Bula Nufos 480 EC

acessos
Chlorpyrifos
100
FMC - Campinas

Composição

clorpirifós 480 g/L ectoparasiticidas

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. 2 lagartas / planta
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1,25 L p.c./ha 300 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas de ataque da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
1,2 a 1,25 L p.c./ha 500 L de calda/ha - 30 dias. 21 dias. 20 % das plantas atacadas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
100 a 150 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,8 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 25 dias. Aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
1 a 1,25 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 15 dias. 25 dias. Início da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - 10 dias. 21 dias. 60 a 70 dias após a germinação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
0,8 L p.c./ha 300 L de calda/ha - 10 dias. 21 dias. 20 % das plantas tiverem meristemas atacados
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Primeiros sintomas de infestação da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Primeiros sintomas de infestação da praga
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Primeiros sintomas de infestação da praga
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 21 dias. Primeiros sintomas de infestação da praga

Frasco plástico (PEAD, PET e COEX) 1 e 5 L; Bombona metálica de 20 L; Bombona plástica (PEAD) de 20 L; Bombona de alumínio de 20 L.
Frascos: Plástico (COEX, MONO, PET, PEAD) 10 e 15 L
Bombona: Plástico (COEX, MONO, PET, PEAD) 50L
Tambor: Metálico e Plástico (MONO, PET, PEAD, COEX) 100, 200 E 1000L.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/DOSES/PRAGAS CONTROLADAS: Vide seção “Indicações de Uso/Doses”.

OBSERVAÇÕES: 1) As indicações de volume de calda devem ser obtidas respeitadas as condições operacionais indicadas pelo fabricante do equipamento de pulverização. 2) As doses variam conforme o nível de infestação: maior dose para infestações mais intensas.
3) Para a cultura do tomate: USO APENAS EM TOMATE INDUSTRIAL.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura), procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
A pressão recomendada é de 150 a 300 Ib/pol2 Velocidade de Aplicação: 4,5 km/h, Temperatura: < 300C. Umidade Relativa: > 50%.

Para as culturas de Algodão, Batata, Feijão, Milho e Soja:
Aplicar através de pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme.
Para controle de lagarta-do-cartucho em milho, recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04, dirigindo a aplicação para o cartucho da planta ou linha de plantio. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Para as culturas de Café, Citros e Tomate:
Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Volume de Calda:
Algodão, Batata e Soja: 300 L/ha. Café: 500 L/ha.
Citros: 2.000 L/ha.
Feijão: 200 a 400 L/ha.
Milho: 300 a 400 L/ha.
Tomate: 800 a 1000 L/ha.

Para se obter calda homogênea, deve-se observar seguintes procedimentos:
• agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-I o no tanque;
• encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
• acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
• completar o volume do reservatório com água limpa.

A aplicação deve ser sempre conduzida de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia).

INTERVALOS DE SEGURANÇAS:
Algodão: 21 dias
Batata: 21 dias
Café: 21 dias
Citros: 21 dias
Feijão: 25 dias
Milho: 21 dias
Soja: 21 dias
Tomate: 21 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISNMS)

LIMITAÇÕES DE USO:
• Não guardar sobras de calda para uso posterior. Nesse sentido não preparar volume de calda superior ao que deve ser aplicado no dia.
• Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva).

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

MANUSEIO DO PRODUTO: Use protetor ocular: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca:
Produto perigoso se inalado. Caso o produto seja inalado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Produto irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de abas largas, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara com filtro contra vapores.

APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de abas largas, botas, avental impermeável, óculos ou viseira facial, luvas e máscara com filtro contra vapores.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho troque e lave suas roupas. Não misture com roupas de uso diário.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água em abundância e se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado e recorra a auxílio médico levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Clorpirifós é um inibidor da colinesterase. Afeta o sistema nervoso central e periférico produzindo depressão cardíaca e respiratória.

SINAIS E SINTOMAS DE EXPOSIÇÃO: Dor de cabeça, náuseas, vômitos, espasmos, fraqueza, visão turva, pupilas não reativas, rigidez do peito, respiração difícil, nervosismo, suores, lacrimação, escorrimento do nariz ou boca, espasmos musculares e coma. Caso a respiração tenha parado, iniciar respiração artificial e mantê-la até a chegada do médico. Caso tenha sido ingerido e o paciente esteja consciente, provocar vômito rapidamente. Fazer com que beba 1 a 2 copos de água e induzir ao vômito tocando o fundo da língua com o dedo. Repetir até o vômito seja claro. Nunca dê nada via oral a uma pessoa inconsciente. Deitar a pessoa e mantê-la parada.

ANTÍDOTO: Administrar sulfato de atropina em altas doses. Dois a quatro mg via intravenosa ou intramuscular tão logo que a cianose comece. Repetir em intervalos de 5-10 minutos até que os sinais de atropinização apareçam. Cloreto 2-PAM é um antídoto farmacológico e deve ser administrado como um adjunto, mas não como substituto para atropina, que é um antídoto sintomático e freqüentemente capaz de salvar vidas. NÃO ADMINISTRAR MORFINA OU TRANQÜILIZANTES. Ao primeiro sinal de edema pulmonar deve ser administrado oxigênio suplementar ao paciente e tratado sintomaticamente. Pode ocorrer absorção continuada de Clorpirifós. Recaída pode ocorrer após primeiros sinais de regressão dos sintomas. É INDICADA SUPERVISÃO DO PACIENTE POR PELO MENOS 48 HORAS.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Ação: inibição da colinesterase. Absorção: rapidamente absorvido pela pele e olhos. Excreção: os principais produtos de excreção que ocorrem largamente na urina e em menor quantidade nas fezes são 3,5,6-tricloro-2-pyridinol e traços de clorpirifós inalterado

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: A dose letal mediana oral aguda (DL50) para ratos machos foi determinada como sendo 205 mg/kg peso corpóreo. A dose letal dermal média (DL50) foi determinada como sendo maior que 4000 mg/kg peso corpóreo. Produto moderadamente irritante a pele de animais de laboratórios. Testes mostraram que o produto não é sensibilizante a cobaios (guinea pig). Não foram observados efeitos carcinogênicos em ratos ou camundongos. Não foram observados efeitos na fertilidade de ratos, testados com clorpirifós durante 2 gerações. Testes não revelaram efeitos teratogênicos até o nível de toxicidade materna. Não foram observados efeitos mutagênicos in vivo ou in vitro.

EFEITOS COLATERAIS: Uma vez que nenhum efeito terapêutico do produto é esperado para o homem, qualquer um dos efeitos acima descritos são considerados colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais e a Empresa. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções: Piso pavimentado: coloque o material absorvente (p. ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa ou, o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado em incinerador apropriado e aprovado pelas autoridades competentes. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas, de maneira a torna-las inadequadas para outros usos. (Obs.: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos de produto contate a empresa e o Órgão Estadual do Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação e aprovado pelo órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de 01 ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins, (e sobras de produtos) está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação (vigente para transporte de produtos perigosos) específica. O transporte de embalagens vazias deverá ser efetuado com a observância das recomendações dos rótulos e bulas dos agrotóxicos e afins.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornas impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

MÉTODOS DE DESATIVAÇÃO: Incineração, em incinerador licenciado pelo Órgão Estadual do Meio Ambiente.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.Cultural, Biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
•Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
•Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.