Bula Prisma Plus - Helm

Bula Prisma Plus

acessos
Difenoconazole
9917
Helm

Composição

Difenoconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lactucae)
20 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar a cada 7 dias, realizando no máximo 5 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações aos primeiros sintomas da doença
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar a cada 10 - 15 dias, realizando no máximo 4 aplicações. 21 dias. Iniciar as aplicações aos primeiros sintomas da doença
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 45 dias. Aplicar imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,2 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações por ano, com intervalo médios de 30 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente sempre que se observarem condições climáticas favoráveis ao aparecimento das mesmas
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações por ano, com intervalo médios de 14 - 20 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente sempre que se observarem condições climáticas favoráveis ao aparecimento das mesmas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,3 L p.c./ha 200 a 800 L de calda/ha - Iniciar as aplicações preventivamente sempre que se observarem condições climáticas favoráveis ao aparecimento das mesmas. 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo 15 dias
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
40 mL p.c./100L água 200 a 400 L p.c./ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
35 mL p.c./100L água 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 15 dias. 7 dias. Deve ser aplicado preventivamente no controle das doenças
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 15 dias. 7 dias. Deve ser aplicado preventivamente no controle das doenças
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Bipolaris incurvata)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Podridão de raiz
(Lasiodiplodia theobromae)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe polygoni)
15 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Entomosporiose
(Entomosporium mespili)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C"
Oídio
(Podosphaera leucotricha)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C"
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
14 mL p.c./100L água 800 a 1500 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 5 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C"
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
30 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 - 10 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no início da formação dos frutos
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Crestamento gomoso do caule
(Didymella bryoniae)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
40 mL p.c./100L água 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
10 mL p.c./100L água 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações, com intervalo de 10 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
30 mL p.c./100L água 800 a 1300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. 10 dias. Iniciar as aplicações preventivamente no início da formação dos frutos
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercospora
(Cercospora capsici)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
80 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações preventivamente quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento
Oídio
(Sphaerotheca pannosa)
30 mL p.c./100L água 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações preventivamente quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum dematium)
0,3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Realizar uma aplicação no estádio fenológico R 5.1 ( grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Realizar a 1ª aplicação de forma preventiva no estágio fenológico R3 (início da formação das vagens), reaplicar em intervalo máximo de 14 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença ou aplicar preventivamente no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato - o equivalente a 10% da germinação). Realizar no máximo 2 aplicaçõespor ciclo da cultura
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,15 a 0,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Realizar uma aplicação no estádio fenológico R 5.1 ( grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,15 a 0,2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Realizar uma aplicação no estádio fenológico R 5.1 ( grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,15 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Aplicar quando as plantas apresentarem 20% de área foliar atacada, examinando as duas faces da folha
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
0,3 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Realizar uma aplicação no estádio fenológico R 5.1 ( grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
50 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Septoriose
(Septoria lycopersici)
50 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações após o aparecimento dos primeiros sintomas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
8 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças
Cercospora
(Pseudocercospora vitis)
12 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças
Oídio
(Uncinula necator)
12 mL p.c./100L água 200 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações, com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças

Tipo: Balde
Material: Plástico
Capacidade: 20; 25; 50 L.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5,0; 10; 15; 20 L.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,4; 0,5; 1,0; 2,0 L.

Tipo: Tambor
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 50; 100; 200; 500 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
PRISMA PLUS é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, com ação predominantemente preventiva para o controle de doenças nas culturas de alface, algodão, arroz, banana, batata, berinjela, beterraba, café, citros, coco, ervilha, feijão, maçã, mamão, melancia, melão, morango, pepino, pêssego, pimentão, rosa, soja, tomate e uva. Atua como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos. Sua excelente ação preventiva se apresenta devido à atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos.

