Bula Sesitra

acessos
Piraclostrobina
11916
Basf

Composição

Epoxiconazol 50 g/L Triazol
Fluxapiroxade 50 g/L Carboxamida
Piraclostrobina 81 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 12 a 15 dias. 14 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 12 a 15 dias. 14 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
800 a 1000 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 14 a 20 dias. 14 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
800 a 1000 mL p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 14 a 20 dias. 14 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1000 a 1500 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 45 dias. Quando constatado 5 % de infecção foliar
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1000 a 1500 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 45 dias. Quando constatado 5 % de infecção foliar
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha angular
(Drechslera teres)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia helianthi)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 45 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 45 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 45 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Ferrugem tropical
(Physopella zeae)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 45 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
800 a 1200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 45 dias. Preventivo, ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. A partir do florescimento
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. A partir do florescimento
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. Preventivo, ou no início do florescimento
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. A partir do florescimento
Mancha parda
(Septoria glycines)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. A partir do florescimento
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. A partir do florescimento
Oídio
(Microsphaera diffusa)
800 a 1000 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 14 dias. Índices de infecção foliar de 20 %
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. A partir do surgimento dos primeiros sintomas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
800 a 1200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 30 dias. A partir do surgimento dos primeiros sintomas

Bag in box de fibra de papel com bolsa plástica interna - 0,5; 1,0; 2,0 3,0; 5,0; 10; 20 L
Balde Metálico / Plástico - 1,0; 5,0; 10;20 L
Bombona Plástica - 2,0; 3,0; 5,0; 10; 20; 50; 100 L
Caminhão tanque metálico - 300;400;500;600;700; 800; 850;900;925; 950; 960; 970; 980; 990; 1.000; 1.800; 2.000; 2.700; 3.000; 5.000; 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000; 23.000; 24.000; 25.000; 29.000; 30.000 L
Contentor intermediário (IBC) Metal / Plástico com estrutura metálica/Metal/plástico com pallet de madeira/ Plástico - 300; 400; 500; 600; 700; 800; 850; 900; 925; 950; 960; 970; 980; 990; 1.000; 1.800; 2.000; 2.700; 3.000 L
Frasco Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 0,75; 1,0 L
Isocontainer Metálico - 300; 400; 500; 600; 700; 800; 850; 900; 925; 950; 960; 970; 980; 990; 1.000; 1.800; 2.000; 2.700; 3.000; 5.000; 10.000; 15.000; 16.000; 17.000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 122.000; 23.000; 24.000;25.000; 29.000; 30.000 L
Stand-up pouch com tampa de Plástico/ Plástico com estrutura metálica - 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0 10 L
Tambor Metálico/Plástico - 50; 100; 190; 200; 210 L
Tanque Metálico 300; 400; 500 600; 700; 800; 850; 900; 925; 950.960,970,980, 99O 1000, 1 800 2.000; 2700; 3 000; 5 000; 10.000; 15.000; 16.000; 17,000; 18.000; 19.000; 20.000; 21.000; 22.000, 23.000; 24.000; 25.000; 29.000; 30.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
SESITRAO é um fungicida sistêmico, indicado para pulverização foliar nas culturas recomendadas. SESITRA® é um produto que apresenta triplo modo de ação, atuando através do ingrediente ativo Epoxíconazol como inibidor da bio-síntese do ergosterol, o qual á um constituinte da membrana celular dos fungos, Fluxapiroxade como inibidor da enzima SDH (succinato desidrogonase) o através do Ingrediente ativo Piraclostrobina como inibidor do transporto do elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação do ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos.
SESITRAD, apresenta excelente ação prototiva devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento o penetração dos tubos gorminativos. Dependendo do patógono, apresenta ação curativa e erradicante, pois contêm em sua formulação os ingredientes ativos Epoxiconazol o Fluxapiroxade, fungicidas com ação sistêmica.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Efeito fisiológico
Utilizando Sesitra0 nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade ou a qualidade do produto final.
Algodão: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir caso necessário, em intervalo de 12 a 15 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Amendoim: Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir caso necessário, em intervalos de 14 a 20 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 4 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Aveia e Cevada: Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas foliares e ferrugem, repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).
Café: A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar (*) de até 5%, reaplicar Sesitra® sempre que o índice de infecção foliar da Ferrugem atingir novamente até 5%, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável).
Em regiões onde as condições são favoráveis à ocorrência de Cercosporiose recomenda-se realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico, seguindo-se com a aplicação em dezembro de Sesitra ® na dose de 1,5 L/ha e reaplicando na dose de 1,5 L/ha em março.
(*) Método de amostragem coletar ao acaso do terço médio da planta folhas entre o 2º e 4° par de folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão conforme a uniformidade do mesmo.

