Bula Larvin - Bayer
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Bula Larvin

Tiodicarbe
5205
Bayer

Composição

Tiodicarbe 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)

Saco plástico (contendo saches hidrossolúveis): 70g; 100g; 500g; 700g; 1000g; 1400g e 1500g.

Saco aluminizado (contendo saches hidrossolúveis): 70g; 100g; 500g; 700g; 1000g; 1400g e 1500g.

Frasco plástico: 500g; 700g; 1000g; 1400g e 1500g.

INSTRUÇÕES DE USO

LARVIN, trata-se de um inseticida, empregado na forma de pulverizações foliares, empregado no controle de pragas das culturas recomendadas na bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Algodão: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura. Aplicar o produto no início da infestação da praga com as lagartas no estádio inicial de desenvolvimento (do 1° ao 3° instares) e repetir se necessário. Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias entre as aplicações.
Milho: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias entre as aplicações. Aplicar o produto no início da infestação da praga com as lagartas no estádio inicial de desenvolvimento (do 1° ao 3° instares) e repetir se necessário.
Soja: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias entre as aplicações. Recomenda-se iniciar o controle quando:
- forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (2 m lineares da cultura),
- a desfolha atingir 30 % antes do florescimento,
- a desfolha atingir 15 % logo após o florescimento.

MODO DE APLICAÇÃO

Este produto pode ser aplicado com equipamentos costais manuais ou motorizado, tratorizado e aeronaves agrícolas. Os aparelhos devem ser equipados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar com difusor ou core adequado de modo a se obter uma deposição satisfatória de gotas sobre o alvo desejado (folhas e lagartas), com exceção para a cultura do milho, para a qual deverá ser utilizado bicos de jato plano (leque).
Nas aplicações com avião do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizadas barras de pulverização com um total de 40-42 bicos, fechando-se 4 a 5 bicos nas extremidades das asas para evitar a influência e arraste das gotas pelos vórtices das asas. É indispensável a utilização dos bicos existentes em número de 8 abaixo da fuselagem ou barriga do avião. Os bicos deverão trabalhar na angulação de 90° a 180° e os rotativos tipo MICRONAIR trabalharão com as pás num ângulo de 35° a 50° graus em relação à linha de voo, e de acordo com as variações das condições climáticas locais durante a aplicação, e de maneira a se obter uma distribuição de gotas com uma VMD entre 110 e 150 micra e um mínimo de 40 a 50 gotas/cm² com volume de calda de 30 a 40 L/ha . A faixa de deposição será de 15 metros e uma altura de voo de 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.
Pressão de trabalho: 15-30 psi.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27 °C. Umidade relativa do ar mínima de 70 %, e velocidade do vento máxima de 10 km/hora (3 m/seg).
Para outros tipos de aeronaves consultar o departamento técnico da Bayer S/A ou qualquer outro órgão competente.
Nas aplicações terrestres, aplicar um volume de calda suficiente para uma boa cobertura da planta tratada sem o escorrimento do produto nas folhas. Nas culturas do algodão e milho são recomendadas de 200 a 300 L de calda /ha, na soja de 100 a 200L. Em milho, o bico plano deve ser dirigido sobre o cartucho das plantas permitindo uma melhor penetração da calda no local de ocorrência da praga. Posicionar os bicos no sentido da linha de plantio da cultura o que permitirá colocação máxima de calda no local de ocorrência da praga.
Pressão de Trabalho:
Equipamentos costais: 50 - 60 psi.
Equipamentos tratorizados: 80 - 100 psi.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27 °C. Umidade relativa do ar mínima de 55 %, e velocidade do vento máxima de 10 km/hora (3m/seg).
Observar que a condição mais importante é a umidade relativa do ar, pois será o maior influenciador na maior ou menor evaporação das gotas de pulverização. Gotas grandes ocasionarão deposição irregular, escorrimento do produto nas folhas. Gotas finas terão deriva maior ou não atingirão o alvo desejado ocasionando perdas do produto e poluição do meio ambiente.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 07 dias;
Milho: 30 dias;
Soja: 14 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para a cultura indicada: respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apresenta restrições.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.