Bula Space

acessos
Cymoxanil + Mancozeb
5601
Du Pont

Composição

Cimoxanil 80 g/kg Acetamida
Mancozebe 640 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalo entre as aplicações de 5 a 7 dias. 7 dias. Sempre que houver condições favoráveis à requeima
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
200 a 250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalo entre as aplicações de 5 a 7 dias. 7 dias. Sempre que houver condições favoráveis ao míldio
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
200 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalo entre as aplicações de 5 a 7 dias. 7 dias. Sempre que houver condições favoráveis à requeima
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalo entre as aplicações de 7 a 14 dias. 7 dias. Realizar aplicações no início do crescimento da brotação até o início da frutificação (bagas "chumbinho")

Sacos plásticos acondicionados em caixa de papelão, barricas de papelão, sacos de papel e baldes metálicos e de plástico, sacos alumizados com conteúdos de: 0,5; 1, 2, 5, 10, 20, 24 e 25 kg. Embalagens de sacos multifoliados (alumínio, plástico, papel) de 50, 60, 70, 100, 150 e 200 g, contendo saquinhos de filme hidrossolúvel.
Saco aluminizado (poliéster + alumínio + nylon + polietileno de baixa densidade), saco de mylar metalizado (poliester metalizado + nylon+polietileno de baixa densidade), saco de nylon pol (poliester sem metalização + nylon + polietileno de baixa densidade) de 1, 2, 5 e 10 Kg contendo saquinhos hidrossolúveis de 50, 100, 200, 250 e 500 g; embalagens sacos multifolhados (alumínio, plástico e papel) de 250 g, 500 g, 1 Kg, 2 Kg, 5 Kg e 10 Kg contendo saquinhos de filme hidrossolúvel.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURA, DOSE, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

BATATA: 2,0 kg/ha ou 200 g/100 litros de água do produto formulado ou 1,44 kg/ha ou 144g/100 litros de água de ingredientes ativos (*). Volume de calda: 1000 litros de água/ha. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis à Requeima (temperaturas amenas e alta umidade), a intervalos de 5 a 7 dias. Utilizar menor intervalo de aplicação em condições altamente favoráveis à doença (1).

CEBOLA: 2,0 a 2,5 kg/ha ou 200 a 250 g/100 litros de água do produto comercial ou 1,44 a 1,80 kg/ha ou 144 a 180 g/100 litros de água dos ingredientes ativos. Volume de calda: 1000 litros de água/ha. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis ao Míldio (temperaturas amenas e alta umidade) a intervalos de 5 a 7 dias. Utilizar a maior dose e o menor intervalo de aplicação em condições altamente favoráveis à doença (1).

TOMATE: 2,0 a 3,0 kg/ha ou 200 a 300 g/100 litros de água do produto formulado ou 1,44 a 2,16 kg/ha ou 144 a 216 g/100 litros de água de ingredientes ativos. Volume de calda: 1000 litros de água/ha. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis à Requeima (temperaturas amenas e alta umidade), a intervalos de 5 a 7 dias. Utilizar a maior dose e o menor intervalo de aplicação em condições altamente favoráveis a doença (1).

UVA: 2,5 kg/ha ou 250 g/100 litros de água do produto comercial ou 1,80 kg/ha ou 180 g/100 litros de água dos ingredientes ativos. Volume de calda: 1000 litros de água/ha. Realizar aplicações no início do crescimento da brotação até o início da frutificação (bagas "chumbinho"). Em condições normais, utilizar intervalos de 7 a 14 dias. Utilizar o menor intervalo sob condições mais favoráveis à doença (1).

(1) Para uma melhor cobertura e aderência do CURZATE® BR, adicionar Espalhante Adesivo registrado no Ministério da Agricultura, conforme recomendação do fabricante.

(*) Cada quilograma de CurzateBR contém 640 g de Mancozeb e 80 g de Cymoxanil.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:

· Realizar aplicações em alto volume com pulverizadores atomizadores costais (manuais ou motorizados), dotados com bomba centrífuga, estacionários dotados de mangueiras, pulverizadores de barra acoplados a trator, procurando-se cobrir uniformemente toda a parte aérea da planta (caule, folhas e frutos).

• INTERVALO DE SEGURANÇA:

BATATA: 7 dias.
TOMATE: 7 dias.
VIDEIRA: 7 dias.
CEBOLA: 7 dias.

• INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.

• LIMITAÇÕES DE USO:

*Os períodos de carência devem ser observados.

*O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas quando aplicado conforme as instruções de uso.

*Outras informações: Os ingredientes ativos CYMOXANIL e MANCOZEB já se encontram registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

.COMPATIBILIDADE:

Curzate BR não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina, tais como calda bordaleza ou sulfocálcica e não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

PRECAUÇÕES GERAIS: Leia e siga as instruções contidas na bula e rótulo. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO: Distribua o produto da própria embalagem sem contato manual. Use luvas impermeáveis.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite a inalação ou aspiração do produto, ou seu contato com a pele e olhos. Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto na presença de ventos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Após a utilização do produto, tome banho, troque e lave suas roupas. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Não reutilize a embalagem vazia.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de ingestão acidental provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando a embalagem ou a bula do produto. Se inalado procure local arejado e se houver sinais de intoxicação chame o médico. Em caso de contato com a pele, lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão em abundância, e se houver sinais de irritação procure um médico, levando a embalagem ou a bula do produto. Se em contato com os olhos, caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente por 15 minutos e se persistir a irritação, procure um médico levando a embalagem, ou a bula do produto.

SINTOMAS DE ALARME: CYMOXANIL: Não são conhecidos sintomas típicos causados por intoxicação deste ingrediente ativo. MANCOZEB: Os ditiocarbamatos são irritantes das mucosas, causando faringite, rinite, laringite, traqueobronquite e conjuntivite; em contato prolongado com a pele podem causar dermatite. Em caso de ingestão causam irritação da mucosa gástrica, com ardor epigástrico, náuseas e vômito. Venenoso se o intoxicado ingerir bebida alcoólica.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO: CYMOXANIL: Não são conhecidos antídotos especiais. Em caso de ingestão acidental, proceder a um tratamento sintomático. MANCOZEB: Esvaziamento estomacal com carvão ativado. Para a irritação cutâneo-mucosa, tratamento sintomático. No caso de risco de colapso, oxigenoterapia e vaso-constritores por via parental.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o MANCOZEB é apenas parcialmente absorvido após ingestão oral, sendo excretado, em grande parte, inalterado pelas fezes. O metabolismo do MANCOZEB é extenso e completo, podendo variar de acordo com a dose absorvida. A principal via de excreção após a absorção do produto é a urina, segundo pelas fezes. O principal metabólito de ambas as vias de excreção é a etilenotiouréia (ETU). A sua bioacumulação é pequena, distribuindo-se por todo o organismo. Estudos com aves demonstraram, ainda, que o produto é depurado rapidamente. Testes laboratoriais com animais indicam que o produto é pouco absorvido via dérmica, cerca de 2 a 4% da dose. Ratos tratados com CYMOXANIL marcado, eliminaram cerca de 89% da dose em 72 horas (71% pela urina, 11% pelas fezes e 7% pela respiração).

EFEITOS AGUDOS: Dose letal (DL) por via oral e dérmica e avaliação da toxicidade inalatória do produto formulado: DL50 maior que 3200 mg/kg (oral aguda). DL50 maior que 4000 mg/kg (dérmica aguda).CL50 maior que 100 mg/m3 ar (96 horas para MANCOZEB). CL50 igual a 7,03 mg/litro ar (1 hora para CYMOXANIL).

EFEITOS CRÔNICOS: Avaliação da toxicidade a longo prazo para mamíferos com base em resultado de estudos de alimentação a longo prazo (2 anos) a Nível sem Efeito Observado (NOEL) para MANCOZEB e ETU (etilenotiouréia) em ratos são de 5 a 0,25 mg/kg/dia, respectivamente. Estes valores resultam em nível de segurança estimado para exposição crônica de 0,05 e 0,0025 mg/kg/dia para MANCOZEB e ETU, respectivamente. Estes valores são similares a Dose Diária Aceitável (ADI) estimada pela FAO/OMS de 0,05 e 0,002 mg/kg/dia para MANCOZEB e ETU, respectivamente. O Nível sem Efeito Observado (NOEL) para CYMOXANIL é de 100 ppm.

EFEITOS COLATERAIS: Os ditiocarbamatos são irritantes das mucosas causando faringite, rinite, laringite, traqueobronquite e conjuntivite. Em contato prolongado com a pele, podem causar dermatite. Em caso de ingestão, causam irritação da mucosa gástrica, com ardor epigástrico, náuseas e vômitos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
•Este produto é:
(( X ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência 0800 701 0109
•Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
•Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: -Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
-Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. -Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, Pó QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
•LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
-Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até UI do seu volume;
?Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
-Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da
embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento
de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta
embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com
piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL:
### ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
### ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com
piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
### DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de
fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
### TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas —
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
•DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
•É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente.
•TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando fungicidas com um mesmo modo de ação são usados repetidamente por vários anos na mesma área para controlar o mesmo patógeno, linhagens tolerantes de ocorrência natural podem sobreviver, propagar-se e tornarem-se dominantes na área. Um patógeno é considerado resistente a um fungicida se ele sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais.
O desenvolvimento da resistência de um patógeno pode ser evitado ou retardado pelo uso alternado ou em mistura de ingredientes ativos com diferentes modos de ação.

Compatibilidade

Incompatível com produtos de reação alcalina.