Bula Smart

acessos
Chlorimuron-ethyl
1458704
Du Pont

Composição

Clorimurom-etílico 250 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Calopogônio
(Calopogonium mucunoides)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Catirina
(Hyptis lophanta)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Erva de touro
(Tridax procumbens)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Erva palha
(Blainvillea latifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Feijão de corda
(Vigna unguiculata)
80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Flor amarela
(Melampodium perfoliatum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações

Frascos metálicos, barricas e caixas/cartuchos de papelão de: 1, 2 e 5 kg. Frascos ou sacos de polietileno de: 60, 70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480, 500 g e 1, 2, 5 kg. Sacos hidrossolúveis de: 60, 70, 80, 100, 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480, 500 g. Sacos aluminizados ou metalizados de: 60, 70, 80, 100' 150, 200, 240, 250, 300, 320, 400, 480, 500 g e 1, 2, 5 kg (Estas embalagens poderão conter 1 ou mais sacos hidrossolúveis nas capacidades descritas acima). Cartuchos de papelão de 480 g (contendo 6 sacos hidrossolúveis de 80 g). Sacos de polietileno de 25 kg. Tambores metálicos de 50 e 100kg. Embalagens "big bag" de: 100, 200, 400, 450, 500, 550, 600 kg.

Sacos aluminizados ou metalizados de 60; 70; 80; 100; 150; 200; 240; 250; 300; 400; 480 e 500 g; e de 1; 2 e 5 kg (estas embalagens poderão conter um ou mais sacos hidrossolúveis nas capacidades descritas acima).
Barricas de papelão de 50 e 100 Kg.

CULTURA:
SMART é um herbicida seletivo de ação sistêmica pertencente ao grupo químico sulfoniluréia,
recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas largas na cultura da soja, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzirna acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vacila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar uma única vez em pós-emergência da soja e das plantas infestantes, utiÍizando as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou altas infestações.

MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo da calda:

Tratorizado:
Adicionar a quantidade recomendada de SMART no tanque pulverizador com 1/4 (25%) de sua
capacidade com água limpa, adicionando em seguida óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Aeronave:
Fazer uma pré-mistura em balde adicionando a quantidade recomendada de SMART e misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100 litros de água. Colocar água no reservatório (Hopper) da aeronave até atingir 3/4 (75%) do volume desejado. Adicionar a pré-mistura de SMART e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada em reservatório separado.

Equipamentos de aplicação:

Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda, via tratorizada ou 400 a 600 L/ha de calda, via
manual costal.
Pressão de trabalho: 30 a 50 Lb/poL2
Tipos de ponta de pulverização: leque
Diâmetro de gotas: 180 a 200 micra
Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm2

Aplicação aérea:
SMART deve ser aplicado com um volume de calda de 20 a 40 litros/ha. Para um volume de
aplicação de 20L/ha, aplicar através de aeronaves agricolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR -AU-5000-2), com altura de vôo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2-3 m (bicos cônicos), e largura da faixa de deposição efetiva de 13 m.
Para volumes de aplicação entre 30 e 40 litros/ha, aplicar através de aeronaves agricolas com barra equipada com bicos tipo cônico (D8 ou DIO, core 44 a 46), com altura de vôo de 2-4 m, e largura da faixa de deposição efetiva de 13-15 m.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm2.
Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 25° C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo perdas por deriva e evaporação.
Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados.

Limpeza/lavagem do equipamento de pulverização:
Antes da aplicação, certifique-se de que todo o equipamento está limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX AMONÍACO OU
SIMILAR COM 3% DE AMÔNIA) na proporção de 1% (1litro para 100 litros de água). Circule
esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque de água limpa.
Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos.
Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxágiie completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas
vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITARA DERIV A DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILmADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 micra). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA,
MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA
OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Veja instruções sobre condições de vento, temperatura, umidade e inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas -Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura.

QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR
AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos,
ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás,
paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 (75%) da barra ou do
comprimento do rotor -barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos.

Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento detenninam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.
NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade:
Quando aplicar em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a serem formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja 65 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVlSA/MS.

LIMITAÇÕES DE USO:
.Estágio de aplicação: aplicar a partir do 3° trifólio para a soja, e quando as plantas infestante
estiverem com 2 a 6 folhas.
.Fitotoxicidade: nas doses recomendadas SMART é seletivo a cultura da soja. Óleo Miner,
emulsionável a 0,05% (50 mL/100 litros de calda) deve ser adicionado à calda herbicida.
.Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.
.Aplicar no máximo 80 g/ha de SMART por ciclo da cultura (do plantio à colheita).
.O controle de Euphorbia heterophylla, Spermacoce latifolia e Calopogonium mucunoides
verificado por uma paralisação do seu crescimento sendo complementado pelo fechamento c
cultura. Melhores resultados são observados em cultivares de fechamento rápido (porte alto
rápido crescimento).
.Nas aplicações para controle de Senna obtusifolia e Hyptis suaveolens, observar o estádio
máximo de 23 folha composta e 4 folhas, respectivamente. Melhores resultados são observac
em cultivares de fechamento rápido (porte alto e rápido crescimento).
.Não use restos da cultura tratada com SMART para alimentação animal.
.Não aplicar SMART em períodos de seca prolongada ou em condições da baixa umidade
relativa do ar. Chuvas após 2 horas da aplicação não prejudicam o efeito de SMART.
.Para rotação de cultura com a soja, observar o prazo de 60 dias após a aplicação do SMA
para feijão, trigo, algodão e milho. Para outras culturas, realizar bio-ensaio antes do plantio
rotação.

AVISO AO COMPRADOR:
SMART deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo
Milenia não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo
recomendado especificamente pela bula/rótulo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

PRECAUÇÕES GERAIS: Leia e siga as instruções contidas na bula. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Mantenha a embalagem longe do fogo.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual. Use luvas impermeáveis. Durante a manipulação e preparação da calda, use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, botas, avental impermeável e luvas impermeáveis e óculos ou protetor facial.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite a inalação ou aspiração do produto ou seu contato com a pele e olhos. Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto na presença de ventos. Não utilize equipamentos com vazamentos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Após a utilização do produto remova as roupas protetoras e tome banho. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado e em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Não reutilize a embalagem vazia. Obedeça o intervalo de reentrada.

PRIMEIROS SOCORROS: SE INGERIDO: Em caso de ingestão acidental provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando o rótulo e a bula do produto. SE INALADO: Em caso de inalação procure local arejado e se houver sinais de intoxicação procure o médico, levando o rótulo e a bula do produto. CONTATO COM A PELE: Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão em abundância e se houver sinais de irritação procure um médico levando o rótulo e a bula do produto. CONTATO COM OS OLHOS: Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os com água em abundância e procure o médico, levando o rótulo e a bula do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Não são conhecidos sintomas típicos causados por intoxicação pelo produto. Em caso de ingestão, inalação, contato com os olhos e pele, proceder a um tratamento sintomático sob supervisão médica.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: O produto é rapidamente metabolizado e excretado pela urina e fezes, com uma meia-vida biológica de cerca de 50 horas.

EFEITOS AGUDOS, CRÔNICOS E COLATERAIS: Não tem sido constatada sintomatologia relacionada ao uso de Chlorimuron ethyl.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). .Este produto é AL T AMENTE MÓVEL no meio ambiente. Este produto é AL TAMENTE TÓXICO para algas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.

Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e resto do produto. Instruções de armazenamento do produto, visando sua conservação e prevenção contra acidentes: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.

A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. Instruções em caso de acidentes. Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa.

UTILIZE O EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL -EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas, de maneira a torná-las inadequadas para outros usos. (Obs: exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específica. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o 6rgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: Recomenda-se a incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipado de câmaras para lavagem de gases efluentes. Para desativação do produto contacte a Empresa.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência em plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrada para cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.