Bula Tocha

acessos
Dicloreto de Paraquate
13208
Stockton

Composição

Dicloreto de Paraquate 276 g/L Bipiridílio
Paraquate 200 g/L Bipiridílio

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Não seletivo

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Batata Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Faça uma aplicação por safra ou ciclo da cultura. 7 dias. Aplique via terrestre em cultura sob boas condições de umidade no solo (sem stress hídrico), quando os tubérculos já estiverem totalmente formados (peso e tamanho padrões para a acultirvar)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Cana-de-açúcar - Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Faça uma aplicação por safra ou ciclo da cultura. 7 dias. Aplique via terrestre ou aérea, cerca de 7 a 14 dias antes da queima e colheita
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Aplique via terrestre ou aérea, quando a soja atingir o estágio de maturação fisiológica (quando tiver pelo menos uma vagem amarronzada na haste principal, conforme a escala de Fehr & Caviness, 1981)
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Pós-emergência
Trigo S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 7 dias. Pós-emergência

Frasco PEAD: 1 Litro.
Bombona PEAD: 5;10 e 20 Litros.
Tambor PEAD: 200 Litros.

I. INSTRUÇÕES DE USO
TOCHA é um herbicida não seletivo, de ação de contato, recomendado para o controle pós-emergente de plantas daninhas e na dessecação de culturas. Deve ser utilizado em pulverização, nas seguintes formas: em jato dirigido em culturas estabelecidas de algodão e café; em área total antes do Plantio Direto de milho, soja e trigo; em dessecação de culturas de batata, cana-de-açúcar e soja.

A)CULTURAS, PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS, DOSES:
"Vide Aplicação/Uso"

B) DESSECAÇÃO DE CULTURAS:
Aplicação para a dessecação das culturas de Batata, Cana-de-açúcar e Soja.
Doses: 1,5 a 2,5 litros de TOCHA por hectare (300 a 500 g i.a./ha).
Obs.: Na dessecação da cultura de batata, não use espalhante e não aplique quando a folhagem estiver murcha.
Nota: Utilize as doses maiores para controle de plantas daninhas mais desenvolvidas ou em condições de alta densidade de plantas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Aplicação em jato dirigido nas culturas de café e algodão: faça uma aplicação por safra ou ciclo da cultura. Aplique quando as plantas daninhas estiverem nos primeiros estágios de crescimento (5 a 15 cm de altura). Plantas daninhas perenizadas ou fora do tamanho ideal de controle podem apresentar rebrotamento, pois TOCHA desseca somente as partes atingidas pela pulverização.
- Aplicação em área total antes do Plantio Direto das culturas de milho, soja e trigo: faça uma aplicação por ciclo da cultura. Aplique quando as plantas daninhas estiverem nos primeiros estágios de crescimento (5 a 15 cm de altura). Plantas daninhas perenizadas ou fora do tamanho ideal de controle podem apresentar rebrotamento, pois TOCHA desseca somente as partes atingidas pela pulverização.
- Dessecação de culturas de batata, cana-de-açúcar e soja: faça uma aplicação por safra ou ciclo da cultura. Batata: Aplique via terrestre em cultura sob boas condições de umidade no solo (sem stress hídrico), quando os tubérculos já estiverem totalmente formados (peso e tamanho padrões para a cultivar). Cana-de-açúcar:aplique via terrestre ou aérea, cerca de 7 a 14 dias antes da queima e colheita. Soja: aplique somente em área de produção de grãos (não destinadas às sementes). Aplique via terrestre ou aérea, quando a soja atingir o estágio de maturação fisiológica (quando tiver pelo menos uma vagem amarronzada na haste principal, conforme a escala de Fehr & Caviness, 1981). Para situações que houver maior presença de massa foliar (cultura e/ou plantas daninhas), utilize a maior dose de TOCHA.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
TOCHA pode ser aplicado com pulverizadores terrestres costais manuais, tratorizados e aeronaves agrícolas.

