Bula Metiz

acessos
Metribuzin
4114
Agro Import

Composição

Metribuzim 480 g/L Triazinona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Seletivo

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Gorga
(Spergula arvensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha (aéreo) 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Catirina
(Hyptis lophanta)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Gorga
(Spergula arvensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/cova 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mentruz
(Coronopus didymus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mostarda
(Brassica rapa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 120 dias. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Gorga
(Spergula arvensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Gorga
(Spergula arvensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 60 dias. 14 dias após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes

Frasco - Plástico - 1L
Galão - Plástico - 5L
Balde - Plástico - 20L
Bombona - Plástico - 5 20 50 e 100L
Tambor - Metálico - 50 e 200L

O produto é aplicado na forma de pulverização.
METIZ é recomendado em aplicações aéreas e terrestres. A distribuição nas aplicações terrestres deve ser uniforme, podendo a vazão ser de 200 a 400 L/ha de calda.
Em aplicações tratorizadas: Pressão da bomba 40 — 60 lb/pol2 — barra equipada com bicos 80:04 distanciados 50 cm entre si, à altura de 50 cm do solo. Na aplicação evitar sobreposições, pois isso causará aumento da concentração do produto acima do recomendado.
Em aplicações aéreas: Recomenda-se que sejam empregados no mínimo 20 litros de calda por hectare. O aparelho deve estar equipado com bicos leques ou D25, a altura de vôo de 2 a 4 m, vento calmo ou menor que 8 Km/hora, umidade relativa maior que 70% e temperatura inferior a 30°C.
Pulverizador costal: Utilizar bico leque, da série 80 ou 110, com pressão de 15 a 20 lb/pol2, aplicando 200 a 400 litros de calda por hectare. Recomenda-se manter o ritmo das bombadas em cadência com os passos do aplicador visando obter uma pulverização uniforme.
Preparo da Calda:
A calda deve ser preparada pelo preenchimento do pulverizador com água a até 30 a 40% do seu volume e acrescentando sob agitação a quantidade recomendada do produto para área a ser tratada diretamente no tanque do pulverizador, completando então com água até o volume desejado.
Cultura Modalidade de Emprego (Aplicação) Intervalo de Segurança (Dias)
Batata Pré/Pós-emergência 60
Cana-de-açúcar Pré/Pós-emergência 120
Soja Pré-emergência (1)
Tomate Pré/Pós-emergência 60
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas;
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: METIZ não é fitotóxico às culturas quando aplicado nas modalidades e doses recomendadas;
- Além de se observar os intervalos de segurança e reentrada, o produto não deve ser usado nas seguintes cultivares de soja: FT-21 (Siriema), FT Cometa, Coodetec 206, BRS 132, UFV19, UFV-20, Campos Gerais, FT-1, FT-11 (Alvorada) e Embrapa 132.
- Alertamos que novos cultivares de soja a serem lançados, deverão ser previamente testados com aplicação de Metribuzin.
- O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme a recomendação;
- Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos acima de 8 km/h, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva);
- Todo equipamento usado para aplicar o METIZ deve ser descontaminado antes de outro uso.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos ordem; macacão., botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados,
Nao utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos. orifícios e válvulas com a boca.
\ião transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos. raobes
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidentai da pessoa com o produto, siga as orientações (leiJutTri.aiii. or, primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergencia
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
equipamento de proteção individual ---- EPI: macacão com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas acima das botas de borracha:, avental impermeável: máscara com químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos ordem; macacão., botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados,
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos. orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos. rações
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidentai da pessoa com o produto, siga as orientações do primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
equipamento de proteção individual ---- EPI: macacão com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas acima das botas de borracha:, avental impermeável: máscara com químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa
(Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Use equipamento de proteção individual -- EPI: macacão com trata
mangas compridas passando por cima do punho das luvas, botas de borracha: máscara com filtro combinado e filtro mecânico classe P2): óculos de segurança com ''touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA.;
- No descarte de embalagens, utilize equipamentos de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR METRIBUZIM
Grupo Químico: Triazinona INFORMAÇÕES MÉDICAS
Classe
toxicológica: II — ALTAMENTE TÓXICO
Vias de
exposição : Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética: Não há dados disponíveis em humanos. Muitos estudos foram realizados com ratos, camundongos, cães e animais da fazenda. Metribuzim é rapidamente absorvido pela via oral, com pico sérico após 4 horas depois de uma única administração. Há evidências que sugerem que o citocromo P450 está envolvido no metabolismo inicial. As transformações metabólicas são realizadas por diferentes vias, incluindo hidroxilação, desmetilação, oxidação e conjugação. Todos esses passos tendem a tornar os metabólitos mais solúveis em água & aumentar a taxa de excreção pelos rins. Metribuzim e seus metabólitos são distribuídos pelos tecidos com maiores concentrações no fígado, nos rins e na tireóide, e, muito baixo, nas gonadas. Não parece haver qualquer acumulação tecidual significante. É rapidamente excretado e quase completamente eliminado dentro de uns poucos dias, principalmente através da urina e das fezes
Mecanismos de
toxicidade: Há pouca informação disponível acerca do mecanismo específico de toxicidade do Metribuzim em humanos ou em outras espécies de mamíferos. As triazinonas inibem a síntese de ácido amino alifático em plantas. Esta via metabólica não existe em mamíferos e geralmente a toxicidade é baixa em estudos com animais.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingesta de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a
ingestão (1 hora).
1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mi de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano;
2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica. Antecede a administração do carvão.
1. Considere após a ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não¬intubados; após ingestão de compostos corrosivos;
hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente, não devendo ser evitado. Neste caso, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Atenção: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário; uso de PEEP pode ser requerido. Monitorar temperatura corporal e tratar, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite e coma, se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Sensibilização cutânea (Guinea pig): o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias quando utilizado na concentração original.
Efeitos crônicos:
Em estudos crônicos em animais, o tratamento com Metribuzim resultou em diminuição no ganho de peso, alterações hematológicas, bioquímicas, aumento no peso hepático e tireoidiano e óbitos. Efeitos transitórios neurocomportamentais foram observados.
Não há consenso sobre os efeitos genotóxicos. Há insuficientes informações sobre carcinogenicidade em animais.
Estudos em ratos e coelhos sugerem toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento, que foram evidenciadas pelo incremento de abortos, redução do tamanho fetal na segunda geração e anormalidades nas costelas. Metribuzim é suspeito de ser desregulador endócrino.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[x] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
[ I - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[ ] - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. — telefone de Emergência: (51) 3433-0388.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável ou hidrorrepelente, luvas e botas de borracha, óculos de segurança e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d'água e siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: coloque material absorvente (por exemplo, serragem, terra ou areia) sobre o conteúdo derramado. Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na Posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; ,
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. ASS: Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar e•ui•amento inde endente ara lava em sob ressão adotar os se uintes procedimentos.
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob segundos;
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo do prazo de validade mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuár , deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo do prazo de validade.
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA NÃO CONTAMINADA
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.