Bula Neolist

acessos
2,4-D
31317
Dow AgroSciences

Composição

2,4-D Sal de Colina 285.92 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente ácido de 2,4-D 195 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente ácido de N-(fosfonometil) glicina - Glifosato 205 g/L Glicina Substituída
Glifosato - Sal de Dimetilamina 259.66 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico

Milho - Geneticamente Modificado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
6 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Buva
(Conyza bonariensis)
6 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Capim colonião
(Panicum maximum)
4 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Erva de santa luzia
(Euphorbia hirta)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Erva de santa luzia
(Euphorbia hirta)
4 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Soja
(Glycine max)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Soja
(Glycine max)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas) ; dessecação pré-plantio até a pré-emergência da cultura do milho geneticamente modificado
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 90 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Soja - Geneticamente Modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
6 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Buva
(Conyza bonariensis)
6 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Capim colonião
(Panicum maximum)
4 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Erva de santa luzia
(Euphorbia hirta)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Erva de santa luzia
(Euphorbia hirta)
4 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Soja
(Glycine max)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)
Soja
(Glycine max)
2 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. Não determinado. Pós-emergência das plantas daninhas (até 4 folhas ou pares de folhas); dessecação pré-plantio da cultura da soja geneticamente modificada
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 60 dias. Pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato (Quando a cultura estiver entre os estádios V2 e V4)

Conteúdo: 0,5; 1; 4; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 35; 50; 60; 100; 200; 210; 220; 250; 420; 1000 e 1200 Litros.

NEOLIST é um herbicida sistêmico recomendado para o controle em pós-emergência das plantas daninhas. A definição da dose de NEOLIST a ser aplicada depende do estádio de desenvolvimento e do estado fisiológico das plantas daninhas no momento da aplicação. A dose mínima do herbicida NEOLIST deve ser usada para o controle das plantas daninhas em estádios iniciais de desenvolvimento (até 4 folhas ou pares de folhas) e sob condições fisiológicas da cultura e ambientais favoráveis, enquanto a dose máxima deve ser usada para o controle das plantas daninhas em estádios avançados de desenvolvimento (mais de 4 até 8 folhas ou pares de folhas ou pré-florescimento) porém sob condições fisiológicas e ambientais também favoráveis, tais como: adequada umidade no solo, temperatura abaixo dos 30ºC, etc. Na grande maioria dos casos, uma única aplicação do herbicida NEOLIST será suficiente e eficiente para o controle das plantas daninhas, podendo ser reaplicado se houver novo fluxo de emergência, até o limite máximo de duas aplicações de 6,0 litros por hectare, conforme quadro de instruções de uso.


MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:


O herbicida NEOLIST deve ser aplicado através de pulverizador tratorizado terrestre equipado com pontas de pulverização em jato plano, capaz de gerar gotas grossas e muito grossas (entre 218 e 428 micra de Diâmetro Médio Volumétrico - DMV), calibrado para a taxa de aplicação entre 100 a 150 litros por hectare, capaz de propiciar uma boa cobertura foliar das plantas daninhas alvo com densidade adequada de gotas.

De modo geral, recomenda-se a aplicação do herbicida NEOLIST através de pulverizador tratorizado, equipado com pontas de jato plano com indução de ar tal como AIXR 110.015, espaçadas de 50 cm, anguladas a 90º em relação ao solo, a 0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação base entre 100 a 150 litros de calda de pulverização por hectare. A pressão de trabalho e velocidade do pulverizador deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas.

Na pulverização com o herbicida NEOLIST utilize técnicas que proporcionem maior cobertura do alvo. Consulte um engenheiro agrônomo. As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).

Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 50%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).

O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas de cada local, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Modalidade de emprego (aplicação) Intervalo de Segurança (dias)
Soja Pré-emergência - (1)
Soja Pós-emergência - 60 (2)
Milho Pré-emergência - (3)
Milho Pós-emergência - 90 (4)
(1) Para aplicações do herbicida NEOLIST em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura na cultura da soja, o intervalo de segurança não é determinado devido à modalidade de emprego.
(2) Aplicações do herbicida NEOLIST em pós-emergência das plantas daninhas e somente sobre a cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao 2,4-D e Glifosato, o intervalo de segurança é de 60 dias.
(3) Para aplicações do herbicida NEOLIST desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm, o intervalo de segurança não é determinado devido à modalidade de emprego.
(4) Aplicações do herbicida NEOLIST em pós-emergência das plantas daninhas e somente sobre a cultura do milho geneticamente modificado tolerante ao 2,4-D e Glifosato, o intervalo de segurança é de 90 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• A eficiência do herbicida NEOLIST pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 6 horas após a aplicação.
• Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação no dia subsequente.
• Por se tratar de um herbicida sistêmico, não aplicar sobre plantas daninhas cobertas com poeira ou qualquer barreira que impeça a penetração do herbicida nas plantas daninhas alvo.
• Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto poderá ser prejudicada.
• O pulverizador usado para a aplicação do herbicida NEOLIST deve ser rigorosamente limpo e lavado antes da aplicação de outros produtos sobre culturas suscetíveis, e se possível recomenda-se uso de pulverizador dedicado exclusivamente para a aplicação de produtos a base de 2,4-D.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. • Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto sensibilizante dérmico.
• Produto irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em Primeiros Socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR 2,4-D e GLIFOSATO: INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupos Químicos 2,4-D: Ácido ariloxialcanóico

