Bula Sanson Evo - ISK
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Bula Sanson Evo

Nicossulfurom
5194
ISK

Composição

Nicossulfurom 40 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência

Galão plástico: 1, 5, 10 e 20 L.
Galão metálico: 5, 10 e 20 L.
Galão plástico: 3,785 L (1,0 galão americano); 5,6775 L (1,5 galões americano); 9,4625 L (2,5 galões americano); 15,14 L (4,0 galões americano) e 18,925 L (5,0 galões americano).
Tambor plástico ou metálico: 100 L (26,42 galões americano) e 200 L (52,84 galões americano).

INSTRUÇÕES DE USO

Trata-se de herbicida sistêmico para aplicação em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. É seletivo para cultura do milho.

MODO DE APLICAÇÃO

Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 200 a 400 litros por hectare e pressão de serviço de 30 a 60 libras por polegada quadrada (psi). Sugere-se a utilização de bicos 80.02; 80.03; 110.02 ou 110.03.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Milho: 45 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• O produto não deverá ser aplicado quando a planta estiver passando por estado de estresse hídrico.
• Respeitar um período de sete dias entre a aplicação de Sanson EVO e a aplicação de inseticida a base de clorpirifos.
• A ocorrência de chuvas até uma hora após a aplicação do produto poderá diminuir sua eficiência. Não aplicar em culturas de sorgo, nem em locais onde possa haver deriva para este cultivo.

•Fitotoxicidade

SANSON EVO é seletivo para a maioria das cultivares comerciais de milho. Nos testes de desenvolvimento do produto a campo não houve relatos de fitotoxicidade a um determinado híbrido/variedade para restrição do uso do Sanson Evo. Em alguns casos poderão ser observados sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem interferir na produtividade.

• Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

• Durante a manipulação e a preparação da calda, use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada. • Durante a aplicação usar macacão de mangas compridas, chapéu de abas larga, luvas, botas e mascara apropriada.
• Evite comer fumar ou beber durante o manuseio ou aplicação do produto.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações, etc. com a boca.
• Distribua o produto da própria embalagem sem contato manual.
• Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.