através da urina em fêmeas. Os resíduos em órgãos e tecidos foram muito baixos (< 0.3 % da dose) sete dias após o tratamento. O principal metabólito encontrado na urina e fezes foram similares e essencialmente independente da dose, posição do anel radiomarcado, sexo dos animais ou pré-tratamento. O Trifloxysulfuron sodium não modificado foi o principal componente (11 a 47 % da dose) na urina com somente traços nas fezes (menor ou igual a 1 % da dose). A biotransformação do CGA 362.622 em ratos, ocorre principalmente de três caminhos distintos: O-desmetilação oxidativa, hidroxilação do anel pirimidina e rearranjo de Smile da sulfoniluréia.

AMETRINA: Os estudos realizados com a AMETRINA, mostraram que não houveram diferenças entre sexos com relação às vias de excreção. As avaliações foram realizadas após o período de 7 dias. Os resultados demonstraram que maior parte do produto foi excretado na urina - 50.3 a 60 %. A excreção através das fezes variou de 30 a 42.1 %. Após a administração oral de 0.5 mg/kg de AMETRINA, os resíduos mais significativos foram encontrados em pequenas quantidades no sangue (0.125 a 0.194 ppm). Nos rins, as concentrações encontradas foram de 0.007 e 0.020 ppm. O principal metabólito identificado foi o 2-O-Sulfonate ametryn, cujos valores encontrados foram significativamente maiores em machos do que em fêmeas. Quantitativamente, a conjugação com a glutationa e subsequente formação de derivados do ácido marcaptúrico foi o principal caminho metabólico, visto que até 39.9 % da dose foi excretada como deridados do ácido marcaptúrico.

EFEITOS AGUDOS: O estudo de toxicidade oral aguda em ratos determinou a Dose Letal 50% (DL 50 oral aguda) como superior a 2000 mg/kg peso corpóreo para machos. Para fêmeas o valor do DL 50 ficou entre 1500 e 1800 mg/kg peso corpóreo. O estudo de toxicidade cutânea aguda em ratos determinou a Dose Letal 50% (DL 50 aguda dérmica) como superior a 2000 mg/kg peso corpóreo. O estudo de irritação ocular em coelhos mostrou que o produto apresentou irritação reversível dentro de 7 dias. O estudo de irritação cutânea em coelhos mostrou que o produto provocou irritação leve na pele dos animais testados, com escores para irritação dermal inferiores a 3 (três) na escala "Draize e Cols". O estudo de sensibilização dérmica realizado em cobaias classificou o produto como de moderada sensitização (nível III), equivalente ao nível intermediário da "escala de maximização Magnussum e Kligman" .

EFEITOS CRÔNICOS: Trifloxysulfuron sodium: Os resultados obtidos no estudo realizado com ratos e duração de 24 meses, mostraram que o Trifloxysulfuron sodium foi bem tolerado pelos animais. Não houve mortalidade ou anormalidades comportamentais relacionadas aos tratamentos. Os animais machos e fêmeas do grupo de maior dose (10000 ppm) se alimentaram menos e apresentaram menor ganho de peso corpóreo. Baseando-se nos dados de ganho de peso corpóreo aos 3 meses, a dose máxima tolerada (MTD) foi atingida em 10000 ppm. Neste nível de dosagem a hematologia revelou baixa concentração de hemoglobina e baixa atividade da protrombina (somente em 53 semanas) em machos. As análises histopatológicas mostraram um aumento da incidência de colangiofibrose em ambos os sexos nos grupos tratados com 500, 2000 e 10000 ppm.

AMETRINA: A AMETRINA técnica foi administrada da dieta dos animais (ratos) por 104 semanas nas concentrações de 0, 50, 500 ou 5000 (4000 - 2000) ppm. A dosagem mais elevada foi reduzida durante a semana 21 para 4000 ppm, e então para 2000 ppm durante a semana 35º, até o final do estudo. Nenhum efeito relacionado ao tratamento ou clínico foi detectado. Observou-se a redução do consumo de alimento proporcional ao aumento das doses. Com relação aos parâmetros hematológicos, verificou-se leve alteração dos parâmetros das células vermelhas no sangue dos animais tratados na maior dose (5000 ppm), durante os primeiros 18 meses de condução do estudo.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

SINTOMAS DE ALARME: Não há casos conhecidos ou relatados de intoxicação envolvendo seres humanos com a formulação.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): O antídoto não é específico. Deve-se aplicar tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Não se conhece interações medicamentosas ou contra indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.

TELEFONES PARA CASO DE EMERGÊNCIA: Plantão SYNGENTA 24 horas: 0800.262500.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções:

Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registratne conforme indicado acima;

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

OBS.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

OBS.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

OBS.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para TODOS os tipos de embalagens:

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas espontâneas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação.


Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas em pós-emergência das culturas e das plantas invasoras. Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante (menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada).



Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.