- Pulverizadores terrestres (equipamentos costais manuais e tratorizados):
Mantenha pressão constante entre 30 a 40 libras/pol2 e utilizar, no mínimo, 200 litros de calda por hectare. Utilizar bicos (pontas de pulverização) de jato plano (leque) da série 80º ou 110º com vazão de 0,3 a 0,4 galões por minuto.
No preparo da calda, adicione a quantidade recomendada de TOCHA no tanque do pulverizador contendo cerca de 3/4 de água limpa. Em seguida adicione um espalhante adesivo aniônico/não iônico na dose de 50 a 100 ml para cada 100 litros de calda. Complete o volume necessário com água limpa.
Aplicação em jato dirigido nas culturas de algodão e café: aplique via pulverização em jato dirigido nas entrelinhas, dando boa cobertura das plantas daninhas, tomando-se o cuidado para não atingir as partes verdes da cultura.
Aplicação terrestre em área total na dessecação das culturas de cana-de-açúcar e soja: aplique via pulverização foliar, obtendo boa cobertura da folhagem.
Dessecação de cultura de batata: aplique via terrestre, em pulverização foliar, dando boa cobertura das plantas. Não use espalhante adesivo.

Obs.: Não use atomizadores ou pulverizadores costais motorizados para aplicação de TOCHA.

Após a aplicação de TOCHA, lave o pulverizador com água e detergente. Não utilize-o para aplicação de outros produtos sem sua prévia descontaminação.

- Aplicação aérea (aviões e helicópteros):

Aplicação aérea nas culturas de cana-de-açúcar e soja.

Bicos: use sistema de bicos "Reglo-Jet" (laranja/marrom) ou bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) de número 46, permitindo a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV (VMD) de 280 a 350 µ (micrômetros).

Importante: Nunca aplique TOCHA com aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos de tipo MICRONAIR ou similares.

Número de pontas na barra de pulverização:
Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilize sempre a quantidade de bicos na barra, fixados até 65% do comprimento da mesma. Feche adequadamente ou retire os bicos, nas extremidades, próximos às pontas das asas.
Mantenha em operações os oito bicos originais e existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, disponha os bicos de maneira a se obter uma deposição de gotas com maior homogeneidade e uniformidade de distribuição na faixa de deposição. Utilize somente os bicos que tiverem no máximo 65% do comprimento das barras de pulverização.
Retire ou feche convenientemente os bicos inativos, não permitindo pingamentos ou vazamentos.

NOTA: o fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas, ao contrário, evita o arraste do produto pelos vórtices de pontas das asas e sua dispersão inadequada.

Ângulo das barras de pulverização:
Inicie a aplicação com barras de pulverização e bicos em condições de umidade relativa do ar acima de 75%, com ângulo de 135 graus, em relação à linha de vôo da aeronave ( o bico pulverizando na direção oposta à linha de vôo, estará posicionado a 180 graus).

Varie o ângulo da barra à medida que a umidade relativa do ar decresça, observada pelo equipamento medidor e visualmente as gotas demorem mais tempo para sua deposição.
Os bicos "Reglo-Jet" devem operar na posição vertical.

Altura de vôo:
Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas na faixa de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada, em relação ao alvo ou à cultura.
Outros modelos de aeronaves, opere com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajuste sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados.
Não aplique o produto com altura de vôo inferior a 3 m.

Utilize sempre vazões de 30 a 40 litros/hectare e pressão hidráulica entre 18 e 25 psi.

Faixa de deposição:
Para aviões tipo IPANEMA ou similares, utilize a faixa de deposição máxima de 15 metros.

Condições climáticas:
Temperatura ambiente: abaixo de 32°C;
Umidade relativa do ar: mínima de 60%;
Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h .

Nota: as recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto, avaliando periodicamente a indicação da umidade relativa do ar, sendo este fator o responsável direto pela continuidade ou interrupção do processo de pulverização.

Evite as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km, devido à possibilidade ou ocorrência do fenômeno de inversões térmicas.

Evite as aplicações durante as horas mais quentes do dia, ou com temperaturas muito altas, pois causa¬rão perdas das gotas, devido à ação das correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção).

Nota: monitore durante todo o processo de aplicação dos produtos, as condições climáticas, dando sempre maior importância à umidade relativa do ar.

Obs.: recomendações diferentes das acima são de responsabilidade do Técnico Responsável pela aeronave.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Intervalo de Segurança
Algodão 7 dias
Batata(dessecante) 7 dias
Café 7 dias
Cana-de-açucar 7 dias
Milho 7 dias
Soja 7 dias
Trigo (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO:
TOCHA é um herbicida não seletivo, portanto é fitotóxico se atingir as partes vedes das culturas. Não aplique quando o porte da cultura não permitir um aplicação segura, em jato dirigido. A deposição de poeira na superfície de plantas daninhas pode prejudicar o efeito do produto. Evite utilizar água suja ou muito turva.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
- Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas no mínimo 24 horas após a aplicação. Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES:

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas .
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto muito bem fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize o equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

Em caso de ingestão: TRANSFERIR RAPIDAMENTE A PESSOA PARA O SERVIÇO MÉDICO DE
EMERGÊNCIA, levando a embalagem, o rótulo ou bula do produto. Esta formulação contém um agente emético , portanto não controle vômito em pessoas recém-intoxicadas por ingestão até que o líquido vomitado se torne claro e transparente, mas EVITE QUE O ACIDENTADO RESPIRE O PRODUTO VOMITADO, DEITANDO-O DE LADO, COM A BOCA ABERTA. O corante e odorizante devem evitar que haja ingestão acidental do produto.
Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente durante 15 minutos, no mínimo, com água corrente, evitando que o líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
Em caso de inalação ou aspiração, procure local ventilado e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
Se houver contato com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão neutro em abundância e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTÍDOTO

���Grupo Químico: Bipiridilo
•Classe toxicológica: Classe I - Extremamente Tóxico
•Vias de absorção: Pele e mucosas respiratória, ocular e digestiva.
•Toxicocinética: O paraquat absorvdo é distribuído, via corrente sanguínea a praticamente todos os órgãos e tecidos do corpo, concentrando-se nos rins, fígado, cérebro e , em particular nos pulmões. O pico plasmático ocorre de alguns minutos a 2 h após a ingestão.
O produto é rapidamente excretado pelos rins. De 80 a 90% é excretado nas primeiras seis horas e , quase 100%, dentro de 24 horas, na ausência de doença renal induzida por paraquat. No entanto, paraquat pode causar necrose tubular, a qual pode prolongar a excreção de 10 a 20 dias. Em caso de ingestão, a eliminação será feita pelas fezes, em até 7 dias.
•Mecanismos de toxicidade: O catabolismo do paraquat pelo citocromo P450 provoca a formação de superóxidos que reagem com os lipídios celulares (peroxidação lipídica). Nos pulmões, que constituem o órgão-alvo do paraquat, a ação dos superóxidos resulta em modificações da permeabilidade da membrana celular e morte das células parenquimatosas e endoteliais. Elas são acompanhadas de alterações oxidativas acumulativas em moléculas de colágeno e do desenvolvimento de fibrose pulmonar irreversível.
A reconstituição do paraquat por um processo enzimático cíclico, faz com que a fibrose progrida, numa ação espontânea e independente do aporte de novas moléculas de paraquat. Tudo isto tem por consequência a asfixia progressiva do intoxicado, que se agrava quando se fornece oxigênio ao paciente.
•Sintomas e sinais clínicos: Efeitos clínicos dependem da dose e da via de absorção.
Ingestão:
Pode causar sensação de queimação na boca e na região retroesternal, náusea, vômito, dor abdominal e diarréia. Se o produto contiver um agente emético, o vômito pode ser severo e repetido, e causar distúrbios hidroeletrolíticos. Em algumas horas, aparecem inflamação e ulceração na boca, garganta e trato gastrointestinal. Pode ocorrer disfunção renal e hepática. Uma dispnéia se desenvolve em alguns dias, assim como uma fibrose pulmonar progressiva e massiva que causa a morte em 2-4 semanas.
Em altas doses, a toxicidade é muita mais severa e morte pode acontecer em 24-48 horas por falência múltipla de órgãos: perfuração esofágica, insuficiência renal, aguda, arritmias cardíacas, convulsões e coma. Os sintomas gastrointestinais iniciais são parecidos, mas mais intensos, com considerável perda de fluido. A morte ocorre rapidamente, por asfixia, sem perda de lucidez.
Inalação
O paraquat não é volátil, mas a maioria das formulações líquidas contém um agente de odor desagradável que pode, ocasionalmente, causar náuseas e dor de cabeça. Em aparelhos de aplicação agrícola, as gotas costumam ser muito grandes para serem levadas pelo ar inspirado até os pulmões. A inalação do paraquat pode resultar em úlcera no nariz e na garganta e sangramento nasal. Alguns casos de toxicidade sistêmica severa já foram reportados.
Via Ocular
Respingos concentrados podem causar irritação ocular importante e perda extensiva do epitélio da córnea conjuntiva. Áreas de ulceração apresentam um risco de infecção secundária. O edema da córnea pode persistir de 3 a 4 semanas, com visão temporariamente nublada.
Pele
O produto concentrado é irritante para a pele e, se o contato for prolongado, causar lesões dérmicas. A absorção pela pele alterada, pode levar a um envenenamento sistêmico e resultar em toxicidade grave.
A morte se dá por asfixia.
•Diagnóstico: O diagnóstico se baseia essencialmente na anamnese e se confirma pelos sinais clínicos.
O paraquat pode ser dosado no sangue e na urina e o nível sérico tem uma correlação estrita com o quadro clínico.
•Tratamento: Instituição rápida para uma boa eficácia.
Lavar copiosamente a pele e mucosa, se estas foram expostas.
Se houve ingestão, empregar Terra de Füller ou, se não houver, carvão ativado, em suspensão aquosa a 15% (15g/100ml), na dose de 1 a 2g/kg de peso corporal. Em ausência desses quelantes e se o paciente ainda não reagiu ao emetizantem provocar vômito, evitando imperiosamente a aspiração do conteúdo gástrico que aceleraria o processo de fibrose pulmonar. Manter hidratação e fluxo renal adequados. Hemodiálise e hemoperfusão podem aumentar a eliminação. Reduzir a reação inflamatória pulmonar com corticosteróides. A utilização de compostos que previnam a formação de radicais livres, com vitamina C e a vitamina E, pode ser útil.
Não existe antídoto.
•Contra-indicações: O aporte de oxigênio pode potencializar os efeitos de paraquat - só deve ser realizado nos casos em que a hipoxemia é limitante para a vida.
•Atenção:As intoxicaçõe por agrotóxicos devem ser notificadas. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos telefones de emergência. PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque -Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistmea de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 41970265 e (11)m 8229-0035

