Bula Matrine - Dinagro

Bula Matrine

acessos
Oxymatrine
8613
Dinagro

Composição

Oximatrine 2 g/kg Alcalóides Quinolizidínicos

Classificação

Acaricida
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
1 a 1,2 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 20 dias. Não determinado. Quando for atingido o nível de controle no campo, quando 40% das plantas estiverem atacadas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
100 a 150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 30 dias. Não determinado. A partir da constatação da praga principalmente em ramos novos ou ponteiros, ou dos primeiros sintomas
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 30 dias. Não determinado. A partir da constatação da praga ou dos primeiros sintomas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 mL p.c./100L água 1500 L de calda / planta - 30 dias. Não determinado. Ao final da florada, quando atingido o nível de controle no campo
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
75 a 100 mL p.c./100L água 1500 L de calda / planta - 30 dias. Não determinado. Ao final da florada, quando atingido o nível de controle no campo

Primária - Garrafa plástica - 100 mL, 250 mL, 500 ml, 1L e 2L
Bombona plástica - 5, 10, 20, 50, 100 e 200L
Balde plástico - 5, 10, 20, 50, 100 e 200L
Tambor metálico - 50, 100 e 200L
Container plástico - 500 e 1000L
Secundária - Saco plástico - 10 e 20L
Saco de papelão multifolhado - 10 e 20L
Caixa de papelão - 10 e 20L

MODO DE APLICAÇÃO:
Número, Época e intervalo de aplicação:
Algodão: O produto deve ser aplicado quando for atingido o nível de controle no campo, ou seja, quando 40% das plantas estiverem atacadas. Este ataque é facilmente observado pela visualização da face inferior das folhas mais novas, que sob ataque do Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus), apresentarão uma leve coloração cinza brilhante. Os ataques mais severos são de janeiro a março, favorecido por temperatura elevadas e tempo chuvoso. O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga no campo, com intervalo de 20 dias entre as aplicações, e não devendo ser efetuadas mais do que 4 aplicações por safra da cultura.
Café: Inicie o controle do Ácaro-vermelho (Oligonychus Ilicis) a partir da constatação dos primeiros ácaros ou aparecimento de sintomas (face superior das folhas recobertas por pequenas teias e/ou início do aparecimento do sintoma de bronzeamento), principalmente em época de estiagem. O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga, com intervalo de 30 dias entre as aplicações, e não devem ser efetuadas mais do que 4 aplicações por safra da cultura.
Para o controle do Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus), faça a aplicação a partir da constatação dos primeiros ácaros, principalmente sobre ramos novos ou ponteiros, ou aparecimento dos primeiros sintomas (folhas novas deprimidas na parte central com os bordos voltados para baixo). O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga, com intervalo de 30 dias entre as aplicações, e não devem ser efetuadas mais do que 4 aplicações por safra da cultura.
Citros: O produto deve ser aplicado ao final da florada (plantas sem pétalas e sem estilete), quando for atingido o nível de controle no campo, o que para o Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) corresponde a 5% dos frutos com pelo menos 1 ácaro (quando não houver sintomas do ataque) e 10% dos frutos com pelo menos 1 ácaro (quando houver sintomas do ataque). Os sintomas são caracterizados por manchas marrons deprimidas circundadas por um halo amarelo. A amostragem deve ser feita em 20 plantas ao acaso, analisando-se 3 frutos por planta (dê preferência aos frutos no interior das copas, com pelo menos 20 cm de comprimento). O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga, com intervalo de 30 dias entre as aplicações, e não devem ser efetuadas mais do que 4 aplicações por safra da cultura.
Para o controle do Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora), o produto deve ser aplicado ao final da florada (plantas sem pétalas e sem estilete), quando for atingido o nível de controle no campo, o que corresponde a 20% dos frutos com 5 ácaros/cm2. A amostragem deve ser feita em 20 plantas ao acaso, analisando-se 3 frutos por planta (dê preferência aos frutos no interior das copas, visando apenas 1 cm2 dos frutos verdes). O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga, com intervalo de 30 dias entre as aplicações, e não devem ser efetuadas mais do que 4 aplicações por safra da cultura.
Apesar de não ser provável a identificação de resíduo na colheita de alimentos que sofreram a exclusiva aplicação de Kingbo, indica-se para este produto um número máximo de 4 aplicações para que seja evitado o desenvolvimento de resistência das pragas em questão contra este ativo, para que o uso das boas práticas agrícolas seja aplicado e ainda para que o Manejo Integrado de Pragas seja respeitado.
EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO E MODO DE PREPARO DA CALDA:
Efetue as aplicações de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas, sem causar escorrimento, podendo ser realizadas pulverizações com equipamento manual ou motorizado costal, tratorizado de barra ou turbo atomizador. Para o controle de ácaros devem ser utilizados os bicos cônicos. Os bicos devem ser regulados à pressão 80 a 200 lb/pol2, para a proporção de gotas de 110 a 250 micras de diâmetro e com densidade mínima de 40 gotas/cm2. Evite aplicação nas horas mais quentes do dia, temperatura acima de 27° C ou com a presença de ventos fortes, velocidade acima de 10 Km/hora bem como a umidade relativa do ar abaixo de 50%.
Algodão: Adote um volume de calda de 400 Uha.
Café: Adote um volume de calda de 1000 L/ha.
Citros: Adotar um volume de calda de 1500Uplanta.
INTERVALO DE SEGURANÇA: não determinado devido á natureza orgânica e biodegradável dos ativos.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(DE ACORDO COM AS RECOMENDAÇÕESAPROVADAS PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA SAÚDE HUMANA)
LIMITAÇÕES DE USO:
- Recomendações especiais: agite a embalagem com o produto antes do preparo da calda. Use água limpa e com pH 6 - 7 para o preparo da calda. Use a calda no mesmo dia do seu preparo. Não aplique a calda logo após a irrigação e não irrigue a cultura no prazo mínimo de dois dias após a aplicação do produto.
- Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A calda deve permanecer em agitação para homogeneidade do ingrediente ativo. A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.

