Bula Plenum

acessos
Fluroxypy + Picloran
5597
Dow AgroSciences

Composição

Fluroxipir-meptílico 115 g/L Ácido piridiniloxialcanóico
Picloram-triisopropanolamina 80 g/L Picloram derivado dos piridinocarboxílicos e 2,4-D derivado dos ariloxialcanóicos

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Não corrosivo
Microemulsão (ME)
Seletivo, Sistêmico
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
0,75 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Casadinha
(Eupatorium squalidum)
1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
cipó de cobra
(Mansoa difficilis)
1 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Espinho agulha
(Barnadesia rosea)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Gervão branco
(Croton glandulosus)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
0,75 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
0,5 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
4 a 10 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Sida cordifolia)
0,75 a 1 % diluído em água 200 a 400 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Mamica de porca
(Zanthoxylum hasslerianum)
2 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Unha de vaca
(Bauhinia variegata)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo

Frasco e plástico metálco de 1 L.
Bombona plástica de 5, 10, 20, 50 e 250 L.
Tambor plástico ou metálico 420 e 1.000 L.
Isocontainer plástico ou metálico a granel de 15.000 a 20.000 L.

MODO DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO FOLIAR DIRIGIDA: (Equipamento Costal) Aplicar o produto com pulverizador costal manual ou de tração animal (burrojet). Diretamente sobre a folhagem das plantas infestantes até atingir seu ponto de escorrimento. Utilizar bicos leque 80.03 ou 80.04.

APLICAÇÃO FOLIAR EM ÁREA TOTAL: (Equipamento Tratorizado) Utilizar equipamentos de pulverização tratorizados, como os pulverizadores de turbina de fluxo de ar (Jatão) ou os pulverizadores de barra, aplicando a calda sobre a folhagem das plantas infestantes de maneira uniforme em toda a área.

a) Pulverizadores com turbina de fluxo de ar: (Jatão)
- Faixa de aplicação: 10 a 14 metros;
- Vazão: 200 a 250 litros por hectare.

b) Pulverizadores de barra:
- Usar bicos tipo leque 110.04 ou 110.06;
- Pressão: 20 a 45 libras/pol2 ;
- Vazão: 200 a 400 litros por hectare.

A aplicação tratorizada é recomendada para áreas de reforma e manutenção (limpeza de pastagens), em infestações uniformes, plantas infestantes de pequeno e médio porte e com alta densidade populacional.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
1. Utilize a maior dosagem em plantas daninhas adultas que tenham sofrido várias roçadas anteriores ou quando as plantas daninhas já tenham terminado seu processo de desenvolvimento vegetativo.(final do período chuvoso).
2. Utilize somente água limpa para o preparo da calda.
3. Adicione à calda um espalhante adesivo na proporção de 0,3 % v/v.

Aplicação aérea

Bicos- utilizar bicos de jato cõnico cheio da sér. D, com uma deposição mínima de
30 gotas/ cm2 e um DMV de 600 a 800 1-1 sobre o vo desejado.

Numero de bicos na barra -para aviões IPANE A, qualquer modelo, utilizar de 32 a
36 bicos, fechando de 9 a 7 respectivamente e cada extremidade das asas e três
intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação os oito
bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita a maior
uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência
e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas, fechando apropriadamente os
bicos próximos a estas.

Altura de võo -para qualquer modelo de aeronave agrícola (aviões e helicópteros),
utilizar o nível de võo no minimo a 10 metros em relação ao topo da cultura ou das
árvores ou plantas remanescentes, não ultrapassar a altura de 25 a 30 metros em
relação ao solo. Recomendar sempre que a altura de võo não deverá ser superior ao
acima estabelecido, pois implicará em maior deriva e grande perda das gotas, com
pêssima distribuição e uniformidade de deposição sobre o alvo desejado, ocasionando
dispersão de gotas e do produto para fora da faixa de deposição efetiva.

Volume de aplicação -50 L/ha .Não efetuar aplicações com bicos rotativos tipo
MICRONAIR

Pressão de trabalho -deverá ser mantida dentro da faixa de 15 a 30 psi (100 a 200
kPa), qualquer que seja o tipo de aeronave utilizada.

Faixa de deposição -Para aviões IPANEMA ou similares, utilizar a faixa máxima de 20
metros .Para aviões grandes a faixa de deposição não deverá exceder 25 metros .Em
dúvida, solicitar informações do Departamento Técnico ou Engenheiro Agronomo da
Dow AgroSciences.

