Bula Saurus

acessos
Acetamiprid
1299
Iharabras

Composição

Acetamiprid 200 g/kg Nicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Sistêmico, Translaminar
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
100 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. Imediatamente após o surgimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
300 g.p.c./ha 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. Logo após o surgimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 300 g.p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Preventivo, ou na presença dos primeiros adultos na área
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 300 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Preventivo, ou na presença de adultos na área
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 a 300 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Logo após o surgimento da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 300 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Preventivo, ou na presença de adultos na área
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 a 300 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Logo após o surgimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 400 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Preventivo, ou na presença de adultos na área
Pulgão verde
(Myzus persicae)
250 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 3 dias. Logo após o surgimento da praga
Tripes
(Frankliniella schultzei)
250 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Preventivo, logo após o transplante
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
375 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. População média superar 10 pulgões / espiga
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
375 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. População média atingir 10 pulgões / afilho

Sacos plásticos de polietileno, sacos aluminizados e sacos hidrossolúveis de 10, 20, 25, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90 e 100 g, 200 g,250 g,500 g,1kg, 5 kg, 10 kg, 20 kg, 25 kg.
Sacos plásticos de polietileno, sacos aluminizados e caixas de papelão de 1 e 2 Kg.
Sacos aluminizados de 0,5 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO: SAURUS é um inseticida sistêmico de ação translaminar, empregado na forma de pulverizações no controle de inúmeras pragas das culturas do algodão, batata, feijão, melancia, melão, trigo e tomate.

INSTRUÇÕES DE USO PARA CONTROLE DA MOSCA BRANCA:

DOSES DE USO:

TOMATE: Utilizar doses entre 25 e 40 g.p.c./100 L de água ( 5 a 8 gramas do ingrediente ativo / 100 L de água) em aplicações com consumo de 1000 litros de calda/ha procurando sempre colocar o produto em contato com a praga.
A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. Em plantas novas e aplicações em jato dirigido com utilização de consumo de calda reduzido, ignorar a recomendação por 100 litros de calda e considerar sempre a dose em gramas de produto comercial por hectare. A dose maior deve ser utilizada em cultura onde haja ocorrência inicial da praga. Quando houver consumo de calda inferior a 1000 litros por hectare, desconsiderar a recomendação por 100 litros de água e utilizar a dose em gramas do produto comercial por hectare.

MELÃO E MELANCIA: Utilizar doses entre 25 e 30 g.p.c./100 L de água ( 5 a 6 gramas do ingrediente ativo / 100 L de água) em aplicações com consumo de 1000 litros de calda/ha procurando sempre colocar o produto em contato com a praga. A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. Em plantas novas e aplicações em jato dirigido com utilização de consumo de calda reduzido, ignorar a recomendação por 100 litros de calda e considerar sempre a dose em gramas de produto comercial por hectare. A dose maior deve ser utilizada em cultura onde haja ocorrência inicial da praga. Quando houver consumo de calda inferior a 1000 litros por hectare, desconsiderar a recomendação por 100 litros de água e utilizar a dose em gramas do produto comercial por hectare.

FEIJÃO: Utilizar doses entre 250 e 300 g.p.c./ha, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga. A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. A dose maior deve ser utilizada em cultura onde haja ocorrência inicial da praga.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações deverão ocorrer preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura, repetindo as aplicações com intervalo de 7 dias dependendo da necessidade. Recomenda-se fazer aplicações intercaladas com produtos de modo de ação diferente devidamente registrados para ao controle da referida praga para que seja evitado o aparecimento da resistência dos insetos ao inseticida.

MÉTODO DE APLICAÇÃO: SAURUS pode ser aplicado através de pulverizadores terrestres tratorizados ou costais manuais, dotados de bico cônico com volume de calda suficiente para que as plantas e a praga recebam uma boa cobertura da calda inseticida. SAURUS pode ser aplicado também através de pulverizações aéreas com aeronaves agrícolas devidamente equipadas com barra/bico, empregando-se o volume em torno de 40 a 50 litros de calda/hectare, seguindo sempre as boas práticas de aplicação, procurando pulverizar quando não houver vento ou pelo menos que a velocidade do vento seja inferior à 8km/hora e com alta umidade relativa do ar (superior à 70%). Porém, para o controle da mosca branca na cultura do tomate esta pratica não é recomendada por ser necessário aplicações com alto volume o contato do produto com a praga (Adulto ou Ninfa).

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:

ALGODÃO: Pulgão - Iniciar os tratamentos imediatamente após surgirem os primeiros pulgões, repetindo as aplicações a cada 10 dias se for constatada a presença da praga. Volume de calda - 200 L/ha

BATATA: Pulgão - Iniciar o controle quando surgirem os primeiros pulgões, repetindo as aplicações a cada 10 dias se for constatada a presença da praga. Volume de calda - 600 L/ha

FEIJÃO: Para controle da mosca branca, iniciar as aplicações preventivamente, ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, repetindo as aplicações com intervalos de 7 dias, procurando sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. Volume de calda: 300 L/ha.

