Bula Perform 240 SL - Dow AgroSciences

Bula Perform 240 SL

acessos
Hexazinone
3196
Dow AgroSciences

Composição

Hexazinona 240 g/L Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Seletivo

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes

Conteúdo: 1, 5, 10, 20, 25, 100, 200 e 420 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Culturas indicadas:
PERFORM 240 SL é um herbicida para aplicação em pré e pós-emergência inicial, indicado para o controle de plantas infestantes mono e dicotiledôneas, na cultura da cana-de-açúcar.

DOSES:
Pré-emergência:
SOLO LEVE: 1,5 L/ha
SOLO MÉDIO: 2,0 L/ha
SOLO PESADO: 2,5 L/ha

Pós-emergência: 2,0 L/ha *

* No caso de solos leves, tanto na modalidade de pré como em pós-emergência, a aplicação só deverá ser feita em cana-soca.

Número, Época e Intervalo de Aplicação:

Realizar a aplicação em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, após o plantio da cana, ou após o enleiramento, cultivo e adubação em cana soca. O solo deve estar bem preparado e com umidade adequada.
No caso de aplicações em pós-emergência evitar períodos de estresse hídrico, aplicando no estágio inicial de desenvolvimento das plantas infestantes para evitar a concorrência com a cultura.
Evitar contato do produto com a cultura.

Modo de Aplicação:
Usar equipamentos costais (manual ou pressurizado) ou equipamentos tratorizados com barra usando um volume de calda de 250-400 L/ha. Utilizar bicos tipo leque. No caso de aplicações aéreas utilizar barras com bicos, dispendendo um volume de calda de 30-40 L/ha, observando a velocidade do vento ( não deverá exceder a 15 km/h). A aplicação aérea deverá ser efetuada apenas na pré-emergência da cana-de-açúcar.

Intervalo de Segurança:
Cana-de-açúcar: 150 dias

Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA / MS)

Limitações de Uso:
Fitotoxicidade para as culturas recomendadas:
Algumas variedades podem apresentar leve fitotoxicidade, a qual desaparece dentro dos primeiros 30 dias após a aplicação.

Outras restrições: Não há.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do protuto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

Use protetor ocular. O produto e irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use viseira facial para a proteção do nariz e da boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS . Use luvas de borracha. O produto não e irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, óculos ou viseira facial, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o maximo possivel, o contato com a area de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. A aplicação produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, óculos viseira facial, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado longe do alcance das criancas e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS:

INGESTÃO:Provoque vômito e procure logo um médico, levando a embalagem rótulo bula ou receituário agronômico do protudo. OLHOS: Lave com agua corrente durante 15 minutos e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rotulo, bula ou receituário agronômico do produto. PELE: Lave com água e sabão em abundancia e se houver irritação procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário do produto. INALAÇÃO:Procure lugar arejado e se houver intoxicação vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO (Informações de uso médico):

Não há antídoto específico. Não inibe colinesterases. Realizar lavagem gástrica com 6L de soro fisiológico o mais precocemente possível após a ingestão. Em seguida utilizar carvão ativado 50g/dose ou 1Kg peso/dose, associado ao sulfato de sódio/magnésio na dose de 20 a 25 mg/Kg peso/dose VO ou Sonda Naso-gástrica. Para controle das convulsões, administrar imediatamente diazepan 10mg EV lento ( 1 a 5 mg para criancas), ou phenobarbital sodico 10mg/Kg EV. Se não houver melhora, administrar Thiomenbutal. Manter as vias respiratórias desobstruídas e boa oxigenação utilizando ventilação mecânica se necessário. As alterações respiratórias podem ser agravadas pelo uso de anticonvulsionantes. MORFINA E DERIVADOS, EPINEFRINA, NORADRENALINA NUNCA DEVEM SER USADOS. Intoxicação: Sinais e Sintomas: vômitos, prostação, ataxia, salivação e convulsões, associadas a historia de ingestão de produto, porém, sintomatologia muito intensa sugere ingestão de outro produto concomitantemente.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÂO AO MEIO AMBIENTE:

Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presenca de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamentos do aplicador em lagos, fontes rios e demais corpos de água. Descarte corretamente as embalagens e restos de produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instrucoes constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO:

Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A contrução deve ser de alvenaria ou material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres CUIDADO VENENO. Trancar o local evitando o acesso de pessoal não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em casos de armazens maiores deverão ser seguidas as instruções contantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI ( macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a area contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de aguas naturais, siga as instruções abaixo. Piso pavimentado - recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte do lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo - retirar a camada de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos de água - interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de agua em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: PROCEDIMENTOS PARA A DESTINAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em sua caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, ter piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de 01 ano.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não devem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos rações,animais e pessoas. O transporte de agrotóxocos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.