Ângulo da barra -Em condições de umidade relativa acima de 700/0, utilizar o ângulo
da barra de pulverização a 135°, aumentando o mesmo até o máximo de 180° de
acordo com o decrescimo da umidade relativa do ar , para se gerar gotas mais grossas
e pesadas reduzindo as perdas por evaporação e derivas muito longas.
Condições climáticas
- temperatura ambiente: abaixo de 32° C, no local da aplicação
- umidade relativa do ar: parar a pulverização quando atingir o
- minimo de 600/0 na área de aplicação
- velocidade de vento: acima de 2 até o máximo de 10 km / hora

Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km / hora onde ocorrerá o
fenômeno de inversôes térmicas, causando maior permanência das gôtas no ar ,
contaminando o avião, bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando
consideravelmente a deposição das gotas.

Aplicaçôes efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas,
pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes.

OBS.: Observar sempre que o fator climático mais importante a considerar deverá ser
sempre a umidade relativa do ar, a qual determinará uma maior ou menor velocidade
de evaporação das gotas e uma maior ou menor deriva das mesmas pelo vento.
O uso de adjuvante misturado à calda de pulverização como adjuvante para reduzir a
evaporação das gotas e acelerar a absorção do produto pelas plantas, deverá ser
efetuado na concentração de 0,3% v/v.

RECOMENDAÇÕES DE USO:
Reforma de Pastagem: para se obter melhores resultados com PLENUM* em reforma de pastagem, aplicar o produto antes do florescimento das plantas daninhas e após a pastagem já estar totalmente germinada e iniciado seu perfilhamento. Isto ocorre geralmente entre os 35 e 45 dias após o plantio do capim. Nesta fase as plantas daninhas encontram-se menos resistentes.

Manutenção ( Limpeza ) de Pastagem: A aplicação de PLENUM* deve ser realizada quando as plantas daninhas estiverem crescendo ativamente, bem enfolhadas e antes do florescimento. Se as mesmas estiverem adultas, de grande porte ou florescidas, roça-las e aplicar o produto quando estiverem novamente bem enfolhadas. Plantas daninhas adultas ou espécies lenhosas necessitam das maiores doses de PLENUM*.

OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
. Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis à herbicidas hormonais.
. Caso PLENUM* seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
. No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até a sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
. Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. As aplicações por pulverizações costais manuais, só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
. Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para aplicação de PLENUM.
. Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Os dois ingredientes ativos (Picloram e Fluroxipir) são rapidamente absorvidos e excretados, sendo a via principal de excreção a urina,não possuindo potencial para acumulação em qualquer tecido.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Os valores das DL 50 oral e dérmica são bastante altos, indicando baixa toxicidade; o produto é levemente irritante para a pele e olhos, não apresentando sensibilidade cutânea. Não são conhecidos efeitos crônicos pelo uso do produto.

EFEITOS COLATERAIS: Não são conhecidos efeitos colaterais pelo uso do produto.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.

PRECAUCÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicacão. Não aplique o produto contra o vento. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de abas largas, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICACAO: Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Provoque vômito e procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado.

ANTÍDOTOS: Antídoto não específico. TRATAMENTO MÉDICO: Tratamento sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no Meio Ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens disponíveis adequadas, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o equipamento de proteção - EPI ( macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais. Siga as instruções:

Piso pavimentado: absorva o produto derramado com terra ou serragem. Recolha o material com auxílio de uma pá e colocar em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

Corpos d'água: interromper imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contactar o Centro de Emergência da Empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens deverão ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada. (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens vazias. Observar a legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas. Consulte o Órgão Estadual de meio ambiente.

PROCEDIMENTOS PARA A DESTINAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Procedimentos de lavagem, armazenamento, devolução, transporte e destinação de embalagens vazias e restos de produtos impróprios para utilização em desuso:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em sua caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens contaminadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução nas Unidades de Recebimento, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, ter piso impermeável, ou no próprio local das embalagens cheias, seguindo as instruções de armazenamento.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto, ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial, no ato da compra. A devolução deve ser feita no prazo de até um ano da data da compra ou, até o prazo de validade do produto. O usuário deve guardar o comprovante de devolução pelo prazo mínimo de 01 ano.

TRANSPORTE: As embalagens vazias de agrotóxicos não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos rações, animais e pessoas. O transporte de agrotóxicos, seus componentes e afins e sobras de produtos está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.