Bula Micene

acessos
Cimoxanil + Mancozebe
15608
Oxon

Composição

Cimoxanil 60 g/kg Acetamida
Mancozebe 700 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Sistêmico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente no controle da requeima
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
150 a 300 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente no controle da requeima
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
200 a 300 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Aplicar no início do crescimento da brotação até o início da frutificação. 7 dias. Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias

Sacos Flexíveis:
-Papel com filme de polietileno: 0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 25 e 50 Kg.
-Papel com polietileno e alumínio: 0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 25 e 50 Kg.
-Polietileno:0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 25 e 50 Kg.
-Celopodi:0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 25 e 50 Kg.
-Alumínio com polietileno: 0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 25 e 50 Kg.
-Papel multifoliado:0,5; 1; 2; 5; 10; 20; 25 e 50 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
MICENE® é um fungicida para aplicações nas culturas de batata, tomate e uva.

CULTURAS, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
"Vide Indicações de Uso/Doses"


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
?Batata e Tomate: aplicar preventivamente no controle da requeima, com intervalos de 7 dias, com um número máximo de 4 aplicações. Em condições altamente favoráveis à doença (alta umidade e temperaturas amenas), recomenda-se usar a dosagem maior e uma redução no intervalo das aplicações.
?Uva: aplicar no início do crescimento da brotação até o início da frutificação. Em condições normais aplicar com intervalos de 7 a 10 dias, com um número máximo de 4 aplicações.


MODO DE APLICAÇÃO:
MICENE® é apresentado na forma pó molhável, e é aplicado através de pulverizadores com equipamentos terrestres. São usados pulverizadores tratorizados de barra, ou outros tipos de equipamentos.

A quantidade de calda varia em função do porte e enfolhamento da planta, em geral de 600 a 1000 L/ha. Para as culturas na plenitude do seu desenvolvimento usar 1000 L/ha para tomate e uva e 600 L/ha para batata.

Em qualquer tipo de aplicação, providenciar para que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Tolerância (dias)
Cymoxanil Mancozeb
Batata 7 7
Tomate 7 7
Uva 7 7

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Após a secagem do produto nas plantas ou 24 horas. Se houver necessidade de entrar na área tratada antes deste período, deve-se usar EPI’s ( macacão de mangas compridas, luvas e botas).

LIMITAÇÕES DE USO:
Nas doses recomendadas, MICENE® não é fitotóxico às culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Para as culturas perenes: Uva.
O produto MICENE deve ser aplicado através de pulverizadores e atomatizadores tratorizados ou costal, munidos ou não com canetas ou lanças de pulverização.

Para as culturas anuais: Batata e Tomate.
O produto MICENE deve ser aplicado através de pulverizadores tratorizados com barra ou costal, munidos com pontas de pulverização de jato cônico atendendo as necessidades de tamanho de gota e volume de pulverização ou com atomizadores tratorizados e costal munidos ou não com canetas/lanças de pulverização.




DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola;
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto;
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; viseira facial e luvas de borracha.
-Manuseie o produto em local aberto.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia;
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto;
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com magas compridas passadno por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; macacão impermeável; botas de borracha; máscara com filtri mecânico classe P2, viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado'), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR MICENE (CIMOXANIL + MANCOZEBE)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
•Grupo Químico: Acetamida + Alquilenobis (ditiocarbamato)
•Classe toxicológica: III - MEDIANAMENTE TÓXICO
•Vias de exposição:
Cimoxanil - Pode ser absorvido por via respiratória, cutânea e oral.
Mancozebe - É rapidamente absorvido por via respiratória e cutânea e pouco absorvido por via oral.
•Toxicocinética:
Cimoxanil:Prontamente absorvido pelo intestino, eliminado pela urina e em quantidade menor pelas fezes. A principal rota de eliminação é via renal. A formação do metabólito envolve a hidrólise e conseqüente degradação do cimoxanil em glicina que é incorporada nos constituintes naturais e logo metabolizada. Hidrólise e subseqüente conjugação com a glucuronida é provavelmente a maior via metabólica.
Mancozebe - Após a absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71 %) e urina (16%).
•Mecanismos de Toxicidade:
Cimoxanil - Conjugação com proteínas hepáticas.
Mancozebe - As formulaçãoes contendo mancozebe têm ação irritante para a pele, trato respiratório e olhos.
•Sintomas e sinais Clínicos:
Exposição Dérmica:
Cimoxanil - O contato com a pele pode causar irritação, queimaduras, inchaço e vermelhidão.
Mancozebe - Pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema síndrome parkinsoniana (manganismo).

