Bula Previnil - Helm

Bula Previnil

acessos
Clorotalonil
5615
Helm

Composição

Clorotalonil 720 g/L Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Protetor

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 10 dias 30 dias Iniciar o manejo da doença por volta dos 25 dias após a emergência, quando se iniciam os primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 10 a 14 dias 14 dias Aplicar o produto preventivamente em condições climáticas propícias para a doença (alta umidade e temperaturas acima de 19°C), ou imediatamente após os primeiros sintomas da doença
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 10 a 14 dias 14 dias Aplicar o produto preventivamente em condições climáticas propícias para a doença (alta umidade e temperaturas acima de 19°C), ou imediatamente após os primeiros sintomas da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,75 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Aplicar o produto preventivamente em condições climáticas propícias para a doença (temperaturas e umidades relativas elevadas). Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,75 a 2 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Aplicar o produto preventivamente em condições climáticas propícias para a doença (baixa temperatura e alta umidade relativa do ar). Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 a 10 dias 14 dias Iniciar o tratamento preventivo cerca de 20 a 30 dias após a emergência, quando as condições climáticas estiverem favoráveis para os patógenos (alta umidade e temperatura entre 15° e 22°C)
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1,75 a 2 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 a 10 dias 14 dias Iniciar o tratamento preventivo cerca de 20 a 30 dias após a emergência, quando as condições climáticas estiverem favoráveis para os patógenos (períodos intermitentes seco-úmido e temperatura por volta de 24°C)
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 mL p.c./100L água 1,5 a 2 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 a 10 dias 14 dias Aplicar no início da brotação da cultura
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
170 mL p.c./100L água 1,5 a 2 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 a 10 dias 14 dias Aplicar no início da brotação da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 10 a 14 dias 42 dias Iniciar o tratamento no estádio de pré-pendoamento da cultura ou quando avistado presença dos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
1,4 a 1,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 10 a 20 dias 7 dias Aplicar preventivamente, inserido em um programa de manejo, com fungicidas de diferentes modos de ação. O monitoramento da doença, a partir do início do estádio vegetativo, e sua identificação nos estádios iniciais são essenciais para a utilização eficiente do controle químico. O atraso na aplicação, após constatados os sintomas iniciais de ferrugem, pode acarretar redução de produtividade, mesmo com o uso de várias aplicações
Mancha parda
(Septoria glycines)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 15 a 20 dias 7 dias Aplicar a partir da fase de florescimento
Míldio
(Peronospora manshurica)
1,5 a 2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 15 a 20 dias 7 dias Aplicar a partir da fase de florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
300 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar o tratamento logo após a emergência da cultura ou aos primeiros sintomas da doença, observando condições favoráveis de alta umidade relativa do ar
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
175 a 200 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar o tratamento logo após a emergência da cultura ou aos primeiros sintomas da doença, observando condições favoráveis de alta umidade relativa do ar
Requeima
(Phytophthora infestans)
175 a 200 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar o tratamento logo após a emergência da cultura ou aos primeiros sintomas da doença, observando condições favoráveis de alta umidade relativa do ar
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, conforme o monitoramento e/ou estádio de desenvolvimento da cultura 30 dias Aplicar nas fases críticas da cultura (emborrachamento e florescimento). Em situações propícias para o desenvolvimento da doença e em cultivares sensíveis recomenda-se iniciar o monitoramento e o manejo na fase de perfilhamento e elongação dos colmos
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, conforme o monitoramento e/ou estádio de desenvolvimento da cultura 30 dias Aplicar nas fases críticas da cultura (emborrachamento e florescimento). Em situações propícias para o desenvolvimento da doença e em cultivares sensíveis recomenda-se iniciar o monitoramento e o manejo na fase de perfilhamento e elongação dos colmos
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
300 mL p.c./100L água 1000 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
300 mL p.c./100L água 1000 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas
Míldio
(Plasmopara viticola)
300 mL p.c./100L água 1000 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
300 mL p.c./100L água 1000 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura em intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas

Bombona PEAD (Polietileno De Alta Densidade) - 5; 10; 20; 25 e 50 L
Frasco PEAD (Polietileno De Alta Densidade) - 0,25; 0,5 e 1 L

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda: Aplicação Terrestre: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o produto. Em seguida, complete com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização, mesmo por curto período de tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda por alguns minutos antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Aplicação Aérea: No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose recomendada para a cultura/alvo. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave, completando o volume do tanque com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Equipamentos de aplicação:
Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores costais, tratorizados ou autopropelidos com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa cobertura das plantas. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização a culturas vizinhas.
Aplicação aérea: Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para as culturas do algodão, milho, soja e trigo. Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “micronair”, sempre visando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada e/ou monitorada por sistema de navegação GPS.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
• Temperatura ambiente igual ou inferior a 30ºC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência de ventos.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Observação: A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) é fundamental para o sucesso do controle das pragas independente do equipamento utilizado.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe todo o pulverizador, incluindo os materiais utilizados para o enchimento do tanque. Utilize EPI e tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Ventos: O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA
De acordo com a monografia C.18 – ANVISA
Algodão 30 dias
Amendoim 14 dias
Batata 07 dias
Feijão 14 dias
Maçã 14 dias
Milho 42 dias
Soja 07 dias
Tomate 07 dias
Trigo 30 dias
Uva 07 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no minimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste periodo, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso e doses recomendadas. Não aplicar em mistura com óleos mineral e/ou vegetal. Na cultura da soja, havendo necessidade de aplicar em mistura com óleos minerais ou vegetais, não utilizar doses altas desses óleos, principalmente em baixos volumes de calda. Caso aplicado nessa situação, e dependendo das condições climáticas e da sensibilidade do cultivar, podem aparecer pequenas pontuações brancas nas folhas da cultura – essas lesões, todavia, não afetam a produtividade.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. • Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M5 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M5 FUNGICIDA

O produto fungicida PREVINIL é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação de contato multi-sítio, pertencentes ao Grupo M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).