GLIFOSATO: Glicina substituída Classe Toxicológica
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: I - EXTREMAMENTE TÓXICO
Vias de Exposição Oral, inalatória, dérmica e mucosas. Toxicocinética 2,4-D: é quase que totalmente absorvido por via oral, quando administrado a mamíferos. O 2,4-D é prontamente absorvido através da pele e dos pulmões. Cerca de 82% do 2,4-D é excretado inalterado na urina. A meia-vida em organismos vivos é de 10 a 20 horas. Não há nenhuma evidência que 2,4-D possa acumular-se em mamíferos ou em outros organismos. Após 24 horas da dose administrada, não houve nenhum resíduo detectável em tecido. Somente traços do composto foram encontrados no leite de animais em lactação após 6 dias da administração. GLIFOSATO: O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometil fosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias. Mecanismos de Toxicidade Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para os ingredientes ativos. Sintomas e Sinais Clínicos As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de 2,4-D e glifosato. Em casos de exposição: 2,4-D: • Em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação nos olhos com injúria da córnea. • A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos no trato gastrointestinal. • A inalação prolongada do 2,4-D pode provocar tosse, queimação e perda provisória da coordenação muscular, bradipneia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar. • Outros sintomas da exposição ao 2,4-D são: fadiga, fraqueza, náusea, vômito, espasmos. Em doses elevadas pode ocorrer polineurite, contrações musculares, astenia intensa, bradicardia, taquicardia e anormalidades no eletrocardiograma. GLIFOSATO: • Digestiva (ingestão): podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos frequentemente, duodenal; disfagia; epigastralgia, náusea/vômitos, cólicas, diarreia. Também, são observadas hematêmese e melena, assim como a hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; Infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por broncoaspiração. Também pode ocorrer oligúria, núria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxica-dos. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão. • Cutânea: podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema). • Ocular: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. • Respiratória: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química. Diagnóstico O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos ingredientes ativos na urina. No caso do glifosato, o diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico e do AMPA na urina. Tratamento O tratamento das intoxicações por 2,4-D e Glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico. Advertência: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. 2,4-D: A descontaminação do paciente, em casos de derramamento com risco de contaminação deve ser realizada por profissional provido de avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica. Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica. GLIFOSATO: por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada atropina como antídoto. Descontaminação: • Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orifícios e pelos) com água fria abundante e sabão. • Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. • Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. • Ingestão recente: caso não tenha ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente possível. Ponderar a conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de endoscopia digestiva nas primeiras 24 horas. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. • Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória e atentar para a necessidade de intubação. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluídos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores. Monitorar arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Tratar a possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton. Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. É conveniente o controle ambulatorial subsequente. Contraindicações Provocar vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato. Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cardiorrespiratória. Efeitos Sinérgicos Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
Atenção Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT – ANVISA/MS. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: 0800-7710032
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: 2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas. GLIFOSATO: Após a administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única em ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como CO2. Em estudo de metabolismo em ratos, com administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas, 97,5% da dose administrada foi excretada, de forma inalterada, através da urina e das fezes. Em outro estudo em ratos, 99% do glifosato radiomarcado foi eliminado inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas da administração. A via de eliminação biliar não é significativa. Glifosato apresenta um grau muito baixo de biotransformação. O ácido aminometil fosfônico (AMPA) foi o único metabólito encontrado na urina como 0,2 a 0,3% e nas fezes com 0,2 a 0,4% da dose de glifosato radiomarcado administrada. Menos de 1% da dose absorvida foi encontrada nos tecidos e órgãos, principalmente nos tecidos ósseos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos: DL50 oral para ratos fêmeas: 2.500 mg/Kg DL50 dérmica para ratos fêmeas e machos > 5.000 mg/Kg CL50 inalatória para ratos fêmeas e machos (4 horas de exposição) > 5,10 mg/L. Irritação ocular em coelhos: produto causou conjuntivite, opacidade na córnea e irite, os quais são reversíveis em 10 dias. Irritação dérmica em coelhos: produto pouco irritante. O edema é reversível em 48 horas e o eritema reversível em 10 dias. Sensibilização Cutânea: produto sensibilizante dérmico. Efeitos Crônicos: 2,4-D: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso. O ingrediente ativo 2,4-D também foi testado em camundongos por período de dezoito meses não apresentando evidências de carcinogênese. O ingrediente ativo de 2,4-D não apresentou evidência de teratogênese ou efeitos reprodutivos sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi considerado mutagênico tanto “in vivo” quanto “in vitro”. A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-D é 0,01 mg/Kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kg/dia encontrado no estudo dietário em cães e no fator de segurança de 100. GLIFOSATO: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração poder ter representado uma adaptação hepato-celular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, po-dendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental
- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres:

CUIDADO VENENO.

- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA., telefone: 0800-7710032.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco ou de CO2, ou água em forma de neblina, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

• LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. • TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

Não há restrições.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para seleção e aumento da população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. A fim de evitar problemas com resistência de plantas daninhas, abaixo seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos O e G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida NEOLIST é composto por 2,4-D e Glifosato, que apresenta mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas, pertencente ao Grupo O, e mecanismo de inibidores da síntese EPSPs, pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).