Para o controle da Septoriose(Septoria lactucae) na cultura da Alface, recomenda-se a utilização da dose de 20 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 400 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS aos primeiros sintomas da doença e repetí-las a cada 7 dias, se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por safra.
Para o controle da Ramulária(Ramularia aréola) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 0,3 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 400 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS aos primeiros sintomas da doença e repetí-las em intervalos de 10 a 15 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. Utilize produtos com diferentes modos de ação, caso seja necessário um maior número de aplicações.
Para o controle da Mancha-parda(Bipolaris oryzae) na cultura do Arroz, recomenda-se a utilização da dose de 0,3 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha. Realizar uma aplicação de PRISMA PLUS imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.
BANANA:
Para o controle do Mal-de-sigatoka(Mycosphaerella musicola) recomenda-se a utilização da dose de 0,2 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha.
Para o controle da Sigatoka-negra(Mycosphaerella fijiensis) recomenda-se a utilização da dose de 0,4 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha.
Para o controle das doenças da Banana, iniciar as pulverizações de PRISMA PLUS preventivamente sempre que se observarem condições climáticas favoráveis ao aparecimento das mesmas (geralmente de outrubro a maio, nas condições da Região Centro-Sul, preferencialmente entre dezembro e março, quando a doença apresenta maior infecção). Realizar no máximo 5 aplicações por ano, com intervalos médios de 30 dias para Sigatoka-a amarela e 14-21 dias para Sigatoka-negra.
Para o controle da Mancha-de-alternaria(Alternaria solani) na cultura da Batata, recomenda-se a utilização da dose de 0,3 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 800 L/ha. Iniciar o controle com PRISMA PLUS preventivamente, sempre que ocorrer início de infecção em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 15 dias.
Para o controle da Podridão-de-ascochyta(Phoma exígua var. exígua) na cultura da Berinjela, recomenda-se a utilização da dose de 30 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 400 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 8 aplicações por safra, em intervalos de 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
Para o controle da Mancha-de-cercospora(Cercospora beticola) na cultura da Beterraba, recomenda-se a utilização da dose de 40 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 400 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar no máximo 5 aplicações por safra, em intervalos de 7 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença.
Para o controle da Mancha-de-olho-pardo(Cercospora coffeicola) na cultura do Café, recomenda-se a utilização da dose de 35 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 100 a 200 L/ha. Em viveiro de mudas, iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença (lesões) e repetí-las a cada 14 dias, sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 2 aplicações com o PRISMA PLUS.
Para o controle da Antracnose(Colletotrichum gloeosporioides) e Verrugose-da-laranja-doce(Elsinoe australis) na cultura dos Citros, recomenda-se a utilização da dose de 20 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha.
PLISMA PLUS deve ser aplicado preventivamente no controle das doenças. Para controla a Verrugose, fazer uma única aplicação no estágio de botão floral. Para controlar Podridão-flora-dos-citros, iniciar as aplicações no estágio de palito de fósforo. Repetir a aplicação após 15 dias, se as condições climáticas forem favoráveis à doença. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
Para o controle da Mancha-púrpura(Bipolaris incurvata) e da Podridão-das-maçãs(Lasiodiplodia theobromae) na cultura do Coco, recomenda-se a utilização da dose de 20 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por safra, em intervalos de 14 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença(chuva e alta temperatura).
Para o controle do Oídio(Erysiphe polygoni) na cultura da Ervilha, recomenda-se a utilização da dose de 15 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 400 L/ha . Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por safra, em intervalos de 10 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença(chuva e alta temperatura).
Para o controle da Ferrugem(Uromyces appendiculatus) e da Mancha-angular(Phaeoisariopsis griseola) na cultura do Feijão, recomenda-se a utilização da dose de 0,3 L do produto comercial/ha com volume de calda de 100 a 300 L/ha. Aplicar PRISMA PLUS no aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3 aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura, evitando-se o aparecimento de resistência das doenças aos produtos.
Para o controle da Entomosporiose(Entomosporium mespili), do Oídio(Podosphaera leucotricha) e da Sarna-da-macieira(Venturia inaequalis) na cultura da Maçã, recomenda-se a utilização da dose de 14 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 800 a 1.500 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS preventivamente quando a cultura apresentar 50% das gemas com pontas verdes, estádio fenológico "C", antes da infecção da Sarna, Oídio e Entomosporiose. Realizar no máximo 8 aplicações por ano, a cada 7-10 dias, sempre que houver sintomas de reinfecção das doenças na cultura ou quando as condições de temperatura e umidade forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
