Bula Magnific

acessos
Acephate
212
Arysta Lifescience

Composição

Acefato 750 g/kg Organofosforado

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,75 a 1,5 kg p.c./ha 750 a 1500 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,4 a 0,6 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
0,75 a 1,5 kg p.c./ha 750 a 1500 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traça das crucíferas
(Plutella maculipennis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traça das crucíferas
(Plutella maculipennis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traça das crucíferas
(Plutella maculipennis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,5 a 1 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,25 kg p.c./ha 400 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Traça das crucíferas
(Plutella maculipennis)
0,5 a 1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Tetranychus evansi)
0,75 a 1 kg p.c./ha 750 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
0,75 a 1 kg p.c./ha 750 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
1 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Pulgão verde
(Myzus persicae)
1 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Tripes
(Thrips palmi)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico

Tipo: Frasco (contendo sacos hidrossolúveis)
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Fibrolata (contendo sacos hidrossolúveis)
Material: Corpo de papel com tampa e/ou fundo de flandres (metal)
Capacidade: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0 Kg

Tipo: Saco (contendo sacos hidrossolúveis)
Material: Polietileno e Aluminizado e Metálico e Plástico e Papel
Capacidade: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 5,0; 6,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 5,0; 6,0; 8,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Big-bag (Uso exclusivamente industrial)
Material: Tecido com proteção impermeável
Capacidade: 100; 200; 250; 500; 600; 625; 650; 700; 800; 900; 1.000; 1.100; 1.200; 1.500 Kg

Tipo: Tambor (Uso exclusivamente industrial)
Material: Metálico (com revestimento anticorrosivo) ou Plástico
Capacidade: 50; 100; 200; 250; 500 Kg

INTRUÇÕES DE USO
CULTURAS:
Magnific é um inseticida/acaricida, sistêmico, de contato e de ingestão, usado para as seguintes culturas: amendoim, batata, couve, couve-flor, brócocolis, repolho, feijão, melão, pimentão, tomate, rosa, crisântemo e cravo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário, com intervalo de 15 a 20 dias.
Contra a lagarta-rosca do fumo, a pulverização deve ser feita nas faixas de plantio durante ou longo após o transplante.

MODO DE APLICAÇÃO:
MAGNIFIC deve ser aplicado em pulverização terrestre.
Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado ou de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 ms e densidade de 40 gotas/cm2, gastando-se de 200-300L de calda/ha em culturas extensivas.
Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas.
Obs: Sempre consulte um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança
Tomate e Melão 7 dias
Amendoim, Batata, Couve, Couve-flor, Brócolis, 14 dias
Repolho, Feijão, Pimentão
Rosa, Crisantemo, Cravo UNA (usa nao alimentar)

INTERVAlO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CUlTURAS E AREAS TRATADAS:
CONFORME APROVADO PELA ANVISA.

LIMITAÇÕES DE USO:
Nao há problema de fitotoxicidade para as culturas indicadas e nas doses recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APlICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLlCAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTlLIZAÇÃO E INUTlLIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTlLIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para usa exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca arabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calçadas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); oculos de seguran~a com protec,:ao lateral; touca arabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLlCAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Veritique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na nevoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calçadas por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores anicos e filtro orgânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervale de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacao, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente apes a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familia. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicacação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ACEFATO:

Grupo químico: Organofosforados (OP).
Vias de exposição: Démica, inalatóa, oral e ocular.
As principais vias de exposição são a respiratória e a cutânea.
Toxicocinética: Os OP são absorvidos através da pele, trato respiratório e trato gastrointestinal, e muitas vezes sua absorção é favorecida pelos solventes presentes na formulação. A absorção cutânea é maior em temperaturas elevadas ou quando existem lesões na pele. Após absorvidos são amplamente distribuídos. Não existem evidências de bioacumulação. Os compostos sofrem biotransformação, principalmente no fígado, formando produtos menos tóxicos e mais polares, que são eliminados facilmente do organismo. A eliminação desses compostos ocorre principalmente através da urina (90%) e das fezes, sendo que 80 a 90% da dose absorvida é eliminada em 48 horas. Uma pequena proporção destas substâncias e de suas formas ativas (oxons) é eliminada, sem modificação, na urina. A meia vida dos organofosforados, após administração única, varia de minutos a poucas horas, dependendo do composto e da via de entrada.

