Bula Systhane EC

acessos
Myclobutanil
5594
Dow AgroSciences

Composição

Miclobutanil 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cárie-do-arroz
(Tilletia barclayana)
0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 25 dias. Estádio fenológico R3
Mancha estreita
(Cercospora oryzae)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 25 dias. Estádio fenológico R3
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 25 dias. Estádio fenológico R3
Queima foliar
(Microdochium oryzae)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 25 dias. Estádio fenológico R3
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 a 1,2 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 45 a 60 dias. 28 dias. Observados os primeiros sintomas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
18 mL p.c./100L água 700 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 14 dias. Preventivo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
250 a 500 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 24 dias. Indíce de infecção de 30 %

Frascos plásticos de polietileno terftalato ou metálicos de 0,5; 1; 3,8 L. Tambores metálicos de 20, 50, 100, 180 e 200 L. Bombona plática de polietileno terfalato de 5 e 10 L. Frasco plático de 5 e 10 L. Bombona plástica de 0,5; 1; 3,8; 20; 50; 100; 200 L. Balde metálico de 20 L. Container metálico de 1000 L

INSTRUÇÕES DE USO:

SYSTHANE* EC é um fungicida sistêmico, de atividade tanto preventiva quanto curativa, transportado via xilema, deslocando-se de baixo para cima e para as extremidades dos ramos, sendo rapidamente absorvido pelas plantas, em até 1 hora após a aplicação. SYSTHANE* EC é altamente eficiente na redução do inóculo inicial dos fungos causadores das doenças para as quais o produto é indicado, inibindo a formação da membrana da parede celular dos fungos, atuando na síntese do ergosterol.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

1. ARROZ

Mancha-Parda, Mancha-Estreita e Queima-Foliar:
SYSTHANE* EC deve ser aplicado através de pulverização foliar, tratorizada ou aérea, em duas aplicações, com intervalo de 15 a 20 dias. A primeira pulverização é recomendada no final do período de emborrachamento do arroz (exserção da panícula) no estádio fenológico R3, ou quando a doença atingir níveis de infecção superior a 5%. A segunda aplicação é recomendada 15 a 20 dias após a primeira, sendo que o intervalo de aplicação de 15 dias é recomendado quando apresentar condições favoráveis ao desenvolvimento da doença; ou seja, alta temperatura e umidade.

Cárie-do-Grão:
Para o controle de cárie-do-grão, recomenda-se uma única aplicação foliar, tratorizada ou aérea, no estádio fenológico R3 (exserção da panícula) na dose indicada, protegendo assim a antese - período de infecção do patógeno.

2. CAFÉ

O produto deve ser aplicado através de pulverização foliar. SYSTHANE* EC possui ação curativa, sendo altamente eficiente na redução do inóculo inicial do fungo causador da ferrugem do cafeeiro, exigindo assim um menor número de aplicações. SYSTHANE* EC deve ser aplicado quando forem observados os primeiros sintomas da ferrugem. Repetir a aplicação 45 a 60 dias após a primeira.

3. MAÇÃ

Condições ótimas de controle da sarna da macieira são obtidas quando SYSTHANE* EC é aplicado preventivamente. SYSTHANE* EC possui ainda uma atividade curativa (efeito curativo pós-infecção) e uma atividade erradicante (inibição de futuras produções de conídios quando aplicado sobre as manchas esporulantes).

Aplicação Preventiva:
Início: antes da floração, a aplicação para o controle da sarna da macieira deve ser iniciada no Estádio Fenológico "C" (pontas verdes) coincidindo com o período de 5 - 10 dias após a aplicação de quebra de dormência. Caso esta não seja realizada, observar somente o Estádio Fenológico. Não existe contra-indicação de aplicação de SYSTHANE* EC durante o período da floração da macieira (Estádios E - G).
Após a primeira aplicação, as demais devem ser repetidas num intervalo de 7 a 15 dias, de acordo com o nível de infecção, histórico patológico da área e condições climáticas (umidade do ar, temperatura ambiente e período de molhamento). Para obter-se um efeito erradicante de SYSTHANE* EC recomenda-se fazer duas aplicações num intervalo de 7 dias.