Exposição Respiratória:
Cimoxanil - A inalação pode causar irritação das narinas e garganta dolorida, falta de coordenação e corisa.
Mancozebe - Pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), síndrome parkinsoniana (manganismo), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas.

Exposição Ocular:
Cimoxanil - Irritação nos olhos, dor e visão borrada.
Mancozebe - Pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.

Exposição Oral:

Cimoxanil - A ingestão pode causar depressão temporária do sistema nervoso com confusão e falta de coordenação, sonolência, perda de consciência, alteração sanguínea e mudanças patológicas do fígado e perda de peso.
Mancozebe - Pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, dores abdominais diarréia, náuseas, vômitos e diarréia, além de anorexia, cefaléia, tonturas, vertigem, visão borrada, fraqueza muscular, miose, sudorese, lacrimejamento excessivo, bradicardia, convulsões e coma.

•Diagnóstico:O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exame de urina tipo I e funçao renal, dosagem do manganês do sangue e na urina (níveis normais 20 a 80 µg/L e 1 a 8 µg/L na urina) para o diagnóstico de intoxicação por mancozebe.
•Tratamento:As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a
adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1.Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2.Se houver exposição ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3.Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativa na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado em 240 ml de água.
4.Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação oro - traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.
•Contra-indicações: A indução de vômito é contra-indicada em razão de risco de aspiração e pneumonite química.
•Efeitos sinérgicos: Cimoxanil - E estruturalmente relacionado ao metazacloro, dimetenamida e amifós.
Mancozebe - É estruturalmente relacionado ao dissulfiram, podendo produzir reação similar a este quando interagindo com o álcool: intolerância ao álcool ou efeitos antabuse.
•ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica -RENACIAT – ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa: 08007010450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o MANCOZEBE é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida. O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólito é a etilenotiouréia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação do plasma é bifásica e está essencialmente completa em 24 horas. A excreção se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile em menor quantidade.
Em estudos de laboratórios com o CIMOXANIL, observou-se que com a administração oral, a principal via de excreção é a urina, seguida pelas fezes, sendo que após 72 horas 82,30% d produto é eliminado, o restante pode ficar retido nos tecidos.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos para o MICENE
DL50 aguda oral em ratos > 2.000 mg/kg - os sintomas de intoxicação observados foram pêlo eriçado, postura encurvada, dispnéia, sintomas comuns nos testes de toxicidade aguda.
DL50 aguda dérmica em ratos > 2.000 mg/kg - não ocorreram sintomas nos animais testados durante todo o estudo.
CL50 (4-h) > 5,08 mg/L de ar.
O estudo de irritabilidade ocular em coelhos demonstrou irritação da conjuntiva reversível em até 7 dias.
O estudo de irritabilidade dérmica em coelhos demonstrou uma irritação muito leve.
O estudo de sensibilização dérmica em cobaias classificou o produto como sensibilizante (30%).

Efeitos crônicos
Cimoxanil: Apresenta dose de nenhum efeito observável de 5,6 mg/kg em ratos e 18,7 mg/kg em camundongos. O Cimoxanil não é teretogênico, carcinogênico ou mutagênico.
Mancozebe: A médio prazo, o Mancozebe tem uma dose de nenhum efeito observável, após administração oral, em ratos, de 7,42 mg/kg/dia para machos e 9,24 mg/kg/dia para fêmeas sendo o único efeito observado a queda de níveis de T4 e TSH. A longo prazo, o Mancozebe não provoca nenhum efeito irreversível. O Mancozebe não é teratogênico, carcinogênico ou mutagênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

-Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicado r em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUACONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM AGRO S.A. pelo
telefone (OXX34) 3319-5568 e pelo telefone de Emergência: 0800-701-0450.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU
PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- EMBALAGEM FLEXÍVEL:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
-Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.