Bula Laço EC

acessos
Alachlor
2258701
Monsanto

Composição

Alacloro 480 g/L Cloroacetanilida

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Não sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 53 dias. Pré-emergência das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 a 7 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes

Embalagens (bombonas) de polietileno com 10,20 litros. Balde metálico com liner de 20 litros. Tambores metálicos com liner de 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO: LAÇO EC é um herbicida seletivo de ação não sistêmica, recomendado para o controle em pré-emergência das plantas infestantes, tanto mono (folhas estreitas) como dicotiledôneas (folhas largas) abaixo relacionadas.

CULTURAS: algodão, amendoim, café, cana-de-açúcar, girassol, milho e soja.

DOSES:

As doses de Laço EC variam de acordo com o grupo textural de solo, assim dividido:
- solos arenosos: 5 L/ha
- solos médios: 6 L/ha
- solos argilosos: 7 L/ha.

Em solos que comumente apresentam alta infestação de: Capim-marmelada, Capim-carrapicho, Picão-preto e Guanxuma, ou em solos com mais de 5% de matéria orgânica, recomenda-se usar LAÇO EC a 7 L/ha independentemente da textura do solo.

No caso de plantio de algodão não se deve aplicar LAÇO EC quando a cultura estiver em solos arenosos (classe textural: areia, areia franca e franco arenoso). Caso houver necessidade de se replantar em áreas tratadas com LAÇO EC, recomenda-se fazê-lo com outras culturas indicadas deste rótulo. Não replante o algodão.

CULTURAS INTERCALARES PARA CAFÉ NOVO OU RECEPADO: Nos casos de plantio de café novo ou café adulto recepado, pode-se plantar outras culturas nas entre-linhas sem problemas de fitotoxicidade, obedecendo-se os pontos:
DOse igual à básica: 5 a 7 L/ha.

NÚMEROS DE LINHAS PARA AS CULTURAS RECOMENDADAS PARA SE MANTER UMA BOA PRODUTIVIDADE: Milho: 2 linhas, Soja: 3 ou 4 linhas, Amendoim: 2 ou 3 linhas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação manterá o solo limpo durante o desenvolvimento da cultura até o seu fechamento.
Em culturas anuais, LAÇO EC deve ser aplicado após o plantio e antes que as plantas infestantes e a cultura emerjam no solo.

Na cultura de café, LAÇO EC pode ser aplicado após o plantio, a esparramação ou arruação, para facilitar a colheita.

MODO DE APLICAÇÃO:
LAÇO EC é um herbicida para ser aplicado em pré-plantio ou pós-plantio sempre em emergência.

LAÇO EC normalmente é aplicado através de pulverizadores convencionais tratorizados. Recomenda-se as seguintes observações antes da aplicação:

EQUIPAMENTOS: TEEJET, APG, ou similares: TIPO DE BICO: 80.03/80.04, 110.03/110.04, 110 R/ 110 V, 90 R/ 90V: VAZÃO L/ha: 200-400 L/ha: PRESSÃO (Lb/pol2): 30-40 lb/pol2: TAMANHO GOTAS (µm): 400-600 µm: DENSIDADE gotas/cm2: 20-30 gotas/cm2.

NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização na superfície do solo.

LAÇO EC pode ser aplicado em faixa, sobre a linha de plantio da cultura, se não desejar fazer uma aplicação em área total. Para isso, basta ajustar os bicos do pulverizador em conjunto com a linha da plantadeira, fazendo a aplicação casada no momento, do plantio. Nesta situação observar as mesmas recomendações sobre equipamentos (tipo de bico, vazões, tamanho de gotas, densidade). Considerar apenas que o volume de cada (vazão) é por área tratada e não área total. Nesse sistema as estrelinhas deverão ser limpas mecanicamente ou usando-se herbicidas de pós-emergência.

Para a aplicação de LAÇO EC, para as culturas indicadas, o solo deverá estar bem preparado, livre de vegetação, restolhos e torrões. Chuvas após a aplicação que possibilitam a germinação das sementes da cultura, promovem o posicionamento de LAÇO EC na camada superficial do solo, ativando-o mais rapidamente e de forma efetiva.

