Bula TOPSIN 700

acessos
Thiophanate methyl
8711
Iharabras

Composição

Thiophanate methyl 700 g/kg Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
70 a 100 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 25 a 30 dias. 14 dias. Após a indução floral em jato dirigido à coroa
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Após a emergência da cultura (7 dias)
Antúrio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. Início do florescimento
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão vermelha da raiz
(Fusarium solani)
75 a 100 g p.c./100 kg de sementes até 500 mL de calda/100 kg de sementes - Única. Não determinado. Máximo 8 horas após a colheita
Begônia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. Preventivas. Início do florescimento
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dais. Início da frutificação
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
200 a 250 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 28 dais. 1ª aplicação no início da formação dos frutos(chumbinho)
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 30 dias. 28 dais. 1ª aplicação no início da formação dos frutos
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal-das-sete-voltas
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae)
100 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 7 dias. Após a emergência (7dias) ou transplante
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2/3 das pétalas. 14 dias. Durante florescimento, no estágio palito de fósforo
Bolor azul
(Penicillium italicum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2/3 das pétalas. 14 dias. Durante o florescimento no estágio palito de fósforo
Bolor verde
(Penicillium digitatum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2/3 das pétalas. 14 dias. Durante o florescimento no estágio palito de fósforo
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2/3 das pétalas. 14 dias. Durante florescimento, no estágio palito de fósforo
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2/3 das pétalas caldas. 14 dias. Durante o florescimento no estágio de palito de fósforo
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2/3 das pétalas. 14 dias. Durante florescimento, no estágio palito de fósforo
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2/3 das pétalas. 14 dias. Durante florescimento, no estágio palito de fósforo
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 2/3 das pétalas. 14 dias. Durante florescimento, no estágio palito de fósforo
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. Início do florescimento
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. No início do florescimento
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. No início do florescimento
Oídio
(Oidium chrysanthemi)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. No início do florescimento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
100 g p.c./100 kg de sementes até 500 mL de calda/100 kg de sementes - Única. Não determinado. Antes da semeadura
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Pré e pós florada. 14 dias. 1°aplicação aos 20 dias após a emergência
Mofo cinzento
(Sclerotium rolfsii)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Pré e pós florada. 14 dias. 1º aplicação aos 20 dias após a emergência
Oídio
(Erysiphe polygoni)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Pré e pós florada. 14 dias. 1º aplicação aos 20 dias após a emergência
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Pré e pós florada. 14 dias. 1ª aplicação aos 20 dias após emergência
Podridão radicular seca
(Fusarium solani f. sp. phaseoli)
100 g p.c./100 kg de sementes até 500 mL de calda/100 kg de sementes - Única. Não determinado. Antes da semeadura
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Pré e pós florada. 14 dias. 1º aplicação aos 20 dias após a emergência
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de botrites
(Botrytis gladiolorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. No início do florescimento
Hortência Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. No início do florescimento
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. No período chuvoso (Novembro a Janeiro)
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. No período chuvoso (Novembro a Janeiro)
Oídio
(Podosphaera leucotricha)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. No período chuvoso (Novembro a Janeiro)
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. No período chuvoso (Novembro a Janeiro)
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. No período chuvoso (novembro a Janeiro)
Sarna do pessegueiro
(Cladosporium carpophilum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 7 dias. No período chuvoso (Novembro a Janeiro)
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium caricae)
100 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 3 dias. Início do florescimento/frutificação
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Mancha das folhas
(Cercospora citrullina)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Mancha de alternaria
(Alternaria cucumerina)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mancha de alternaria
(Alternaria cucumerina)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de diplocarpon
(Diplocarpon earlianum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Em cada período de florescimento ou frutificação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Em cada período de florescimento ou frutificação

Saco plástico ou de papel para: 0,5; 1; 2;3; 5; 10; 15; 20; 25; 50 e 100 kg. Tambor de metal ou fibra para: 0,5; 1; 2;3; 5; 10; 15; 20; 25; 50 e 100 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS, DOENÇAS E DOSES:

TOPSIN 700 - Trata-se de um fungicida sistêmico, empregado no controle de inúmeras doenças fúngicas em diversas culturas, na forma de pulverizações da parte aérea e em tratamento de sementes.

EM PULVERIZAÇÃO DA PARTE AÉREA

DOSES DE APLICAÇÃO:
Culturas em geral: as doses do TOPSIN 700 expressa em gramas/100 litros de água, são recomendadas para aplicações terrestres, onde se empregam quantidades de água de 700 - 1000 litros/hectare ou assegurando a dose de 0,7 kg/ha de TOPSIN 700.

EM TRATAMENTO DE SEMENTES:
OBS. 1: 1 kg do produto comercial (p.c.) TOPSIN 700 equivale à 700 g do ingrediente ativo (i.a.) tiofanato metílico.