Aplicação Pós-Infecção:
SYSTHANE* EC tem efeito curativo sobre a sarna da macieira, podendo ser aplicado sobre pomares onde já tenha ocorrido a infecção primária. Neste caso SYSTHANE* EC inibe a esporulação ou desenvolvimento do micélio. SYSTHANE* EC pode ser aplicado até 96 horas após o início da infecção primária (chuvas contaminantes), propiciando uma maior flexibilidade e segurança no programa de aplicações para o controle da sarna da macieira.

4. SOJA

Oídio:
SYSTHANE* EC deve ser aplicado através de pulverização foliar, quando a doença já estiver estabelecida e com índice de infecção de 30%. Geralmente a pressão maior da doença do patógeno ocorre após o início da formação das vagens, resultando, na maioria das vezes, na necessidade de apenas 1 aplicação para o controle do oídio. Caso haja nova infecção da doença antes da formação completa dos grãos, repetir a aplicação, totalizando o máximo de duas aplicações.

Ferrugem:
SYSTHANE* EC deve ser aplicado através de pulverização foliar de forma preventiva (0% de infecção), independentemente do estádio fenológico da cultura. Caso haja condições para nova infecção da doença, repetir a aplicação, totalizando o máximo de duas aplicações.
Caso ocorra infecção de ferrugem na lavoura no estádio vegetativo, recomenda-se vistoria técnica da área em questão por profissional habilitado, e em se constatando até 0,6% de incidência de sintomas de ferrugem nas folhas do terço inferior das plantas, recomenda-se imediata aplicação de SYSTHANE* EC na máxima dose aprovada.


MODO DE APLICAÇÃO:

SYSTHANE* EC é indicado para aplicações terrestres com pulverizadores costais, pulverizadores tratorizados e atomizadores, e para aplicação aérea. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme da planta. Não aplicar o produto nas horas mais quentes do dia ou na presença de ventos fortes.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

Arroz: 25 dias
Café: 28 dias
Maçã: 14 dias
Soja: 24 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

Fitotoxicidade:
SYSTHANE* EC não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado de acordo com os usos e doses recomendados.
Obs.:
Maçã: O produto pode causar e/ou induzir “russeting” e não induz ou favorece o aumento da população de ácaros nos pomares.

Compatibilidade:
Não há evidências da existência de problemas de incompatibilidade com outros pesticidas ou fertilizantes normalmente utilizados.
O produto não pode ser utilizado em mistura de tanque com outro agrotóxico.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

a. PULVERIZADORES COSTAIS (MANUAIS OU MOTORIZADOS)
Cultura: Café
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 400 - 600 litros/ha
Pressão de trabalho: 40 - 60 psi
Tipos de bico: jato cônico - D2 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 - 120 ?.

Cultura: Maçã
Usar Pulverizadores Terrestres (Atomizadores), Costais, Manuais ou Motorizados. Manter os equipamentos bem regulados (pressão, números e tipos de bicos, ângulo de deposição, vazão), para que se possa obter uma boa proteção das folhagens e dos frutos. Repetir a regulagem sempre que necessário ou no mínimo 1 vez durante o período de tratamento fitossanitário.
Utilizar um volume médio de calda de acordo com o porte ou tamanho das árvores, recomendando-se um volume de calda em torno de 1000 L/ha.

b. PULVERIZADORES DE BARRA TRATORIZADOS:
Cultura: Arroz
Velocidade do trator: 4 - 8 km/h
Volume de aplicação: 100 a 200 litros/ha
Pressão do manômetro: 30 - 80 psi
Tipos de bico: jato cônico com combinação adequada de ponta e difusor (core), de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 - 120 ?.
Altura da barra: 30 a 50 cm em relação ao alvo de deposição.

