Bula Sombrero

acessos
Imidacloprido
4115
Adama

Composição

Imidacloprido 600 g/L Nicotinóide

Classificação

Inseticida/Acaricida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
360 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
270 a 360 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Tripes
(Frankliniella schultzei)
270 a 360 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
210 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Cupim de montículo
(Syntermes molestus)
150 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
36 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
150 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Pulgão
(Aphis craccivora)
150 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
150 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
480 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Coró da soja
(Phyllophaga cuyabana)
60 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Coró da soja
(Phyllophaga cuyabana)
60 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
60 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
42 g p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
36 g p.c./100 kg de sementes 500 mL p.c./100 kg de sementes - Única. Não determinado. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura

Balde Plástico/Metálico - 2,0; 2,2; 2,4; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50 L
Bombona Plástica/Metálica - 2,0; 2,2; 2,4; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50 L
Container Polietileno revestido com maderite - 1.000 L
Frasco Plástico - 0,25; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 1,2; 1,5; 1,6; 1,8; 2,0 e 2,2 L
Tambor Plástico/Metálico - 20; 25; 30; 50; 100; 150; 200; 250; 400 e 500 L
Tanque portátil Metálico - ; 500; 1.000; 1.500; 2.000; 2.500; 3.000; 4.000; 5.000; 10.000; 15.000 e 20.000 L.

1. INSTRUÇÕES DE USO:
1.1. CULTURAS:
SOMBRERO é um inseticida de contato e ingestão do grupo dos neonicotinóides, indicado em tratamento de sementes para o controle de diferentes pragas nas culturas do algodão, arroz, cevada, feijão, milho, soja e trigo.

1.2. PRAGAS CONTROLADAS E DOSES: Vide Indicações de Uso/Doses.

1.3. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
SOMBRERO deve ser usado exclusivamente para o tratamento de sementes. Realizar no máximo 1 aplicação.

1.4. MODO DE APLICAÇÃO:

O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos ou em máquinas específicas. O tratamento é feito via úmida, diluindo-se a dose recomendada do inseticida em um volume que não exceda 500 ml de água por 100 kg de sementes. No caso particular dos tambores rotativos, proceder à mistura durante 3 minutos, para que ocorra uma perfeita uniformização do inseticida sobre a superfície das sementes. Retirar as sementes e deixá-las secar a sombra.
As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura.

MILHO
No caso específico da cultura do milho, a melhor dose recomendada do produto é por quantidade de sementes por hectare, o que proporciona melhor aferimento do tratamento, devido a diferenças no tamanho de sementes de milho existentes no mercado. A dose recomendada (160 ml/ha para Dalbulus maidis e 70 ml/ha para Dichelops melacanthus) deve ser diluída em um volume que não exceda 500 ml de água por ha. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada, ou seja 60.000 sementes, independente do tamanho e peso destas.

1.5. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão................................(1) Arroz....................................(1) Cevada..........................(1) Feijão...................................(1) Milho....................................(1) Soja................................(1) Trigo.....................................(1)
*(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

1.6. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

1.7. LIMITAÇÕES DE USO:
Quando o produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar uma quantidade menor de sementes que a usual e recomendada, deve-se regular a semeadura com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de distribuição de sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta deste tipo de manutenção pode alterar o fluxo de semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não observância destas indicações pode resultar em baixa população de plantas, falha no plantio, excesso de sementes por metro ou outras irregularidades no plantio.
Sementes tratadas não podem ser utilizadas para alimentação humana e animal.
• Não deixar sementes tratadas expostas sobre o solo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseioe aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (E151s) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral/viseira facial e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral/viseira facial e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a.. pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR IMIDACLOPRIDO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico - Neocotinóide
Vias de exposição - Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética - Estudos de biocinética em ratos mostraram que o Imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se como média, 75% da excreção via urina e restante via fezes pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entra 1 a 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do Imidacloprido nos tecidos é bastante limitada. A taxa de metabolização do Imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos que em fêmeas. Somente entre 10 e 16% do composto parental é encontrado na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como aos dois correspondentes de biotransformação com anel/imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do Imidacloprido são: 1-Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido cloronicotínico que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes. 2-Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5. Cerca de 16% dos metabólitos recuperados identificados foram a soma de 4- e 5-hidroxi-imidacloprido.
Mecanismo de toxicidade - O Imidacloprido atua nos receptores nicotínicos (nAChR) do sistema nervoso dos insetos. A ativação do nAChR induz a um fluxo iônico. Esta ativação se dá pelo mensageiro natural acetilcolina (ACh). Este receptor e atuação ocorre também em vertebrados.
Sintomas e sinais clínicos - Estudos de casos de incidentes de ingestão de Imidacloprido evidenciaram os sintomas de tontura, desorientação, erosão na mucosa da boca, esôfago e estômago. Outros dados sugerem náuseas, dor abdominal e diarreia. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de doses altas observou-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina.

Diagnóstico - O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível. Deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações disponíveis.
Tratamento - Não há antídoto ou antagonista específico.
- O tratamento médico deve ser sintomático e de suporte, em função do quadro clínico para manutenção das funções vitais.
- Medidas terapêuticas imediatas devem ser tornadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.
- Em caso de ingestão de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico, tais como a lavagem gástrica poderão ser realizados. O carvão ativado poderá ser administrado para diminuir a absorção gastrointestinal, devendo ser ministrado associado a laxantes salmos.
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
Considere logo após ingestão de urna grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas durante o procedimento.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção. sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
Suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão).
Dose usual: 25a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
- O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo, medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória.
- Monitorar os sinais vitais e as funções hepática e renal.
- Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico ou água corrente por no mínimo 15 minutos.
- O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Contra-indicações - A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos - Não são conhecidos.
ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação

(SINAN/MS)

Telefone de Emergência da empresa: 0800 200 2345

• Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: IMIDACLOPRIDO: Vide item: Toxicocinética.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (resultantes de ensaios com animais de laboratório - Produto Formulado): DL50 oral para ratos: 500 mg/kg de peso corpóreo.
DL5 dérmica para ratos: > 2000 mg/kg de peso corpóreo.
CL50 inalatória para ratos: Não determinada em função das características físico-químicas do produto.
Irritação dérmica: Levemente irritante para a pele de coelhos.
Irritação ocular: Levemente irritante para os olhos de coelhos.
Sensibilização cutânea: Não causou sensibilização dérmica em cobaias.
Efeitos crônicos: O principal órgão-alvo foi a tireoide. Em estudos crônicos com animais,• moderadas ou altas doses de Imidacloprido pela via oral causaram diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, toxicidade hepática, alterações da coagulação e plaquetária, lesões tireóideas (incremento na mineralização no coloide dos folículos da tiroide, em ratos) e hipercolesterolemia.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
- Este produto é MUITO TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
- Este produto é MUITO TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A - telefone de emergência: 0800 111 767 ou 0800 7071 767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante por meio do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina. CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis (6) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS COM SOMBRERO)
AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER LAVADAS.
- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS- SACARIAS -VAZIAS
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico Sombrero ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as mesmas devem ser devolvidas no local em foram tratadas ou adquiridas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDA AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

1.14. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação
de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www. agricultura. gov. br).