OBS. 2: Para as instruções acima, recomendamos alternância com fungicidas de outros grupos químicos (mecanismo de ação diferente) no mesmo intervalo de aplicação para a prevenção e gerenciamento da resistência e de controle.

OBS. 3: Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.


MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

• Para pulverização da parte aérea:
Via terrestre: Usar pulverizadores tratorizados, dotados de bicos cônicos, densidade mínima de 80 gotas/cm2 com 200 micra. Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta. O engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o numero de aplicações e o intervao de segurança determinados na bula.

Na cultura do Mamão: Pulverizadores acoplados a tratores (atomizadores) com bicos cônicos apropriados para a aplicação de fungicidas. O volume de calda deve ser de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento em questão, de modo a atingir todas as partes aéreas das plantas proporcionando uma cobertura homogênea da calda fungicida.

Via aérea: Uso de barra e atomizador rotativo Micronair:
• Volume de aplicação: 30-40 L/ha de calda, procurando assegurar dosagens do TOPSIN 700.
• Altura de vôo com barra: 2-3 m, com Micronair: 3-4 m.
• Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
• Tamanho/densidade da gota: 180-200 micra, com mínimo de 80 gotas/cm2.
• No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 - disco (core) inferior a 45°.
• Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde, para o ajuste do regulador de vazão/VRU, pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.

Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.
Em se tratando de aplicação aérea obedecer umidade relativa não inferior a 70%.

• O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

• Para tratamento de Sementes:
O tratamento deve ser feito em Tambor Rotativo ou em outro equipamento que possibilite uma distribuição homogênea do produto.
O tratamento de sementes de feijão pode ser feito de duas maneiras, via seca ou via úmida. O tratamento via seca consiste em misturar o produto comercial às sementes na dose recomendada e homogeneizar até obter uma cobertura uniforme das sementes pelo produto. Para o tratamento por via úmida, primeiramente umedecer as sementes levemente usando-se no máximo 500 mL de água/100 kg de sementes. À seguir, adicionar a dose recomendada do produto sobre as sementes, misturando de forma homogênea para obter uma cobertura uniforme.
O tratamento de sementes de batata deverá ser realizado, no máximo, até 8 horas após a colheita. Este tratamento poderá ser realizado, na esteira, sempre a seco e após o término, as sementes deverão ser armazenadas em condições adequadas.
Para tratamento de sementes adicionar corante.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

• Abacaxi, abóbora, alho, berinjela, citros, feijão, melão, morango, tomate e uva: 14 dias.
• Mamão: 3 dias.
• Café: 28 dias.
• Cebola, maçã e pepino: 7 dias.
• Melancia: 13 dias.
• Soja: 21 dias.
• Batata e Feijão (Tratamento de sementes): (1)
• Antúrio, begônia, cravo, crisântemo, gladíolo, hortênsia, orquídeas, rosa e seringueira: U.N.A.
U.N.A. = Uso Não Alimentar.
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
No caso de tratamento de sementes, sem restrições, desde que a pessoa esteja devidamente calçada.


LIMITAÇÕES DE USO:

A semente tratada deve ser usada unicamente para o plantio, não podendo ser usado como alimento, ração ou na produção de óleo.
Fitotoxicidade: Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas.
O tratamento de sementes com TOPSIN 700 deve ser feito antes da inoculação com microorganismos fixadores de Nitrogênio.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem as equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃ0 DA CALDA:

- Produto extremamente irritante aos olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa corn o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira e respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter as avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize as equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original e local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações d fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um servico médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
• Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajuda deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR TOPSIN 700

INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO: Benzimidazol (precursor de)
CLASSE TOXICOLÓGICA: I - Extremamente Tóxico
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, dérmico, inalatório e Ocular
TOXICOCINÉTICA: 0 Carbendazim é um metabólito ativo do Tiofanato Metílico. Após absorção, o Carbendazim é distribuído por todos os tecidos, atingindo altas concentrações no fígado, onde são metabolizados. Tem excreção renal e biliar em ate 72 horas. Seu tempo de 1/2 vida é de 22 a 41 dias. Em estudos com animais, o Tiofanato metílico foi rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, alcançando uma concentração sorológica máxima 4h após a administração. A extensão da absorção pode ser dose dependente. Os maiores níveis teciduais foram encontrados no fígado, tireóide e rins 96h após a dosagem. 0 Tiofanato metílico e predominantemente metabolizado (71- 88%) e foi excretado rapidamente, com mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h da administração. Na dose mais baixa, a principal via de administração foi urinária, enquanto na dose mais elevada foi predominantemente fecal. Não houve sinal de bioacumulação. Quase todo o Tiofanato metílico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h é extensamente eliminado em 96h.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
conhecidos. Altera enzimas microssomais hepáticas em animais de laboratório (ratos e
camundongos).
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Tanto o tiofanato metílico quanto o seu metabólito terminal carbendazim, possuem baixa toxicidade aguda e não possuem atividade anticolinesterásica.
Em todas as espécies de animais, o efeito toxicológico mais suscetível da exposição sub-crônica / crônica é a toxicidade hepática. A tireóide também é um órgão-alvo para o tiofanato metílico.
Após exposição podem ocorrer alterações respiratórias, náusea, vômito, diarréia, irritações moderadas nos olhos e pele (dermatite, coceira, vermelhidão, inchaço e ressecamento).
Intoxicação dérmica: Em Kumamoto, trabalhadores rurais tiveram uma incidência de dermatite de 30,3, 48,2 e 52,8%, após aplicação de Tiofanato Metílico. Os valores correspondentes para as mulheres foram de 32,3, 56,3 e 64,8%. As áreas afetadas foram o abdômen, costas e cintura. Os sintomas incluiram comichão, vermelhidão, inchaço, ressecamento e dernnatite. Os sintomas apareceram com frequência 1 semana após a exposição. A mucosa ocular estava congestionada. 0 exame médico revelou algumas anomalias da hemoglobina.
lrritante leve da pele e olhos.
DIAGNÓSTICO: 0 diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TRATAMENTO: Antídoto: Não existe antídoto específico.
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada
oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
Exposição Oral:
1. Em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica. Atentar para nível de
consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água.
2. Emese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada.
3. Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa a vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuido de consciência em pacientes não intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
4. Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido
extracelular após vômito severo e diarréia.
Exposição Inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. 0 paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistirem.
Exposição Ocular:
Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica — RENACIAT/MS.
Notifique ao sistema de informacOes de agravos de notificacao (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: IHARABRAS: (15) 3235-7700

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Em estudo de Metabolismo, o Tiofanato metílico radiomarcado foi administrado por via oral em ratos fêmeas em uma dose calculada em 45 mg/kg na dieta durante um período de 20 dias. A substância foi absorvida pelo trato gastrintestinal, tiróide, glândulas adrenais e fígado, foi metabolizada e excretada. Uma média de 89,6% da radioatividade foi excretada por dia, 54,27% pela urina e 35,38% através de fezes. Após a administração final a diminuição da radioatividade foi muito rápida em todos os tecidos, com exceção, da tireóide, adrenais e fígado nos quais persistiu temporariamente. 0 Carbendazim induziu alterações esqueléticas com relação dose resposta.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Os principais sintomas de intoxicação aguda pelo Tiofanato metílico incluem tremores, 1 a 2 horas após a exposição a doses elevadas as quais levam a convulsões tônico-clônicos. Sangramento nasal e lacrimejamento foram observados em ratos.
Diminuição do ritmo respiratório, desaparecimento do tônus dos músculos abdominais e midriase foram observados.
DL50 Oral em ratos: > 4000 mg/kg
DL50 Dérmica em ratos: > 5000 mg/kg
CL50 Inalatória em ratos (4 horas): > 19,85 mg/L
Irritação dérmica em coelhos: o produto foi considerado levemente irritante.
Irritação ocular em coelhos: o produto foi considerado não irritante e leves alterações nas conjuntivas.
Sensibilização dérmica em cobaias: o produto foi considerado não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Em um estudo realizado para avaliar a relação entre Benomyl, Carbendazim, topsin-M, dimetoato e TPTA administrado por sonda oral, para alterações externas e esqueléticas de fetos de ratos. Os resultados mostraram que Benomyl e Carbendazim podem causar malformações externas e malformações esqueléticas, anomalias e variações, mas as mudanças semelhantes não foram encontradas em topsin-M, diriletoato e TPTA. 0 Carbendazim induziu alterações esqueléticas em ratos em uma relação dose-resposta.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PR0TEÇÃ0 AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:Perigoso ao Meio Ambiente - Classe III
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material nao combustível.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUIMICAS – telefone de emergência: (15) 3235-7700.
- Procure impedir que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d'água.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa innediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão am biental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS EM DESUSO:

As orientações abaixo deverão ser mantidas para embalagem FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo , efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, ennitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃ0 FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃ0 INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃ0 OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através do tratamento com produtos alcalinos (soda cáustica): eleva-se o pH a 12 - 13 por 24 horas, faz-se a filtragem com carvão ativado, com posterior incineração em incineradores revestidos com material refratário, equipados com lavadores de gases, a uma temperatura de 176 - 180°C por alguns segundos.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃ0 COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas – Brasil) – Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Doenças.
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas – Brasil) – Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Doenças.
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado..

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade