Bula Larvin - Bayer

Bula Larvin

acessos
Tiodicarbe
5205
Bayer

Composição

Tiodicarbe 800 g/kg Carbamato

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
250 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário. 7 dias. Estágio inicial (1º ao 3º instares)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 150 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário. 30 dias. Estágio inicial (1º ao 3º instares)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
70 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário. Máximo 2 aplicações. 14 dias. Com 40 lagartas grandes por amostragem 2 m lineares

Saco plástico (contendo saches hidrossolúveis): 70g; 100g; 500g; 700g; 1000g; 1400g e 1500g. Saco aluminizado (contendo saches hidrossolúveis): 70g; 100g; 500g; 700g; 1000g; 1400g e 1500g. Frasco plástico: 500g; 700g; 1000g; 1400g e 1500g.

Larvin trata-se de um inseticida, empregado na forma de pulverizações foliares, empregado no controle de pragas das culturas: Algodão, Milho e Soja.

(*) Utilizar a dose de 100 g do produto comercial por hectare no início da infestação da praga,
com as lagartas em estágio inicial de desenvolvimento (de primeiro a terceiro ínstares) e a dose de 150 g p.c/ha para todos os estádios de desenvolvimento das lagartas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura. Aplicar o produto no inicio da infestação da praga com as lagartas no estádio inicial de desenvolvimento (do 1° ao 3° instares) e repetir se necessário.

Milho: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura. Aplicar o
produto no inicio da infestação da praga com as lagartas no estádio inicial de desenvolvimento
(do 1° ao 3° instares) e repetir se necessário.
Soja: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura. Recomenda-se iniciar o controle quando:
forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (2 m lineares da cultura),
a desfolha atingir 30% antes do florescimento,
a desfolha atingir -15% logo após o fiorescimento.

MODO DE APLICAÇAO:

Este produto pode ser aplicado com equipamentos costais manuais ou motorizado, tratorizado e aeronaves agrícolas. Os aparelhos devem ser equipados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar com difusor ou core adequado de modo a se obter uma deposição satisfatória de gotas sobre o alvo desejado (folhas e lagartas), com exceção para a cultura do milho, para a qual deverá ser utilizado bicos de jato plano (leque).
Nas aplicações com avião do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizadas barras de
pulverização com um total de 40 -42 bicos, fechando-se 4 a 5 bicos nas extremidades das asas para evitar a influência e arraste das gotas pelos vórtices das asas. É indispensável à utilização dos bicos existentes em numero de 8 abaixo da fuselagem ou barriga do avião. Os bicos deverão trabalhar na angulação de 90° a 180° e os rotativos tipo MICRONAIR trabalharão com as pás num ângulo de 35° a 50° graus em relação à linha de vôo, e de acordo com as variações das condições climáticas locais durante a aplicação, e de maneira a se obter uma distribuição de gotas com uma VMD entre 110 e 150 micra e um mínimo de 40 a 50 gotaslcm2 com volume de calda de 30 a 40 L/ha .A faixa de deposição será de 15 metros e uma altura de vôo de 4-5 metros em relação ao alvo de deposição. Pressão de trabalho: 15 -30 psi.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27 oC. Umidade relativa do ar mínima de 70%, e
velocidade do vento máxima de 10 km/hora (3 m/seg).

Para outros tipos de aeronaves consultar o departamento técnico da Bayer CropScience Ltda.
ou qualquer outro Órgão competente.
Nas aplicações terrestres, aplicar um volume de calda suficiente para uma boa cobertura da
planta tratada sem o escorrimento do produto nas folhas. Nas culturas do algodão e milho são
recomendadas de 200 a 300 L de calda/ha, na soja de 100 a 200 L .Em milho, o bico plano
deve ser dirigido sobre o cartucho das plantas permitindo uma melhor penetração da calda no
local de ocorrência da praga. Posicionar os bicos no sentido da linha de plantio da cultura o
que permitirá colocação máxima de calda no local de ocorrência da praga.
Pressão de Trabalho:
equipamentos costais: 50 -60 psi.
Equipamentos tratorizados: 80- 100 psi.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27 oC. Umidade relativa do ar mínima de 55%, e
velocidade do vento máxima de 10 kmlhora (3 m/seg).
Observar que a condição mais importante é a umidade relativa do ar, pois será o maior
influenciador na maior ou menor evaporação das gotas de pulverização. Gotas grandes
ocasionarão deposição irregular, escorrimento do produto nas folhas. Gotas finas terão deriva
maior ou não atingirão o alvo desejado ocasionando perdas do produto e poluição do meio
ambiente.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 07 dias
Milho: 30 dias
Soja: 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Ministério da Saúde Humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para a cultura indicada: respeitadas as doses e o modo de ação, o produto não apresenta restrições.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Produto irritante para a pele e olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite, o máximo possível, o contato com a área aplicada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÂO:

- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.

- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família.
- Faça a manutenção e lavagem doa equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Não reutilize a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR METILCARBAMATOS

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Metilcarbamato de oxima

Classe toxicológica l - EXTREMAMENTE TÓXICO

Mecanismo de toxicidade
Em ratos, o Tiodicarbe é rapidamente degradado em Metomil, o qual é rapidamente convertido para Metomil Metolol, oxima, sulfuxida, sulfoxida oxima.
Esses intermediários instáveis acabam sendo convertidos em Acetonitrila e CO2, os quais são eliminados primeiramente pela respiração e urina.
Mais adiante, uma pequena fração de acetonitrila é degradada em acetamida, ácido acético e CO2.
Toxicidade Não tem interação mutagênica com o DNA. A comparação com grupos controle não demonstrou um aumento estatístico significativo, no número de micronúcleos. Exposições repetidas por curtos períodos em animais causaram hepatotoxicidade. Em humanos não foram relatados efeitos adversos.
Vias de absorção Oral; inalatória e dérmica em menor intensidade.
Metabolismo e Toxicocinética
Em ratos, o Tiodicarbe é rapidamente degradado em metomil, que por sua vez é convertido em metomil metiol, e, após sucessivas degradações, em sulfoxida oxima. Os intermediários são convertidos em acetonitrila e dióxido de carbono, que são eliminados primariamente pela urina.
Sintomas e sinais clínicos
Neurológicos: (Em casos de envenenamento severo) depressão respiratória, estado de confusão mental, perda de consciência, hemorragia cerebral e convulsões. Dores de cabeça, tontura, visão embaçada, tremores, coma, atraso em resposta neurológica e fraqueza também podem ocorrer.
Trato Gastrointestinal: Náusea, vômito, diarreia e cãimbras abdominais.
Diagnóstico Atentar para crise colinérgica, com aumento de salivação, lacrimação, poliúria, diarreia, cãimbras gastrointestinais e vômitos como sintomas de envenenamento por N-METILCARBONATOS. Os sintomas podem ser confundidos com os de envenenamento por ORGANOFOSFATOS, diferindo por cãimbras menos intensas e menor toxicidade ao SNC.
Exames laboratoriais: Determinação de colinesterase no plasma e série vermelha sanguínea. Exames de urina podem identificar o agente tóxico.
- Exames de raio-x em pacientes sintomáticos são indicados.
Tratamento As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão: proceder com lavagem gástrica com carvão ativado: doses de 25 a 100 g para adolescentes/adultos. 25 a 50 g para crianças a partir de 12 anos) e de 1 g/kg em infantes abaixo de 1 ano. Administrar carvão ativado na proporção de 50 - 100 g em adultos e 25-50 g em criança de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água - PROTEGER VIAS AÉREAS - Controlar qualquer convulsão antes do procedimento.
Tratamento Acompanhamento pós intoxicação:
• O tratamento dever ser sintomático de acordo com o quadro clínico. Não há antídoto específico.
• Monitorar os sinais vitais e status mental e atividade do SNC após exposição significativa ao produto.
Na ocorrência de vômito e/ou diarreia, monitorar fluidos e eletrólitos corporais.
Contraindicações Não provocar vômito.
São contraindicados no caso de envenenamento por N- Metilcarbamatos: morfina, sucinylcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Adrenoaminas só devem ser administradas em caso de indicação específica.
Efeitos sinérgicos Não há informações na literatura sobre efeitos sinérgicos/cumulativos com outras substâncias/medicamentos.
Atenção As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de
Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centro de informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência: 0800-701-0450
Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRO:

O TIODICARBE foi absorvido, em ratos, através trato gastrointestinal e pele, metabolizado através de hidrólise em ácido acético e colina, sendo excretado principalmente através da urina. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos. Os carbamatos inibem a enzima acetil colinesterase, essencial para a transmissão normal dos impulsos nervosos do SNC e junções colinérgicas, reação reversível. Os sinais e sintomas aparecem em um curto espaço de tempo após intoxicação.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Agudos: Em estudos toxicológicos agudos em animais foram observados efeitos de tremores, salivação, perda de peso, ataxia, diarreia, piloereção, postura curvada, passos descoordenados, olhos salientes, cianose e inibidor reversível da colinesterase. Larvin se mostrou irritante para a pele e olhos de coelhos e em cobaias não apresentou potencial sensibilizante dérmico.
Crônicos: Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), o produto causou uma redução do peso corpóreo e foi considerado um redutor da atividade da colinesterase periférica (plasma e eritrócitos).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
Este produto é ALT AMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental -Preserva a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxico em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqOenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO A SUA CONSERVAÇÃO E
PRESERVAÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BA VER CROPSCIENCE L TDA. -
telefone de emergência: 0800-243334.
Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado -recolha o material 'com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo -retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água -interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico, etc.,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -
Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.
.Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até X do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

.Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar ulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar e ui amento inde endente em sob ressão adotar os se uintes
procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXívEL
-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
.-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTlLIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Usar somente doses recomendadas no rótulo/bula
- Sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.