Bula Tento 867 SL

acessos
2,4 - D Amina
1795
Dow AgroSciences

Composição

Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 867 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determiando. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determiando. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determiando. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes e 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência das plantas infestantes

Conteúdo: 1, 5, 10, 20, 25, 100, 200 ou 420 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

TENTO 867 SL é um herbicida pós-emergente, de ação sistêmica, seletivo,indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de trigo, cevada, cana-de-açúcar, soja e milho (plantio direto).

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES:

Aplicar em pós-emergência inicial das plantas infestantes, nas culturas de trigo, cevada e cana-de-açúcar, evitando períodos de estresse hídrico. No caso de soja e milho em plantio direto, aplicar na pós-emergência das ervas infestantes de 15 a 20 dias antes da semeadura da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:

TENTO 867 SL deve ser aplicado no controle de plantas infestantes em pós-emergência, procurando atingir as plantas infestantes da forma mais perfeita possível. Usar equipamentos costais (manual ou pressurizado) ou equipamentos tratorizados com barra usando um volume de 200-400 L de calda/ha. Utilizar bicos tipo leque.
Nas aplicações aéreas utilizar um volume de 30-40 litros de calda/ha, com bicos tipo cônicos.
Evitar rigorosamente condições em que possa ocorrer deriva do produto, para culturas suscetíveis.
Todo o equipamento usado para aplicar este produto deve ser descontaminado antes de outro uso.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Arroz e Trigo (1);
Milho (2);
Cana-de-açúcar (3);
Soja (4);
Pastagens (5).

(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
(3) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte.
(4) Uso permitido somente em pré-plantio.
(5) Intervalo de segurança não determinado.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas recomendadas:
Nas doses recomendadas, o produto não é fitotóxico a nenhuma das culturas indicadas.
Obs.: Os produtos pertencentes ao grupo químico Ácido Arilo Ariloxialcanóico são fitotóxicos às plantas de "folhas largas" em geral, inclusive culturas. Não realizar aplicações quando houver riscos de deriva que possa atingir plantas úteis suscetíveis.

Outras restrições:
Não há.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamentos com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

Use protetor ocular. O produto é irritante para os olhos.Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca. Produto perigoso se inalado ou aspirado.Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha. Produto é irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto contra o vento. A aplicação produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado longe do alcance das crianças e animais.
Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS:

INGESTÃO: Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
OLHOS. Lave com água corrente durante 15 minutos e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
PELE: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO.Procure lugar arejado e se houver intoxicação vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO:

No caso de ingestão, provocar vômitos ou fazer lavagem gástrica desde que não haja depressão neurológica ou crises convulsivas. Tratamento sintomático.

DADOS ADICIONAIS:

Metabolismo e vias de excreção bem como a meia vida biológica do produto técnico: Em geral o 2,4-D e seus derivados não são metabolizados. Sua excreção é renal, lent, pH dependente. A meia vida (t ½) no homem é em torno de 33 horas e aumenta consideravelmente com a quantidade ingerida. Sua velocidade de eliminação aumenta 100 vezes quando se eleva o pH urinário de 6,0 para 8,0.

INTOXICAÇÃO:

Sinais e Sintomas: Cansaço, fraqueza, perda de apetite. Às vezes náuseas, vômito e diarréia, com sangramento visível ou oculto. Hiporreflexia, letargia, ataxia, com progressão para coma com pupilas mióticas. Espasmos, fasciculações, crises convulsivas com hipertonia e arreflexia ou coma com paralisia flácida. Hipotensão, choque e a ciclose metabólica. Arritmias cardíacas: fibrilação auricular, ventricular e parada cardíaca. Em casos não fatais: severa neurite periférica prolongada, com dor, parestesias, fasciculação e miotonia. A exposição crônica também pode levar a distúrbios do sistema nervoso central com relação à função motora.

EXAMES LABORATORIAS:

Eletrocardiogramas repetidos. Eletromiografia. Eletroencefalograma. Atividade enzimática no soro: TGO, TGP, CPK. Pesquisa de sangue oculto nas fezes.

TRATAMENTO:

No caso de ingestão: provocar vômito ou lavagem gástrica desde que não haja depressão neurológica ou crise convulsiva. No contato com a pele: lavar copiosamente com água e sabão. No contato com os olhos: lavar com água corrente durante 15 minutos. Providenciar exame oftalmológico. Medidas suportivas gerais: hidratação, aporte calórico adequado, combate à aciclose metabólica e controle da temperatura corpórea.
Deve-se usar com cautela as aminas vasoativas no controle da hipotensão; a epinefrina deve ser evitada por precipitar fibrilação ventricular. Aumentar a excreção do 2,4-D, promovendo diurose osmótica alcalina; administrar bicarbonato de sódio por via endovenosa até o pH urinário chegar a 8,0 e então infundir manitol.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente - Classe III.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL no meio ambiente, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃ0 E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- lsole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA. - telefone de emergência: (Oxxl 1) 4449-3222, 4449-1616 ou 4605-5111.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Orientações para a embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o contendo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagenn plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a ennbalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanisnno para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do contendo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser arnnazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As ennbalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Orientações para a embalagenn RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no proprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Orientações para a embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃ0 FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃ0 INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃ0 OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilizaoao ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.