Para o controle da Sarna(Asperisporium caricae) na cultura do Mamão, recomenda-se a utilização da dose de 30 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 800 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS preventivamente, no início da formação dos frutos. Realizar no máximo 4 aplicações por ano, a cada 7-10 dias.
Para o controle do Crestamento-gomoso-do-caule(Didymella bryoniae) nas culturas do Melão e da Melancia, recomenda-se a utilização da dose de 20 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 400 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por safra, em intervalos de 14 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença(chuva e alta temperatura).
Para o controle da Mancha-foliar(Mycosphaerella fragariae) na cultura do Morango, recomenda-se a utilização da dose de 40 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 100 a 200 L/ha. Iniciar as aplicações e PRISMA PLUS logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 6 aplicações por safra, em intervalos de 14 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença(chuva e alta temperatura).
Para o controle do Oídio(Sphaerotheca fuliginea) na cultura do Pepino, recomenda-se a utilização da dose de 10 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 500 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo após o aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 5 aplicações por safra, em intervalos de 10 dias, sempre que ocorrerem condições favoráveis à doença(chuva e alta temperatura).
Para o controle da Podridão-parda(Monilinia fructicola) na cultura do Pêssego, recomenda-se a utilização da dose de 30 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 800 a 1.300 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS preventivamente, no início do desenvolvimento dos frutos. Fazer no máximo 4 aplicações no ciclo, a cada 7 dias. Caso sejam necessárias mais pulverizações, utilizar produtos de modo de ação diferente.
Para o controle da Mancha-de-cercospora(Cercospora capsici) na cultura do Pimentão, recomenda-se a utilização da dose de 30 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 400 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 6 aplicações a cada 7 dias, conforme a pressão da doença , e sempre que ocorrerem condições favoráveis à mesma.
ROSA:
Para o controle da Mancha-das-folhas(Diplocarpon rosae) recomenda-se a utilização da dose de 80 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 400 L/ha.
Para o controle do Oídio(Sphaerotheca pannosa) recomenda-se a utilização da dose de 30 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 400 L/ha.
Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS preventivamente, quando as brotações atingirem aproximadamente 5 cm de comprimento. Realizar no máximo 2 aplicações a cada 7 dias, sempre que houver condições favoráveis para o desenvolvimento das doenças.
SOJA:
Para as doenças da Soja recomenda-se a utilização das seguintes doses:
- Antracnose(Colletotrichum dematium) e Phomopsis-da-semente(Phomopsis sojae) - 0,3 L/ha.
- Ferrugem-da-soja(Phakopsora pachyrhizi)- 0,2 L/ha.
- Mancha-parda(Septoria glycines) e Mancha-púrpura-da-semente(Cercospora kikuchi)- 0,15 a 0,2 L/ha.
- Oídio(Microsphaera difusa)- 0,15 L/ha.
Para as doenças da Soja utilizar o volume de calda de 100 a 300 L/ha.
PRISMA PLUS deverá ser aplicado preventivamente seguindo-se o seguinte critério: Antracnose, Phomopsis-da-semente, Mancha-parda e Crestamento foliar: Realizar uma única aplicação no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem); Oídio: Aplicar o produto quando as plantas apresentarem até 20% de área foliar atacada, examinando-se as duas faces da folha. Ferrugem-asiática: Realizar a 1ª aplicação de forma preventiva no estágio fenológico R3 (início da formação de vagens); reaplicar em intervalo máximo de 14 dias, caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença ou aplicar preventivamente no estádio fenológico R 5.1 (grãos perceptíveis ao tato- o equivalente a 10% da granação). Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
Para o controle da Mancha-de-alternaria(Alternaria solani) e da Septoriose(Septoria lycopersici) na cultura do Tomate, recomenda-se a utilização da dose de 50 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 800 L/ha. Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações a cada 7 dias, conforme a pressão de doença e sempre que ocorrerem condições favoráveis à mesma (chuvas e altas temperaturas).
UVA:
Para o controle da Antracnose(Elsinoe ampelina) recomenda-se a utilização da dose de 8 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 800 L/ha.
Para o controle da Cercospora(Pseudocercospora vitis) e do Oídio(Uncinula necator) recomenda-se a utilização da dose de 12 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 200 a 800 L/ha.
Iniciar as aplicações de PRISMA PLUS preventivamente, quando as plantas estiverem em pleno florescimento ou quando houver condições favoráveis para as doenças (Oídio, Antracnose, Manchas-das-folhas). Realizar no máximo 6 aplicações em intervalos de 14 dias, sempre que se mantiverem as condições favoráveis às doenças.