Cultura: Soja
Velocidade do trator: 6 - 8 km/h
Volume de aplicação: 200 a 500 litros/ha
Pressão do manômetro: 80 - 100 psi
Tipos de bico: jato cônico com combinação adequada de ponta e difusor (core), de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 - 120 ?.
Altura da barra: 30 a 50 cm em relação ao alvo de deposição.

c. PULVERIZADORES AÉREOS:
Cultura: Arroz
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2.
Uso de BARRA com 40 - 42 bicos cônicos.
Pressão de trabalho: 15 - 30 psi
Altura de vôo: 4 - 5 metros em relação ao alvo de deposição.
Volume de aplicação: 10 - 40 litros/ha

Cultura: Soja
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2.
Uso de BARRA com 40 - 42 bicos cônicos.
Pressão de trabalho: 15 - 30 psi
Altura de vôo: 4 - 5 metros em relação ao alvo de deposição.
Volume de aplicação: 10 - 40 litros/ha

Condições Climáticas para Aplicação de SYSTHANE* EC:
Temperatura máxima: 30 ºC
Umidade relativa do ar: 55% (mínima)
Velocidade do vento: máximo de 10 km/h

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Uso exclusivo agrícola; transporte e armazenamento isolado de rações, alimentos, medicamentos, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA: Use protetor ocular: Produto irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara com filtro de carvão ativado e retentor de partículas cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: Produto irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, óculos protetor, máscara com filtro de carvão ativado e retentor de partículas, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, viseira facial, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas (não misture com roupas de uso diário).

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO: Beba 2 copos de água e procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. OLHOS: Lave com água corrente em abundância por no mínimo 15 minutos e procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. PELE: Lave com água e sabão em abundância por no mínimo 15 minutos e procure o médico, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: Remova a vítima para local fresco e arejado. Procure assistência médica levando a embalagem, o rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO: Não há antídoto específico. O tratamento deve ser sintomático, em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas a fim de reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização destes estudos no ser humano. Estudos efetuados com animais de laboratório usando carbono radio-marcado na substância teste, demonstraram que o Myclobutanil é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado após administração oral. O Myclobutanil foi extensivamente metabolizado até compostos polares em ratos, o composto original representando apenas de 1 a 3,6% de todo o material excretado. A oxigenação do grupo butil é a principal via do processo metabólico. Os resultados de distribuição do material no organismo dos animais testados demonstraram que não houve acúmulo nos tecidos e órgãos, tendo sido excretado 98% do produto em 96 horas.

EFEITOS AGUDOS: Estudos realizados com animais de laboratório (ratos), demonstraram que SYSTHANE CE possui uma dose letal de 50% aguda oral de 1.800 mg/kg de peso corporal para machos e de 1.280 mg/kg para fêmeas, e uma dose letal dérmica maior que 5000 mg/kg de peso corporal para machos e fêmeas.

Estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que SYSTHANE CE, por conter destilados de petróleo em sua formulação, é considerado irritante aos olhos e à pele de coelhos.

EFEITOS CRÔNICOS: Foi observado aumento na atividade hepática das oxidases de função mista (MFO -mixed function oxidase) em ratos machos e fêmeas que receberam altas doses de Myclobutanil na dieta durante 90 dias. O Nível de Efeito Não Adverso foi de 1000 ppm na dieta para animais de ambos os sexos. Houve decréscimo no consumo de ração e no ganho de peso nos animais que receberam a maior dose, atribuído à má palatabilidade da dieta nesta alta concentração. No estudo de longo prazo com camundongos, o aumento observado na atividade hepática das oxidases de função mista foi também interpretado como sendo um mecanismo adaptativo, fisiológico, secundário à sobrecarga hepática causada pela presença da substância teste, não sendo considerado um efeito adverso. Não ocorreram mortes e nenhum sinal de toxicidade foi evidente em qualquer das doses administradas na dieta de cães durante 90 dias. O produto não apresentou características mutagênicas, teratogênicas, carcinogênicas ou efeitos sobre a reprodução.

EFEITOS COLATERAIS: O produto, por não ter finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA: Centro de Informações Toxicológicas: (0xx11) 5012-5311. Telefone da Empresa (0xx12) 3954-2100.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.

Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA. -telefones de Emergência: (0xx11) 4449-3222 ou 4449-1616 ou 4605-5111. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Obs.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem RíGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos. Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume. Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos. Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador. Faça esta operação três vezes. Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. Acione o mecanismo para liberar o Jato de água. Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Obs.: as orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTlLIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto. bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas. animais. rações. medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.