Bula SeveroBR - Ouro Fino

Bula SeveroBR

acessos
Dicloreto de Paraquate
26716
Ouro Fino

Composição

Dicloreto de Paraquate 276 g/L Bipiridílio

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Não seletivo

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Batata Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação em pré-colheita
(Dessecação em pré-colheita)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Antes da colheita quando atingir maturação fisiológica
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Cana-de-açúcar - Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação em pré-colheita
(Dessecação em pré-colheita)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Antes da colheita quando atingir maturação fisiológica
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. Pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Normalmente uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas, caso necessário reaplicar nas plantas infestantes que germinarem após a aplicação. Realizando no máximo duas aplicações. 7 dias. Pré-plantio da cultura
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação em pré-colheita
(Dessecação em pré-colheita)
1,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Antes da colheita quando atingir maturação fisiológica

Tipo: Bag in box
Material: Fibra de papel com bolsa plástica interna
Capacidade: 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 5,0; 10; 20 L

Tipo: Balde/ Bombona
Material: Plástico/ Metálico
Capacidade: 2,0; 5,0; 10; 20 L

Tipo: Container
Material: Plástico
Capacidade: 1000 L

Tipo: Contentor intermediário
Material: Plástico com estrutura metálica
Capacidade: 500; 1000 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 1,0 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico/ Metálico
Capacidade: 0,1; 0,5; 1,0 L

