Bula Native - Agrivalle

Bula Native

acessos
Bacillus amyloliquefaciens, cepa (CPQBA 040-11DRM 01) + Bacillus amyloliquefaciens, cepa (CPQBA 040-11RRM 04) + Trichoderma harzianum, cepa (CPQBA 040-11DRM 09)
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Agrivalle

Composição

Bacillus amyloliquefaciens 480 g/kg Nematicida microbiológico
Trichoderma harzianum cepa CPQBA 040-11 DRM 09 400 g/kg Fungicida microbiológico

Classificação

Fungicida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Fungicida microbiológico

Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
90 a 250 g p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar via tratamento de sementes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
300 a 600 g p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações conforme descrito na época. Não determinado. Realizar as aplicações na forma de pulverização, iniciando no estádio VE (emergência da cultura), a segunda em V4 (terceiro trifólio completamente desenvolvido) e a terceira em R1 (início do florescimento)
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
90 a 250 g p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar via tratamento de sementes
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
300 a 600 g p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações conforme descrito na época. Não determinado. Realizar as aplicações na forma de pulverização, iniciando no estádio VE (emergência da cultura), a segunda em V4 (terceiro trifólio completamente desenvolvido) e a terceira em R1 (início do florescimento)

Número, época, intervalo e modo de aplicação:

Soja: Realizar as aplicações de NATIVE na forma de pulverização, iniciando no estádio VE (emergência da cultura), a segunda em V4 (terceiro trifólio completamente desenvolvido) e a terceira em R1 (início do florescimento).
Demais culturas: Aplicar o produto preventivamente, conforme o histórico de ocorrência das doenças no local.

Modo de Aplicação:

Tratamento de sementes - Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes, seguindo as recomendações de uso do fabricante do equipamento.
Utilizar no máximo 500 mL de água para tratar 100 kg de sementes.
Pulverização foliar - Os equipamentos devem estar adequados para proporcionar uma
cobertura uniforme sobre a cultura e minimizar os riscos de deriva.

Condições climáticas recomendadas durante a pulverização:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Temperatura abaixo de 30°C
• Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h

Aplicação terrestre:

Realizado através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante. O pulverizador tratorizado deve proporcionar agitação constante da calda durante a aplicação para evitar decantação do produto.

Aplicação aérea:

Através de aeronaves agrícolas utilizando volume de calda entre 30 a 50 L/ha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferiores a 3 km/h devido ao fenômeno da inversão térmica.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
a) Assegurar a limpeza do tanque do pulverizador antes do preparo.
b) Colocar aproximadamente 2/3 do volume total de água no tanque, de acordo com o
volume de calda calculado para a aplicação.
c) Adicionar o produto no tanque.
d) Completar o tanque com o restante do volume total de água.
e) Manter a calda em agitação para homogeneização da calda de aplicação.

Limpeza do equipamento de aplicação:

Antes de utilizar o equipamento, assegure a sua limpeza e verifique se está em condições adequadas para uso. Logo após a pulverização, realizar a limpeza do equipamento, tanto do tanque como de todo o sistema por onde passou a calda de aplicação. O descarte dos efluentes, resultantes da lavagem, deve atender a legislação local.

1.3. Intervalo de Segurança:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

1.4 Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.5 Limitações de uso:

Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias.
Somente usar as doses recomendadas.

1.6 Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem utilizados:

Vide modo de aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.8 Informações sobre o Manejo Integrado de Doenças:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, rotação de
culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da
irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

1.7 INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a
esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
? Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo
alvo, sempre que possível;
? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene
de resistência quando disponíveis, etc;
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto;
? Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais
estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da
eficácia dos fungicidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de
Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas
(FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
WWW.agricultura.gov.br).