Bula Rivamax - Nufarm

Bula Rivamax

acessos
34918
Nufarm

Composição

Carbendazim 250 g/L Benzimidazóis
Tebuconazol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
800 a 1000 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha (aéreo) 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. A primeira aplicação deve ser feita aos 30 dias após o plantio, com a cultura no estádio fenológico V5 (Estádio Vegetativo - onde é possível observar a quarta folha trifolhada completamente desenvolvida), a segunda aplicação com intervalo de 15 dias, com a cultura no estádio fenológico R7 (Estádio Reprodutivo - Início da maturação - uma vagem normal com coloração madura) e a terceira aplicação com intervalo de 15 dias e a cultura no estádio fenológico R8 (Maturação Plena - 95% das vagens com coloração de madura)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
800 a 1000 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha (aéreo) 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 dias. 30 dias. A primeira aplicação deve ser realizada aos 45 dias após o plantio, com a cultura no estádio fenológico R2 (Estádio Reprodutivo caracterizado por florescimento pleno. É possível observar uma flor aberta em um dos dois últimos nós do caule com a folha completamente desenvolvida) e a segunda aplicação aos 20 dias após, com a cultura no estádio fenológico R5.1 (Início de Enchimento do grão. Os grãos são perceptíveis ao tato. Equivalente a 10% da granação)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
800 a 1000 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha (aéreo) 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 dias. 30 dias. A primeira aplicação deve ser realizada aos 45 dias após o plantio, com a cultura no estádio fenológico R2 (Estádio Reprodutivo caracterizado por florescimento pleno. É possível observar uma flor aberta em um dos dois últimos nós do caule com a folha completamente desenvolvida) e a segunda aplicação aos 20 dias após, com a cultura no estádio fenológico R5.1 (Início de Enchimento do grão. Os grãos são perceptíveis ao tato. Equivalente a 10% da granação)
Oídio
(Erysiphe diffusa)
800 a 1000 mL p.c./ha 40 a 300 L de calda/ha (aéreo) 10 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 30 dias. Realizar duas aplicações, sendo a primeira aos 60 dias após a semeadura no estádio fenológico R3 (Fase Reprodutiva onde ocorre o início de formação de vagem - Vagem com 5 mm de comprimento num dos 4 últimos nós do caule com folha completamente desenvolvida) e a segunda 15 dias após, no estágio fenológico R5.1 (Início de Enchimento do grão. Os grãos são perceptíveis ao tato. Equivalente a 10% da granação)

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda de aplicação e adicionar a dose recomendada ao volume de água indicado. Pode ser aplicado por meio de pulverizadores tratorizados ou aéreos.
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do estágio, porte e da densidade da cultura, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL.

Para aplicação com equipamento tratorizado: utilizar bico duplo leque AD110.02, pressão de trabalho de 30 lb/pol2 e vazão de 40 - 300 L/ha.

Para aplicação aérea com barras: usar bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo inferior a 45° ou micronair com quatro atomizadores, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (VRV), pressão e ângulo de pá.
Volume de aplicação: 10 - 50 L/ha
Altura de vôo: 3-5 m do topo da cultura. Praticar a menor altura desde que garanta segurança adequada ao vôo;
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas;
Largura da faixa de deposição: É variável de acordo com o tipo de aeronave;
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A.

Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.

Condições Climáticas:
Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Temperatura ambiente: abaixo de 30ºC;
Umidade relativa do ar: mínima de 55%;
Velocidade de vento: acima de 2 Km/h até o máximo de 10 Km/h;
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Cultura Intervalo de Segurança (dias)
Feijão 14
Soja 30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
- Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- O produto é incompatível com calda sulfocálcica e calda bordalesa.
- A água da calda de pulverização deve ser de boa qualidade (não deve ser “dura” e/ou alcalina) e com pH 5,0 ideal para a aplicação do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Manejo integrado de doenças:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos B1 e G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO B1 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA

O produto fungicida RIVAMAX é composto por Carbendazim e Tebuconazol, que apresentam mecanismos de ação da montagem de ß-tubulina na mitose e desmetilase na biossíntese de esterol, pertencentes aos Grupos B1 e G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.