Bula Rodeo

acessos
Glyphosate
108895
Monsanto

Composição

Glifosato 648 g/L Derivados da glicina

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Azevém
(Lolium multiflorum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Junquinho
(Cyperus ferax)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Tiririca crespa
(Cyperus eragrostis)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Azevém
(Lolium multiflorum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Junquinho
(Cyperus ferax)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Tiririca crespa
(Cyperus eragrostis)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. POS
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Azevém
(Lolium multiflorum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Junquinho
(Cyperus ferax)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Tiririca crespa
(Cyperus eragrostis)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. POS
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Azevém
(Lolium multiflorum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Junquinho
(Cyperus ferax)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3,5 a 4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Tiririca crespa
(Cyperus eragrostis)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Azevém
(Lolium multiflorum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim kikuio
(Pennisetum clandestinum)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Grama seda
(Cynodon dactylon)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Junquinho
(Cyperus ferax)
3,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Maria preta
(Solanum americanum)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Tiririca
(Cyperus rotundus)
3,5 a 4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS
Tiririca crespa
(Cyperus eragrostis)
4 L p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - UNA POS

Frascos plásticos de 200 ml e 1, 5, 10 L. Baldes metálicos com liner de 20 L. Embalagens retornáveis composta de bombona plástica em polietileno de alta densidade envolvida por uma proteção metálica, com 100,200 e 250 litros de conteúdo líquido . Tanques fixos de aço inoxidável de 5.000, 10.000 e 20.000 litros de conteúdo líquido.

INSTRUÇÕES DE USO:
Recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes mono ou dicotiledôneas - anuais ou perenes, nas culturas de arroz, citrus, cana-de-açúcar, pinus e eucalipto. Rodeo deve ser aplicado em pós-emergência das plantas infestantes, através de:
- Equipamentos costais, manuais ou motorizados, tratorizados e aeronaves agrícolas. Recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações:
- Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes), na cultura de citrus, pinus e eucalipto.
- Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) em plantio de arroz e na eliminação do arroz vermelho.
- Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar.

1) Valor expresso em Equivalente ácido de Glifosato.

2) As dosagens referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare.

3) Devido à sua característica de desenvolvimento rasteiro, a Richardia brasiliensis(poia branca) fica sujeita à proteção de outras plantas infestantes. Observar que a calda de pulverização esteja atingindo a espécie completamente.

4) O controle de Cyperus rotundus (tiririca), devido a sua fisiologia, exigirá mais aplicações (2 a 3), quando ocorrer rebrotação.

As dosagens referem-se ao produto RODEO ao qual deve ser adicionado um surfactante do tipo não iônico na proporção de 0,5% do volume de calda.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
RODEO aplicado no período adequado e nas doses adequadas, conforme recomendado,
controlará as 'plantas infestantes, com uma única aplicação, exceção feita ao controle da
Tiririca.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração.
Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação
dos botões florais.
Aplicar RODEO quando a planta infestante estiver em boas condições de desenvolvimento
sem efeito de "stress" hídrico (condições de seca ou excesso de água) ou com o crescimento
paralisado "stress" por frio ou racionamento metabólico.

MODO DE APLICAÇÃO:

RODEO pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aére recomendações que se seguem:

Aplicacão com Equipamento Terrestre:
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados herbicidas, com pressão entre 20 a 40 Lb/pol², utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.

Aplicacão com Equipamento Aéreo:
- Barra com bicos para aeronaves de asa fixa -Ipanema (qualquer modelo ).
- Volume de aplicação: 40-50 L/ha.
- Altura de vôo: 4-5 m do topo da cultura.
- Largura da faixa de deposição: 15 m
- Tamanho de densidade de gotas: 110-120 µm, mínimo 20 gotas/cm2 (DMV -420-450 µ).
- Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com
difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de
forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo mínimo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-
450µ à pressão de 15-30 psi.
Nestes aviões, na barra de pulverização, deverão ser utilizados um total de 40-42 bicos. Os
bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas onde deverão ser
fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da
ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8 deverão permanecer abertos e no mesmo
ângulo dos bicos utilizados nas asas.
Para outros tipos de aeronave (helicópteros) consultar o departamento de Desenvolvimento
de Produto da MONSANTO DO BRASIL LTDA.

