Bula Radar WG

acessos
Glyphosate
7799
Monsanto

Composição

Equivalente ácido de N-(fosfonometil) glicina - Glifosato 720 g/kg Glicina Substituída
Glifosato 792.5 g/kg Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Não seletivo, Sistêmico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,75 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,75 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 30 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,75 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha - Única. 15 dias. Pós-emergência das culturas e das plantas infestantes

Sacos de folhas múltiplas ou plásticos de 1, 5, 10 e 20 Kg.
Caixa de papelão contendo em seu interior produto acondicionado em sacos plásticos ou de papel: 1;5;10 e 20Kg.
Caixa de papelão contendo em seu interior produto acondicionado em embalagens hidrossolúveis, plásticas ou de papel: 1 e 5Kg (Podendo conter: 1 embalagem para 1 Kg; 5 embalagens para 1Kg; 10 ou 50 embalagens para 100g; 20 ou 100 embalagens para 50g.)

INSTRUÇÕES DE USO: Recomendado para o controle não seletivo das plantas infestantes na seguinte situação: Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes), nas culturas de café, citrus e maçã.

DOSAGEM UTILIZADA (PRODUTO COMERCIAL) g/100 L d'água FOLHA ESTREITA: Avena strigosa: 500; Brachiaria decumbens: 1250 ; Brachiaria brizantha: 750-1250; Brachiaria plantaginea: 250; Cenchrus echinatus: 500; Cynodon dactylon: 1250-1750; Cyperus ferax : 1000-1250; Cyperus rotundus: 1000-1250; Digitaria horizontalis: 375-500; Echinochloa crusgalli: 500-1250; Eleusine indica: 500; Digitaria insularis: 750; Lolium multiflorum: 1250; Panicum maximum: 1125; Paspalum conjugatum: 750; Paspalum notatum: 1250; Paspalum paniculatum: 500 FOLHA LARGA: Acanthospermum australe: 500; Acanthospermum hispidum: 500; Alternanthera tenella: 500; Amaranthus hybridus: 500; Amaranthus viridis: 500; Bidens pilosa: 375; Commelina benghalensis: 875; Conyza bonariensis: 250-750; Euphorbia heterophylla: 500; Chamaesyce hirta: 500; Galinsoga parviflora: 250; Malvastrum coromandelianum: 500; Portulaca oleracea: 500; Raphanus raphanistrum: 500; Richardia brasiliensis: 1250; Sida rhombifolia: 500-750; Sonchus oleraceus: 500. Cada quilo (Kg) do Radar WG corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosate ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosate.Dependendo do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As dosagens em g/100L d'água citadas acima referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
OBS. GERAL: As dosagens indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam a plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
Cada (Kg) quilo do Radar WG corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosato.
MODO DE APLICAÇÃO:

ÉPOCA : O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Aplicar RADAR WG quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). RADAR WG não tem ação sobre sementes existentes no solo.

FREQÜÊNCIA: RADAR WG, aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação. Exceção feita para a tiririca que em função de sua fisiologia poderá exigir a reaplicação do produto, principalmente em culturas perenes.

FORMA: Diluir a dose de RADAR WG indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamento terrestre.

EQUIPAMENTOS TERRESTRES: A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, com pressão entre 20 a 40 Lb / pol2, utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 litros / ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Para aplicação com pulverizadores costais manuais, verificar as doses por 100 L de água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.

RECOMENDAÇÃO GERAL: Aplica-se RADAR WG em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folha, ramos ou caule jovem).

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): Citrus: 30 dias, Café e maçã: 15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Observar que a reentrada de pessoas sem os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) na cultura ou área aplicada só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida (calda de aplicação) atinja as partes das plantas úteis. RADAR WG não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.

OUTRAS RESTRIÇÕES: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar RADAR WG com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de RADAR WG.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

Precauções gerais:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
-Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos ou ração animal.

Precauções no Manuseio:
-Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e
SIGA AS ORIENTAÇOES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇOES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão, e SIGA AS ORIENTAÇOES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a formação de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: touca árabe, luvas e botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas e viseira facial.

Precauções Durante a Aplicação:
-Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: touca árabe, luvas e botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas e viseira facial.

Precauções após Aplicação:
-Não reutilize a embalagem vazia.
-Faça a tríplice lavagem, perfure a embalagem vazia e a encaminhe para o distribuidor.
-Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 h).
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
-Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação e EPI´s longe de fontes d'água para consumo.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de algodão impermeável, luvas e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS: as formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas. Os efeitos são mais graves em crianças.
Procure logo o serviço médico de emergência levando todas as informações disponíveis sobre o produto (embalagem, rótulo, bula, receituário agronômico).
Ingestão: não provoque vômito.
Olhos: lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Pele: lave com água corrente e sabão em abundância.
Inalação: transporte o intoxicado para local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.

ANTÍDOTO: NÃO EXISTE ANTÍDOTO ESPECÍFICO PARA GLIFOSATO.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
Informações Médicas

•Grupo Químico: Glicina substituída
•Classe Toxicológica: IV - Pouco tóxico
•Modo de ação: As formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pel e mucosas.
•Vias de exposição: Respiratória, digestiva, dérmica e mucosa;
•Vias de absorção: Digestiva, dérmica e mucosa.
•Sintomas e sinais clínicos: As manifestações decorrentes da exposição às formulações de glifosato.
Em casos de exposição:
>DIGESTIVA (INGESTÃO): podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e , menos frequentemente, duodenal, disfagia, epigastralgia, náusea/vômitos, cólocas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial e choque cardiogênico.Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, brocoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite bronco-aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que pondem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipoxia e/ou hipotensão.
>CUTÂNEA: podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesícula, eczema).
>OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjutivite e edema palpebral.
>RESPIRATÓRIA: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química.
•EFEITOS DOS ADJUVANTES: O quadro clínico pode variarm dependendo dos adjuvantes utilizados na formulação. Este produto contém:
-Taloamina etoxilada: pode causar queimação ocular; eritema, edema e vesículas cutâneas; náusea e diarréia.
•Toxicocinética:O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (acido aminometil fosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e , nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto do material gástrico, e do AMPA na urina.
•Tratamento: O tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada antropina como antídoto.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com agente tóxico.
Descontaminação:
>Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orificios e pelos) com água fria abundante e sabão.
>Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
>Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente possível. Ponderar a conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de endoscopia digestiva nas primeiras 24 h. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória e atentar para a necessidade de entubação.
Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores. Monitorar arritmias cardíacas (ECO) que deverão receber tratamento específico.
Tratar a possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton.
Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. E conveniente o controle ambulatorial subseqüente.
•Contra-indicações: Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato.Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cárdio-respiratória.
•ATENÇÃO: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicação: 0800 580 1000
Centro de Informações Toxicológicas: 0800-170450, (0xx43) 3371-2244; ou (0xx11) 5012-5311
CIT/RS 0800-780200
Da empresa - ligações gratuitas: 0800-141-977 (24h)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é PERIGOSO ao meio ambiente. (CLASSE III).
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Aplique somente as doses recomendadas.Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona a contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a flora , a fauna e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência:0800-141977
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros.
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado:recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.O produto derramado não deverá mais ser utilizado Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM FLEXÍVEL:

I- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

II- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

III- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

IV - TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

PARA EMBALAGENS SECUNDÁRIAS:

I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

II. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

III. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

IV. TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGEM:

I- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

II- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM V AZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

III- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

IV- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão amiental competente.

V- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.

Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados
herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso
de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte
um engenheiro agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.