MELÃO e MELANCIA: Para o controle da mosca branca, iniciar as aplicações preventivamente, ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, repetindo as aplicações com intervalos de 7 dias, procurando sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. Volume de calda: 1000 L/ha.

TOMATE: Pulgão - Aplicar quando surgirem os primeiros pulgões, repetindo a aplicação se necessário. Tripes - Iniciar as aplicações preventivamente logo após o transplante das mudas, repetindo as aplicações a cada 7 dias. Mosca Branca: - Iniciar as aplicações preventivamente, ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, repetindo as aplicações com intervalos de 7 dias, procurando sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. Volume de calda: 1.000 L/ha.

TRIGO: Pulgão das folhas - Aplicar quando a população média atingir 10 pulgões/afilho. Pulgão da espiga - aplicar sempre que ocorrerem infestações superiores a 10 pulgões/espiga. Volume de calda - 200 L/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:

A aplicação é feita em pulverizações Terrestres ou Aéreas.

PULVERIZAÇÃO TERRESTRE: Utilizar-se de pulverizadores costais manuais ou motorizados ou de barra tratorizado com bicos cônicos com densidade de 30 - 40 gotas/cm2 e tamanho de gotículas de 250 micra. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, pulverizando de modo a atingir a praga. Procurar fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia.

PULVERIZAÇÃO AÉREA: Uso de barra adaptada com bicos pulverizadores. Volume de Aplicação: com barra: 40 - 50 l/ha. Altura de Vôo: com barra: 4 - 5 m do alvo desejado. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m. Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm2. Condições climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (l/ha), para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura inferior à 27 °C e Umidade Relativa acima de 70%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação. No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, disco (core) inferior a 45°. O sistema de Agitação do Produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

OBS.: Em caso de qualquer dúvida, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Algodão, Batata, Feijão: 7 dias.
Tomate, Melão e Melancia: 3 dias.
Trigo: 15 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrada nas lavouras ou áreas tratadas, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há, desde que seguidas corretamente as recomendações de uso do produto.

PRECAUÇÕES GERAIS: Produto para uso exclusivamente agrícola. Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar derrames. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados. Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar derrames. Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento, o produto produz neblina. Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado. Não reutilize a embalagem vazia.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área já aplícada até o término do intervalo de reentrada na área. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas, separado das roupas domésticas. Não reutilize as embalagens vazias. Após cada aplicação lave a faça a manutenção em todos os Equipamentos de Proteção Individual.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de ingestão acidental, NÃO PROVOQUE VÔMITO e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Em caso de contato com os olhos, lave-os com água corrente em abundância e procure um médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Em caso de contato com a pele, remova roupas e sapatos contaminados e lave imediatamente com água e sabão em abundância e, procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Em caso de inalação, remova o paciente para local arejado, procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Não deixe de ligar para o um dos telefones de emergência citados nesta bula, caso o produto seja inalado, aspirado, ingerido ou tenha entrado em contato com os olhos ou a pele.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS): Não há antídoto especifico conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro clinico, manutenção das funções vitais. Nos casos de ingestão utilizar catártico salino e carvão ativado, se necessário instituir lavagem gástrica, até uma hora após a exposição, sempre protegendo as vias aéreas (este procedimento só deve ser realizado se a vítima estiver consciente). Eventuais convulsões podem ser tratadas com benzodiazepínicos IV (Diazepam ou Lorazepam).

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Em estudos realizados em ratos o Acetamiprid foi absorvido rapidamente pelo trato gastrointestinal. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós-dose, após este tempo os níveis começam a cair e a sua eliminação do organismo ocorre em 6 horas. O acetamiprid é excretado pela urina e fezes. Após absorvido o produto é distribuido pelo organismo, sendo encontrado resíduos ( 0,01-0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado e rins. O produto não foi metabolizado pelo organismo, ele se distribuiu e foi excretado. Não ocorreu a formação de metabólitos. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.

EFEITOS AGUDOS: SAURUS não se mostrou irritante para pele ou para os olhos de coelhos. Durante os estudos de toxicidade aguda em ratos os animais apresentaram tremor e perda de peso.

EFEITOS CRÔNICOS: Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais) os ratos apresentaram perda de peso e redução do consumo alimentar.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ter finalidade terapêutica, não há como caracterizar os efeitos colaterais.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA: (51) 562-1250 e 0800-170450.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazens, deverao ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AVENTIS CROPSCIENCE BRASIL LTDA., pelo telefone de emergência: (051) 562.1250. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a Empresa ou o distribuidor ou qualquer representante da Empresa na região. O produto deverá ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da Empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens. Observe as legislações Estadual e Municipal específica. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Orgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos de produto, contate a Empresa AVENTIS CROPSCIENCE BRASIL LTDA. e o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo Órgão Estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente doses recomendadas na bula/rótulo
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre Manejo de Resistência a Inseticidas.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.