Bula Pilardifen - Pilarquim

Bula Pilardifen

Difenoconazol
45719
Pilarquim

Composição

Difenoconazol 250 g/L

Classificação

Terrestre
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 50 L
Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 50 L
Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 2 L
Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO

PILARDIFEN® é um fungicida sistêmico, atuando como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos, bloqueando o funcionamento da enzima dimetilase a nível de carbono C14 interrompendo totalmente a síntese de ergosterol. Esse efeito se traduz em uma rápida eficácia e apresentando forte efeito curativo e erradicativo. Apresenta rápida absorção pelas folhas sendo somente transportado sistemicamente da base para o ápice.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

A dose recomendada para cada cultura deverá ser diluída em água e aplicada com volume adequado de calda de acordo com a cultura e o tamanho das plantas conforme o seu desenvolvimento, evitando sempre atingir o ponto de escorrimento, com uma cobertura no alvo no mínimo de 70 gotas/cm2 e com gotas de tamanho médio, diâmetro mediano volumétrico (DMV) variando entre 200 a 400 ?m. O equipamento de pulverização por via terrestre deverá ser adequado para cada tipo de cultura e de acordo com a sua forma de cultivo, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Batata: 7 dias
Tomate: 14 dias

LIMITAÇÕES DE USO

Desde que aplicado nas culturas e doses recomendadas, o produto não é fitotóxico. Outras restrições a serem observadas: Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60°C, NÃO armazenar o produto próximo de linhas de vapor outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

GRUPO G1 FUNGICIDA

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC – BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicida – Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência, visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula. Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações legais para o Manejo de Resistência.