Condições climáticas: Temper. Max.: 28°C
U.R. Min.: 70%
Vel. Vento Max.: 10 km/h (3 m/s)

Observações complementares:
. Quando utilizar bicos, o comprimento de barra não deve exceder a 3/4 da envergadura da
asa, devendo haver maior densidade de bicos na raiz da asa direita que na asa esquerda para compensar o vórtice da hélice.
. Os bicos sob a fuselagem devem estar distanciados de 30 a 40 cm (aproximadamente 38
bicos). Nenhum bico deve ser colocado diretamente atrás de qualquer objeto que cause
turbulência no ar. Os bicos devem ser orientados para trás, paralelo ao eixo horizontal do
avião, para produzir gotas maiores.
. Pressão de bomba -usar a pressão recomendada pelo fabricante para produzir o tamanho
de gota desejada. Não ajustar o volume de pulverização pela variação da pressão.
. Velocidade de vôo -100 m.p.h.

Observação: RODEO não tem efeito residual. Assim, somente as plantas infestantes que
receberem a calda de pulverização, serão controladas. Portanto, qualquer que seja o
equipamento utilizado, observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas infestantes.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura
Citrus e cana-de-açucar(maturador): 30 dias; Arroz e cana-de-açucar: (1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego; Pinus e eucalipto: Uso Não Alimentar (UNA).

LIMITAÇÕES DE USO:
- Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. RODEO não danifica as plantas com caules suberizados.
- Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva num intervalo inferior a quatro horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir .A eficiência do produto é visual entre o 4° e 10° dia após aplicação.
- Para a garantia final da eficiência, é essencial que se utilize água limpa (sem argilas
em suspensão ).

PRECAUÇÕES GERAIS: Leia e siga as instruções desta bula e rótulo; Utilize sempre os Equipamentos de Proteção; Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos ou ração animal; Não coma, não beba, e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto; Não utilize equipamento com vazamento; Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc. com a boca.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Utilize macacão com mangas compridas, luvas e protetor facial (viseira); Manuseie o produto em local arejado; O produto concentrado pode ser irritante para pele e olhos. Em caso de contato, siga as recomendações de Primeiros Socorros.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Utilize macacão com mangas compridas, luvas e botas; Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas;

PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO: Após a aplicação do produto, tome banho, troque e lave suas roupas; Mantenha seu Equipamento de Proteção sempre limpo e em ordem; Mantenha o restante dos produtos adequadamente fechado e armazenado na embalagem original, longe do alcance de crianças e animais.

OBSERVAÇÕES GERAIS: Para maior segurança e conforto do aplicador, recomendamos que as roupas a serem utilizadas (macacão ou calça e camisa de mangas compridas) sejam de algodão, com tratamento hidrorepelente. Lembramos ainda que o ideal nestes casos é que as luvas a serem utilizadas sejam de nitrila. Para segurança adicional, recomendamos que no manuseio do produto seja utilizado avental impermeável e bonés com protetor lateral.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação, levando uma embalagem com rótulo legível e/ou a bula. INGESTÃO: Em caso de ingestão não provoque vômito e procure um médico imediatamente. OLHOS: Em caso de contato, lave-os imediatamente com água corrente em abundância. Persistindo a irritação, procure um médico. PELE: Em caso de contato, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância. Persistindo a irritação procure um médico. INALAÇÃO: Em caso de inalação procure local arejado. Havendo sinais de intoxicação procure um médico.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático. Não é um produto organofosforado. Não administrar atropina.
Telefonde de Emergência: 0800-701-0450

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: A alta solubilidade do GLIFOSATE em água e baixa solubilidade em lipídios sugerem que ele não deveria bioacumular e, de fato, dados científicos comprovam este fato. Os estudos efetuados mostram claramente que o GLIFOSATE é muito lentamente absorvido através da membrana gastro-intestinal e que há um mínimo de retenção nos tecidos e uma rápida eliminação de resíduos em várias espécies animais. A não retenção e rápida eliminação do GLIFOSATE, indica que mesmo no caso de exposição repetida, o produto não é acumulado no corpo.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Testes de curto prazo mostram que o GLIFOSATE e suas formulações apresentam baixo nível de toxicidade aguda. Os estudos toxicológicos crônicos (alimentação em espécies roedoras e não roedoras durante 2 anos), não apresentam efeitos adversos significativos.

EFEITOS COLATERAIS: Todos os estudos demonstram que o produto não apresenta efeito colateral, quando utilizado de acordo com as instruções de rótulo e bula.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é PERIGOSO ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público, e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: 0800-940-6000
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

-LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s
- Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
_ Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1\4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo .

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM NÃO LAVAVÉL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DE EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
-EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMEMTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais
RESTRIÇÕES EST ABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICIPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados
herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o
uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos,
consulte um Engenheiro Agrônomo.