Bula Pride - Iharabras

Bula Pride

acessos
Glyphosate
4316
Iharabras

Composição

Equivalente ácido de N-(fosfonometil) glicina - Glifosato 356 g/L Glicina Substituída
Glifosato - Sal de Isopropilamina 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Não seletivo

Ameixa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana-de-açúcar (maturação) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
0,6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. 30 dias Aplicação entre 6 e 8 semanas entre a aplicação e a colheita
Cana-de-açúcar (Soca) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido a modalidade de emprego. -
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nectarina Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Pinus (Floresta implantada) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar.