Bula Stallion 60 CS

acessos
Gama-cialotrina
5904
FMC - Campinas

Composição

Gama-Cialotrina 60 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão de Encapsulado (CS)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
180 a 250 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 10 dias. Aplicar quando encontrado 5 a 10 % das plantas infestadas
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
180 a 250 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 10 dias. Quando 10 % das plantas estiverem infestadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
20 a 40 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Início da infestação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
40 mL p.c./ha 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Início da infestação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
40 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Início da infestação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
6 a 12 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Início da infestação
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
6 a 12 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Início da infestação
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
10 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
60 a 90 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Início da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
60 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Início da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
40 mL p.c./ha 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. 40 lagartas/pano de batida ou desfolha de 30 % antes da floração e 15 % após emissão das primeiras flores
Percevejo verde
(Nezara viridula)
70 mL p.c./ha 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. 4 percevejos adultos ou ninfas com mais de 0,5 cm / pano de batida. Produção de sementes: 2 percevejosos / pano de batida
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
10 a 15 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. A partir do florescimento ou detecção de posturas nas estruturas florais
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
40 mL p.c./ha 250 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Início da infestação

Frasco, bombona e tambor de plástico com capacidade para 0,25; 0,50; 1,0; 5,0; 20,0; 50,0; 100,0 e 200,0 litros. Balde, tambor de aço com capacidade para 20,0; 50,0; 100,0; e 200,0 litros e isotanque de 15 toneladas.

INSTRUÇÕES DE USO:
- Algodão: Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens): Aplicar quando forem encontrados 5 a 10% de plantas infestadas. Bicudo (Anthonomus grandis): Aplicar quando 10% dos botões florais estiverem atacados.

- Batata: Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): Aplicar em início de infestação.

- Café: Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): Tratar no início da infestação, buscando uma boa cobertura das plantas.

- Cebola: Tripes-do-fumo (Thrips tabaci): Aplicar em início de infestação buscando uma boa cobertura da planta.

- Citros: Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Aplicar em cobertura total da planta no início da infestação. Cigarrinha-da-cvc (Oncometopia facialis): Tratar no início de infestação.

- Couve: Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis): Aplicar em início de infestação.

- Feijão: Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): Aplicar em início de infestação.

- Milho: Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Aplicar em início de infestação.

- Soja: Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): Aplicar quando se encontrar, em média, 40 lagartas por pano-de-batida ou se a desfolha atingir 30% antes da floração ou 15% a partir da emissão das primeiras flores. Percevejo-da-soja (Nezara viridula): Aplicar quando forem encontrados 4 percevejos adultos ou ninfas com mais de 0,5 cm por pano-de-batida. Para lavouras de produção de sementes, este nível deve ser reduzido para 2 percevejos por pano-de-batida.

- Tomate: Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis): Aplicar a partir do florescimento ou da detecção de postura dos insetos nas estruturas florais.

- Trigo: Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax): Aplicar em início de infestação.

MODO DE APLICAÇÃO:

STALLION 60 CS é utilizado em pulverização foliar, através da aplicação com pulverizadores costais manuais e motorizados, pulverizadores tratorizados, e através de pulverização aérea com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros).

Equipamentos de aplicação:
- costal manual: Utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs / pol2 (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.
- costal motorizado: Utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs / pol2 (p.s.i.).
- tratorizado: quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes com pressão de 80 a 150 lbs / pol2 (p.s.i.). Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.
- aeronaves agrícolas:
bicos: utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.
nº de bicos na barra: qualquer modelo de aviões tipo IPANEMA, utilizar 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e 3 intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem) do avião. Manter em operação os 8 bicos originais na “barriga” ou seja fuselagem do avião, sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros modelos e tipos de avião, utilizar uma disposição que dê uniformidade de distribuição de gotas sobre a faixa de deposição, evitando a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.
altura do vôo: qualquer modelo de aviões tipo IPANEMA, a altura mínima de vôo é de 4 a 5 metros, sempre considerando o alvo ou a cultura.
volume de aplicação: para aplicações com produtos diluídos em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros / hectare. Com este volume, pode-se utilizar bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, devendo-se passar a utilizar os bicos hidráulicos acima indicados.
faixa de deposição: aviões tipo IPANEMA ou similares, a faixa de deposição é de 20 metros, independentes dos bicos serem rotativos ou hidráulicos.

Condições climáticas:
Temperatura: Abaixo de 32ºC
Umidade relativa do ar: Mínima de 55%
Velocidade do vento: Acima de 2 km/hora até 10 km/hora no máximo.

Para se obter calda homogênea, deve-se observar seguintes procedimentos:
- Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque.
- Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade.
- Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo.
- Completar o volume do reservatório com água limpa.

A aplicação deve ser sempre conduzida de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia).

INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Algodão: 10 dias
Batata, Cebola e Tomate: 3 dias
Café, Citros e Couve: 7 dias
Feijão, Milho e Trigo: 15 dias
Soja: 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
- Não aplicar o produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva.
- Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva).
- Não guardar sobras de calda para uso posterior. Nesse sentido, não preparar volume de calda superior ao que deve ser aplicado no dia.