LAÇO EC é um herbicida do tipo inibidor de crescimento de plantas infestantes. Para se obter o melhor resultado, deve ser aplicado imediatamente após o plantio (no mesmo dia). Por sua vez, o plantio deverá ser feito no menor intervalo de tempo, após a última gradagem, para evitar a germinação de plantas infestantes antes da aplicação do produto. Se a aplicação de LAÇO EC acontecer seis ou mais dias após a última gradagem, pode ser necessário passar uma capinadeira rotativa para eliminar as ervas infestantes germinadas.

Se o plantio ocorrer aos seis ou mais dias após a última gradagem, e houver ocorrência de ervas germinadas, ou então, se a umidade do solo for limitante para ativação normal de LAÇO EC, recomenda-se a utilização da mistura de superfície com vibronivelador ou cultivador com dente em "s". A seguinte seqüência deve ser obedecida:
a) aplica-se LAÇO EC;
b) Passa-se o vibronivelador ou cultivador de dentes;
c)Planta-se a cultura.

O vibronivelador ou cultivador de dentes deve ser regulado para trabalhar a uma profundidade de 4 a 8 cm, fazendo com que o LAÇO EC seja misturado "a terra na faixa dos 3-4cm superficiais.

No caso do Plantio Direto da soja ou milho, LAÇO EC pode ser aplicado logo após o plantio sobre o restolho da cultura e do "mulching" do mato, previamente controlado com outros herbicidas.

PREPARO DA CALDA PARA O LAÇO EC:
a)Coloque água limpa até: 1/3 ou 1/2 da capacidade do tanque do pulverizador;
b) Adicione LAÇO EC na quantidade calculada e agite;
c) Complete o tanque do pulverizador com água e agite novamente.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Algodão, amendoim, cana-de-açúcar, girassol, milho e soja: (1)
- Café: 53 dias.

(1) Intervalo não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA: :
Observa que a reentrada de pessoas na cultura ou área aplicada dó deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO: O produto deve ser aplicado segundo as recomendações constantes do rótulo e da bula.

RESTRIÇÕES DE USO:

CULTURAS SENSÍVEIS: Não deve ser aplicado em nenhuma outra cultura que não sejam as indicadas pelo rótulo. Para a cultura do algodão, não aplique LAÇO EC quando o mesmo estiver em solos arenosos (vide item "Dose Utilizada").

OUTRAS RESTRIÇÕES: Sob situação de prolongada seca, não se deve aplicar LAÇO EC. Para casos menos severos, deve-se obedecer as instruções quanto a aplicação em Mistura de Superfície. Não aplique em dias de vento acima de 10 Km/h. A deriva faz diminuir a ação herbicida. Não deixe a calda do herbicida no tanque de pulverização de um dia para o outro. Após a aplicação, lave adequadamente (água e detergente) o equipamento.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
Precauções Gerais:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Precauções no Manuseio:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a formação de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; máscara com filtros para vapores orgânicos, cobrindo nariz e a boca e óculos de proteção.
Manusei o produto em local arejado.

Precauções Durante a Aplicação:
Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pemas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; máscara com filtros para vapores orgânicos, cobrindo nariz e a boca e óculos de proteção.

Precauções após Aplicação:
Não reutilize a embalagem vazia.
Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo o serviço médico de emergência levando ou a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Em caso de ingestão não provoque vômito e procure um médico. OLHOS: Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e procure um médico. PELE: Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão neutro em abundância e, se persistir a irritação, procure um médico. INALAÇÃO: Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, procure local arejado e, se houver sinais de intoxicação, procure um médico.

Informações Médicas:

GRUPO QUÍMICO:
CLOROCETANILIDA

CLASSE TOXICOLÓGICA:
CLASSE I - EXTREMAMENTE TÓXICO

MECANISMO DE TOXICIDADE:
Em animais com intoxicação severas e descrita excitação, seguida de depressao so sistema nervoso central.
Resultados de ensaios com o Saccharomyces ceverisiae sugerem que os: metabólitos reativos podem interagir com o DNA causando quebra de fita simples, e essa interação pode ser importante no mecanismo de indução de danos de DNA pelo alacloro. Contudo, pode não ser possível esclarecer se a quebra da fita simples e resultado da interação direta do composto com o DNA ou resultado de processos celulares secundários a exposição química.

VIAS DE ABSORÇÃO:
Oral, inalatória e dérmica.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Não há casos relatados, mas sintomas de intoxicação provavelmente incluiria náuse, vômito e vertigem. Convulsões e coma podem ocorrer em intoxicação severas. Irritação dermal e reações alérgicas podem ocorrer em indivíduos suscentíveis. O alacloro causa irritações oculares e nas membranas mucosas. A principal preocupação em relação ao alacloro e o seu provável potencial carcinogênico e mutagênico. Deve-se evitar o contato com a pele e com os olhos, pois pode ocorrer sensibilização a os exposições sucessivas.

TOXICOCINÉTICA:
o alacloro pode ser absorvido pelo trato gastrintestinal e pela pele íntegra. Não há dados publicados da extensão da absorção após exposição via inalatória. Estudos de farmacocinética e metabolismo indicam que não ocorre bioacumulação do alacloro após successivas administrações. No rato, o alacloro e metabolizado é eliminado como conjugados de ácido mercaptúrico, ácido glicurônico e sulfato, na urina e nas fezes. Aproximadamente 90% da dose oral administrada e eliminada em 10 dias.

DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

TRATAMENTO:
NÃO há antidoto para o alacloro. O tratamento após esposição e sintomático e de suporte. Devem ser implementadas medidas de descontaminação: remover roupas e acessórios e lavar a pele ( incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos,1 com água frias abundante e sabão; se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água por no minimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
O alacloro pode causar irritação de pele e reações alérgicas, devendo se instituido tratamento para amenizar os sintomas.
Em casi de colapso, adotar medidas de assistência ventilatória.

CONTRA - INDICAÇÕES:
Vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.

ATENÇÃO:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluidas entre as Enfermidades de Notificação Compulsoria. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MEDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS

Telefone de Emergência da empresa Monsanto:
08000-701-0450

Mecanismos de ação, absorção e excreção:
Alachlor radiomarcado administrado oralmente a ratos foi absorvido pelo trato gastro-intestinal e associou-se preferencialmente com a fração das células sanguineas. Na maioria dos tecidos ocorreu uma distribuição linear com a dose administrada do produto, sendo que nos olhos, cerebro, estômago e ovário a distribuição foi não proporciona1 a dose administrada, sugerindo, portanto, urn mecanismo cinético não linear do produto nestes órgãos. Este efeito foi observado na dose mais elevada. O produto foi rapidamente absorvido e eliminado via urina e fezes, as quais foram as principais vias de eliminação. Alachlor radiomarcado aplicado topicamente em dose mais em macaco Rhesus foi eliminado em um periodo médio de 31 horas principalmente via urina.

Efeitos agudos:
Estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que LAÇO EC possui dose letal de 50% aguda igual a 2000 mg/kg de peso corpóreo e dose letal de 50% aguda dérmica igual a 7800 mg/kg de peso corpóreo.
Estudo de irritabilidade dérmica em coelhos demonstrou que LAÇO EC e levemente irritante para a pele. Foram observados eritemas e edemas de leves a bem definidos, sendo reversíveis no decorrer do estudo. Em estudo de irritabilidade ocular em coelhos, LAÇO EC foi irritante, provocando opacidade na córnea, hiperemia, quemose e secreção na conjuntiva. Estes efeitos foram reversíveis no decorrer do estudo.

Efeitos crônicos:
Em estudo realizado com Alachlor administrado a dieta de ratos por 2 anos, ocorreu sindrome degenerativa na íris e aumento do globo ocular em 67% dos animais que receberam as doses intermediárias e na totalidade dos animais que receberam a dose mais elevada do produto. Este efeito foi considerado ser uma resposta peculiar da especie de rata utilizada no estudo (Long-Evans), uma vez que este efeito não foi observado em camundongos, cães ou outras especies de rata tratados com Alachlor. Foram observadas lesões no epitelio nasal, no epitelio folicular da tireóide e na mucosa do estômago. Ao final do estudo, houve redução de 12% no peso corpóreo dos animais que receberam as doses intermediárias e de 20% e 16% no peso corpóreo dos machos e fêmeas, respectivamente, que receberam as doses mais elevadas do produto.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe III). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustíveis. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver e embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contacte as autoridades locais competentes e a empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA., telefone de emergência 0800-940-6000. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtro). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, Consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo pra sua devolução e destinação final;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTE PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Orientações para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa a contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTES DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.