Girassol: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar o estádio fenológico Ri e repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).

Milho: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas e repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início do surgimento de sintomas na área).

Soja: Oídio - A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de 20% e repetir caso necessário, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.
Ferrugem-asiática - A aplicação deverá ser efetuada preventivamente, quando houver condições favoráveis para ocorrência das doenças, ou no início do florescimento (estádio fenológico R1 - R3), mesmo que ainda não tenha sido constatado o sintoma de ataque. Repetir a aplicação quando necessário dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.
Antracnose, Doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Septoriose), Mancha-alvo e Mela - -A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3) e repetir se necessário dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.
Não ultrapassar o número de 4 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob Condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).

Trigo: Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ataque de manchas foliares e ferrugem, repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).

MODO DE APLICAÇÃO:
Sesitra ® deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura. Para melhoria das características da aplicação (espalhamento, distribuição da calda; redução de evaporação) recomenda-se à adição de adjuvante não-iônico indicado pelo fabricante na dose de até 0,5% v/v.
Modo de preparo da calda: o preparador da calda deve estar munido de equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Diluir o produto em água dentro do tanque de pulverização, nas doses e volumes recomendados, de acordo com o quadro citado acima. Essa calda deve ser mantida sobre agitação dentro do tanque para garantir a homogeneidade da calda de aplicação.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Aplicação terrestre (tratorizada): Para as culturas de algodão, amendoim, aveia, café, cevada, girassol, milho, soja e trigo com pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas. Utilizar bicos de Jato cônico ou leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.
Aplicação aérea: Com uso de barra e bicos: Para as culturas de algodão, amendoim, aveia, cevada, girassol, milho, soja e trigo usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras por p012. Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Algodão 14
Amendoim 14
Aveia 30
Café 45
Cevada 30
Girassol 30
Milho 45
Soja 14
Trigo 30

LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA
- DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com b produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o prodoto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- A pulverização do produto produz neblina. Verifique a direção do vento, aplique o produtode forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira facial, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado'), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR EPOXICONAZOL & FLUXAPIROXADE & PIRACLOSTROBINA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
- Grupo químico: carboxamida (fluxapiroxade); triazol (epoxiconazol); estrobirulina (piraclostrobina)
- Classe toxicológica: CLASSE 1 - EXTREMAMENTE TOXICO
- Vias de exposição. Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Epoxiconazol: estudo de metabolismo conduzido em ratos demonstrou que após sua absorção, o epoxiconazol foi excretado rapidamente através das fezes (75-79%), sendo a excreção biliar a principal responsável por este valor, seguida pela urina (12-20%).
- Toxicocinética: Fluxapiroxade: estudo conduzido em ratos demonstrou que o fluxapiroxade foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, após a administração oral. Baseado em experimentos de excreção biliar, a biodisponibilidade do BAS 700; radiomarcado em ratos machos e fêmeas foi calculada ser de aproximadamente, 65-80% nos diferentes esquemas de tratamento. A maior parte da radioatividade foi excretada após 3 dias da administração, sendo independente do gênero, em menor ocorrência na urina do que nas fezes e sendo mais pronunciada na maior dose. O fluxapiroxade foi metabolizado pelo fígado principalmente por hidroxilação e n-demetilação.
Piraclostrobina: estudo de metabolismo conduzido em ratos indicou que a piraclostrobina foi rápida e parcialmente absorvida pelo trato gastrointestinal (45-50%) e amplamente distribuída, com elevadas concentrações no trato gastrointestinal, fígado e rins. A excreção foi rápida e ocorreu principalmente através das fezes (74-91%), com cerca de 35-38% através da bile. Não foi observada bioacumulação. A piraclostrobina foi metabolizada pelo fígado principalmente através de n-demetoxilação.
- Mecanismo de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
- Sintomas e sinais clínicos: Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos.
- Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
- Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente em abundância. O profissional de saúde deve estra protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável.
Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico. Nos casos de ingestão utilizar catártico salino e carvão ativado. Avaliar a necessidade de lavagem gástrica, sempre protegendo as vias aéreas, evitando aspiração de solvente orgânico.
- Contraindicações: A indução do vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
- Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Epoxiconazol: estudo de metabolismo conduzido em ratos demonstrou que após sua absorção, o epoxiconazol foi excretado rapidamente através das fezes (75-79%), sendo a excreção biliar a principal responsável por este valor, seguida pela urina (12-20%).