Fitotoxicidade:
Testes de eficácia demonstraram que o produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses e formas recomendadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÃO GEREAIS, QUANTO AOS PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS:

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não utilize Equipamentos de Proteçãao Individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamento com vazamento ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- O produto e irritante para os olhos;
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS;
- Produto perigoso se inalado ou aspirado;
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS;
- Produto irritante para pele;
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS;
- Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar derramamento;
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, passando pelo punho das luvas e as pernas das caletas por cima das botas, máscara com filtro apropriado para solventes orgânicos, protetor ócular, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia;
- Use macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, passando pelo punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, máscara com filtro apropriado para solventes orgânicos, protetor ócular, luvas e botas de borracha e touca árabe;

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Não reutilize a em balagem vazia;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Faça a manutenetao e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
- Tome banho troque e lave as roupas de proteção separado das roupas da família. Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas e avental impermeável.
- No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas).
- Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada de e tabelecido para o produto. Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as da plantas tratadas. Aguardar pelo menos 24 horas. Se necessitar entrar na área tratada usar macacão hidrorepelente, luva e botas de borracha. Evitar sempre que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.

Primeiros socorros:
Procure logo um serviço de emergência levando a embalagem com rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto;
Ingestão: NÃO PROVOQUE VÔMITO, procure assistencia médica, levando a embalagem com rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.
Olhos: Produto irritante para as olhos. Lave com água corrente em abundância e procure assistência médica levando a embalagem com rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: Lave com água corrente em abundância e procure assistência médica, levando a embalagem, com rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.
Inalação: Procure local arejado e recorra a assistência médica, levando a embalagem com rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto.

ANTIDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Não há antídoto específico.
O tratamento deve ser de acordo com a sintomatologia.
Terapia de apoio: Atenção médica intensiva nas primeiras 24 horas.
Vigiar o paciente pelo menos durante 5 (cinco) dias.

SINTOMAS DE ALARME:
Sinais e sintomas de exposição: Algumas horas após a primeira exposição, os piretróides geralmente podem causar formigamento na pele, mais especificamente ao redor da boca e nariz, sendo este formigamento incômodo e persistente, porém indolor. Nestas áreas, não ocorrem sintomas de irritação da pele nem mesmo vermelhidão. Estes sinais e sintomas ocorrem de uma forma mais ou menos intensa, dependendo da susceptibilidade das pessoas.
Podem ocorrer também sintomas de cefaleia, nauseas, vômitos e cólicas abdominais. Pruridos, urticárias e irritação ócular (contato dérmico). Em pacientes hipersensíveis, pode ocorrer dificuldade respiratória e tosse improdutiva.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:

Informações de Emergência Toxicológica: 0800 7010450 (24 horas) Dik intoxicações: 05005801000
Empresa - Dow AgroSciences Ind. Ltda (Oxx11) 4449-3222 / 4449 1616 / 46055111

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CALSSE II)

- Este produto e ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para peixes e microcrustaceos.
- Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo afetar outros insetos benéficos. -- Não aplique o produto no periodo de maior visitação das abelhas.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as dose recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação áerea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqOenta) metros de mananciais de água moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente as atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÃO DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSEVÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contacte as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES LTDA. através dos telefones (Oxx11) 4449 3222
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de BORRACHA, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou áreia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir a solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humane ou animal, contate a órgão ambiental mais próximo e a centro de emergência da empresa, vista que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das caracteristicas do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incendio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLlNA, DE C02 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS E RESTOS DE PRODUTO IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM DA EMBALAGEM:
I.LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante a procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPl's
- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o prepare da calda do produto.

a) TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se as seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente a conteudo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa á embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurandoo fundo;

b) LAVAGEM SOB PRESSÃO:
1. Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plastica ou metálica, perfurando o fundo;

2. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mante-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

II. Armazenamento da embalagem vazia:
Após a realização da Triplíce Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens nao lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

III. Devolução da embalagem vazia:
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínima de um ano após a devolução da embalagem vazia.

IV. Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

II. Armazenamento da embalagem vazia:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

III. Devolução da embalagem vazia:
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolção da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no até da compra.
Caso o produto não tenha side totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo ménima de um ano após a devolução da embalagem vazia.

IV. Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA)
I. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER lAVADA.

II. Armazenamento da embalagem vazia:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.

III. Devolução da embalagem vazia:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

IV. Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, raçãoes, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modele ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de distribuilção.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA);

I. Esta embalagem não pode ser lavada.

II. Armazenamento da embalagem vazia:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no proprio local onde guardadas as embalagens cheias.

III. Devolução da embalagem vazia:
É obrigatoria a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

IV. Transporte:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILlZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tomar impróprio para a utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com camaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

V. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
· Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
· Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
· Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.