Bula Malathion 1000 EC Cheminova

acessos
Malathion
418705
FMC - Campinas

Composição

Malathion 1000 g/L Organofosforado

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
1 a 2 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. 5 % das estruturas de frutificação danificadas
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. 1 lagarta/planta quando a cultura não tiver maçãs abertas, e 2 lagartas/planta quando as maças estiverem abertas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,5 a 1 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Quando observados pulgões vivos ou folhas encarquilhadas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
150 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. 2 % dos frutos do talhão estiverem atacados
Cigarrinha do pedúnculo
(Aethalion reticulatum)
150 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
200 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Fase inchamento do fruto
Psilideo
(Diaphorina citri)
150 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Tripes
(Heliothrips haemorrhoidalis)
150 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Besouro de limeira
(Sternocolaspis quatuordecimcostata)
100 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Piolho de São José
(Quadraspidiotus perniciosus)
100 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Pulgão lanígero das rosáceas
(Eriosoma lanigerum)
100 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
150 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Mosca das frutas
(Anastrepha obliqua)
200 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Durante a fase de inchamento do fruto
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
200 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Durante a fase de inchamento do fruto
Pulgão da falsa crespeira
(Anuraphis schwartzi)
100 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
150 mL p.c./100L água 400 a 600 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Constatado a presença da praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 mL p.c./100L água 400 a 600 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Início da infestação da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Desfolha de 30 % no período vegetativo e 15 % no período reprodutivo ou ainda quando encontrado 20 a 30 lagartas/pano de batida
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
1 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. 2 a 4 percevejos/pano de batida
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
150 mL p.c./100L água 400 a 600 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 3 dias. Iniciada quando os frutos estiverem pequenos
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./100L água 400 a 600 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 3 dias. Formas aladas ou presença de colônia nas folhas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 mL p.c./100L água 400 a 600 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 3 dias. Danos nas folhas e presença da praga

Frasco Plástico de ( PET ) de 1 e 5 litros. Tambor de folha de flandres: 20 litros.Tambor de ferro revestidos com resina Epoxi: 200 litros. Bomobona plástica coex de 20 litros. Pead (polietileno de alta densidade) pet de 20 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

MATATHION 1000 EC CHEMINOVA é um inseticida organofosforado, com ação de contato e ingestão apresentado sob a forma de concentrado emulsinável.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Curuquerê:
1.Aplicar quando encontrar em média 1 (uma) lagarta por planta quá cultura não tiver "maçãs" abertas.
2.Aplicar quando encontrar em média 2 (duas) lagartas por planta e a ultura já possuir "maçãs" abertas.
Bicudo: Iniciar as aplicações quando encontrar 5% das estruturas de frutificação danificadas, fazendo baterias de três aplicações com intervalo de 7 dias entre aplicações.
Pulgão-das-inflorescências: Aplicar quando forem observados pulgões vivos ou ao se observarem folhas encarquilhadas pela ação do inseto no monitoramento. Manter o monitoramento e reaplicar caso necessário.
Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

CITROS:
Cigarrinha-do-pedúnculo e Tripes: Efetuar uma aplicação no inicio da infestação das pragas, repetir a aplicação em caso de reinfestação.

Bicho-furão: Fazer a aplicação quando cerca de 2% dos frutos do talhão estiverem atacados, e repetir caso for necessário. Utilizar o volume máximo de calda de 2000 Uha.
Mosca-das-frutas: As aplicações devem ser iniciadas durante a fase de inchamento do fruto, quando se constatar a presença da mosca através do monitoramento.
Psilídeo: Aplicar quando for constatada a presença da praga (adultos e/ou ninfas), utilizando-se o volume de calda de 2000 Uha. Caso seja necessário, fazer mais uma aplicação, respeitando-se o lfiteRiclio.de segurança.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. MAÇÃ:
Pulgão-lanígero: Agear quando for constatada a praga, alternando as aplicações com'inslindãs-de outros modos de ação, caso necessário.
Piolho-de-São-José e Besouro-de-limeira: Pulverizar no início do aparecimento das pragas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

PÊSSEGO:
Mosca-das-frutas: As aplicações devem ser iniciadas durante a fase de inchamento do fruto, quando se constatar a presença da mosca através do monitoramento.
Pulgão-da-falsa-crespeira: Pulverizar no início do aparecimento da praga.
Mariposa-oriental: A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga. om. o inseto tem preferência por atacar os ponteiros novos e os frutos do pessegueiro, deve ser focada nessas regiões.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

REPOLHO:
Pulgão-da-couve: iniciar as aplicações assim que for constatada a prese praga, devendo reaplicar
em caso de reinfestação. Em caso de pressão elevada e condições favoráveis para disseminação do inseto, intercalar as aplicações com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
Vaquinha-verde-e-amarela: aplicar no início da infestação, reaplicando caso necessário. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

