Bula Soyvance

acessos
Imazapyr + Imazapique
7814
Basf

Composição

Imazapique 175 g/kg Imidazolinonas
Imazapir 525 g/kg Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico, Seletivo condicional
Soja CV - Geneticamente modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 4 folhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha com 1 a 2 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha com 1 a 2 perfilhos
Capim colonião
(Panicum maximum)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha com 1 perfilho
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha com 1 a 2 perfilhos
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
80 a 100 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 4 folhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
80 a 100 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
80 a 100 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Erva de touro
(Tridax procumbens)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Erva formigueira branca
(Chenopodium album)
80 a 100 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
80 a 100 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 4 folhas
Milhã
(Digitaria ciliaris)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha com 1 a 2 perfilhos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
80 a 100 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha com 1 a 2 perfilhos
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
80 a 100 g.p.c./ha 100 a 200 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens subalternans)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
80 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
70 a 100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Pós-emergência das ervas infestantes. Planta daninha de 2 a 4 folhas

Frasco de polietileno para 100, 140, 170, 200, 280, 340, 500, 700, 850 g e 1; 1,4; 1,7 kg. Bombona de polietileno para 5 e 20 kg. Filme plástico para 100, 140, 170, 200, 280, 340, 500, 700, 850 g e 1; 1,4; 1,7; 5 e 20 kg. Saco plástico (com 2 sacos hidrossolúveis de 100 g cada) aluminizado para 200 g. Saco plástico (com 5 sacos hidrossolúveis de 100 g cada) aluminizado para 500 g. Saco plástico (com 10 sacos hidrossolúveis de 100 g cada) aluminizado para 1000 g. Saco plástico (com 2 sacos hidrossolúveis de 140 g cada) aluminizado para 280 g. Saco plástico (com 5 sacos hidrossolúveis de 140 g cada) aluminizado para 700 g. Saco plástico (com 10 sacos hidrossolúveis de 140 g cada) aluminizado para 1400 g. Saco plástico (com 2 sacos hidrossolúveis de 170 g cada) aluminizado para 340 g. Saco plástico (com 5 sacos hidrossolúveis de 170 g cada) aluminizado para 850 g. Saco plástico (com 10 sacos hidrossolúveis de 170 g cada) aluminizado para 1700 g. Filme plástico (com 2 sacos hidrossolúveis de 100 g cada) para 200 g. Filme plástico (com 5 sacos hidrossolúveis de 100 g cada) para 500 g. Filme plástico (com 10 sacos hidrossolúveis de 100 g cada) para 1000 g. Filme plástico (com 2 sacos hidrossolúveis de 140 g cada) para 280 g. Filme plástico (com 5 sacos hidrossolúveis de 140 g cada) para 700 g. Filme plástico (com 10 sacos hidrossolúveis de 140 g cada) para 1400 g. Filme plástico (com 2 sacos hidrossolúveis de 170 g cada) para 340 g. Filme plástico (com 5 sacos hidrossolúveis de 170 g cada) para 850 g. Filme plástico (com 10 sacos hidrossolúveis de 170 g cada) para 1700 g.

INSTRUÇÕES DE USO:
CULTIFIX é um herbicida sistêmico, desenvolvido para uso em produção de Soja tolerante a imidazolinonas.
CULTIFIX possui amplo espectro de controle das principais plantas daninhas infestantes da cultura da soja.
CULTIFIX apresenta flexibilidade quanto à época de aplicação, podendo ser utilizado desde a pós-emergência inicial até a pós-emergência normal das plantas infestantes da soja.
CULTIFIX foi desenvolvido para uso exclusivo no Sistema de Produção Soja tolerante às imidazolinonas - Soja CV; somente os cultivares de soja do Sistema de Produção Cultivance têm tolerância ao herbicida. Esses cultivares foram desenvolvidos através de técnicas avançadas de melhoramento, tomando-os altamente tolerantes ao herbicida CULTIFIX. Os cultivares do sistema de produção Cultivance são plantas geneticamente modificadas.

CUL TURA / PLANTAS INFEST ANTES / DOSE:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

1 quilo de CULTIFIX contém 525 gramas de IMAZAPIR + 175 gramas de IMAZAPIQUE.

A dose menor do produto comercial deverá ser utilizada na pós-precoce das plantas daninhas (gramíneas até 10 perfilho e folhas largas de 2 a 4 folhas) e/ou em baixas infestações.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicação única. CULTIFIX pode ser aplicado na cultura de soja tolerante ao CULTIFIX desde a pós-emergência inicial até a pós-emergência normal das plantas infestantes da soja.

MODO DE APLICAÇÃO:
1)Aplicação Terrestre: Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou costal manual, com volume de calda de 100 a 200 litros por hectare, produzindo pulverizações com gotas de categoria média a grossa, procurando obter boa cobertura e evitando deriva para culturas sensíveis:
Utilizar bicos XR TeeJet (em boas condições ambientais) ou os bicos de baixa deriva DG TeeJet, Turbo TeeJet (em condições ambientais mais críticas). Também podem ser utilizados bicos ADI Jacto e LD Jacto, AD Magnum e BD Magnum e ALBUZ (em boas condições ambientais) e ADGA Magnum, BJ Jacto (em condições ambientais mais críticas).

2)Aplicação Aérea: Aplicar volume de calda de 40-50 litros/ha, bicos D-1O ou D-12 com core 45, altura de vôo de 4 a 5 metros do alvo a ser atingido, faixa de aplicação de 12 a 15 metros e ângulo do bico de 90° em relação à direção de vôo.
Evite derivas para as culturas vizinhas, principalmente para soja não tolerante ao CULTIFIX. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite sobreposição de faixas de pulverização durante a aplicação. A boa prática agrícola recomenda a aplicação sem vento ou com velocidade do vento menor do que 10 km/h.

• Recomenda-se uma faixa de segurança de 100 metros entre a área aplicada com avião e a área cultivada com soja convencional.

Obs.: Com outros equipamentos assegurar uma boa cobertura de pulverização. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável as condições poderão ser alteradas.

FATORES IMPORTANTES PARA O SUCESSO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SOJA TOLERANTE AO HERBICIDA CUL TIFIX:
Aplique CULTIFIX somente nos cultivares de soja tolerantes ao herbicida.
1. Aplicação em pós-emergência na dose recomendada adicione o adjuvante DASH 0,25% v/v na calda de pulverização.
2. Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento e mato competição das plantas daninhas na cultura da Soja.
3. Evite aplicações nas horas mais quentes do dia e com baixa umidade relativa do ar ou com ventos acima de 10 km/hora.
4. Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros campos de soja não CV ou outros cultivos.
5. Limpe a semeadora antes de utilizá-las com soja CV. Retire todo o resto de sementes de soja não CV (tolerante as imidazolinonas).

PREPARAÇÃO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade. Com o agitador (retomo) acionado, adicione a quantidade recomendada de CULTIFIX, adicione o adjuvante usado somente no caso da aplicação em pós-emergência e complete o volume do tanque com água.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
60 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
Seletividade: CUL TIFIX é um herbicida seletivo para uso exclusivo no sistema de produção Soja Cultivance, recomendado especificamente para este herbicida.
1. PRECAUÇÃO: utilizar somente sementes identificadas com o Sistema de Produção Soja Cultivance recomendadas para o herbicida CULTIFIX.
2. CULTIFIX não é seletivo para outros cultivares não – Cultivance.
3. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas ao CULTIFIX, não plantar Soja Cultivance mais de 2 safras seguidas. Recomenda-se a rotação com a Soja Convencional. Dessa forma evita-se o controle continuado das plantas daninhas com o mesmo grupo químico e as mesmas práticas, dentro de um programa de manejo de resistência de plantas daninhas com herbicidas de diferentes modos de ação e diferentes práticas de manejo.
4. Rotação de culturas após a safra de Soja Cultivance: somente as culturas de inverno e verão abaixo relacionadas poderão ser feitas em sucessão ou rotação com a Soja Cultivance.
Culturas de inverno e/ou sucessão: Trigo, ervilha, azevém, cevada, aveia, milho safrinha, feijão, amendoim, cana-de-açucar e cultivares tolerantes a imidazolinonas do Sistema Clearfield como o milho CL e Arroz CL.
Culturas de verão (rotação): Soja Cultivance, Soja convencional, milho, algodão, feijão, amendoim, arroz, sorgo, cana-de-açucar e cultivares tolerantes a imidazolinonas do Sistema Clearfield como o milho CL e Arroz CL.
5. Durante a aplicação do produto evite a deriva para as culturas adjacentes e/ou limÍtrofes à área a ser tratada.
6. Para maiores esclarecimentos consulte representante da BASF S.A.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola. -
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem o equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. -
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos; touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA. -.
• Produto Extremamente Irritante para os olhos..
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro. químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. .
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada: com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA. ÀREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
/






• Caso necessite entrar na áreá tratada com o produto antes do término do int
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI5) recomendados
durante a aplicação.-
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem orr9tnal em

-local trancado, longe do alcance de criançãs e animais,
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EM), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação
• Os equipamentos de proteção individual (EFIs) recomendados devem ser retiradõs na
seguinte ordem touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
• Troque e lave as suas roupas de proteção separadó das demais roupas da familia Ao lavar,
as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lvagrn dos equipamehtos de proteção após cada apücaçáo do
produto
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante
• Não reutilizara embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individua! – EPl: macacão com
tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha

Informações Médicas:
Grupo Químico: Imazapir - Imidazolinona/ Imapazapique - Imidazolinona

Classificação Toxicológica: I - Extremamente Tóxico

Vias de Exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória

Toxicocinética: Imazapr foi rapidamente absorvido após administração oral em ratos. A excreção se deu principalmente pela urina e algo nas fezes,após 24 horas da administração.
Após 6 dias, a eliminação foi completa.
Imazapique,após administração oral em ratos, foi rapidamente e quase completamente absorvido (95%), corn excreção principalmente na urina e algo nas tezes, após 24 horas da administração. Após 6 dias, a eliminação foi completa. Sem potencial de bioacumulação. O silicato de alumínio penetra essencialmente pelas vias respiratórias e digestivas, &com baixa absorção.

Mecanismos de toxidade: Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico de Imazapir e Imazapique para humanos.
O silicato de alumínio tende a se fixar nos ossos, competindo com o cálcio; nas hemácias compete com o ferro. Ambos os processos são reversíveis. Pulmões, ossos e o sistema nervoso são os órgãos alvo. Há perda de sinapses e atrofia da árvore dendrítica. Nas células, causa urna redução importante do número de neurotúbos e do transporte citoplasmático, além da inibição da enzima Na/K-ATPase.

Sintomas e sinais clínicos:
TOXIDADE AGUDA:
Exposição/ sinais e sintomas:
Dérmica: Irtação; não foi sensibilizante dérmico;
Ocular: Irritação grave;
Inalatória: Toxidade moderada;
Oral:Náuseas, vômito, quemaidura orais (doses altas)
Sistêmica: Após ingestão de grandes quantidades do produto: náuseas, vômitos copiosos, febre, ulceração de mucosa do trato gastrointestinai, faringolaringite, alteração dá consciência, insuficiência respiratória por pneumonia aspirativa, disfunção transitória hepática e renal, acidose metabólica, hipotensão.
O silicato de alumínio poda causar osteoporose, anemia hipocrômica, alteração de comportamento e disfunção motora, com tremores, incoordenação, fraqueza e ataxia. Possibilidade do aparecimento de doença de Alzheimer nas exposições de longo prazo.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas Indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatemente.

Tratamento: remoção da fonte de exposição, contaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. É importante irrigar os olhos e a boca com copiosas quantidades de água.

Exposição oral: Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
Lavagem gástrica: pode ser considerada pela presença de silicato de alumínio, sempre com proteção respiratória.
Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g dó carvão). Dose: 25 a 100g em adultos; 25 a 50g em crianças de 1 a 12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano;
Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário (insuficiência respiratória e depressão do sistema nervoso central). Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida com pressão positiva, se requerida. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
Hipotensão: Infundir 10-20 ml/kg de líquido isotônico. Se persistir Dopamina (5-20 ug/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,51 V9/Min; crianças: começar com 0,1 ug/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com Bicarbonato de sódio.
Hemodiálise: Pode ser requerida em caso de intoxicação grave com insuficiência renal e acidose grave.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas, estabilização das funções vitais do estado mental.

Contra indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.

Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos;

ATENÇÂO: Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o câso e obter
Informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISNMS
CCI- UNICAMP: (OXX19) 3788-757313788-7290
Curitiba-PR: (0xx41) 264-8290/ 363-7820 /(0800) 4101 48
Porto Alegre - RS: (OXX51) 3217-1751 / (0800) 780200
São Paulo - SP: (0XX11) 5012-5311/(0800) 713733
Notifique ao sistema de Informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da emprãa BASF:
(08000) 11.2273 ou (OXX12) 3128-1357

Mecanismo de Mão. Absorcão e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Mudos e Crônicos Para Animais de Laboratório: -
Efeitos Agudos (Produto Formulado):
DIL50 oral em ratos: > 2000. mg/kg
DIL50 dérmica em ratos; > 50,00 mg/Kg
CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 5,2 mg/L de ar
Irritação ocular em coelhos: Irritante severo, causando opacidade de córnea, quemose evermelhidão da conjuntiva.
Irritação dérmica em coelhos: levemente irritante para a pele de coelhos. Sensibilização dérmica (cobaias): o produto não causou sensibilização dérmica em cobaias. Efeitos crônicos (Produto Técnico): Imazapir: estudos crônicos (1 ano) em cães não mostraram efeitos tóxicos. Estudos experimentais mostraram toxicidade materna a doses baixas (sialorreia em ratos), mas não foram observados efeitos sobre o desenvolvimento (ratos, coelhos); não foi mutagênico nem carcinogênico. lmapazapique: estudos crônicos em ratos, camundongos e coelhos não mostraram efeitos tóxicos: em cães produziu toxicidade hematológica (anemia), hepática e degeneração muscular esquelética focal abdominal. Estudos experimentais mostraram toxicidade materna a doses baixas (diminuição ,da ingestão de alimentos e sialorreia em ratos), mas não foram observados efeitos de embriotoxicidade ou fetotoxicidade (ratos, coelhos) a exceção de variações esqueléticas (costelas rudimentares nos fetos de cães) a doses moderadas.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para microrganismos do solo.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes - Aplique somente as doses recomendadas
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes ás atividades aeroagricolas

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefone de Emergência: 08000-112273 ou (Oxx12) 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha. óculos protetor e máscara com filtros)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente

O produto derramado não deverá mais ser utilizado Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA. DE CO2, PÓ QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume,
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador.
-Faça esta operação três vezes,
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; -A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador:
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas. medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXIVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias
Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra


Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente

TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais
RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.

Compatibilidade

Vide Aplicação/Uso