Fluxapiroxade: estudo conduzido, em ratos demonstrou que o fluxapiroxade foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, após a administração oral. Baseado em experimentos de excreção biliar, a biodisponibilidade do BAS 700 radiomarcado em ratos machos e fêmeas foi calculada ser de aproximadamente 65-80% nos diferentes esquemas de tratamento. A maior parte da radioatividade foi excretada após 3 dias da administração, sendo independente do gênero, em menor ocorrência na urina do que nas fezes e sendo mais pronunciada na maior dose. O fluxapiroxade foi metabolizado pelo fígado principalmente por hidroxilação e n-demetilação.

Piraclostrobina: estudo de metabolismo conduzido em ratos indicou que a piraclostrobina foi rápida e parcialmente absorvida pelo trato gastrointestinal (45-50%) e amplamente distribuída, com elevadas concentrações no trato gastrointestinal, fígado e rins. A excreção foi rápida e ocorreu principalmente através das fezes (74-91 %), com cerca de 35-38% através da bile. Não foi observada bioacumulação. A piraclostrobina foi metabolizada pelo fígado principalmente através de n-demetoxilação.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
• Efeitos agudos
Foram conduzidos testes em animais de laboratório, e o produto Sesitra apresentou DL50 aguda oral para ratos fêmeas maior que 500 mg/kg e menor que 2000 mg/kg p.c.; aQL5O inalatória (4h) para ratos machos e fêmeas igual a 2,38 mg/1 de ar/4h; a DL50 aguda dermal para ratos machos e fêmeas maior do que 5000 mg/kg p.c. O produto mostrou ser levemente irritante à pele de coelhos e apresentou sinais de irritação ocular em coelhos. O produto não apresentou potencial sensibilizante dérmico.

• Efeitos crônicos
Epoxiconazol: estudos conduzidos "in vivo" e "in vitro" sugerem que o epoxiconazol não apresenta potencial genotóxico. Não foram encontradas evidências de efeitos teratogênicos em estudos de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos e ratos. No estudo de reprodução, a capacidade de se obter gerações subsequentes não foi afetada. Sinais de toxicidade sistêmica após administração oral foram observados sendo possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso foi detectado.

Piraclostrobina: Não existem evidências de potencial carcinogênico para roedores após exposição prolongada via oral. Sinais de toxicidade sistêmica após administração oral foram observados sendo possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso foi detectado. Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a piraclostrobina não apresenta potencial genotóxico. A piraclostrobina não apresentou potencial teratogênido em coelhos e ratos. Alguns efeitos embriofetais foram observados como consequência da elevada toxicidade materna. Não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos dos animais testados.

Fluxapiroxade: estudos conduzidos "in vivo" e "in vitro" sugerem que o fluxapiroxade não apresenta potencial genotóxico. O fluxapiroxade não apresenta potencial carcinogênico para o homem segundo evidências de estudos conduzidos em roedores. O Fluxapiroxade não foi teratogênico em coelhos e ratos. Não foram observadas alterações nos parâmetros reprodutivos dos animais. Sinais de toxicidade sistêmica após administração oral foram observados sendo possível em todos os casos estabelecer um nível de dose seguro onde nenhum efeito adverso foi detectado.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇAO E PREVENÇAO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência: 08000-112273 ou Oxx12¬31281357
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo; retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lava2em sob pressão seguir os seguintes procedimentos
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
. TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA
• ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINACÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

E PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas praticas agrícola como: uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Sesitra® é um novo fungicida, composto por uma carboxamida (Fluxapiroxade), estrobilurina (Piraclostrobina) e um triazol (Epoxiconazol). Estes ingredientes ativos apresentam três diferentes modos de ação, o primeiro pertencente a grupo dos SDH o segundo do Qol e o terceiro pertencente ao grupo dos IBEs. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Sesitra0 faz parte de uma estratégia de manejo de resistência, sendo eficiente sobre patógenos resistentes que não tenham manifestado resistência cruzada a estrobilurinas e/ou carboxamidas. Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.