Bula Metolachlor 960 EC

acessos
Metolacloro
3501
Adama

Composição

Metolacloro 960 g/L Cloroacetanilida

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Pré-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura

Conteúdo: 500 ml, 1, 5, 20, 50, 100, 200, 400 e 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

O Metolachlor 960 EC é um herbicida pré-emergente utilizado para o controle de plantas daninhas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O METOLACHLOR 960 EC deve ser diluído em água e aplicado através de pulverização, utilizando pulverizador tratorizado ou costal com agitação constante da calda de pré-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja.


MODO DE APLICAÇÃO:
O METOLACHLOR 960 EC deve ser diluído em água e aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja através de pulverização, utilizando pulverizador tratorizado ou costal com agitação constante da calda de maneira que a calda de pulverização permaneça homogênea durante todo o período de aplicação. O pulverizador dever estar equipado com filtros com malha apropriada de acordo com a especificação dos bicos, para evitar entupimentos durante a pulverização. Os filtros devem ser verificados diariamente logo após o término da pulverização e se necessário executar a limpeza para evitar o entupimento dos bicos e redução do volume de calda na pulverização.

Utilizar bicos (pontas de pulverização) de jato plano preferencialmente da série 11002, 11003 ou 11004 com espaçamento entre bicos de 50 cm proporcionando assim um volume de calda de até 200 l/ha. A velocidade de aplicação deve ser de 4 a 6 km/hora. A pressão de pulverização deve ser regulada conforme especificação do bico escolhido e volume de calda desejado.

VOLUME DE CALDA: utilizar até 200 litros de calda/ha. O volume de calda pode ser menor que 200 litros/ha, conforme as recomendações técnicas da pesquisa e assistência técnica para a cultura da soja nas diferentes regiões brasileiras. A regulagem do pulverizador deve ser aferida diariamente. Poderá ser utilizado a seguinte fórmula para calibragem do pulverizador:
Litros/hectare = 60.000 x litros/minuto
km /h x E

E=espaçamento entre bicos na barra (cm); Litros/minuto= vazão do bico;
Km/h = velocidade do pulverizador.

Após a preparação da calda é obrigatório realizar a TRÍPLICE LAVAGEM nas embalagens vazias, sempre vertendo no pulverizador, a calda resultante da tríplice lavagem.








PREPARAÇÃO DA CALDA: colocar 1/3 do volume do pulverizador com água, depois colocar a dose recomendada do METOLACHLOR 960 EC e em seguida completar com água até o volume desejado de calda, manter sempre a calda em agitação.

TIPO DE SOLO: O METOLACHLOR 960 EC nas doses acima indicadas é um herbicida recomendado para solos argilosos. Em plantio convencional, o solo bem preparado e livre de torrões. Em plantio convencional e direto, o produto deve ser aplicado logo após a semeadura com o solo com umidade.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não especificado devido à modalidade de uso.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS

LIMITAÇÕES DE USO:
Evitar aplicar em solo seco e com ervas-daninhas germinadas. Não aplicar em dias com vento, pois ocorrerá perda do produto devido a deriva e conseqüentemente a redução da eficácia.

FITOTOXICIDADE: Nas doses testadas e em aplicação em pré-emergência o METOLACHLOR 960 EC não apresenta fitotoxicidade à cultura da soja


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.









INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas daninhas a ele resistentes. Como a pratica de manejo de resistencia de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se fazer a rotação de culturas que possobilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos procure um engenheiro agrônomo.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

DADOS RELATIVOS ÀS PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

MANUSEIO DO PRODUTO:
Use Protetor Ocular:
O produto é irritante para os olhos.
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Use máscara, cobrindo o nariz e a boca:
Produto perigoso se inalado ou aspirado.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Use Luvas de Borracha:
Produto irritante para a pele.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos:
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.


PRECAUÇÕES DURANTE O USO :
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave suas roupas.


PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão:
Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

Olhos:
Lave com água e abundância e procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

Pele:
Lave com água em sabão em abundância e se houver irritação procure o médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

Inalação:
Procure lugar arejado e recorra a auxílio médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Realizar tratamento sintomático e administrar terapia de suporte.

ANTÍDOTO:
Não há antídoto específico.


Mecanismo de ação, absorção e excreção para o ser humano:
O metolachlor é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado na urina e fezes, 21% na urina e 51% nas fezes, em 48 horas.

Efeitos agudos e crônicos:
DL 50 oral e dermal > 2000 mg/kg


Efeitos colaterais:
Observar o paciente para o tratamento sintomático.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter mais informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS)
Notifique o sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da Empresa: 0800-400-7505

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I)
( x ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental. - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazenamento deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A pelo telefone de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final;
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
• Corpos d’água – interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
• LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.