SOJA:
Lagarta-da-soja: A aplicação deve ser realizada quando se detectar desfolha de cerda de 30% no período vegetativo da cultura, e no período reprodutivo, desfolha de cerca de 15%, ou ainda quando forem encontradas 20 a 30 lagartas grandes (>1,5 cm), por pano de batida.
Percevejo-marrom: aplicar quando forem constatados de 2 a 4 percevejos por pano de batida (ninfas grandes e adultos). Sob nível populacional maior ou no caso de reinfestação, realizar aplicação em bateria, ou então intercalando com produtos de diferente mecanismo de ação.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

TOMATE:
Vaquinha-verde-e-amarela: Realizar a aplicação quando for constatado dano nas folhas e tiver presença da praga. Reaplicar em caso de reinfestação.
Pulgão-verde: Realizar a aplicação quando forem observadas formas aladas ou então a presença de colônias nas folhas. Reaplicar no caso de reincidência, alternando com produtos de diferentes mecanismos de ação.

Broca-pequena-do-fruto: As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem garantir boa cobertura do produto principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado em pulverização com equipamento manual ou motorizado terrestre como, pulverização aérea.

PULVERIZAÇÃO TERRESTRE:
Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado, ou pulverizador tratorizado, munido de barra com bicos tipo leque ou cônicos recomendados para inseticidas de contato, ou outros tipos de equipamentos. Regular o equipamento de acordo com as indicações do fabricante dos bicos, visando obter uma cobertura uniforme de toda a parte aérea das plantas. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litros de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, sob condições climáticas adequadas. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Na cultura de citros, maçã e pêssego, utilizar turbo-atomizador, equipado com os bicos apropriados. Também é possível empregar pistolas modelo FIX com pressão de trabalho em torno de 300 libras/pol2 e vazão de 1.5 a 2.2 litros/min.

PULVERIZAÇÃO AÉREA:
Para todas as culturas indicadas: utilizar aeronaves equipadas com barra e bicos do tipo cônico com pontas de D6 a D12, disco (core) inferior a 45° ou atomizador rotativo Micronair. Volume de aplicação: 20 a 40 litros/ha. Altura de vôo: com barra 4 a 5 m do alvo desejado. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m. Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm2. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

Condições climáticas: Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva : poração
do produto. Evitar as aplicações nas horas mais quentes e na presença de ventos f. Umidade
relativa do ar: em torno de 60%. Velocidade do vento: no máximo 10 km/hora.
Providenciar sempre cobertura uniforme de pulverização das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Algodão 7 dias
Citros 7 dias
Maçã 7 dias
Pêssego 7 dias
Repolho 7 dias
Soja 21 dias
Tomate 3 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Até 24 horas após a aplicação do produto, deve-se utilizar macacão hidrorepelente, luvas e botas para reentrar na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há restrições de uso além de seguir criteriosamente as recomendações de uso do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISNMS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS; Vide Rem "Modo de aplicação".

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECN EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente I BAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — 1BAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — 1BAMA/MMA)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO AOS PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

PRECAUÇÕES GERAIS:
. Produto para uso exclusivamente agrícola;
. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto;
. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
. Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos;
. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
. O produto é extremamente irritante para os olhos;
. Use protetor ocular (óculos) - Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
. Use mascara cobrindo nariz e boca - Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
. Use luvas de borracha - ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
. Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos ou viseira facial, luvas e botas de borracha de cano longo, mascara cobrindo o nariz e a boca com carvão ativado e avental impermeável.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
. Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia;
. Quando utilizar pulverizador tratorizado, aplicar o produto contra o vento;
. Quando utilizar pulverizador costal, aplicar o produto a favor do vento;
. Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, touca árabe, óculos ou viseira facial, luvas e botas de borracha de cano longo, máscara cobrindo o nariz e a boca com filtro de carvão ativado e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
. Não reutilize a embalagem vazia;
. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
. Tome banho, troque e lave as roupas de proteção separadas das roupas domésticas.
. Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável;
. No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha de cano longo).
. Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecido.

PRIMEIROS SOCORROS:
. Ingestão: em caso de ingestão, NÃO PROVOQUE VÔMITO, procure o serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.
. Olhos: em caso de contato, lave-os imediatamente com água corrente em abundância e procure o serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Produto extremamente irritante para os olhos.
. Pele: em caso de contato, lave com água corrente em abundância e procure serviço médico de urgência ou pronto socorro, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
. Inalação: Procure local arejado e recorra a assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

INTOXICAÇÕES POR ORGANOFOSFORADOS - INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Grupo químico: Organofosforados

Classe toxicológica: Classe I - Extremamente Tóxico

MECANISMOS DE TOXICIDADE:
Inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase através de sua fosforilação, causando acúmulo de acetilcolina e conseqüente superestimulação das terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).

VIAS DE ABSORÇÃO: oral, inalatória, dérmica e mucosas.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição.

