Bula Toreg 50 EC

acessos
Lambda-cialotrina
19108
UPL

Composição

Lambda-Cialotrina 50 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
300 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações do produto em cultura do algodoeiro. 10 dias. Iniciar as aplicações do produto quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10% e repetir as aplicações a cada 5-7 dias ou toda vez que atingir o nível de 10% de botões danificados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações do produto em cultura do algodoeiro. 10 dias. Quando 50% das plantas amostradas apresentarem 5 lagartas pequenas ou 33% das plantas apresentarem duas lagartas grandes
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
400 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações do produto em cultura do algodoeiro. 10 dias. Iniciar as aplicações do produto quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo ao intervalo de 45 dias. Realizar no máximo duas aplicações por ciclo. Um dia. Aplicar no início da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações do produto por ciclo. 15 dias. Iniciar o controle na fase de folha-raspada
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
75 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até duas aplicações do produto por ciclo. 20 dias. Aplicar o produto quando houver 40 lagartas por batida de pano, ou 30% de desfolha (antes de florecimento)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
50 ml i.a/100 l calda 400 a 800 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 5 aplicações do produto por ciclo. 3 dias. Aplicar o produto no início da infestação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir ao intervalo de 15 dias. Realizar no máximo duas aplicações por ciclo. 15 dias. Aplicar o produto no início da infestação

Frasco/Bombona PEAD/PET/Plástico: 0,25;1,0;5,0 e 10 Litros.
Balde PEAD/Aço: 20 Litros.

NÚMERO, ÉPOCA, E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO : O controle do curuquerê deve ser feito quando 50% das plantas amostradas apresentarem 5 lagartas pequenas ou 33% das plantas apresentarem duas lagartas grandes.
Para o controle do bicudo, iniciar as aplicações do produto quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10% e repetir as aplicações a cada 5-7 dias ou toda vez que atingir o nível de 10% de botões danificados.
Para controle da lagarta-das-maçãs iniciar as aplicações do produto quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos.
Realizar no máximo 3 aplicações do produto em cultura do algodoeiro.

SOJA: Aplicar o produto quando houver 40 lagartas por batida de pano, ou 30% de desfolha (antes de florecimento). Realizar até duas aplicações do produto por ciclo.

MILHO: Iniciar o controle na fase de folha-raspada. Realizar no máximo duas aplicações do produto por ciclo.

TOMATE: Realizar até 5 aplicações do produto por ciclo.

CAFÉ : Aplicar no início da infestação, repetindo ao intervalo de 45 dias. Realizar no máximo duas aplicações por ciclo

TRIGO: Aplicar o produto no início da infestação e repetir ao intervalo de 15 dias. Realizar no máximo duas aplicações por ciclo.


MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

O inseticida TOREG 50 EC tem ação de contato, dessa forma, o produto deverá ser aplicado com volume de calda suficiente para promover uma cobertura uniforme das plantas, conforme a recomendação por cultura. O produto é indicado para aplicações terrestre e aéreas, conforme as recomendações abaixo.

APLICAÇÃO TERRESTRE
Equipamentos: Pulverizadores costais, de barras acoplados a trator, atomizadores costais, atomizadores acoplados a trator, pulverizadores de mangueira.
Bicos: recomendado uso do tipo cônico da série D para os pulverizadores de barra e de mangueira. Para os pulverizadores com mangueira usar bico do tipo disco ou chapinha n° 4 a 10 e para atomizadores n° 3 a 6.
Para pulverizações com pulverizadores de barra acoplados a tratores, a altura da barra deve ser posicionada à 20 cm acima das plantas.
Volume de calda: deverá ser utilizado de acordo com as instruções de uso por cultura promovendo-se a calibração do equipamento a fim de obter a vazão desejada, em função do tipo de bico, pressão e velocidade de deslocamento.

APLICAÇÃO AÉREA

Equipamentos: Barras com bicos ou atomizador rotativo ( micronair)
Bicos: bico cônico (vazio) série D. Para micronair usar 4 atomizadores na barra.
Volume de aplicação: 30 litros/ha para barra com bicos e 10 a 20 litors/ha para micronair.
Diâmetro e densidade de gotas: 200-300 micra, 30-50 gotas/cm²
Altura de vôo: 3,5 a 4,5 metros sobre a cultura
Largura da faixa de deposição: 15-20 m
Condições climáticas: Aplicar o produto quando as condições estiverem dentro dos parâmetros de temperatura inferior à 32°C, Unidade relativa inferior à 55% e velocidade dos ventos de 2 a 10 km/h. Evitar as horas mais quantes do dia ou com temperaturas muito altas.


INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURAS Intervalo de Segurança
Algodão................................................................................................... 10 dias
Soja......................................................................................................... 20 dias
Milho, Trigo.............................................................................................. 15 dias
Café......................................................................................................... 1 dia
Tomate..................................................................................................... 3 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
( De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) ; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agrônomico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INALAÇÃO: Se o produto for inalado ['respirado''), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR PIRETRÓIDES;INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Piretróides
Tipo de Piretróide: Conforme o ingrediente ativo ( I ou II)
Classe toxicológica: Classe I- Extremamente tóxico.
Mecanismos de toxicidade: Piretróides - substâncias sintéticas ou semi-sintéticas. A dose tóxica aguda oral em mamíferos é maior do que 100-1000 mg/Kg. Pequena absorção digestiva e rápida metabolização. A toxicidade aguda em humanos está mais associada a reações de hipersensibilidade do que às propriedades farmacológicas da substância. Estão associadas também aos solventes usados como veículos. Crianças são mais suscetíveis, em razão da incapacidade de hidrolisar os ésteres de "pirethrum" eficientemente.

Divididos em 2 tipos, de acordo com sua estrutura ou manifestações clínicas em caso de intoxicação: Lambda-cyhalothrin pertence ao Tipo 11 dos piretróides os quais são mais potentes e tóxicos, e podem produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do potencial de ação e colapso na condução axonal. Interferem também com o receptor GABA, com supressão dos canais de cloro.

Mamíferos são geralmente capazes de metabolizar rapidamente estes compostos, tornando-os deste modo menos ativos e conseqüentemente diminuindo a toxicidade. Em doses muito altas, despolarizam completamente a membrana da célula nervosa e bloqueiam a excitabilidade. Podem causar danos permanentes ou por longo tempo em nervos periféricos
Vias de absorção: Não são bem absorvidas por via dérmica. A absorção oral ocorre provavelmente através da mucosa oral. Também há absorção por via inalatória.
Sintomas e sinais clínicos : Podem incluir reações anafiláticas (hipotensão e taquicardia),
broncoespasmo, edema de glote, choque em indivíduos sensíveis, crises de asma, reações de hipersensibilidadade com pneumonite e edema pulmonar.
Exposições inalatórias - podem ocorrer congestão nasal, rinorréia, ardor em garganta. Dispnéia, broncoespasmo, tosse, dor torácica.
Exposições cutâneas - não são irritantes primários, mas podem produzir dermatite alérgica, com reações sistêmicas.
Desencadeia dermatite com prurido, acompanhada de queimação, dormência, eritema, pápulas, vesículas e hipercromia local. Também pode ocorrer parestesia (distribuição em luva e bota), sendo considerado um efeito irritante local, e ocorrendo em doses mais baixas do que as que causam efeitos no SNC. Habitualmente as alterações causadas por piretrinas são menos intensas, do que as causadas por piretróides (ocorrem algumas horas após exposição até cerca de 24 h). Podem ocorrer disestesias faciais, principalmente em regiões malares e peri¬orbitais (ocorrem de 30min-3horas após exposição). Tanto as parestesias como as disestesias estão relacionadas com exposições ocupacionais (crônicas).
Exposição ocular: produz conjuntivite química, com diminuição de acuidade visual, edema peri-orbitário, podendo causar lesão de cómea, incluindo ceratite e denudação, devido a mecanismo não esclarecido.
Exposição oral - fraqueza, cefaléia, náuseas, vômitos, dor abdominal, cólicas, tenesmo, gastrite, anorexia e tonturas. A ingestão de grandes doses pode afetar o SNC, resultando em fasciculações, convulsões, coma e parada respiratória. Podem ocorrer duas síndromes básicas, dependentes da exposição a um outro tipo de piretróide:
•Tipo II - salivação, hiperexcitabilidade, coreoatetose,
sialorréia e convulsões.
Metabolismo e Toxicocinética : Após absorção, por serem Iipofílicos, são rapidamente distribuídos no sítio de ação (SNC). Rapidamente metabolizados no fígado, não se acumulam nos tecidos. Não são estocados ou se bioacumulam, o que limita sua toxicidade crônica. Parece não haver recirculação entero-hepática. Excretados por via urinária.
Diagnóstico: Clíníco - história de exposição e presença de sintomas característicos.
laboratorial - não há testes laboratoriais específicos. Outros testes incluem eletrólitos, glicemia e gasometria.
Tratamento: Descontaminação - visa limitar a absorção e os efeitos locais. Remover vítima para local ventilado. Remover roupas contaminadas e proceder à descontaminação cuidadosa da pele e cabelos, com água e sabão em abundância.
Se ocorrer exposição ocular irrigar, abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos.
Em caso de ingestão recente, realizar lavagem gástrica (atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas por entubação). Administrar carvão ativado (30 9 de carvão ativado para 240 ml de água): para adultos, a dose é de 1 g/kg, até 100 g/dose; para crianças de 1 a 12 anos, utilizar até 2 g/kg de peso; para crianças com menos de 1 ano de idade, utilizar até 1 g/kg de peso. O carvão ativado deve ser diluído em água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático - manter via aéreas oermeáveis, aspirar secreções, administrar oxiqênio e praticar assistência ventilatória, se necessário. Tratar os broncoespasmos e a anafilaxia se ocorrerem. O paciente com história de ingestão de grandes quantidades deve ser mantido sob observação de 4 a 6 horas, no mínimo. Observar sinais de depressão de SNC ou convulsões, alterações respiratórias e reações de hipersensibilidade, instituindo tratamento sintomático, se necessário.
Específico e antídotos - Não há tratamento específico. Em caso de acidente ocular encaminhar para avaliação de médico oftalmologista, para tratar uma eventual lesão de córnea. Tratar dermatite de contato e reações alérgicas. Não está indicado método de eliminação extracorpóreo, pois o roduto é ra ida mente metabolizado.
Contra-indicações : Não se deve praticar vômito, em razão do risco potencial de inalação, coma e convulsões. Não praticar lavagem gástrica, em caso de diminuição de nível de consciência, pelo risco de convulsões em acientes não entubados.
Efeitos sinérgicos: DEET e alguns organofosforados.

Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT -ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação SINAN / MS, Telefone de Emergência da Empresa: (11) 2167-5282; 0800¬7010450 ( Planitox-Line Plus )

OBS.: Para a classificação do tipo de piretróide de cada produto, observar a fórmula química do ingrediente ativo no SIA:

o Tipo I não tem em sua estrutura o grupo alfa-ciano (CN). Para a identificação olhar a fórmula estrutural da substância e o nome químico no SAI.
Ex.: permetrina, bifentrina, etofenproxi, entre outros.

o Tipo II tem o grupo alfa-ciano (CN) em sua estrutura.
Ex.: alfa-cipermetrina, cipermetrina, deltametrina, fenpropatrina, fenvalerato, ciflutrina, lamb cialotrina, zeta-cipermetrina, fluvalinato, fenpropatrina, entre outros.

Este produto é: ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
Este proTuto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos.
'Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁ VEL em peixes. Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa United Phosphorus do Brasil
Ltda. - Telefone de emergência: (11) 2167-5282 e 0800-7010450.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e bo' -
de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Orientações para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• TRÍPLICE LA V AGEM (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;

- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigi da diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia
TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,bebidas, medicamentos,rações, animais e pessoas.
Orientações para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio
onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO Usuário A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DES EMBALAGEM V AZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o manejo de resistência a inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas quando disponível e apropriado.