MINISTÉRIO DA SAÚDE — AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual — EPIs: macacão de algodão hidro-repelentes com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPIs: jaleco e calça de algodão hidro-repelentes com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro apropriado para partículas e névoas/vapores orgânicos, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, jaleco, botas, calças, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilize a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPIs: jaleco e calça de algodão hidro-repelentes com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave imediatamente os olhos com água em abundância durante pelo menos 15 minutos. Obter orientação médica.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), remover a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Antídoto: Não há antídoto específico.
INTOXICAÇÕES POR KINGBO
Grupo químico: Alcaloides quinolizidínicos
Classe Toxicológica: Classe II - ALTAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica
Sintomas e sinais clínicos: Os estudos de toxicidade aguada realizados com
animais de laboratório não apresentam sinais.
Tratamento: Tratamento deve ser sintomático e de suporte. Manter o paciente sob observação.
Contra indicações: A indução de vômito é contra indicada em razão de risco de aspiração.
Efeitos sinérgicos: Efeitos não conhecidos
ATENÇÃO: Ligue para o DISQUE INTOXICAÇÃO: 0800-722- 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centro de informação e Assistência Toxicológica RENACIAT-ANVISA-MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/ MS)

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- O produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DINAGRO AGROPECUÁRIA LTDA.. - Telefone de Emergência: (0)0(16) 3629-1110.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPIs (jaleco e calça impermeáveis, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 , pó químico, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's (Equipamento de segurança individual) recomendados para o preparo da calda do produto; TRÍPLICE LAVAGEM
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imdeiamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem as embalagens e agite-as por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulvcerizador;
- Faça esta operação 3 vezes;
- Inutilize a embalagem plástica opu metálica perfurando o fundo;
LAVAGEM SOB PRESSÃO
Ao utlizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos :
Encaixxe a embalagem vazia no local apropriado ao funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos :
!mediamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mante-las invertida
sobre a boca do tanque de pulverização em posição vertical durante 30 segundos; Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalage deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva , quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com a tampa, pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com a tampa, pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabecimento.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
Telefone de emergência da empresa (16)36291110
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral : superior a 2000 mg/kg de peso corpóreo sendo classe IV-pouco tóxica por via oral.
DL 50 cutânea : superior a 4000 mg/kg de peso corpóreo sendo classe IV-pouco tóxica por via dermal.. CL50 inalatória : superior a máxima concentração de aerossol de 1,887 ring/L por 4 horas de exposição sendo considerada classell- altamente tóxica por via respiratória.
Irritação Ocular : não irritante aos olhos.
Irritação D��rmica: todos os animais apresentaram eritema grau 1, reversíveis em até 24h , sendo classificado como não irritante para derme.
Sensibilização dérmica: não sensibilizante para a pele de cobaias
Mutagenicidade: O produto KINGBO não apresentou efeito mutagênico para Salmonella typhimurium.
Efeitos crônicos:
Não foram realizados estudos crônicos com este produto. Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos.
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.