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Em estudos realizados em animais de laboratório, dicloreto de paraquate não foi bem absorvido quando administrado oralmente. Após a administração oral de 14C-paraquate em ratos, 60 a 70% foi excretado nas fezes e 10 a 20 % na urina. A excreção foi rápida, cerca de 90% dentro de 72 horas. Em estudo de biotransformação, concluiu-se que paraquate é extensivamente eliminado. Aproximadamente 90 a 95% do paraquate radiomarcado encontrado na urina foi eliminado intacto.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
- O estudo de toxicidade oral aguda em ratos determinou a Dose Letal 50% (DL50 oral aguda) estando entre 300 e 2000 mg/Kg peso corporal
- O estudo de toxicidade cutânea aguda em ratos determinou a Dose Letal 50% (DL50 aguda dérmica) como sendo entre 2395 e 4000 mg/kg peso corporal
- O estudo de toxicidade inalatória aguda em ratos determinou a CL50 inalatória (4 horas) como sendo menor do que 0,003 mg/L
- O estudo de irritação cutânea em coelhos mostrou que o produto provocou irritação severa na pele dos animais testados.
- O produto possui potencial para ser extremamente irritante ocular

Efeitos Crônicos:
Em estudo com animais de experimento que foram expostos a doses extremamente altas de paraquat mostraram sinais de perturbações neurológicas, com atividade motora diminuída, falta de coordenação, ataxia, e arrastamento das membros (Clayton & Clayton, 1994).

Não houve evidência de carcinogenicidade em estudos com animais de laboratório.
Foram observados efeitos reprodutivos adversos em humanos e animais experimentais após a ingestão de paraquate.
Estudo conduzido com ratos e camundongos, via peritoneal, foram observadas anormalidades especificas no desenvolvimento do sistema músculo esquelético: mortalidade pós- implantação também foi notável em rato e camundongo (RTECS, 1999).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea do produto em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: CROSS LINK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA., telefone de emergência: (11) 4197-0265.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio; use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto .

• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA) -
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência em plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar devidamente registrados para a cultura. Para maiores esclarecimentos, procure um Engenheiro Agrônomo.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência em plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar devidamente registrados para a cultura. Para maiores esclarecimentos, procure um Engenheiro Agrônomo.