Tipo: Isotanque
Material: Metálico
Capacidade: 20.000; 28.000 L

Tipo: Tambor
Material: Plástico/ Metálico
Capacidade: 20; 50; 100; 200 L

INSTRUÇÕES DE USO:
SEVEROBR é um herbicida não-seletivo de ação por contato do grupo químico dos bipiridílios. O mecanismo de ação do SEVEROBR (paraquate) que está relacionado com a fotossíntese, mais precisamente no Fotossistema 1 (FSI) que ocasiona a morte das plantas através da perda de fotossíntese dos tecidos atingidos, atém da destruição dos ácidos graxos rios tilacóides e destruição de outras membranas celulares próximos aos locais de produção de radicais livres, levando a clorose, necrose e morte. E usado em pós-emergência para controle de plantas infestantes nas culturas de algodão, batata, cana-de-açúcar, milho e soja e dessecação em culturas.
MODO DE APLICAÇÃO: Características da aplicação: as aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta bula. SEVEROBR deve ser aplicado quando as plantas daninhas estiverem emergidas.
Para a dose recomendada nesta bula (1,5 L/ha), aplicar o herbicida SEVEROBR até o estálo vegetativo das plantas infestantes (gramíneas com até 3 perfilhos e folha larga com até 15 cm).
Pré-plantio (algodão, batata, cana-de-açúcar, milho e soja): Fazer no máximo 2 aplicações. Normalmente, uma aplicação €' suficiente para controle das plantas infestantes já emergidas. Como O produto não tem efeito residual no solo, realizar uma nova aplicação para controlar as plantas infestantes que germinarem após a aplicação.
Dessecação de cultura (batata, cana-de-açúcar e soja): Fazer uma única aplicação.
Aplicar o produto em área total antes da colheita quando a mesma atingir sua maturação fisiológica. Para cultura da batata, não usar espalhante adesivo e não pulverizar quando as folhas estiverem murchas.
Preparação da calda:
Abasteça o reservatório do pulverizador até a metade de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Despejar a quantidade do produto recomendada no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. Agitar e adicionar o espalhante adesivo aniônico/não iônico na dose de 50 a l00 mL para cada 100L de calda. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de triplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
O SEVEROBR pode ser aplicado com pulverizadores: costal manual, tratorizados e aeronaves agrícolas.
Aplicação terrestre:
Utilizar pontas (TwinJet®) TJ60-11003 ou (Tombo TwinJet.) TTJ60 11003 ou XR 11003 com pressão de 3,0 a 4,0 bar (45 a 60 psi) e volume de calda de 200 litros de calda por hectare para equipamentos tratorizados e 300 litros de calda por hectare para equipamentos costais manuais.
OBS.: Devido às características do produto e para evitar a deriva, não se recomenda a aplicação do SEVEROBR por, nielo de equipamentos costais motorizados, nem através de apticadores de gotas controladas (CDA).
Aplicação aérea (aviões e helicópteros):
Obedecer às normas técnicas previstas na Instrução Normativa n212008 e Decreto n 86.7651191 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.
Pontas: Usar sistema de pontas "Reglo-Jet" (laranja /marrom) ou pontas de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta de difusor (core) de número 46, permitindo a geração e a deposição de um mínimo de 40 gota51cm2 com um DMV (VMD) de 280 a 350 i (micrômetros).
Nunca efetuar uma aplicação do produto com aeronaves agricolas equipadas com pontas rotativas de tipo MICRONAIR ou similares.
Número de pontas na barra de pulverização: para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar sempre a quantidade de pontos ria barra, fixados até 65% do comprimento da mesma. Fechar, adequadamente ou retirar as pontos nas extremidades próximas das asas.
Manter em operação as oito pontas originais existentes sob a 'barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo das pontas das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, dispor as pontas de maneira a se obter uma (deposição de gotas com a maior homogeneidade e uniformidade de distribuição na faixa de deposiçào. Utilizar somente as pontas que estiverem no máximo de 65% do comprimento das barras de pulverização.
Retirar ou fechar convenientemente as pontas inativas, não permitindo pingarneritos ou vazamentos.
OBS.: O fechamento das pontas das extremidades das asas, não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas, ao contrário, evita o arraste do produto pelos vértices de ponta das asas e sua dispersão inadequada.
Ângulo das barras de pulverização: Iniciar a aplicação com as barras de pulverização e as pota cru condições de umidade relativa do ar acima de 75%, com o ângulo de 135' em relação à tinha de voo cia aeronave (o bica pulverizando na direção oposta à linha de voo estara posicionado a 1809). Variar o ângulo da barra à medida que a umidade relativa do ar decresça observada pelo equipamento medidor e, visualmente, pelas gotas que demoram mais tempo para sua deposição. As pontas 'ReloJet" devem operar em posição vertical.
Altura de voo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas na faixa de deposição, é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou à cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a urna altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido. A altura de voo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas tocais. Ajustar sempre o ângulo das pontas, para manter o padrão de deposição e gotas recomendadas.
Não aplicar o produto com altura de voos inferiores a 3m.
Volume de aplicação: Utilizar sempre volumes de 30 a 10 litros/hectare e pressão hidráulico entre 18 a 25 libras por polegada quadrada (124 a 172 quitopascal).
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição rnaxinia de 15 metros.
Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e uern conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circulam água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento da tanque. Torne todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
• Temperatura ambiente: Abaixo de 32'C;
Umidade relativa do ar: MínIma de 60%;
Velocidade do vento: Acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h,
085.: As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da apiicação do produto, avaliando periodicamente a indicação da umidade relativa do ar, sendo este fator o responsável direto pela continuidade e interrupção do processo de pulverização.
Evitar as aplicações com velocidade de vento inferiores a 2 km/h, devido á possibilidade de ocorrência do fenômeno de inversões térmicas.
Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia com temperaturas multo altas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção).
Monitorar durante todo o processo de aplIcação do produto, as condições climáticas, dando sempre a maior importãncia à umidade relativa do ar.
Recomendações diferentes das acima são de responsabilidade do Técnico Responsável pela aeronave.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda ( no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse periodo, utilize os equipanientus de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
SEVEROBR não é fitotóxico às culturas quando aplicados nas modalidades e doses aplicadas,
E fítotóxico às culturas ou vegetações próximas, caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem, caules ou ramos verdes. O produto deve ser utilizado única e exclusivamente nas modalidades e doses recomendadas em bula.
Não utilizar água com coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) para preparo da calda, pois pode reduzir a eficiência do produto.
Não apresenta atividade residual, ou seja, não controla plantas infestantes que germinam após a aplicação.
AVISO AO USUARIO:
O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bule. A OUROFINO não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para olhos e para a pele.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: O paraquate apresenta baixa absorção pela via dérmica em humanos, sendo a pele humana intacta menos permeável a esta substância do que a pele de animais (ratos, coelhos e cobaias). Alguns estudos sugerem que a cinética de absorção oral do paraquate em humanos é semelhante à observada em estudos em cães, onde o paraquate é incompleta, mas rapidamente absorvido, com pico de concentração entre 75 a 90 minutos e, absorção de aproximadamente 40% da dose dentro de 6 horas. Esta substância é distribuída principalmente para os pulmões, rins, coração e fígado, e concentrações bem menores foram observadas em órgãos lipofílicos como o cérebro e tecido adiposo. O tempo médio de meia-vida de distribuição em humanos é maior do que o relatado a partir de estudos em animais (ratos). A distribuição do paraquate parece ocorrer entre, aproximadamente, 30 e 40 horas. O paraquate não sofre biotransformação em humanos, mas é reduzido a um radical livre e, posteriormente reoxidado produzindo um radical superóxido. Cerca de 60 a 70% da dose ingerida é eliminada através das fezes. Na urina, é eliminado em sua forma inalterada, essencialmente via filtração glomerular com alguma secreção tubular. Com a função renal normal, altas concentrações desta substância são excretadas dentro das primeiras horas após a ingestão, no entanto, a ingestão pode levar a necrose tubular com consequente diminuição da excreção renal. Em humanos e ratos, o paraquate é transportado para os pulmões, através de transporte ativo para os pneumócitos tipo I e tipo II, onde é bioacumulado. Esta substância pode atravessar a barreira placentária e atingir concentrações mais elevadas no feto do que na própria mãe.
Mecanismos de toxicidade: O paraquate pode causar danos teciduais principalmente nos pulmões, mas também, nos rins, fígado e sistema cardiovascular.
No organismo, o paraquate é reduzido a um radical livre, na presença de NADPH e do citocromo P-450 redutase. Na presença de oxigênio, é rapidamente re-oxidado formando o cátion paraquate e um ânion superóxido. Uma vez que o paraquate entra em uma célula, irá sofrer estas reações de redução seguida por re-oxidação, processo chamado de “Ciclo Redox”. Este ciclo é a reação primária responsável pelo mecanismo de toxicidade do paraquate, no entanto, o mecanismo bioquímico que leva à morte celular não está muito bem esclarecido.
Os eventos chave que levam à toxicidade celular são: a acumulação do paraquate dentro das células e, sua habilidade de iniciar o ciclo de oxirredução, produzindo um estresse oxidativo tanto no citosol quanto na mitocôndria, o que resulta em uma alteração do estado redox da célula, em uma redução da produção de energia e na peroxidação de lipídios. É provável que a combinação da disfunção mitocondrial, da depleção de NADPH e, da peroxidação de lipídios causada pela geração do radical hidroxila e do ânion superóxido, estejam envolvidas no mecanismo bioquímico da toxicidade do paraquate.
Sintomas e sinais clínicos: Em contato com os olhos, pode causar irritação severa podendo levar ao surgimento de conjuntivite ou opacidade da córnea. Em contato com a pele, pode causar irritação severa, o contato prolongado pode causar eritema, abrasão e ulceração. Em caso de contato com a pele irritada ou lesionada, pode ser rapidamente absorvido e causar toxicidade sistêmica. A inalação do produto pode causar irritação das vias respiratórias superiores com hemorragia nasal, inflamação, ulceração e dor torácica. Toxicidade significativa não é comum após a exposição por inalação, no entanto, se absorvido pode causar toxicidade sistêmica. A ingestão pode causar, inicialmente, dor e queimação na boca, garganta e abdome, devido ao efeito corrosivo da mucosa. Os efeitos sistêmicos da intoxicação por paraquate ocorrem principalmente após a ingestão da substância, mas também podem ocorrer após contato com a pele ou através da inalação. A exposição pode causar sintomas gerais como tonturas, cefaleia, febre, mialgia, letargia e coma. O paraquate pode causar danos aos rins, fígado e, principalmente, aos pulmões, causando dificuldade respiratória e fibrose pulmonar progressiva. As manifestações pulmonares se manifestam mais tardiamente, mas são mais severas e em muitos casos podem ser irreversíveis. Edema pulmonar agudo e danos iniciais aos pulmões podem ocorrer nas primeiras horas após exposição severa. O dano tóxico causado pela fibrose pulmonar, que é a causa mais comum de morte, ocorre normalmente dentro de 7 a 14 dias após a ingestão. Em casos mais graves, pode haver falência múltipla dos órgãos, o que, também, pode levar a morte.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. A ingestão de qualquer quantidade deve ser considerada como potencialmente grave. O diagnóstico pode ser confirmado pela dosagem sérica de paraquate por meio de espectrofotometria, cromatografia gasosa ou radioimunoensaio. O teste colorimétrico com ditionito de sódio pode ser utilizado para identificar de forma rápida a presença de paraquate no conteúdo gástrico ou na urina. A dosagem na urina pode servir como indicação da magnitude da dose absorvida. O paciente deve ser transferido imediatamente para o hospital mais próximo.
Tratamento: Antídoto: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. O tratamento contra o paraquate é focado na diminuição da absorção, aumento da eliminação e contra os mecanismos de toxicidade.
O profissional de saúde deve estar protegido utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição Oral:
- O produto contém um agente emético, não controle o vômito. Em caso de vômito, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Antes da chegada ao hospital, caso não tenha ocorrido espontaneamente, a indução do vômito deve ser realizada até uma hora após a ingestão.
- Para impedir a absorção do paraquate, administrar imediatamente um agente adsorvente bentonita (suspensão 7,5%) ou terra de F?ller (suspensão 15%): Dose usual – adultos e crianças acima de 12 anos: 100 – 150 g; crianças abaixo de 12 anos: 2 g/kg p.c. Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Em seguida à administração do adsorvente, administrar um agente laxativo como citrato de magnésio, manitol ou sulfato de magnésio.
- As funções renal, hepática, cardíaca e respiratória e o balanço eletrolítico devem ser monitorados cuidadosamente.
- É indicada a diurese forçada por meio de solução salina, manitol e furosemida. Monitore rigorosamente o balanço hídrico para evitar sobrecarga de líquidos em caso de desenvolvimento de insuficiência renal. Infusões intravenosas devem ser interrompidas em caso de insuficiência renal e hemodiálise extracorpórea é indicada.
- Considerar a realização de hemoperfusão com carvão ativado.
- Ciclofosfamida e metilpredinisona têm se mostrado eficazes na redução da mortalidade em intoxicações moderadas a severas com o paraquate.
- Contra-indicação: não administrar oxigênio suplementar até que o paciente apresente hipoxemia severa. Altas concentrações de oxigênio nos pulmões aumentam os danos causados pelo paraquate. Se a lesão pulmonar estiver tão avançada a ponto de não haver expectativas de recuperação, o oxigênio pode ser administrado para aliviar a falta de ar.
Exposição Inalatória:
- Contra-indicação: não administrar oxigênio suplementar até que o paciente apresente hipoxemia severa. Altas concentrações de oxigênio nos pulmões aumentam os danos causados pelo paraquate. Se a lesão pulmonar estiver tão avançada a ponto de não haver expectativas de recuperação, o oxigênio pode ser administrado para aliviar a falta de ar.
- Pode ocorrer toxicidade sistêmica em casos de inalação da substância.
Contra-indicações: Não administre oxigênio suplementar até que o paciente apresente hipoxemia severa. Altas concentrações de oxigênio nos pulmões aumentam os danos causados pelo paraquate.
Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O paraquate apresenta baixa absorção após administração pela via oral em ratos, cães e camundongos. Uma vez absorvido é rapidamente distribuído para os tecidos, especialmente para os pulmões e rins. Esta substância não sofre biotransformação em ratos. Após a administração oral de dicloreto de paraquate radiomarcado para ratos, a maior parte da radioatividade administrada (69-96%) foi excretada nas fazes na forma inalterada, no entanto, até 30% da dose parece ser eliminada em sua forma degradada, provavelmente devido à degradação microbiana no intestino. Mais da metade da dose (60 - 70 %) administrada a ratos pela via oral, foi encontrada nas fezes e, uma menor proporção na urina (10 – 20%). Após a administração subcutânea, o paraquate inalterado foi encontrado principalmente na urina (73-96% da radioatividade administrada). Em ratos, o paraquate é transportado para os pulmões através de transporte ativo para os pneumócitos tipo I e tipo II, onde é bioacumulado. O paraquate não é retido em nenhum outro tecido além dos pulmões. O principal alvo da toxicidade do paraquate é o pulmão, a substância pode causar, ainda, danos no fígado, rins e sistema cardiovascular que podem levar a funções prejudicadas e danos teciduais incluindo hemorragia e fibrose pulmonar. Os eventos chave que levam ao dano tecidual causado pelo paraquate são: a acumulação do paraquate dentro das células e, sua habilidade de iniciar o ciclo de oxirredução, produzindo um estresse oxidativo tanto no citosol quanto na mitocôndria, o que resulta em uma alteração do estado redox da célula, em uma redução da produção de energia e na peroxidação de lipídios. É provável que a combinação da disfunção mitocondrial, da depleção de NADPH e, da peroxidação de lipídios causada pela geração do radical hidroxila e do ânion superóxido, estejam envolvidas no mecanismo bioquímico da toxicidade do paraquate.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral (ratos fêmeas): 500 mg/kg.
DL50 dérmica (ratos machos e fêmeas): 2937 mg/kg.
CL50 inalatória (ratos): <0,0056 mg/L/4h.
Irritação dérmica (coelhos): Irritante severo para a pele.
Irritação ocular: Irritante ocular grave.
Sensibilização cutânea (cobaias): Não sensibilizante.
Efeitos crônicos:
O principal alvo da toxicidade do paraquate é o pulmão, esta substância pode causar ainda danos no fígado, rins e sistema cardiovascular que podem levar a funções prejudicadas e danos teciduais incluindo hemorragia e fibrose pulmonar. Esta substância não apresentou potencial cancerígeno em ratos ou camundongos. É improvável que o paraquate apresente potencial genotóxico para humanos. Alguns resultados positivos foram observados em estudos de genotoxicidade, mas estes efeitos foram considerados secundários, como consequência da formação de espécies reativas de oxigênio e associados à citotoxicidade. Em estudos em animais, esta substância não apresentou efeitos sobre a fertilidade nem efeitos teratogênicos. Esta substância pode atravessar a barreira placentária e atingir concentrações mais elevadas no feto do que na própria mãe.

Exposição Dérmica:
- Descontaminação: Remover imediatamente as roupas contaminadas e lave a área exposta com água em abundância e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
- Em contato com a pele irritada ou lesionada, pode ser absorvido e causar toxicidade sistêmica.
Exposição ocular:
Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar os olhos com água corrente em abundância por, pelo menos, 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. O paciente deve ser encaminhado imediatamente para uma unidade de saúde para exame oftalmológico.

1 PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
( )Altamente Perigosa ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( )Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(x) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( )Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente,
-Evite contaminação ambiental – Preserve a natureza
- Não utilize equipamentos com vazamento,
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 ( duzentos e cinqüenta ) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e vegetal suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e. ter piso impermeável..
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em Caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNIT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal
3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Ouro Fino Química Ltda telefone de Emergência: 08007077022
- Utilize, o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente, O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo no contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina. COI ou pó químico, ficando a favor cio vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual)
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até. ¼ do seu volume:
- Tampe. bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica OU metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador: - Acione o mecanismo para liberar o jato de água:
- Direcione o jato de água para rodas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o ianque do pulverizador:
- Inutilize, a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos:
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice. Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até uru ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia,
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve, ser cm local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra, Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) • ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado cm local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio Local onde guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e TC.ÇLOS de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração cm fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte estai sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do prxluio, bem corno determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e. outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.