Bula Salasat

acessos
Fipronil
3012
Basf

Composição

Fipronil 800 g/kg Fenil pirazol

Classificação

Inseticida, Cupinicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 g p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Máximo de duas aplicações. Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos semente, na dose de 150 g.p.c./ha. Fazer uma complementação na dose de 200 g.p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
500 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura imediatamente antes da cobertura. Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha em uma única aplicação no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, complementado com a dose de 250 g.p.c./ha (200 g.i.a./ha), aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
500 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura imediatamente antes da cobertura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura imediatamente antes da cobertura
Cupim
(Heterotermes tenuis)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura imediatamente antes da cobertura
Cupim
(Neocapritermes opacus)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura imediatamente antes da cobertura
Cupim
(Cornitermes cumulans)
200 a 250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Plantio novo
Saúva parda
(Atta capiguara)
1 a 2 g p.c. / L de calda 50 mL de calda/olheiro - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50 mL de calda/olheiro
Cana-de-açúcar (soqueira) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Procornitermes triacifer)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas
Cupim
(Cornitermes cumulans)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas
Cupim
(Neocapritermes opacus)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas
Cupim
(Heterotermes tenuis)
250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Abrir um sulco lateral de cada lado da soqueira, aplicando o produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas
Saúva parda
(Atta capiguara)
1 a 2 g p.c. / L de calda 50 mL de calda/olheiro - - Não determinado por se tratar de tratamento de solo. Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50 mL de calda/olheiro

Sacos multifoliados papel kraft: 0,5;1,0;5,0 e 20,0 kg.
Cartucho papelão: 0,5 e 1,0 kg.
Bombona plástica: 0,5;1,0;5,0;6,0;10,0;20,0 e 50 kg.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

BATATA: SULCO DE PLANTIO
Para o controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos semente, na dose de 150 g.p.c./ha (120 g.i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por
hectare.
Fazer uma complementação na dose de 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) no momento da "amontoa" (15 a
25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos.

CANA-DE-AÇÚCAR / PLANTIOS NOVOS: SULCO DE PLANTIO: Cupins e Broca-da-Cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as "mudas", no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura.
Utilizar as doses mais baixas 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) para controle de cupins, em área onde se tenha o histórico de infestações baixas da praga. A dose maior, 250 g.p.c./ha (200 g.i.a./ha) deverá ser utilizada em casos onde se tenha níveis de infestações médios a altos. Miqdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha (400 g.i.a./ha) em uma única aplicação com auxilio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra.
Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha (320 g.i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g.p.c./ha (200 gialha), aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra.

CANA-DE-AÇÚCAR/SOQUEIRA: Cupins: realizar as aplicações com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatada a presença da praga na área, e acima do
nivel de dano econômico.

CANA-DE-AÇÚCAR / PLANTIO NOVO OU SOQUEIRA: Saúva parda: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50mL de calda/olheiro.

MODO DE APLICAÇÃO:
Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a
ser controlada.
Para saúva parda deve ser realizado pulverização da calda do SALASATOD de forma dirigida, com um consumo de 50 mL de calda/olheiro, usando um pulverizador costa!, procurando-se atingir o centro do "olheiro" e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indívidous ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
•Temperatura: máxima 27°C
•Umidade relativa do ar: mínima 55%
•Velocidade de ventos: máxima 10 km/hora (3 m/seg.).
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente
oalvo, e tem deriva maior, enquanto que gotas muito grossas dão uma deposição inadequada e
escorrem para o solo.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Batata ...................................................... não determinado por se tratar de tratamento de solo
Cana-de-açúcar .......................................não determinado por se tratar de tratamento de solo

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVI SA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
- Não há, desde que sejam sigam as recomendações de uso do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRíPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manusei ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestivos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as penas das calças por cima das botas, avental impermeável, óculos de segurança, touca árabe e botas de borracha e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível de contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as penas das calças por cima das botas, avental impermeável, óculos de segurança, touca árabe e botas de borracha e luvas de nitrila.
Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto.
-Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente, dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.
Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.

Pirazol [II – Altamente tóxico I Dérmica, inalatória, oral.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)I Telefone de Emergência da empresa: 08000-112273 ou Oxx12-31281357
- INTOXICAÇÕES POR FIPRONIL
– INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Pirazol
Classe toxicológica: II - Altamente tóxico.
Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral.
Toxicocinética: É rapidamente distribuído e metabolizado. A principal via de excreção foi a :fecal. Apresenta potencial de bioacumulação.
Mecanismos de toxidade: Excitação do sistema nervoso central.
Sintomas e sinais clínicos: A ingestão de grandes quantidades pode causar efeitos neurológicos, caracterizados por hiperexcitabilidade, irritabilidade, tremores, letargia e ( convulsões.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível
Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro I clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto especifico.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve 'estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico.
Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. ,Fipronil: A evolução do quadro de intoxicação é manifestada através de Iefeitos neurológicos (hiperexcitabilidade, irritabilidade, tremores, letargia e convulsões).
Contra-inidcações: A indução dovômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informaão e Assistência Toxicológica RENACIAT- ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-112273 ou 0xx12 -31281357.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO.
O fipronil age por bloqueio não-competitivo dos canais de cloreto dos receptores específicos GABAA. Uma vez absorvido, o fipronil é rapidamente distribuído e metabolizado. Os resíduos teciduais foram principalmente detectados em gordura ou no tecido adiposo, sendo eliminados lentamente, demonstrando um potencial de bioacumulação. É eliminado principalmente através das fezes.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATORIO:
Efeitos Agudos:
Efeitos adversos em humanos não foram relatados. Os sintomas descritos são todos de dados com experimentos com animais, quando administrado em altas doses em ratos de laboratório, o Fipronil pode causar redução do consumo de alimentos, anúria, aumento de excitabilidade e convulsões.

Efeitos Crônicos:
Estudos conduzidos para avaliar a toxicidade crônica em cães e ratos, indicaram que os principais efeitos relacionados com o tratamento com o fipronil foram relacionados ao sistema nervoso central, como convulsão, ataxia, tremores, hiper e/ou hipoatividade), enquanto que em ratos o fígado também foi uma órgão alvo de ação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos -em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres : CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes
Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
embalagens rompidas ou para da NBR 9843 da Associação

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., Telefones de Emergência:
(0800) 11-2273 ou (12) 3128-1357.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZASSE RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
— LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
SN\pb ao vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
-Lavagem Sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as, embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição. EMBALAGEM FLEXIVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada, pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PFtAGAS:
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resisténcia:
•Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
•Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
•Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
•Sempre consultar um Engenheiro Agrónomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
•IRAC-BR (www.irac-br.orq.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.aciriculturamov.br).