MODO DE APLICAÇÃO:
PRISMA PLUS deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura.

EQUIPAMENTOS:

APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
Recomenda-se o uso de equipamentos que proporcionem uma contínua agitação da calda, sejam equipamentos terrestres como pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados com barra, ou através de aeronaves (dependendo da cultura). O equipamento deve ser regulado de modo a proporcionar uma cobertura adequada com densidade de gotas de no mínimo 70 gotas/cm² um DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 200 a 400 micra.
Preparo da calda: Adicionar água limpa no tanque até a metade, em seguida colocar o produto na quantidade adequada conforme controle a ser realizado (cultura/alvo), completando com água limpa até a quantidade de calda estabelecida para a aplicação.
Volumes de calda: Ver quadro PRAGAS CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS".
Condições de aplicação: Realizar as aplicações nas horas mais frescas do dia, ou seja, no inicio da manhã ou final da tarde com ventos de até 10 km/ha, temperatura máxima de 30°C e umidade relativa mínima de 55%.

APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação aérea é recomendada para as culturas de soja, arroz, amendoim e banana.

Equipamentos: Aviões agrícolas Ipanema, Pawnne e Agwagon, com bicos atomizadores microbair ou bicos hidráulicos da série D/45. O equipamento deve ser regulado de modo a proporcionar uma cobertura adequada com densidade de gotas acima de 30 gotas/cm² e um DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 200 a 400 micra.

Volumes de calda: Para as culturas de soja, arroz, amendoim, utilizar água como veículo na calda de aplicação, sendo recomendado um volume de calda de 20 a 50 L/ha (baixo volume). Para a cultura da banana recomenda-se a utilização de óleo mineral com índice de sulfonação mínima de 90% pira uso agrícola, com um volume de 15 L/ha (baixo volume).

Condições de aplicação: Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C e umidade relativa superior a 55% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
Tanto para pulverização terrestre quanto aérea, a escolha do volume de calda e o tamanho de sotas a serem utilizados, deve levar em consideração as condições climáticas e o stand da cultura, conforme orientações do Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Intervalo de Segurança
Alface 14 dias
Algodão 21 dias
Arroz 45 dias
Banana 3 dias
Batata 7 dias
Berinjela 3 dias
Beterraba 3 dias
Café 30 dias
Citros 7 dias
Coco 14 dias
Ervilha 3 dias
Feijão 14 dias
Maçã 5 dias
Mamão 3 dias
Melancia 3 dias
Melão 3 dias
Morango 1 dia
Pepino 1 dia
Pêssego 10 dias
Pimentão 3 dias
Rosa UNA
Soja 30 dias
Tomate 3 dias
Uva 7 dias.
Obs.: UNA- Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem os equipamentos de proteção individual (EPI) por um período de 24 horas, ou até que a calda de pulverização esteja seca nas plantas.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: O produto não fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso e doses recomendadas.

Outras restrições:
Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60ºC.

Não aarmazenar o produto próximo a fontes de aquecimento, pois essas condições podem dar início a um processo de combustão do produto.





DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) adequados
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, Óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar derramamento do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: 'PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção induvidual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
'Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTÍD0T0 E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Não há antídoto específico. Proceder a tratamento sintomático.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
• HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA: (11) 51 85.4099
• Emergências Toxicológicas: 0800 7010 450 (24 horas)
• Disque-Intoxicação: 0800 722 6001

