Bula Nufuron

CI
Metsulfurom-metílico
15107
Sumitomo

Composição

Metsulfurom-metílico 600 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Aeschynomene rudis (Angiquinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea hederifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea purpurea (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sagittaria montevidensis (Aguapé de flecha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Dosagem Calda Terrestre
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rumex obtusifolius (Língua de vaca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia preta

Dosagem Calda Terrestre
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Cleome affinis (Mussambê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida cordifolia (Malva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem Calda Terrestre
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ambrosia elatior (Erva de santiago) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Chamaesyce hirta (Erva de Santa Luzia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Chamaesyce hyssopifolia (Burra leiteira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga quadriradiata (Fazendeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Gnaphalium spicatum (Erva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hypochoeris brasiliensis (Almeirão do campo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Melampodium perfoliatum (Flor amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parthenium hysterophorus (Losna branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rumex acetosella (Língua de vaca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rumex obtusifolius (Língua de vaca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Silene gallica (Alfinetes de terra) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Soliva pterosperma (Roseta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spergula arvensis (Gorga) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stachys arvensis (Urtiga mansa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Stellaria media (Esparguta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tagetes minuta (Vara de rojão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Vicia sativa (Ervilhaca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Dosagem Calda Terrestre
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Saco - Papelão, Plástico, Aluminizado, Multifoliado - 0,01; 0,02; 0,025; 0,03; 0,033; 0,04; 0,045; 0,05; 0,055; 0,06; 0,065; 0,07; 0,075; 0,08; 0,085; 0,09; 0,095; 0,1; 0,15; 0,12; 0,18; 0,2; 0,21; 0,25; 0,3; 0,45; 0,5; 0,6; 1; 1,5;2; 2,5; 3; 4; 5; 8; 10; 15; 20; 25; 50; 75 e 100k

Saco - Metalizado ou Hidrossoltivel - 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 8; 15 e 20 k

Saco - Polietileno, Papel, Papelão com proteção impermeável - 0,1; 0,12; 0,15; 0,18 0,2; 0,21; 0,25; 0,3; 0,33; 0,4; 0,45; 0,5; 0,55; 0,6; 0,65; 0,7; 0,75; 0,8; 0,85; 0,9; 0,95; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 8; 10; 15; 20; 25; 50; 75 e 100 kg

Cartucho - Plástico ou Metálico - 0,1; 0,12; 0,15; 0,18; 0,21; 0,3; 0,45; 0,6; 1; 5 e 10 kg

Cartucho/Caixa - 0,1; 0,12; 0,15; 0,18; 0,21; 0,3; 0,45; 0,6; 1 e 5 kg

Tambor/Barrica - 0,15; 0,2; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 8; 10; 15 e 20kg

Frasco/Bombona/ Tambor - 1; 5; 10; 25; 50; 75 e 100 kg / Plástico, Polietileno, Metálico,
Metálico com revestimento anticorrosivo - 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 8; 15; 20; 200; 250; 500 e 1.000 kg

Barrica - Plástico, Polietileno, Papelão com proteção impermeável, Metálico, Fibrolata, Metálico com revestimento anticorrosivo - 200; 250; 500; 1.000; 1.100; 1.200; 1.500 e 5.000 kg

Big-bag - Tecido com proteção impermeável - 50; 75; 100; 200; 250; 500 e 1.000kg

Conteiner - Metálico ou Metálico revestimento com anticorrosivo - 5.000; 10.000, 15.000 e 20.000 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um herbicida pertencente ao grupo químico das Sulfonilureias, seletivo para as culturas recomendadas e de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda planta. Age inibindo a enzima acetonalactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta a morte.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais, costais, motorizados, tratorizados com barra, autopropelidos e por via aérea conforme recomendações para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.

PREPARO DA CALDA

Para a preparação da calda, abastecer o pulverizador com água limpa até 1/2 (metade) de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e adicionar o produto na dose indicada. Para embalagens do tipo frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes de adicionar ao tanque do pulverizador. Após isso adicione a pré-diluição ao tanque e complete o volume restante do tanque (3/4) com água, sempre sob agitação constante antes de adicionar adjuvantes. Mesmo havendo a necessidade de parar a pulverização durante algum tempo é importante que se mantenha o agitador em funcionamento. Se esta interrupção for mais longa, deve-se reiniciar a agitação antes de utilizar a calda novamente. Deve-se preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. Visando evitar a acumulação de resíduos no tanque do pulverizador, recomenda-se que o mesmo seja esvaziado totalmente antes da preparação de uma nova calda com o herbicida.

EQUIPAMENTOS PARA APLICAÇÃO

APLICAÇÃO TERRESTRE

Classe de gotas

A escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.

Ponta de pulverização

A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.

Ajuste da barra

Ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas a mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.

Faixa de deposição

Utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.

Faixa de segurança

Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

Pressão

Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.

Condições Climáticas

Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.

APLICAÇÃO AÉREA

Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas

A escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.

Ponta de pulverização

A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.

Ajuste de barra

Ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.

Altura do voo

De 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.

Faixa de deposição

A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.

Faixa de segurança

Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

Volume de calda: 50L de calda/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.

Condições Climáticas

Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.

Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

Cuidados durante a aplicação

Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva

Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Inversão térmica

O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola;
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo;
- Utilizar somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura;
- O produto necessita de 6 horas sem chuva e/ou orvalho abundante sobre as folhas das plantas daninhas após a aplicação, para não ter seu efeito reduzido por lavagem do produto. Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando as mesmas estiverem molhadas pela chuva. Não aplicar através de sistemas de irrigação;
- Não aplicar o produto em plantas daninhas ou cultura com stress causado por frio, período de seca, excesso de chuvas, sequência de dias nublados, etc;
- Não aplicar quando a temperatura estiver abaixo de 10ºC;
- No arroz irrigado, não aplicar antes que se completem 10 dias após a emergência (70% das plantas emergidas) ou passados mais que 30 dias da emergência da cultura, nem aplicar mais que 3,3 gramas do produto por ciclo;
- No caso de rotação de culturas, aguardar o prazo de 90 dias após a aplicação do produto para o plantio de girassol e algodão, 70 dias para milho e 60 dias para soja e feijão. Para outras culturas realizar bioensaios antes do plantio;
- Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto afim de evitar deriva;
- No caso de rotação de culturas, aguardar o prazo de 90 dias após a aplicação para o plantio de girassol e algodão, 70 dias para milho e 60 dias para soja e feijão. Para outras culturas realizar bioensaios antes do plantio.
- Não permitir que a deriva de aplicação atinja plantações vizinhas com outras culturas, ou mesmo áreas de arroz com menos de 10 dias ou mais de 30 dias da emergência;
- Não aplicar através de sistema de irrigação.

FITOTOXICIDADE

Não existe evidência de fitotoxicidade para as culturas indicadas quando utilizado de acordo com as recomendações da bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle:
(1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde);
(2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico);
(3) controle biológico;
(4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado;
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO B HERBICIDA

O produto é composto por METSULFUROM-METÍLICO, que apresenta mecanismo de ação inibidores da ALS, pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).




Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.