Mecanismos de Toxidade: O mecanismo clássico de ação é por inibição da enzima acetilcolinesterase,a que impede a inativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua ação mais intensa e prolongada nas sinapses colinérgicas, provocando superestimulação colinérgica das terminações nervosas. Isso torna inadequada a transmissão dos estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do sistema nervoso (SN), causando efeitos muscarínicos (SN parassimpatico), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central (SNC). A duração dos efeitos é determinada pelas propriedades do composto (solubilidade em Iipídeo, estabilidade da união a acetilcolinesterase e se oenvelhecimento da enzima já há ocorrido). O que acontece é que a inibição da Ach pelos organofosforados é feita no início por uma ligação iônica temporária, mas a enzima é gradativamente fosforilada por uma Iigação covalente, processo que leva em torno de 24 a 48 horas ("envelhecimento da enzima") e quando ocorre, a enzima não mais se regenera, desaparecendo os sintomas.
Toxicidade Aguda: os efeitos podem ocorrer minutos a horas após a exposição.Efeitos sistêmicos podem aparecer minutos após inalação de vapores/aerosóis. O início de sintomas e retardado após absorção percutânea ou gastrointestinal. Os sintomas duram entre (24-48)horas.
Grupos de risco: indivíduos < 18 anos, grávidas, etilistas, com doenças orgânicas do SNC (epilepsia), psiquiátricas, endócrinas, pulmonares (asma, tuberculose, doenças respiratórias crônicas), gastrointestinais (úlcera péptica, gastroenterocolite), hepáticas, renais, oftalmicas (conjuntivite crônica e ceratite), pessoas com contra-indicação de trabalhos com químicos tóxicos e aquelas com alto risco de exposição.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS SEGUNDO LOCAL AFETADO E RECEPTOR:
Receptor: Sistema Nervoso autônomo parassimpático ( fibras nervosas pós-ganglionares - receptores muscarínicos):
Sítios afetados:
- Glândulas exócrinas: hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, transpiração).
- Olhos: miose puntiforme, ptose palpebral, visão turva, hiperemia conjuntival, "lágrimas de sangue".
- Sistema gastrointestinal: náuseas, vômitos, diarréia, dor abdominal, rigidez, tenesmo, incontinência fecal.
- Sistema respiratório: hipersecreção brônquica, rinorréia, rigidez toráxica, broncoespasmo, tosse, dispnéia, bradipnéia, cianose.
- Sistema cardiovascular bradicardia, hipotensão, hipovolemia, choque.
- Sistema urinário: incontinência urinária.
Receptor: Sistema Nervoso autônomo parassimpático (receptores nicotínicos):
Sítios afetados:
- Sistema cardiovascular: taquicardia, hipertensão (podem ser afetados pelos efeitos muscarínicos).
Receptor Somático- motor (receptores nicotínicos):
Sítios afetados
- Músculos esqueléticos: fasciculações, hiporreflexia, tônus flácido/rígido, cólicas, fraqueza, paralisia, parada respiratória e óbito. Agitação, hiperatividade motora, tremores.
Receptor: Cérebro
Sítios afetados:
- Sistema nervoso central: sonolência, letargia, fadiga, cefaléia, labilidade emocional, confusão mental, perda de concentração. Com a ausência de reflexos, ataxia, tremores, convulsões, "respiração de CheynesStokes", depressão dos centros respiratório e cardiovascular.

* O óbito deve-se a insuficiência respiratória ( secundária a broncoconstrição, hipersecreção pulmonar, paralisia da musculaturae depressão do centro respiratório). Outras causas de óbito: depressão do SNC, crises convulsivas e arritmias.
Mortalidade tardia é associada a insuficiência respiratória secundária a infecção: pnemonia/ sepse; ou complicações da ventilação mecânica prolongada e tratamento intensivo; ou por arritmia ventricular tardia.

TOXIDADE CRÔNICA
- Síndrome intermediária: Aparece 1-4 dias após a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios, da face, pescoço e porções proximais dos membros e hiporreflexia. Pode comprometer pares cranianos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode durar meses.
- Neuropatia retardada (rara): Aparece em 14-28 dias após exposições agudas e intensas e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir por semanas a anos.
- Outros efeitos sobre o SNC: Pode ocorrer um déficit residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível, associados ou não a queda na atividade da enzima COLINESTERASE no sangue (Duvidoso = 30%, deve ser repetido, Intoxicação leve = 50-60%; moderada = 60-90%; grave = 100%).
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
• A dosagem basal e periódica da colinesterase sanguínea em manipuladores do produto é obrigatória.
• A atividade de colinesterase é derivada da ação de duas enzimas:
- A Colinesterase Eritrocitária ou autil-colinesterase -AchE ou "Colinesterase Verdadeira" (na membrana dos eritrócitos);
- A Colinesterase Plasmática ou butiril-colinesterase -BuChE ou "Pseudocolinesterase".