INTOXICAÇÕES POR DIFENOCONAZOL - INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Triazol
Vias de absorção:Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxocinética: Difenoconazole administrados por via oral foi rapidamente eliminado com tempo de meia vida de 33 a 48 horas para a menor e maior dose respectivamente. Níveis sanguíneos foram aproximadamente proporcionais á dose. O inicio da via de eliminação
foi biliar, sendo a principal via de eliminação através das fezes (>78%). Existem
evidências de circulação entero-hepática. Resíduos teciduais após 7 dias geralmente foram baixos. Os níveis mais elevados de triazois marcados foram encontrados no fígado e de fenil marcados na gordura e plasma, sendo os resíduos de triazois marcados bem mais baixos que os de fenil marcado. Dentre os sexos, foram encontrados níveis de resíduos um pouco menores em tecidos de fêmeas em comparação aos machos. Tratamentos múltiplos com difenoconazole não marcado não tiveram efeitos na distribuição tecidual.
Mecanismos de toxicidade :O difenoconazole causa alteração no fígado de roedores através de um modo de ação que envolve a alteração do metabolismo de lipídeos e indução de enzimas que metabolizam alguns medicamentos. Este mesmo modo de ação também acorre em humanos para o fenobarbítal. Assim como o fenobarbital, este modo de ação no fígado é específico para roedores e tem sido demonstrado não ser relevante aos humanos.
Sintomas e sinais clínicos :
Nos casos agudos, é irritante para os olhos e trato respiratório. Irritação dérmica discreta. A ingestão provoca náusea, vômito, dores abdominais importantes, diarréia. A ingestão mais importante causa lesões significativas da parede do tubo digestivo, principalmente no estômago, associadas a espamos musculares clônicos, convulsões e alteração da consciência. A inalação de grandes quantidades provoca tosse, dispnéia e, nos casos mais graves expectoração sanguinolenta.
Nos casos crônicos, pode causar opacificação do cristalino e lesão hepatotoxíca que vai
da vacuolização até a necrose focal ou multifocaí. Classificado no grupo C - Possível carcinogeno humano pelo EPA, com base no aumento significativo de carcinomas adenomas do fígado com camundongos.
Diagnóstico :Anamnese detalhada, com noção de exposição ao produto e sintomatologia clínica.
Tratamento :Remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração, tratamento sintomático e de suporte. Exposição oral:Lavagem gástrica: não está indicada por causa dos hidrocarbonetos na sua composição (elevado potencial de aspiração).Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h).
1.Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças (1-2) e 1 g/kg em < 1 ano. Tratamento sintomático e manutenção das funções vitais. Controlar indicadores hepáticos, estado de consciência, estado neurológico e dados hemodinâmicos.
Contraindicações :A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração.
Efeitos sinérgicos :O Alquilsufonato usado como emulsificante pode causar irritação da pele nos contatos repetidos e prolongados e facilitar a penetração dos outros componentes da formulação por deslipidificação, eliminação do fator de umidificação natural e desnaturação das proteínas da camada epidérmica externa.
Os solventes adicionados são derivados de petróleo. Em caso de intoxicação leve,
observa-se irritação de olhos e vias respiratórias superiores, náuseas, cefaléias e
vertigem. Nos casos graves, aparecem dermatite e parestesia das áreas afetadas,
urticária, taquicardia, depressão respiratória, tremores, incoordenação motora, depressão do sistema nervoso central, narcose, colapso cardiovascular e coma. A aspiração causa pneumonite química.
Estes solventes potencializam a hepatotoxicidade do difenoconazole, inibindo o metabolismo do produto.

Atenção :Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento.
Rede nacional de centros de informação e assistência toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação / SINAN / MS
Telefones emergência empresa: HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA.: (11)5185-4099 Emergências toxicológicas: 0800-7010450 (24 horas)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Difenoconazole administrado por via oral foi rapidamente eliminado com tempo de meia vida de 33 a 48 horas para a menor e maior dose, respectivamente. Níveis sanguíneos foram aproximadamente proporcionais à dose. O inicio da via de eliminação foi biliar, sendo a principal via de eliminação através das fezes (>78%). Existem evidências de circulação entero-hepatica. Resíduos teciduais após 7 dias geralmente foram baixos. Os níveis mais elevados de triazóis marcados foram encontrados no fígado e de fenil marcados na gordura e plasma, sendo os resíduos de triazÓis marcados bem mais baixos que os de fenil marcado. Dentre os sexos, foram encontrados níveis de resíduos um pouco menores em tecidos de fêmeas em comparação aos machos. Tratamentos múltiplos com difenoconazole não marcado não tiveram efeitos na distribuição tecidual.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Efeitos Agudos (resultados de ensaios com animais de laboratório - Produto Formulado)
DL50 oral: acima de 2000 mg/kg, em estudos conduzidos em rato;
DL50 dérmica: maior de 2000 mg/kg, em estudo conduzido em rato;

Irritação dérmica: levemente irritante dérmíco em estudo conduzido em coelhos;
Irritação ocular: irritante ocular em estudo conduzido com coelhos, onde os animais apresentaram hiperemia da conjuntiva, queimose, irite e opacidade ocular.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE III)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA. - Telefone de emergência: (11) 5185-4099.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante através do telefone indicando no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (não contaminada)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

É importante associar ao emprego de fungicidas, outros métodos de controle de fungos (cultural, biológico, etc), sempre com base no programa de Manejo Integrado de Doenças para cada cultura, quando disponível e apropriado.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR(Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas.
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.