AS MANIFESTAÇÕES AGUDAS SÃO CLASSIFICADAS COMO:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): vômito, diarréia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), cefaléia, incontinência urinária, visão borrada.
Diaforese severa pode provocar desidratação e hipovolemia graves, resultando em choque.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. A freqüência cardíaca e a pressão arterial podem ser aumentadas ou diminuídas, devido aos efeitos muscarínicos.

Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma.

Também podem ocorrer, mais tardiamente, os seguintes quadros:
- Síndrome intermediária: aparece entre 24-96 horas após a exposição e a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente a face, o pescoço e as porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos, podendo prolongarse por meses após a exposição.
- Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais, caracterizada por paresias ou paralisias de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas, que também podem desencadear déficit residual de natureza neuro-psiquiátrica, com comprometimento da memória, concentração e iniciativa.

Metabolismo/Toxicocinética:
Após absorção, são distribuídos por todos os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde são metabolizados, e nos rins, que os excretam. A meia-vida destes inseticidas varia muito, dependendo da natureza do composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que a substância que os originou. Nas primeiras 48 h a acetilcolinesterase pode ser desfosforilada pela pralidoxima, recuperando sua atividade.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não a queda na atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa.
A pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar.
A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode evidenciar exposição, mas não são facilmente realizáveis. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento a confirmação laboratorial.

Tratamento:
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.

Descontaminação: visa a absorção e os efeitos locais.

ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, devera ser protegida por equipamentos de segurança, de forma a não se contaminar como agente tóxico.

Remover roupas e acessórios, e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.

Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.

Em caso de ingestão recente, proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e
proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.

Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas pérveas, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.

Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Específico e antídotos:
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.

Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não os
nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/Kg em crianças, EV.
Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg / ml. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contra-indica a atropinização.

Manter o paciente em observação por 48 horas, com monitorização cardio-respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos organofosforados pode ser comumente atribuída a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e conseqüente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.
É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas Oximas-Pralidoxima - é um antídoto específico para organofosforados.

Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, para estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos sítios afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente em SNC). Não reativa a colinesterase plasmática.

Dose de ataque:
Adultos: 1 g preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC, em doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídos em Soro Fisiológico, podendo ser repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12g/dia.

Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC (não exceder 4 mg/kg/min).

Deve ser iniciada nas primeiras 24 hs, para ser mais efetiva, mas pode ser realizada mais tarde, em especial para compostos lipossolúveis.

Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com Benzodiazepínicos sob orientação médica.

Contra- indicações
A diálise e hemoperfusão não estão indicadas.
Não provoque vômito em razão do risco potencial de aspiração.
Morfina, succinilcolina, teofilina, fenoltazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca.

Efeitos sinérgicos:
Com outros organosfosforados ou carbamatos.

Atenção:
As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
Comunique o caso e obtenha Informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através do telefone: 0800 580 1000

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO, E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Ratos machos e fêmeas eliminam respectivamente 90,8% e 79,7% do produto via urina dois dias após a ingestão.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O produto formulado apresenta dose letal oral aguda (DL50) para ratos igual a 1650 mg/kg, DL50 dérmica igual 8000 mg/kg para ratos, alem de outros sinais, o produto causou opacidade de córnea irreversível em 7 dias para os olhos de coelhos. Sendo o mesmo enquadrado na Classe Toxicológica I. O NOEL igual a 5 ppm no ensaio crônico com ratos.

SINTOMAS DE ALARME:
Os sintomas de alarme são: fraqueza, dor de cabeça, opressão no peito, visão turva, miose, salivação abundante, suores, náuseas, vômitos, diarréia e cólica abdominal.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Disque Intoxicações: 0800 580 1000
Informações de Emergência Toxicológica: 0800 70 104 50 (24 horas)
Telefone da Empresa: (0XX11) 5189-2100 (Horário comercial)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHEMINOVA BRASIL LTDA. Telefone de Emergência: 0800 111 767.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODO PARA DESATIVAÇÃO DO AGROTÓXICO E DE SEUS COMPONENTES:
Incinerar é o método mais indicado em forno rotativo/câmara de pós-combustão de 7,5 ton/dia de capacidade nominal e com DRE acima de 99,999%. Esta operação deve ser de conformidade com a norma ABNT NBR 1265. Parâmetros para incineração:
- Temperatura do forno: 900 °C
- Temperatura da câmara de pós-combustão de: 1200° C
- Tempo de residência gases (CPC): 3,2 seg
- Tempo de residência dos gases (FR): 2,5 seg
- Tempo de residência de sólidos (FR): 30 min
- Pressão de operação: - 0,2 mbar
- Oxigênio em excesso na chaminé: 11%
- Monitoramento em "on line" para CO e O2

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do Programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido à pressão de seleção de insetos com algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas na bula.
- Sempre consultar um. Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI