Bula Sulfentrazone UPL 500 SC - UPL

Bula Sulfentrazone UPL 500 SC

acessos
Sulfentrazone
12917
UPL

Composição

Sulfentrazona 500 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Seletivo condicional

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,2 a 1,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim favorito
(Rhynchelytrum roseum)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Nâo determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1,6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,2 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. A aplicação para a cultura do fumo pode ser de 2 formas. 1ª) Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Quando aplicado sobre o camalhão e pré-plantio, pode ocorrer injúria leve na cultura no período próximo a aplicação do produto entretanto, a recuperação acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. 2ª) Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. A aplicação para a cultura do fumo pode ser de 2 formas. 1ª) Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Quando aplicado sobre o camalhão e pré-plantio, pode ocorrer injúria leve na cultura no período próximo a aplicação do produto entretanto, a recuperação acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. 2ª) Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. A aplicação para a cultura do fumo pode ser de 2 formas. 1ª) Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Quando aplicado sobre o camalhão e pré-plantio, pode ocorrer injúria leve na cultura no período próximo a aplicação do produto entretanto, a recuperação acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. 2ª) Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. A aplicação para a cultura do fumo pode ser de 2 formas. 1ª) Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Quando aplicado sobre o camalhão e pré-plantio, pode ocorrer injúria leve na cultura no período próximo a aplicação do produto entretanto, a recuperação acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. 2ª) Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria
Tiririca
(Cyperus rotundus)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. A aplicação para a cultura do fumo pode ser de 2 formas. 1ª) Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Quando aplicado sobre o camalhão e pré-plantio, pode ocorrer injúria leve na cultura no período próximo a aplicação do produto entretanto, a recuperação acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. 2ª) Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência em solos leves e médios no plantio convencional
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha (aéreo) 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência em solos leves e médios no plantio convencional
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Erva palha
(Blainvillea latifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Maria preta
(Solanum americanum)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Nâo determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,4 a 1,2 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência. Não utilizar o produto em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência em solos leves e médios no plantio convencional
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,2 a 0,4 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha até 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência total das plantas infestantes ( dessecação) antes do plantio da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,2 a 0,4 L p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência total das plantas infestantes ( dessecação) antes do plantio da cultura

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 10; 20; 50; 100 L.

Tipo: Contentor intermediário(IBC)
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 945 L.

Tipo: Frasco
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 1,0; 5,0 L.

Tipo: Lata
Material: Metálico
Capacidade: 20; 50; 100; 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
SULFENTRAZONE UPL 500 SC é um herbicida apresentado na forma de suspensão concentrada para o controle seletivo de plantas infestantes em pré-emergência na cultura do Abacaxi, Cana-de-açúcar, Fumo e Soja, e pós-emergência e pré-plantio na cultura da soja.

ABACAXI:
Vide Plantas infestantes de Doses em Indicações de Uso/Doses.
Aplicar SULFENTRAZONE UPL 500 SC em pré-emergência das plantas infestantes e em pós-plantio a cultura do Abacaxi.
A aplicação deve ser realizada em solos de textura leve, médio e pesado.
Para Capim-favorito(Rhynchelitrum roseum) SULFENTRAZONE UPL 500 SC é recomendado somente para aplicação em solo leve e médio.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Vide Plantas infestantes e doses em Indicações de Uso/Doses.
Aplicar SULFENTRAZONE UPL 500 SC em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura da cana-de-açúcar.
A aplicação pode ser realizada em solos de textura leve, médio e pesado.
FUMO:
Vide Plantas infestantes e doses em Indicações de Uso/Doses.
Aplicar SULFENTRAZONE UPL 500 SC em pré-emergência, no pré-plantio da mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura.
O produto SULFENTRAZONE UPL 500 SC é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios.
A aplicação para a cultura do fumo pode ser de 2 formas:
1ª) Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Quando aplicado sobre o camalhão e pré-plantio, pode ocorrer injúria leve na cultura no período próximo a aplicação do produto entretanto, a recuperação acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
2ª) Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L p.c./ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas em solos médios.
SOJA:
Vide Plantas infestantes e doses em Indicações de Uso/Doses.
O SULFENTRAZONE UPL 500 SC na aplicação em pré-emergência na dose de 1,2 L/ha é recomendado somente para solos pesados para as plantas daninhas indicadas no quadro acima. Não utilizá-la em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.

Em solos leves e médios no plantio convencional da soja aplicar SULFENTRAZONE UPL 500 SC em pré-emergência com a seguinte recomendação:
Trapoeraba(Commelina benghalensis).................................................. 0,4 a 0,6 L/ha
Amendoim-bravo(Euphorbia heterophylla)............................................ 0,8 L/ha
Caruru-roxo(Amaranthus hybridus)...................................................... 0,8 L/ha.

Nas aplicações em pós-emergência total das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja utilizar:
Trapoeraba(Commelina benghalensis).................................................... 0,2 a 0,4 L/ha
Corda-de-viola(Ipomoea grandfolia)........................................................ 0,2 a 0,4 L/ha.

Para dessecação ou manejo outonal, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6 a 8 folhas e porcentagem de cobertura do solo de 20% a 35%. A cultura de soja deve ser semeada 10 a 15 dias após a aplicação do produto. A aplicação deverá ser realizada através de pulverizadores terrestres manuais costais ou tratorizados.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros acima.

MODO DE APLICAÇÃO:
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, O SULFENTRAZONE UPL 500 SC necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SULFENTRAZONE UPL 500 SC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.