TRATAMENTO
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser realizadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
• O cuidado fundamental é o controle das vias aéreas, a adequada oxigenação e a aplicação de respiração assistida, quando necessário.
• Desde que o produto atua rapidamente, interromper a exposição tão logo os sintomas
apareçam, pode prevenir a intoxicação grave.
1. Remover roupas e acessórios; descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com abundante água fria e sabão.
2. Após exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, no mínimo 15 minutos, evitando contato com pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente « 1 hora) e em grande quantidade, proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas em posição de Trendelenburg e decubito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes. Após a lavagem gástrica administrar Carvão ativado: 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 19/Kg em < 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g carvão ativado: 240 mL água.
4. Nao induzir vômito pelo risco de aspiração.
5. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, usar intubação oro-traqueal quando necessário, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial
para fraqueza de musculatura respiratória, parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Quando necessário instituir respiração assistida. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica, etc.
6. Convulsões: indicado benzodiazepinicos IV (Diazepam (adultos: 5-10 mg; criaç:as: 0,2¬0,5 mg/kg, e repetir a cada 10 a 15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05¬0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol se há recorrência das convulsões > 5 anos.

ANTÍDOTOS
• Sulfato de Atropina: só deverá ser administrada na vigência de sintomatológia e por pessoal qualificado. Age apenas nos sintomas muscarínicos, agudos ou crônicos, mas é ineficiente contra os nicotínicos. A atropina não reativa a enzima colinesterase nem acelera a metabolização do produto. Apesar dessa limitação, é considerada um bom agente em intoxicações por organofosforados e carbamatos.
Dose em Adultos:2-5 mg cad a 10-15 minutos; Crianças:0,05 mgl kg a cada 10-15 minutos; via IV ou 1M (se a IV não é possível). Outra alternativa é a administração via tubo endotraqueal.
Há relatos de melhora da angustia respiratória usando nebulização com atropina, por diminuir as secreções bronquiais e melhorar a oxigenação. A atropinização poderá ser requerida por horas ou dias. A Atropina não deve ser suspensa abruptamente, pelo risco de recirculação do produto e retorno da sintomatologia, devendo ser espaçada até a retirada total.
• Oximas-Pralidoxima 12-PAM): é um antídoto específico para organofosforados, mas deve ser usado somente associado a atropina. Trata intoxicações moderadas a graves sendo mais efetivo se administrado dentro das primeiras 48 horas. Administrar até 24 horas após o desaparecimento dos sintomas colinérgicos. Pode requerer prolongada administração. Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente no SNC). Não reativa a colinesterase plasmática.
Dose em adultos: bolo de 1-2 g de 2-PAM/100 ml de solução salina 0,9%, em 15 a 30 minutos. Seguir com infusão de 0,5-1 g/h em solução ao 2,5%. Dose em crianças: iniciar com 20-50 mg/kg (Max: 2g/dose) em solução salina 0,9% ao 5% e seguir com infusão de 10-20 mg/kg/h.
A dose inicial pode ser repetida em 1 hora e logo cada 3-8 horas se persistirem as fasciculações/fraqueza (recomendável infusão contínua).

É indicada hospitalização do paciente por pelo menos 24 horas para observar par recorrências de sintomas durante a atropinização. O período de observação pode ser estendido (72 h-14 dias) nos casos de ingestão mista de agrotóxicos devido aos sintomas prolongados dos organofosforados.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:

• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambu).

• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

CONTRA-INDICAÇÕES:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

As seguintes drogas são contra-indicadas: outros agentes colinérgicos, succinilcolina, mortina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas apenas quando há marcada hipotensão.

Efeitos Sinérgicos: Com outros organofosforados ou carbamatos.

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1028.
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos (4h): (machos e fêmeas) 24,215 mg/L.
Irritação dérmica: pouco irritante.
irritação ocular altamente irritante.

Efeitos crônicos: Acefato provocou incremento na incidência de carcinomas e adenomas hepatocelulares em camundongos fêmeas. Os estudos sobre genotoxidade são controversos. Não foi teratogênico em ratos e camundongos, mas afetam a motilidade dos espermatozóides e a fertilidade em ratos.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou o equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha O produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhilllento de produtos vazados.
- Em caso de armazens, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Tecnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: HOKKO DO BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA E AGROPECUÁRIA LTDA. Telefone de emergencia (Oxxll) 3054-5000.
- Utilize equipamento de proteção individual- EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'agua: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó quimico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDlMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃOO OU EM DESUSO:
ORIENTAÇÕES PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até um quarto do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes intemas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes intemas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens nao lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no proprio local onde guardadas as embalagens cheias.


- DEVOLUçÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de urn ano após a devolução da embalagem vazia.


- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em calxa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTACOES PARA EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
O armazenamento da embalagem vazia, até a devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, ter piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória a devolução da embalagem vazia pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o vencimento do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante da devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagems Padronizadas - modelo ABNT) devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição).

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, devera ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatria a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone (OXXll)3054.5000 para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

INFORMAçÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

Incluir outros métodos de cantrole de pragas (Ex. cantrole cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência e Inseticida - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações cansecutivas da praga.
Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sabre o Manejo de Resistência a Inseticidas.