Bula Soberan

acessos
Tembotriona
5108
Bayer

Composição

Tembotriona 420 g/L Benzoilciclohexanodiona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
180 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
180 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Corda de viola
(Ipomoea nil)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Corda de viola
(Ipomoea acuminata)
180 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
180 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Milhã
(Digitaria ciliaris)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
180 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
180 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Picão preto
(Bidens pilosa)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Picão preto
(Bidens subalternans)
180 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Rubim
(Leonurus sibiricus)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Soja
(Glycine max)
180 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
240 mL p.c./ha 200 a 250 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única aplicação. 98 dias. Pós emergência da cultura do milho e das plantas daninhas. Adicionar 1 L/ha de adjuvante a base de éster metilado

Frascos plásticos PET/COEX - 0,5 e1 L
Bombonas plástico PET/COEX - 5, 10, 20, 50, 100 e 200 L
Baldes metálicos - 20 L
Tambores metálicos - 50, 100 e 200 L

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Aplicar o produto sempre acompanhado de um adjuvante à base de éster metilado na dose de 1,0 litro/ha, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas.
Recomenda-se uma única aplicação, observando-se sempre a espécie e o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Quanto à cultura, não é necessário a indicação de estádio de desenvolvimento ideal, por se tratar de um herbicida altamente seletivo em qualquer fase do mesmo. No entanto, a aplicação em plantas menores é um fator positivo, pois previne a formação do chamado efeito guarda-chuva.

MODO DE APLICAÇÃO:

SOBERAN pode ser aplicado com pulverizadores terrestres manuais costais ou tratorizados dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 250 litros de calda por hectare.

Para aplicações com SOBERAN com aeronaves agrícolas, utiliza-se barra equipada com bicos tipo cônica (08 ou 010, core 44 a 46), pressão da bomba 40-60 Ib/pol2 , com altura de vôo de 4-5m do alvo a ser atingido, e largura de faixa de deposição efetiva de 15 m (Aviões do tipo Ipanema), deve ter uma vazão entre 30 a 50 litros de calda por hectare, aplicando diretamente sobre as plantas daninhas.

Condições climáticas: observar principalmente a Umidade Relativa do Ar que deverá estar acima de 60%, temperatura no momento da aplicação inferior a 28° C e a velocidade do vento inferior a 10 km/h, visando reduzir ao máximo as perdas por evaporação. A critério de um engenheiro agrônomo ou técnico responsável as condições de aplicação poderão ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Milho................................. 98 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana (ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:

• SOBERAN desde que aplicado de acordo com as instruções de uso não causa efeitos fitotóxicos.
• Como se trata de um produto aplicado na pós-emergência, os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento.
• O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob "stress", ou quando o solo apresentar-se com deficiência hídrica.
• Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem molhadas ou com presença de orvalho, o que pode causar escorrimento da calda de aplicação.
• Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem ocorrência de chuvas ou orvalhos intensos.
• Respeitar o prazo de 30 dias para semeadura das culturas de Girassol, Algodão e Feijão, em áreas que receberam aplicações deste herbicida.
• O produto nas doses recomendadas mostrou-se altamente seletivo para todas as cultivares e híbridos de milho testados, tanto em aplicações precoces quanto em aplicações tardias.

Informações adicionais:
Por ser um herbicida pertencente ao grupo dos inibidores da enzima 4-hidroxifenilpiruvatodioxigenase (HPPD), atua na síntese de carotenóides, desenvolvendo uma intensa coloração esbranquiçada nas folhas das plantas daninhas, evoluindo para uma seca e morte subseqüente. Estes efeitos são rapidamente observados em lavouras aplicadas, sendo um bom indicativo de que o produto está ativo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE RECIClAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;

Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro Agrônomo.

MINISTERIO DA SAUDE - AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA

DADOS RELATIVOS Á PROTECÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção ind individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças Por cima das botas; botas de borracha; mascar com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contam inação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente ("acordada"), dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente ("desacordada"). Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.

Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo INTOXICAÇÕES POR TEMBOTRIONE INFORMAÇÕES MÉDICAS:

As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc).

Grupo Químico: Tricetona

Classe Toxicológica: Medianamente Tóxico

Vias de Exposição: Inalatória, dérmica, oral.

Toxicocinética: O tembotrione é bem absorvido após exposição oral e extensamente metabolizado. A excreção ocorre principalmente através das fezes e urina. O tembotrione sofre circulação entero-hepática e não se acumula nos tecidos.

Mecanismos de toxidade: O tembotrione age inibindo a enzima 4-hidroxifenilpiruvato desoxigenase (HPPDase).

Sintomas e sinais clínicos: Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos relacionados à intoxicação por tembotrione.

Diagnóstico: O diagnóstico pOderá ser estabelecido pela confirmação da exposição. Não se conhece o quadro clínico referente à intoxicação humana pelo tembotrione.

Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.

Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar proteg ido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

Em caso de contato com os olhos, lavá-Ios imediatamente com soro fisiológico em abundância.

Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado e catártico.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos

ATENÇÃO

Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIA T - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 080070 10450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de laboratório:

O mecanismo de ação do tembotrione é baseado na inibição da enzima 4-hidroxifenil piruvato desoxigenase (HPPDase).
O tembotrione foi bem e rapidamente absorvido através da via oral em ratos e camundongos. O produto é rapidamente distribuído e metabolizado através da via oxidativa hepática. Depois de 3 horas do tratamento, significativa concentração do material radiomarcado foi detectada na bile. A maior parte do tembotrione é excretada através das fezes, seguida da urina, na forma de metabólitos. O tembotirone sofre circulação enterohepática. Os principais metabólitos em ambas as espécies foram o 5-hidroxi tembotrione e o 4-hidroxi tembotrione.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de laboratório:

Efeitos agudos:

O Soberan apresentou baixa toxicidade aguda oral (DL50= 1750 mg/kg p.c.), dérmica (DL50> 5000 mg/kg p.c.) e inalatória (CL50 > 2,07 mg/L) quando testado em ratos. O Soberan® não apresenta potencial para sensibilização dérmica, conforme demonstrado em estudo conduzido em porquinhos da índia.
O contato do produto com os olhos de coelhos causou irite reversível em 24 horas e conjuntivite reversível em 48 horas. Não foi observada opacidade da córnea. Quando aplicado na pele de coelhos o produto causou eritema muito leve, reversível em no máximo 48 horas.

Efeitos crônicos:

O tembotrione não apresentou potencial cancerígeno quando testado em ratos, camundongos e cães e não demonstrou potencial genotóxico nos testes de Ames e de formação de micronúcleos em célula de medula óssea de camundongos. Quando administrado em fêmeas durante o período gestacional, algum atraso no desenvolvimento dos filhotes foi observado, caracterizado por variações esqueléticas e alterações de peso corpóreo. O tembotrione não causou malformações embriofetais, tampouco alterações sobre os parâmetros reprodutivos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente ( CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
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- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S/A. - telefone de Emergência: 0800-0243334.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobrea boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, alimentos, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro Agrônomo.