Equipamentos de aplicação:
SULFENTRAZONE UPL 500 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barra providas de bicos de média/alta vazão (1,5L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet,
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm.
Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/po12 e volume de água de 250 a 300 Ilha em soja e 300-400 L/ha em cana-de-açúcar, 100-200 L/ha em fumo e 200 L/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm².
DMV (DiÂmetro Mediano Volumátrico): 200-300 micra

Para as culturas de Cana-de-açúcar e Soja, SULFENTRAZONE UPL 500 SC pode ser também
aplicado por via aérea, nas seguintes condições:
Volume: 40 L/ha
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás)
Altura de voo: 5m
Faixa de deposição: 15m

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacaxi........................................... 60 dias
Cana-de-açúcar.............................. (1)
Fumo.............................................. UNA
Soja ............................................... (1)

(1)= Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
U.N.A = Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Na aplicação em cana soca recém-germinada podem ocorrer "queimas" localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.
• Na ocorrência de chuvas excessivas, após a aplicação em solos altamente arenosos, poderá ocorrer leve clorose nas folhas de soja, entretanto, estas recuperam-se, não havendo prejuízos para produtividade.
• Evitar sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos à cultura da soja.
• A tolerância de novas variedades ao produto deverá ser estabelecida antes de ser usado em larga escala. Consulte o fornecedor de sementes de sua região ou o representante técnico da UPL de sua região.
• A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. SULFENTRAZONE UPL 500 SC aplicado no "cracking" da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
• Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos poucos drenados, muito compactados ou em solos saturados por longo período de tempo.
• Se houver falhas no plantio devido a condições climáticas, apenas a soja deverá ser replantada. Não reaplicar SULFENTRAZONE UPL 500 SC, pois poderá ocorrer injúria.
• Um período mínimo de 18 meses após a aplicação de SULFENTRAZONE UPL 500 SC é exigido para rotação com a cultura de algodão.
• Na aplicação tópica sobre a mudam podem ocorrer "queimas" localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, porém com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade.

FITOTOXIDADE:
O produto utilizado dentro das recomendações indicadas pelo fabricante não induz efeitos fitotóxicos às culturas indicadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao contato de produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, touca árabe, mascara com filtro de carvão ativado, protetor ocular, luvas e botas de borracha).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; máscara com filtro de carvão ativado; protetor ocular, touca árabe e luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não utilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
• Não entre na área tratada com o porduto ate o termino do período de reentrada (24h).
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Não provoque vomito. Beba 1 ou 2 copos de água. Não dar nada via oral, nem
induzir vomito a uma pessoa inconsciente.
OLHOS: Lave com água em abundância durante 15 minutos.
PELE: Lave com água e sabão em abundância.
INALAÇÃO: Procurar local arejado.

INFORMAÇÕES MÉDICAS
INTOXICAÇÕES POR SULFENTRAZONA

Grupo químico: Triazolona
Classe toxicológica: De acordo com o aprovado pela ANVISA.
Vias de exposição: Oral, inalatória e dérmica
Toxicocinética: A sulfentrazona foi completamente absorvida após administração oral em ratos e totalmente biotransformada (>98,9%) em 3-hidroximetil-sulfentrazona, sendo este rapidamente excretado através da urina. Não foram detectados resíduos teciduais.

Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos.
Possível inibição transitória da enzima protoporfirinogênio oxidase, na cadeia de biossíntese do heme, apenas em condições extremas de exposição.

Sintomas e sinais clínicos: Em estudos com animais, os principais órgãos atingidos foram: o fígado, a medula óssea e os rins. No caso de exposições agudas, pouca ou moderada irritação ocular temporária pode ocorrer. Substâncias pertencentes à classe das triazolonas podem ocasionar dor abdominal, vômitos e constipação, quando da exposição a elevadas concentrações.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico. Em casos de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância, O Profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Se o produto for ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.

ATENÇÃO : Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN /MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 – (019) 3794¬5600

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

A sulfentrazona foi completamente absorvida após administração oral em ratos e totalmente biotransformada (>98,9%) em 3-hidroximetil-sulfentrazona, sendo este rapidamente excretado através da urina. Não foram detectados resíduos teciduais.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Sintomas decorrentes de uma exposição excessiva acidental podem incluir tremores, aumento na sensibilidade ao toque e ao som, diminuição da locomoção, lacrimação e secreção nasal.

Efeitos Agudos:
?
- DL50 oral em ratos > 2.000 mg/kg
?
- DL50 dérmica em ratos > 2.000 mg/kg
• CL50 Inalatória: > 0,435 mg/kg.
• Irritação dérmica em coelhos: O produto foi considerado não irritante para a pele dos animais.
• Irritação ocular em coelhos: O produto causou irritação ocular reversível em 72 horas, sem opacidade da córnea.
• Sensibilização cutânea : Não apresentou ser sensibilizante dérmico, quando aplicado na pele dos animais.

Efeitos crônicos:
O produto foi administrado na dieta de ratos e camundongos por 2 anos, tendo sido associados tremores com a exposição repetida dos animais de laboratório ao produto. Os efeitos do SULFENTRAZONE não tem demonstrado nenhum potencial neurotoxico, mutagênico e secreção nasal.

Efeitos adversos:
Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.

Sintomas de alarme:
Sintomas decorrentes de uma exposição excessiva acidental podem incluir tremores, aumento na sensibilidade ao toque e ao som, diminuição da locomoção, lacrimação e secreção nasal.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: 0800-701-0450

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


• Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- "Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.";
- "Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente."
- "Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas."
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. (xx) xxxx xxxx.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.