Bula Pride - Iharabras

Bula Pride

acessos
Glyphosate
4316
Iharabras

Composição

Equivalente ácido de Glifosato 356 g/L Glicina Substituída
Glifosato - Sal de Isopropilamina 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
I - Produto Extremamente Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico

Ameixa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana-de-açúcar (maturação) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
0,6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. 30 dias Aplicação entre 6 e 8 semanas entre a aplicação e a colheita
Cana-de-açúcar (Soca) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação. Não determinado devido a modalidade de emprego. -
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nectarina Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Pera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 15 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 30 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Pinus (Florestas implantadas) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única, sendo a terrestre realizada entre as linhas de cultivo em jato dirigido e a aérea em área total em pré-plantio da cultura. Uso não alimentar. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Uma única aplicação em área total, em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas espontâneas. Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Alfafa
(Medicago sativa)
3 a 3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Aveia
(Avena sativa (Aveia voluntária))
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Barbasco
(Pterocaulon virgatum)
4,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Boca de leão selvagem
(Antirrhinum orontium)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cana de açúcar
(Saccharum officinarum)
6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim caiana
(Panicum cayennense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim canoão
(Setaria poiretiana)
3,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,5 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim da roça
(Paspalum urvillei)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim favorito
(Rhynchelitrum repens)
1,5 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gengibre
(Paspalum maritimum)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim gordura
(Melinis minutiflora)
3 a 4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim jaraguá
(Hyparrhenia rufa)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim massambará
(Sorghum halepense)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim melado
(Paspalum dilatatum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim membeca
(Andropogon leucostachyus)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de burro
(Andropogon bicornis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Capitinga
(Axonopus compressus)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cevadilha
(Bromus catharticus)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cordão de frade
(Leonotis nepetifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Ervilhaca
(Vicia sativa)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Gorga
(Spergula arvensis)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Grandiúva
(Trema micrantha)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
1,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Língua de vaca
(Rumex crispus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria gorda
(Talinum paniculatum)
2 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mata pasto
(Eupatorium maximilianii)
1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 a 6 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus difformis)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus flavus)
3 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Tranchagem
(Plantago major)
5 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Trevo branco
(Trifolium repens)
4 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 a 2 L p.c./ha 80 a 400 L de calda/ha - Aplicação única entre as linhas da cultura em jato dirigido. 17 dias O melhor período para controlar as espécies infestantes perenes é próximo e/ou durante a floração. Para as infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais

Tipo: Bag in Box
Material: Fibra de papel com bolsa plástica interna
Capacidade: 1; 5; 10; 20 L

Tipo: Balde
Material: Metálico
Capacidade: 20 L

Tipo: Bombona
Material: Plástico com estrutura metálica
Capacidade: 100; 200; 250 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,2; 1,0 5,0; 10; 20 L

Tipo: Tambor
Material: PEAD ( polietileno de alta densidade)/Metálico
Capacidade: 50; 100; 200 L

Tipo: Tanque
Material: Aço-inox
Capacidade: 10.000; 20.000 L

Tipo: Tanque
Material: PEAD ( polietileno de alta densidade)
Capacidade: 5.000; 10000 L

INSTRUÇÕES DE USO:
Recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações:
- Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, cltms, eucalipto, maçã, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus e uva.
- Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantes infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de arroz, soja, milho, Digo e na eliminação do arroz vermelho.
- Eliminação soqueira de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar.
CULTURAS: ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva.

* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a te inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costeia manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare.

A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
CULTIVAR EQ.CONV.(LJha) EQ.CDAIBENTLEY (Llha)
IAC 5.0 4.0
NA 5.0 4.0
GB 4.0 3.0
SP 5.0 3.0
CO/CP 5.0 4.0
A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. Realizar no máximo 1 aplicação. Volume de calda: 40-50 L/ha (aplicação aérea) ou 80400 1-/ha (aplicação terrestre).

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo a./ou durante a floração. Para plantas Infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Importante: aplicar PRIDE quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água).
PRIDE não tem ação sobre as sementes existentes no solo.
PRIDE, aplicado no período adequado, conforme recomendação controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação.

Maturador da Cana-de-açúcar:
O PRIDE pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos:
- Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
- Meio da safra: com o Objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais.
- Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o inicio das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
• Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente babo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.
- Período entre aplicação e colheita/dose: o período entre aplicação e colheita pode es manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 58 dias (6 a 8 semanas) para a doas recomendada de 0,8 L/ha do produto.
- Idade da cultura: a área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de malária-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
- Variedades floríferas: a aplicação de PRIDE como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar
aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
- Aplicação: a aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: Aplicação Aérea)
- Observação Geral: as dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores aio usadas nos casos de baixa infestação.

Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação 40-50 L/ha.
- Altura de voo - 4-5 m. do topo da cultura.
- Largura da faixa de deposição - 15m.
- Tamanho de gotas - 110-120 pm.
- Densidade de gotas - mínimo 20 gotas/cm2 (DMV-420-450 ia).
- Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cri' com DMV 420-450 z ã pressão de 15-30 -.
- Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma deita deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.

- Para outros tipos de aeronave consultar o departamento de Pesquisa da lharabras S.A. Indústria Química
Condições climáticas:
- Temperatura Máxima: 28°C
- UR. Mínima: 55%
Vai. Vento Máximo: 10 km/h (3 mis)
Para as culturas indicadas, aplica-se PRIDE em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura.
Aplica-se PRIDE em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato.
No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total.
"Roughing":
A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se PRIDE diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo "trombone" na base de 6% de concentração.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas
- banana, cacau, cifras, nectarina e pêssego: 30 dias
- ameixa e uva: 17 dias
- maçã, café e pera: 15 dias
- cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias
- arroz, cana-de-açúcar (pré-plantio), milho e trigo: (1)
- soja: (2)
- pinus e eucalipto: (UNA)

(1) Intervalo de segurança não determinado, devido á modalidade de emprego
(2) O intervalo de segurança para a cultura de soja é não determinado quando agrotóxicos for aplicado em pôs-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
U.N.A. Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. PRIDE não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.
- Outras restrições:
Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço Inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
A eficiência do produto é visualizada entre o 40 e o 100 dia após o tratamento.
Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar PRIDE com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de PRIDE.
Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas doninhas por animais logo após a aplicação de PRIDE.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL À SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE,
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COMATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COM INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS;
Produto para uso exclusivamente agrícola
Não Coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do irodu10
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
No utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados,
Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
Se houver contato do produto com os olhos, lavo-os imediatamente com água torrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão, e SIGA AS ORENTÂÇOES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize cquipamcnlo.de. proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas pernas das calças por cima da' botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
No aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a ultima aplicação e colheita)
Utilize equipamento de proteção individual - EPI - macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e pernas das calças por cima das batas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Faça a tríplice lavagem, perfure a embalagem vazia e a encaminhe pira o distribuidor. Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 h).
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado cm sua embalagem original, cm local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Torne banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilize luvas e avental impermeáveis.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção as cada aplicação do produto e longe de fontes d'água para consumo.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável luvas e botas de borracha
PRIMEIROS SOCORROS: as formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas. Os efeitos são mais graves em crianças.
Procure logo o serviço médico de emergência levando todas as informações disponíveis sobre o produto (embalagem, rótulo, bula, receituário agronômico)
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos
Pele: Em caso de contato, lave com água corrente e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para local aerado.
Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.

Grupo químico:
Glicina substituída

Classe toxicológica:
Classe I - Extremamente tóxico.

Mecanismos de toxicidade:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.

Mecanismos de toxicidade:
Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos.

Sintomas e sinais clínicos:
As manifesta