Bula Pherogen Spray SpoFr - Probio

Bula Pherogen Spray SpoFr

CI
Acetato de (Z)-9-tetradecenila; Acetato de (Z)-11-hexadecenila
16520
Probio

Composição

Acetato de (Z)-9-tetradecenila 250 g/L
Acetato de (Z)-11-hexadecenila 37,4 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Feromônio
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Feromônio

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Tipo: Balde
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 30 L

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 60 L

Tipo: IBC
Material: Plástico ou metálico, com estrutura metálica externa
Capacidade: 1.200 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 2 L

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 220 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto CS-a1-0083 é um feromônio semioquímico que causa confundimento sexual recomendado para pulverização foliar das culturas para manejo da Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda).

OBS: Produto com eficiência agronômica comprovada na cultura do milho, podendo ser utilizado em qualquer cultura com ocorrência deste alvo biológico.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

A aplicação poderá ser realizada através de pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados ou autopropelidos e aeronaves agrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Aplicações terrestres Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, tratorizado ou autopropelido, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.

Aplicações com aeronaves agrícolas

A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Temperatura do ar (máxima): 40°C;
Umidade Relativa do Ar: mínima de 55%;
Velocidade do vento (máxima): entre 3 a 10 km/h.

GERENCIAMENTO DE DERIVA

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, selecionar por tamanho de gotas adequado, sem prejudicar a cobertura e eficiência da aplicação.

PREPARO DA CALDA

Antes de preparar a calda, verificar se o equipamento aplicador está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Preparar a calda momentos antes da aplicação. Preencher o tanque de pulverização com água limpa, com pelo menos metade do volume de calda recomendado ou da capacidade do tanque; ligar o sistema de agitação; agitar; adicionar o produto e completar com água até o volume de calda recomendado.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO

• Não aplicar CS-a1-0083 juntamente com boro.
• Produto de uso exclusivo na agricultura.
• O não cumprimento das instruções de uso nesta bula pode resultar em um controle inadequado da praga ou lesões nas culturas.
• Apenas utilize este produto em conformidade com as recomendações descritas nesta bula.
• A titular de registro garante que o produto está em conformidade com as especificações da bula. Esta empresa não oferece outra garantia expressa ou implícita.
• A titular de registro não se responsabiliza por danos causados em virtude do uso inadequado do produto ou em não conformidade com as especificações da bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

• Qualquer agente de controle de pragas poderá ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. É possível prolongar a vida útil dos produtos implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência aos inseticidas (MRI): Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Não exceder o número máximo de aplicações recomendados por ciclo da cultura e por ano;
• Respeitar o intervalo de aplicação;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).